Notas iniciais
Mais um capitulo saído do forno agorinha Pra Vocês! Queria agradecer aos comentários! Boa Leitura!

Capitulo 02

A Empresa de Octavian não era uma imobiliária. Se Localizava no centro de Nova York. Octavian´s State era um prédio de cinquenta e cinco andares de pura maconha. Claro que não estou reclamando...Aliás quanto mais droga mais dinheiro.

O Problema como Piper MC Lean havia dito era: a Arrogância de Octavian. Somente por quê nos conhecemos desde o colegial ele pegava "Leve" comigo. Mais tudo e qualquer coisa era motivo para Octavian matar.

—Jackson. -Um dos seguranças que sempre cobria a porta assentiu ao dizer meu nome. -Octavian está lhe esperando.

—É claro que está.

Ele abriu a porta enorme de madeira me dando passagem, assim que entrei na sala ela se fechou. -Fala Jackson!-A voz irritante de Octavian me fez bufar. -A quanto tempo, Carinha.- Ele se levantou da cadeira e abriu os braços. -Soube que estava de férias.

—Octavian quem tirou férias foi o Jonhson. Eu sou Jackson...

Sua expressão ficou confusa. -Ah. Jackson?

—Percy Jackson. Fizemos colegial juntos... -Ele sorri confuso. -Te ajudei a pegar Reyna a líder de torcida boca suja.

—Ah. -Ele entrelaçou os dedos. -Claro. Percy. -Ele me abraçou. -Trouxe minha encomenda?

—Sim. -Retirei o saco de Preetzels da bolsa. -MC Lean me disse que era de melhor qualidade.

—MC Lean. -Ele disse com desprezo. -Garota bonita.

Assenti um pouco desconfortável. -Bem eu já vou indo...

—Espere! -Octavian sorriu engenhoso. -Percy. Sente-se. -Ele ordenou.

Me sentei a sua frente. A Sala não era desconfortável pelo contrário...Aconchegante demais. Era em tons pasteis variados, a mesa de madeira de pinheiro e as cadeiras acolchoadas, Havia um enorme sofá de couro preto e uma lareira, O carpete era em um tom cinza e macio...

—Tenho mais uma encomenda pra você Jackson. -Ele juntou as mãos sobre a mesa e as pressionou. -Preciso que receba uma encomenda para mim no Brasil.

—Brasil? -Quase engasguei com o ar. -Tão longe assim?

—Vou bancar a viagem Percy. -Ele se endireitou na cadeira. -Você vai até o Brasil e pega essa encomenda pra mim e então...te dou Vinte e Cinco Mil.

—Vin-Vinte e cinco Mil? -Olhei espantado para trás. -Isso é uma pegadinha?

—Não. -Ele negou. -Mais tem um Porém... -"Claro!Sempre Tem!", Pensei. -Você sabe que é muito arriscado. Então precisa de um disfarce.

—Disfarce? -Perguntei intrigado. -O que quer dizer com isso?

—Que você precisa de um disfarce para ir até o Brasil! Pense em alguma coisa,Jackson. -Ele sorriu. -Então nos vemos Amanhã?

—Amanhã? -Disse num fio de voz. -Mais tão rápido assim...

—Quer os Vinte e cinco Mil? -Ele perguntou e eu assenti. -Então viaje amanhã.

Concordei um Pouco indeciso. Assim que saí da sala, peguei um ônibus, Não havia compreendido o que Octavian queria com esse tipo de droga.

Deveria ser um tipo novo e clássico...E Por cima no Brasil? Aquilo era insano.

Desci do Ônibus e cruzei a Avenida para entrar no prédio, em plena rua movimentada um Trailer diminui a velocidade e começa a andar ao meu lado.

Olhei rapidamente para o lado e me assustei ao ver uma figura preta ao volante. O Motorista deveria ter uns 30 anos. Seus cabelos era pretos e lisos mais ao mesmo tempo despenteados, Sua pele era pálida e seus olhos negros entraram em contraste com as vestimentas pretas. Ele sorriu...ou Pelo menos tentou.

—Ei!

Parei colocando as mãos no bolso, O Trailer também parou. -Hum...Oi.

—Sabe onde fica a Avenida 23 Wester?

—Bom... -Olhar para ele era um pouco desconfortável. -São duas ruas a esquerda se você seguir direto.

—Aaah. Obriga...

—Obrigada. -A Voz da mulher ao seu lado era doce e empolgante. -Estamos de férias em família. -Ela Cantarolou.

—Que Bom eu...

—Hey! -Olhei para o lado e vi Leo caminhando até mim. -Qual é?Pode reconsiderar?

—Leo. -Trinquei os dentes. -Não vou para essa sua festa, que não vai acontecer por quê eu vou ligar pra sua mãe e contar tudo.

Leo Esbravejou. -Por quê quer estragar minha vida?

O cara do Trailer buzinou. -Fale direito com seu Pai, mocinho.

—Calma Nico, Adolescentes são assim. -A mulher pediu. -Melhor irmos ou a princesinha vai acordar. Obrigada Amigos, respeite seu Pai.

—Ele não é meu Pai. -Leo esbravejou.

—Esse Troço não é meu filho... -O Trailer foi embora. Foi Aí que me lembrei: "Então precisa de um disfarce."."Fale direito com seu Pai mocinho!".

É isso. -Estralei os dedos repetidas vezes. -Uma família falsa.

Voltei o olhar para Leo que agora brincava com os polegares.

O analisei bem...seu cabelo era preto como o meu e apesar de ser moreno ele tinha alguns traços que poderiam ser considerados semelhantes a mim... Era isso!—Leo! Quer ser meu filho por enquanto?

—Olha Sr.Jackson eu nunca conheci meu pai e se esta fazendo isso só pra ser legal comigo... -Ele suspirou. -Esta funcionando! Cara que legal!

—Calma. Calma. Calma. -Disse o parando enquanto ele tentava me abraçar. -Eu somente preciso que vá comigo até o Brasil para pegar um carregamento, só Isso. E depois quando voltarmos tudo voltará ao normal. Entendeu?

Ele assentiu. -Cara! Vamos ser Traficantes internacionais! Isso é tão legal!

—É. Sei. Sei. Sei. Topa?

—Já estou dentro Sr.Jackson.

—Não me chame de Sr.Jackson! Não gosto disso!

—Mais como eu...

—Me chame de Percy...ou Pai. -Dei de ombros.

Leo tentou não parecer empolgado com a idéia. Tenho certeza que ele realmente tentou, mas o sorriso esbanjado em seu rosto era evidente.

—Hum...Não acha que preciso de uma irmã?

Franzi o cenho. -Uma Irmã? Tudo bem! Conhece alguém que pareça comigo e com você e que aceite embarcar nessa missão?

—Ela? -Ele apontou para um beco na rua atrás de nosso prédio.

Havia uma menina sendo insultada por duas garotas, mais ela não se dava por vencida e continuava em pé berrando e esbravejando. Quando as duas meninas nos viram se aproximando correram, a mesma se sentou no chão sujo e colocou os fones no ouvido.

Leo Tentou manter distância, mas eu o empurrei.

Nos Aproximamos da garota.

—Hey! Garota!

Ela levantou o olhar para mim. Seus olhos azuis se encontraram com os meus olhos verdes-mar.

Ela sorriu de lado e retirou os fones. -Você é amigo da MC Lean?

—E você é a garçonete? -Questionei.

Leo interveio. -Essa é Thalia Grace, Ela estudava na minha sala.-A menina acenou para mim. -Thalia sei que tivemos nossas desavenças...Mais...Hum... -Ele me encarou confuso. -Temos uma proposta a lhe fazer!

Notas finais
E então?O que Acharam?Comentáriooos!!