Notas iniciais
Hello! Mais um capítulo, e sem muito atraso dessa vez! XD
Tem outro extra no finalzinho, pra quem se perguntava sobre esse personagem. Mesmo sem ter nada a ver com o Near, era importante colocar pra fazer sentido com o próximo.
ENJOY!

Cheguei cedo ao colégio como sempre. Roger continuava barrando alguns alunos no portão, mas como eu estava com o fardamento completo, não tive problemas. Fui em direção à sala de aula e me sentei no meu lugar habitual.

Matt ainda não havia chegado, o que não me surpreendeu nem um pouco. Ele era sempre preguiçoso pra vir pra escola. E também não me dera noticias desde ontem, quando ele foi para o bar e eu para casa terminar nosso trabalho.

Observei os alunos que chegavam por um tempo. Mas logo preferi fazer algo mais divertido. Como brincar com dados.

Um pouco depois Mello chegou. Fiquei olhando enquanto ele se jogava em sua cadeira e suspirava cansado. Ele estava com uma cara horrível, como se tivesse se metido em uma briga ou algo assim. Vindo do Mello não seria uma opção impossível.

Ele olhou pra mim por um segundo fazendo uma expressão de irritação e depois desviou a cara e deitou a cabeça na cadeira, provavelmente indo dormir.

O Professor de francês chegou, começando a aula. Ele ensinava alemão também e parece que todas as garotas da escola o consideram como o mais bonito dos professores. Ele foi logo desejando bom dia em francês, fazendo as meninas suspirarem. Era alto, tinha cabelos negros e olhos azuis.

Estava pensando em como era estranho Matt não ter chegado ainda, considerando o fato que seus pais nunca o deixavam faltar, quando o dito ruivo entrou na sala ofegando, como se tivesse corrido todo o caminho ate a escola. O que era bem provável considerando o quanto estava atrasado.

Pediu licença ao professor e sentou na cadeira ao meu lado.

- Matt? Por que se atrasou hoje? – Perguntei baixinho, aproveitando que o professor estava distraído copiando algo na lousa. – Ele já vai explicar como vai ser o trabalho.

- É uma longa historia. – Ele começou a me contar aos sussurros. Nossa! Eu não podia acreditar nisso! Pó de mico, mala de maquiagem, briga no bar e cadeia... Pobre Matt, se metendo em uma confusão atrás da outra. – O Beyond ligou pro Mr. Ryuuzaki, e ele nos tirou de lá. E então quando cheguei em casa hoje, tive que inventar uma desculpa pros meus pais e...

- Espera, você não contou pra eles que foi preso? – Interrompi sua historia.

- Claro que não, né, Near?! Se eu contasse eles arrancariam meu pobre couro fora! Não basta o que Mello me fez? E iam me deixar sabe-se lá quanto tempo sem meus jogos! – Ele falou, dramático.

- E o que disse a eles?

- Bom, eu falei que depois que saí do bar fui pra sua casa, te ajudar a terminar o trabalho. E que como era muito tarde acabei dormindo por lá mesmo. – Disse dando de ombros. – Cheguei atrasado assim porque no caminho pra casa eu fumei uns cigarros, e quando entrei em casa meus pais sentiram o cheiro, e me deram um sermão daqueles.

Os pais do Matt tinham uma grande implicância com o fato do filho fumar. Perguntei-me o que fariam se soubessem que passou uma noite na cadeia...

- E como você sabe que o Mr. Ryuuzaki não vai contar pra eles? Já que ele foi tirar vocês de lá.

- Mello me garantiu que não ia. E ele parecia extremamente bravo com o Beyond pra pensar em repreender a gente.

- Eu peço agora que encerrem as conversas, por favor, e que comecem a atividade. – O professor falou, pedindo atenção pra aula. E deixamos o assunto do dia agitado do Matt pra lá.

- Eu preferia que a Tia Terremoto desse essas matérias também, além de português e espanhol. Afinal, se é pra aprender outras línguas, que aprendêssemos com alguém que não fizesse as meninas suspirarem o tempo todo. – Ele disse olhando pra um grupo de garotas que olhavam pro professor e cochichavam dando risadinhas.

As aulas foram passando, e eu notei que em nenhum momento Matt e Mello se estranhavam como vinha acontecendo esse mês. Nenhum olhar irritado, nenhuma discussão e acima de tudo, nenhuma pegadinha. Achei que Matt ia querer descontar essa do pó de mico, mas ele não falou nada sobre isso também. Mello prestava atenção na aula e de vez em quando olhava ao redor entediado. Talvez ainda estivesse cansado do dia anterior. Estranhei um pouco quando ele em um momento olhou pro Matt, que escrevia concentrado, e virou o rosto rápido, corando. Não fazia muito sentido.

Quando o intervalo chegou, fomos até a cantina e compramos nosso lanche.

- Near, lembra que eu disse uma vez que quarta-feira era o pior dia da semana? Então, segunda-feira ganhou essa posição agora. – Matt disse enquanto sentávamos em um banco no jardim interno da escola. Na sombra, claro, pois minha pele é muito sensível ao sol.

Ficamos conversando enquanto terminávamos de comer, quando notei algo meio estranho. Yagami Raito estava com um pessoal do terceiro e do segundo ano, todos conversando e rindo, embora o próprio Raito não parecesse tão contente assim. Foi estranho porque ele sempre passa os intervalos na biblioteca. Já cheguei a vê-lo varias vezes lá com o Mr. Ryuuzaki.

- Vai ver ele resolveu aproveitar o ultimo ano dele com o pessoal, em vez de se enfiar na biblioteca todo dia. – Matt disse quando comentei isso com ele. – Ou talvez ele esteja tentando convencer as meninas a acabarem com o fanclube dele. – Falou rindo.

O resto dia se passou lento e normal. Os outros professores ficavam atentos, esperando alguma confusão entre Mello e Matt, mas essa não aconteceu. Eu estava guardando minhas coisas para ir embora, quando Mello chegou perto de nós.

- E ai ruivo, vamos indo pro bar?

- É, vamos. Não tenho escolha mesmo. – Matt falou meio depressivo. Ainda devia estar cansado por ontem.

- O pior vai ser aquela maluca da Wedy. Deve estar puta com a gente por termos explodido a maldita mala de maquiagem dela. – Ele fez uma careta de nojo. – Vou ter pesadelos com as calcinhas dela voando.

- Nem me fale... Mas se bem que, acabei de ter uma idéia. – Matt falou sorrindo e olhando pra mim de um jeito estranho. – Near, você bem que podia ir com a gente! Se ela ver você não vai ficar tão brava. E talvez se distraia um pouco e não faça da nossa vida um interno total!

- Isso! É uma ótima idéia! Pelo menos uma vez o branquelo podia servir pra alguma coisa! – Mello riu e Matt olhou mal humorado pra ele.

-Então Near, você vai? – Matt me olhou de um jeito desesperado demais pra negar.

- Tudo bem, posso ir sim. – Suspirei, já com medo que eles fossem recomeçar as brigas assim que passássemos pelas portas do bar.

Enquanto caminhávamos pra fora, Beyond apareceu. Ele parecia cansado, e tinha olheiras bem mais profundas do que normalmente. Levando em conta a historia do Matt, devia estar de ressaca. Isso me lembrou que ele também disse que Beyond era tão inteligente como o próprio Mr. Ryuuzaki. Eu sabia que todas aquelas histórias deviam ser invenções.

Ele acenou com a cabeça pro Mello e pro Matt, e sorriu um pouco pra mim. Sorri minimamente de volta.

- E ai Beyond, Mr. Ryuuzaki te deixou de castigo? – Mello perguntou.

- Por incrível que pareça, ainda não.

- Ah, estamos indo pro Bar. Até depois então.

- Até.

E ele saiu, indo em direção à limusine. No caminho para o bar Mello parou em uma loja e saiu de lá com uma sacola de chocolates.

- Vai acabar engordando com tanto chocolate. Ou ficando com diabetes. – Disse Matt, que andava ao meu lado.

- Não enche, idiota. Parece minha mãe falando. – Disse mordendo uma das barras.

Chegamos ao bar, que estava com a aparência ótima, como se o episódio do dia anterior tivesse sido apenas um sonho ruim de meu amigo azarado. Logo que entramos Wedy olhou para os dois com raiva. Parecia se preparar para gritar com eles quando me viu.

- AH! NEAR! Há quanto tempo! Por que não me visitou mais? Eu estava com saudades de você! – Ela dizia enquanto corria até mim e me abraçava, me sufocando.

- Ah, você sabe, coisas da escola... – Eu disse enquanto tentava respirar.

- Venha, deve estar com fome. Eu tenho biscoitos e leite pra você. É melhor sair de perto desses dois encrenqueiros aí. São uma má influencia pra você.

Wedy podia ser bem maluca, mas era legal. Ela pareceu distraída mesmo com a minha presença, tanto que se esqueceu de brigar com eles.

Matt trocou a farda da escola por uma roupa que levava na mochila. E depois Mello fez o mesmo, vestindo suas chamativas roupas de couro. Matt estava abençoando e amaldiçoando sua farda reserva, já que comentou que sua roupa fora desabilitada graças ao pó de mico, e a farda totalmente suja com as maquiagens de sua gerente.

Eu não havia levado roupas, então apenas tirei o colete e a gravata ridícula. Tirei os tênis também, ficando só com as meias, a calça cinza claro da farda e a blusa branca. Eu comi os biscoitos que a Wedy me deu enquanto observava Mello e Matt trabalhando. Limpando copos e atendendo alguns clientes. Implicavam um com o outro de vez em quando, mas nada grave, só uma vassourada ali ou uma bandejada ali. E nada de pegadinhas até agora também. Aquilo era muito estranho.

Aproveitei que estava sem nada pra fazer e fiz minhas lições de casa. E terminei um outro trabalho que haviam passado hoje.

Depois de um tempo Beyond chegou, fazendo Matt estremecer um pouco, e se sentou ao meu lado, no balcão. Ele usava uma blusa preta de mangas compridas, dobradas ate o cotovelo; calça jeans e coturnos também pretos. Era engraçado, pois ele estava todo de preto, e eu quase todo de branco.

- Oi, Near. – Ele disse.

- Oi, Beyond.

- E ai, difícil aturar esses dois sozinho?

- Na verdade, eles não fizeram nada de mais hoje. Até estranhei. Nem sequer uma pegadinha.

Ele olhou pros dois, pensativo. Mello serviu alguma coisa pra um homem de terno que estava em uma mesa, com cara de desespero, de quem havia sido demitido. Depois viu Beyond e veio até nós.

- Que estranho... Eu achava que o Mr. Ryuuzaki não ia deixar você vir hoje. – Ele falou arqueando as sobrancelhas.

- Eu também achava, mas ele estava distraído. E parecia chateado com alguma coisa. Eu até imagino o que poderia ser, graças a aquela cena estranha de hoje, mas... Enfim, quando disse que ia sair ele nem sequer olhou pra mim.

- Muito estranho isso. Achei que ele fosse te amarrar na cama pra você não sair, ou algo assim. – Mello riu.

Depois disso Matt o chamou, perguntando algo sobre o Aiber, que até agora não tinha aparecido, e Mello foi até lá, deixando Beyond e eu sozinhos novamente. Beyond ficou olhando os dois conversarem, Mello disse alguma coisa que pareceu deixar Matt com raiva e eles começaram a discutir. Depois se virou pra mim.

- Eu tive uma idéia. Pra acabar com essas brigas deles. Mas eu não tenho certeza se vai dar certo.

- Que tipo de ideia?

- Bom... – Ele começou a falar sobre suas observações sobre o comportamento estranho dos dois, enquanto direcionava seu olhar em direção ao ruivo e loiro que agora estavam dando língua um pro outro. – Mello tinha um ódio de Matt, por ele andar com você. Eu pensei que era mesmo ódio, no entanto...

Sabia onde ele queria chegar. Agora que ele falara, fazia todo sentido. Eu já havia notado também. Ele me contou sobre as olhadas estranhas de Mello para o traseiro de Matt, ele contou sobre o apalpar da nádega de meu amigo, o que me deixou impressionado, já que ele não me contara nada.

Explicou sobre a reação de Mello olhando Matt se despir, e como ele ficou constrangido com os comentários maldosos de Wedy. Contei a ele sobre a forma como Mello corou ao olhar Matt na aula. Juntos, chegamos a uma única conclusão plausível: eles se gostavam. Tudo se encaixava, já que meu amigo, principalmente nas ultimas semanas só mantinha como assunto principal o tema Mello.

- Aconteceu o mesmo com o Mello. Era Lúcifer no inferno e Matt na terra. – Ele sorriu. Não tinha notado que apesar de ter seus olhos um pouco inchados pela ressaca ele tinha um sorriso gentil, enfatizando apenas um lado do rosto, deixando-o com um ar intrigante. – Temos que fazê-los entender os próprios sentimentos. Precisam parar de lutar contra si mesmos e parar de encher o nosso saco.

- Entendo. Será difícil principalmente para Matt, ele tem essa de ficar com seus videogames por não saber de lidar com pessoas e sim com objetos de universos que não existem. Não que eu possa falar algo, mas o ponto é que diferente de Mello, ele ainda não é convicto de sua sexualidade.

- Então ele não é gay, apenas gosta de um homem em especial, diferente do meu amigo que sabe o que quer. Será que essa implicância é a tentativa de lutar contra os próprios instintos? – Beyond me fitou com seus olhos castanhos confusos.

- Certamente. Gosto de observar as pessoas, e esse tipo de atitude é bem típico de Matt.

- Compreendo. – Pôs a mão no queixo. – Sobre meu plano para uni-los. Teve algo que eu não lhe contei. – Olhou para os lados, como se checasse se ninguém ouvia. – Mello e Matt dormiram na mesma cama na prisão.

- Mesmo? Mas como?

- Eu os obriguei. Embora relutantes, dormiram, e no outro dia estavam agarrados. Foi até cômico.

- Interessante... E então, qual seu plano?

- Primeiramente, pensei em bater neles até eles finalmente admitirem, mas aí acho que isso ia piorar ainda mais a situação.

Foi aí que ele me contou tudo.

- Isso não seria um pouco... Exagerado?

- Claro que não. Eles bem que estão merecendo. – Quando ele disse aquilo lembrei do pó de mico.

- Você tem razão e acho que pode dar certo. Quando pretende colocar o plano em prática?

- Bom, Watari tem me cobrado muito em relação à participação com as coisas da escola, então me colocou em uma das equipes dos projetos da gincana anual. – Ele revirou os olhos.

- Será meu primeiro ano participando. Acontece sempre em agosto?

- Sim, sim, sempre no final de agosto. É uma droga. E logo depois vêm as provas. Então, o plano será adiado até quando passar todas essas palhaçadas. – Suspirou. – Servir de palhaço com esses idiotas se matando até lá... Queria voltar ao plano inicial de bater neles até admitirem.

- É, mas vamos ter de aguentá-los até lá.

- Posso contar com você, Near?

- Claro. – Sorri. – Vai ser divertido.

*Extra: Yagami Raito.

Joguei o lápis em cima da escrivaninha e me alonguei, cansado de tanto escrever. Já havia usado as duas mãos. Passei o dia inteiro estudando depois da escola, em parte para manter minhas notas altas, em parte para ocupar minha mente.

Olhei para o relógio que ficava no criado-mudo ao lado da cama, vendo que já eram seis e meia. Suspirei. Havia perdido mesmo a noção do tempo.

Me levantei e guardei os cadernos e livros que havia pegado, e fui até o banheiro para tomar um banho. Havia acabado de sair do banheiro quando escuto minha irmã batendo na porta, me chamando para jantar. Vesti uma calça de moletom cinza e uma blusa de mangas compridas creme e desci, encontrando minha família já reunida na mesa.

Jantamos enquanto Sayu contava animada sobre seu dia na escola. Minha mãe ria da história, a qual eu não prestava antenção. Meu pai estava apenas sério, ouvindo tudo em silêncio.

- O que você tem, Raito? – Minha mãe me tirou do transe.

- Nada, eu estou bem. – Menti, forçando um sorriso, que foi bem convincente já que não me incomodaram mais com isso durante todo o jantar.

A verdade é que eu me sinto péssimo. Como fui idiota de pensar que isso poderia dar certo? Como pude simplesmente beijar ele daquele forma? Claro, de inicio ele pareceu ter gostado, o que foi o pior, já que ele me rejeitou completamente depois.

Foi difícil ir pra escola e saber que teria que encarar ele em sala de aula. Eu me sentia envergonhado, não o culpava, já que não se pode obrigar as pessoas a gostarem de você, o que era no mínimo irônico pra mim. Tem gente que não sabe de nada sobre mim e muito menos se importa como eu me sinto e simplesmente me adora. Abriram até um fanclube maluco pra mim.

Depois do jantar subi de volta para o meu quarto, com a desculpa de que estava cansado. Me joguei na cama, sem querer pensar nos acontecimentos de ontem e de hoje. Mas claro que isso não seria possível. Maldita memória perfeita.

Depois daquela maluquice, fui embora da casa do L. Eu mal conseguia acreditar no que tinha acontecido. Beijá-lo havia sido... Surreal. No ônibus que peguei, que por muita sorte era o certo, eu tentava controlar minhas emoções. A raiva e a vergonha eram os sentimentos mais dominantes. Mas eu não poderia chorar no meio de todo mundo ali, seria ridículo.

E hoje, eu teria adorado faltar à aula. Mas não poderia me prejudicar por isso também. Além de que chamaria muito a atenção da minha família, que sabem que eu odeio faltar à escola.

Durante a aula dele eu fiz o possível para não olhá-lo ou precisar falar com ele. Não tenho certeza, mas acho que Beyond notou que havia algo estranho. Tínhamos sido a única dupla a terminar todas as questões e quando L nos parabenizou por isso, acabei agradecendo de forma meio rude. Não foi exatamente minha intenção, mas não pude evitar.

Depois disso ele passou varias vezes pelas filas, perto da minha cadeira, como se quisesse falar comigo. Chegou a abrir a boca pra falar, mas pareceu desistir e passou direto. Foi nesse momento que percebi que Beyond, que em geral dormia ou passava a aula comendo geléia, nos observava com interesse, como que tentando descobrir o que havia acontecido. Mas fora ele, ninguém mais pareceu perceber nada.

No intervalo, fiquei com alguns colegas de sala no jardim interno. E logo o grupo aumentou, quando Misa e um pessoal do segundo ano se juntaram a nós. Preferia ficar num lugar mais calmo, mas não poderia ir até a biblioteca. Nem sabia se L estaria lá, mas preferi não ariscar. Eu já havia entendido, e a ultima coisa que eu queria agora era ouvir ele dizer mais uma vez que isso era errado.

Embora tudo isso tenha sido ruim, teve uma coisa pior, que só vim me perceber bem depois. Eu perdi meu único amigo. De que valia um fanclube fútil? Meninas retardadas correndo atrás de mim, ou até mesmo a tal popularidade se a única coisa que realmente me importava fora a meus estudos se foi por uma atitude não pensada?

Depois de muita reflexão inútil, consegui dormir, agradecendo por amanhã ele estar de folga e não aparecer na escola.

Notas finais
E ai? Gostaram? Façam as escritoras felizes e COMENTEM então!! U.U
O próximo vai ser pov L, e com certeza vocês vão gostar. ^^
E pra quem ta impaciente, querendo ver todo mundo se pegando nisso aqui, um pouquinho só mais de paciência, que já estamos chegando lá!! XD