Wammy's High

13 Lawliet Ryuuzaki


Notas iniciais
Oii de novo gente!!
Íamos postar o capítulo mais cedo mas... eu esqueci totalmente! XD Mas tá aqui ele, lindo e prontinho!
Queríamos agradecer novamente e dedicar esse capítulo à Neurotic Girl, por ter feito a primeira recomendação da nossa fic! Muito obrigada mesmo, sua linda! ♥
ENJOY!!

Logo quando chegamos ao colégio de limusine, havia um grupo de curiosos rondando o muro próximo do portão da escola. Roger, que costumeiramente estava ali para barrar os alunos, estava brigando com eles, esbravejando como um louco. Os jovens, por outro lado estavam se divertindo e rindo da cena grotesca.

Estávamos de roupas normais, era um sábado lindo em que embora tivéssemos que passar na escola, pelo menos íamos passar vestindo o que queríamos. Era o dia de planejamento para a gincana anual da Wammy’s High, e eu não estava nenhum pouco contente.

Eu e meu irmão nos aproximamos daquela cena estranha e assim pudemos ver um bonequinho de palitos desenhado na parede, com coraçõezinhos, e não muito distante, um boneco mais feioso com o título “Roger, o babaca.”

— Que horror... – Só rezei para que minhas hipóteses estivessem erradas. — Foi você, B?

— E se tivesse sido eu, o nome do Roger não seria algo gentil como babaca.

— Entendo. – Apenas disse.

— FOI VOCÊ SEU DELINQUENTIZINHO! – Roger virou-se rapidamente ao ver Beyond. – NÃO PENSE QUE VOU LIMPAR SUA BARRA POR CAUSA DO WATARI!

— Com licença, Roger, mas o senhor não tem provas contra o meu irmão. – Intervi. – E ao contrário do que você pensa, ele sempre pagou por seus atos de rebeldia e Watari sempre fez questão de puni-lo e cobrar ainda mais exatamente por isso.

Aquilo o fez ficar calado e bufar. Algumas pessoas olharam confusas pra cena tentando entender o que ele disse e Beyond olhou pra mim agradecido. Entramos ali, finalmente, e fomos até o mural da escola, onde geralmente ficavam os avisos e essas coisas.

Lá tinha a programação, e a indicação de pessoas para determinado projeto e os professores responsáveis, por isso, muita gente estava ali se situando sobre suas equipes ou por outros motivos. Olhei os papéis e suspirei aliviado, por sorte não peguei uma equipe com Raito-kun, aquilo foi ao mesmo tempo muito azar. Era muito estranho ele não ter se escrito para as equipes de física e matemática, principalmente na área de robótica, que ele tanto gostava.

Ainda não havíamos tido nenhum tipo de conversa desde o acontecimento... E eu não conseguia lidar com isso, mas era difícil encará-lo. Tentei falar com ele algumas vezes, mas perdia a coragem. E não tive mais nenhum momento sozinho com ele para poder falar em paz. Ao mesmo tempo agradeço por isso... Afinal, o que eu ia dizer? Quando eu disse que aquilo não deveria ter acontecido logo depois de nos beijarmos, ele pareceu incrivelmente chateado.

Sempre encarei nosso relacionamento como uma grande amizade, mas depois disso não sei mais. Sempre fui tido como um gênio, mas sinto-me como um idiota por não ter notado alguma coisa antes. Não imaginava que ele poderia sentir algo assim por mim, e pior, não imaginava que eu pudesse sentir algo assim por ele.

Sim, esses dias foram terríveis, por que eu fiquei afastado do meu melhor amigo e encontrando-o em meus pensamentos a todo instante. Simplesmente não parei de pensar naquilo, digo, o beijo. Droga, aquilo era errado! Eu sabia que era, poderiam me afastar do meu cargo ou até mesmo me processarem por algo daquele tipo, afinal, ele é meu aluno e ainda nem fez dezoito anos.

Além de eu já ter vinte e quatro anos, eu sou o professor dele, e pra deixar as coisas ainda mais complicadas, eu simplesmente amo meu trabalho. Gosto de repassar o que sei para outras pessoas, eu gosto de saber que estou fazendo diferença na vida delas. Sou um professor, gosto disso, e é o que sei fazer. Se chegassem a me afastar... Nossa... Não quero nem cogitar isso.

O ponto é que eu estava em um muro alto onde eu podia ir pra um lado e ser devorado, ou ir pra outro e me deparar com uma escuridão sem fim.

— Nossa, B. Podemos dizer que você se superou com seu trabalho lá fora. – A voz de Mello cortou meu raciocínio.

— Não fui eu. – Meu irmão bufou. – Por que eu perderia meu tempo expondo num muro algo que todo mundo já sabe? Fora que eu não gosto de bonecos de palito.

— Ok. – Mello mostrou as mãos, rendido. Olhou para o mural, procurando seu nome. – Só pode estar de brincadeira comigo...

— O que houve?

— Estou no mesmo time do branquelo e do Holandês Voador. – O loiro fez careta.

— Holandês Voador? Como o do Davy Jones?* – B riu divertido.

— Não, é por que ele é um ruivo lesado. – Resmungou. – Falar no diabo...

Matt se aproximava usando seus simpáticos goggles na cabeça com Nate em seu encalço desejando bom dia. O mais baixo estava completamente de branco. Agora que eu tinha notado meu irmão estava todo de preto, o que deixava um contraste irônico.

- O que foi aquilo ali no portão da escola? Que desenhos feios. – Matt começou.

— Não foi o B, se é o que está tentando perguntar. – Mello zombou, sendo ignorado por Beyond, que havia tirado um pote de geleia do bolso. Matt se encolheu.

- Watari te escreveu mesmo no negocio do teatro? – Near se virou pra B.

— Sim. – Suspirou mostrando seu nome na lista. – Na verdade, a pergunta é onde ele não me escreveu.

— Entendo.

— Fiquei com a parte de robótica também junto com vocês e Mello. Eu fiquei em outra equipe, mas ele ficou na de vocês. – Sorriu, olhando o albino.

— Melhor irmos ao laboratório de física. – Concluí. – Logo teremos o primeiro toque.

No entanto, meus planos foram adiados quando uma figura distinta usando terno e com um sorriso gentil se aproximou de nós. Suas feições idosas só tornavam seu ar paternal mais paternal ainda. Alguns alunos engoliram seco, eu apenas sorri, olhando-o.

— Mr. Wammy? – Matt disse boquiaberto.

— Olá, Mail. — Falou sem abandonar o sorriso do rosto.

Ele virou toda sua atenção para Beyond, depois de acenar com a cabeça de maneira cortês para os outros alunos.

- Ryuuzaki, meu filho. – Começou. — Você sabe que pode conversar qualquer coisa comigo.

- Claro... – B fitou-o cético.

- Não irei brigar com você por isso, então apenas responda com sinceridade. – Olhou-o bem por cima dos óculos. – Foi você quem vandalizou o muro?

- Não. – Apenas respondeu.

O diretor acenou positivamente com a cabeça. Aquilo era o bastante pra ele. Somente se despediu de nós e refez seu caminho em direção à sua sala.

- Bom, acho que é melhor irmos. – Concluí.

Primeiro iríamos para as salas indicadas, dar inicio as projetos de cada grupo. Teria dois professores para cada área, a não ser o teatro que teria apenas um professor, já que seria todas as pessoas escritas fariam parte da mesma peça. Na parte de robótica, estava eu e David Law, meu colega maluco.

Assim que entramos na sala me deparei com Dave completamente pintado de prata, e vestido como o homem de lata do mágico de Oz.

— Bem vindos, jovens! – Ele riu para os meninos imitando um andar robótico e enferrujado. – Que tal fazer um coração para mim?

— Dave, você se superou na sua estranhice. – Arregalei meus olhos.

— Eu assumo daqui, amigo! – Fez continência. – Vá comer seu bolo!

— Ok... – Apenas assenti, aquela era mesmo uma oferta tentadora.

— A propósito, Beyond. – Law virou-se para meu irmão. – Você quem pichou o muro da escola?

- Não. – Respondeu seco, sentando-se. – Eu por acaso to com uma camiseta escrita “Pichei o muro do hall de entrada”?**

Mello riu. E assim, todos foram para seus grupos, Mihael ficou bufando e revirando os olhos toda vez que Matt ou Near abriam a boca para falar alguma coisa. Graças a Deus, ele e Matt tinham parado com as pegadinhas. Fiquei comendo bolo mesmo, apenas olhando os projetos, que deveriam ser entre muitos, um pequeno robô, e uma mão mecânica, sendo o ultimo o da equipe do meu irmão.

Matsuda Touta apareceu na porta, pedindo licença e me chamando. Explicou que Mrs. Johnson até agora não tinha chegado, e ela que seria a responsável pelo grupo deles, o de teatro. Mesmo assim ele e Misa haviam conseguido arrumar um roteiro de improviso pra peça, principalmente com a ajuda de Teru, no entanto, estão eles estavam tendo dificuldade de manter a ordem naquele momento, que era a divisão dos papéis, já que todos os alunos estavam querendo papéis importantes ao mesmo tempo. Aquilo seria interessante.

— B, você não está escrito no grupo de teatro? – Sorri. – Já estão dividindo os papéis na peça.

Ele me olhou como se eu tivesse lhe batido com um balde. Falou com o pessoal da sua equipe e eles lhe disseram que podia ir. Sorriu, se aproximando de Mello.

— Estão dividindo os papéis da peça. – O loiro olhou para ele sem entender nada.

— Hem? Nem me escrevi pra essa peça ridícula.

— Eu te escrevi. – Sorriu.

— COMO É QUE É?

— Eu te escrevi.

— MAS QUE BOSTA, B! – Todos olharam em sua direção.

— Melhor vir logo, ou ficará com o papel de cenário.

Ele veio conosco, mesmo resmungando como a Tia Gertrude. Matsuda nos guiou até o auditório, onde entramos sem demora. Estava tudo uma bagunça, muitas pessoas de pé discutindo em um tom de voz alterado. Foi lá que encontrei a pessoa que menos esperava e queria, mas também a que mais precisava.

— Raito-kun... – Murmurei ao vê-lo sentado com um ar entediado.

— Ótimo, Ryuuzaki sensei! – Amane Misa correu até mim. – Diga a eles que eu serei a mocinha!

— Como? – Arregalei os olhos, colocando a mão nos lábios. – Eu não sei de nada.

— Aqui está o script. – Teru me entregou os papéis.

Outros alunos vieram pra cima de mim, também desejando que eu indicasse seus papéis, mesmo sem eu ter mesmo lido do que se tratava a apresentação. Yagami-kun me olhava constrangido, eu tentei disfarçar meu acanhamento ao encará-lo também.

— Melhor todos sentarem. – Beyond, que estava atrás de mim, se pronunciou pela primeira vez. Todos obedeceram, talvez por medo, para a diversão do meu irmão.

Li, tentando prender o riso. Era a história mais tosca que eu já tinha lido na minha vida e olha que eu já li muito. Não tinha mistério nenhum, todas as pistas apontavam para o mordomo e quem tinha matado o homem realmente tinha sido o mordomo. Um final previsível e mal elaborado na minha opinião, mas o ponto é que os alunos tinham gostado.

Mello e Beyond ficaram ali parados, um comendo chocolate e o outro, geléia, enquanto o alvoroço voltava, pois todo mundo queria ser o lorde, o detetive, o mordomo e a mocinha. Pedi ordem, mas... Eu realmente me perguntava como poderia fazer aquilo. Foi aí que a sorte falou mais alto.

— Mrs. Johnson chegou, pessoal! – Uma menina abriu a porta do auditório. – Ela vai separar os papéis pra peça!

Todos correram em direção a porta, menos eu, meu irmão, Mello e Raito-kun. Ficou ali apenas o silencio constrangedor do ar condicionado. O loiro levantou e puxou B em direção à porta.

— Vem, cara, já que você me botou nessa bosta, o mínimo que pode fazer é me arranjar o papel descente. De árvore é que eu não vou ficar! – Disse batendo a porta atrás de si.

Mal sabia Mello que sua atitude tinha piorado mais ainda a situação. Naquele momento, eu e Raito-kun estávamos cara a cara, seu olhar vacilava fitando-me e eu não sabia o que dizer. Aquele era o momento perfeito, estávamos sozinhos, finalmente poderíamos conversar sem nenhuma interrupção. Vamos, diga alguma coisa, L! Me levantei, aproximando-me lentamente.

— Por que não se escreveu pra equipe de robótica? – Meu Deus! O que diabos de pergunta mais ridícula foi aquela?

— Eu não ia me escrever pra nada, na verdade. – Finalmente me olhou diretamente. Fixei meu olhar nele. – Só entrei pro teatro por que Misa não me deu o poder da escolha. Era muito estranho. Digo... O clima que ficou.

— É... – Ele estava certo, ficou estranho mesmo. — Eu sinto muito.

— Eu que sinto muito, Ryuuzaki... – Começou, fitando o canto do olho. – Não queria tê-lo desrespeitado.

— Não por isso! A forma como reagi. Eu não queria... É que... É tudo tão complicado, você é meu aluno, menor de idade, se ao menos soubessem que aconteceu, poderiam me afastar, me processar... Raito-kun, eu... – Hesitei. – Eu...

— Tenho ciência que é o melhor pra nós ficarmos afastados, pelo bem do seu emprego, pelo bem da minha excelência acadêmica. Tenho que ficar longe de você... – Ele levantou da cadeira, ficando frente a frente comigo. Olhou pro lado e murmurou algo quase imperceptível, mas consegui ler seus lábios. – Mas é tão difícil.

— Esses dias não foram fáceis pra mim também, Raito-kun. – Acabei falando.

— Eu me senti tão perdido... – Começou. — Pessoas estranhas e malucas que não entendem nada que eu falo ou faço. Gostam de mim por eu não gostar delas. É tão...

— Vazio.

— Sim... É vazio.

— Você se tornou meu melhor amigo, Raito-kun.

— Você também, Ryuuzaki. – A expressão dele estava bem mais suave. – Acho que seria legal, se não perdêssemos isso... Nossa amizade.

— Sim, sim... Sabe, seria bom se continuássemos sendo amigos. — Fitei-o mais intensamente nos olhos.

— Sim, seria ótimo. Você sabe... Sermos amigos. – Ele pareceu desconcertado sorrindo de canto.

Quando dei por mim estávamos próximos de mais, frente a frente, olhando nos olhos um do outro... Não respondi por mim, eu podia sentir seu cheiro e o calor emanando de seu corpo que se encontrava tão perto do meu... Simplesmente o beijei. Sim, cometi o mesmo pecado novamente, mas era maior do eu, era diferente de tudo que eu já senti. Meus lábios roçando nos dele, sua língua tocando a minha com veemência, era uma sensação indescritível.

O abracei com urgência, enquanto ele explorava minhas costas com suas mãos. Acariciei sua boca com minha língua enquanto mantinha meus olhos fechados, nossas salivas unidas como se estivéssemos nos tornando um só fazia subir correntes elétricas por minha espinha a cada movimento de vai e vem. A falta de ar veio. Suguei seu lábio inferior antes de me desvincular de seu corpo, com a respiração ofegante.

- Ryuuzaki... – Ele encostou a testa na minha suspirando.

- Desculpe... Eu sou fraco, é melhor...

Ele me calou com um beijo, menos intenso que o anterior, mas tão caloroso quanto, no instante em que abraçava possessivamente.

- Não precisamos nos torturar dessa forma... – Disse com os lábios próximos dos meus. – Podemos ser mais que amigos...

- Se descobrirem... Será meu fim como educador... E o pior... Iria causar problemas para você e sua família.

- Ninguém vai saber. Em menos de cinco meses já estarei me formando, não serei mais seu aluno, e ano que vem já serei maior de idade. – Mordiscou meu lábio superior. – Já estarei fora de casa, fazendo faculdade... Nada... Nada poderá nos impedir.

Raito-kun estava certo. Não poderíamos seguir apenas como amigos, e era apenas uma questão de tempo para ele se formar, se tornar maior de idade e ir pra faculdade. Logo poderíamos ficar juntos sem medo. Tudo o que tínhamos que fazer era manter esse segredo por alguns meses. Era a única saída, e era isso que iríamos fazer.

- Sim... – Uni nossos lábios novamente, em um beijo suave. – Faremos isso.

Ele sorriu amplamente, me abraçando, envolvi meus braços em sua cintura, sorrindo, escondendo meu rosto na curva de seu pescoço. Sentei em uma das cadeiras, trazendo-o para meu colo, dei uma mordida em seu pescoço enquanto ele desalinhava meu cabelo enquanto prendia os fios entre seus dedos.

Beijei-o novamente, lambendo-lhe os lábios e envolvendo sua língua com a minha. Mordisquei seu pescoço, dando leves lambidas e pressionando meus lábios contra sua pele. Senti o quão quente ele era quando adentrei minha mão em sua camisa, acariciando suas costas. Ele roçava o corpo no meu devagar suspirando enquanto me beijava, segurando minha nuca possessivo, trazendo meu rosto para mais perto do seu.

Mordeu meu queixo, me fazendo arfar, acariciando meu peito. Soltei um gemido abafado pela boca de Raito que me envolvia completamente. Foi naquele momento que quebramos nosso vinculo deixando uma linha de saliva entre nossas bocas.

O sinal tocou, me fazendo arregalar os olhos, assim como Yagami-kun. Suspirei arfando, aquilo tinha sido estímulo de mais e eu precisava me reabilitar. Raito-kun levantou me puxando consigo, lambendo os lábios de forma travessa, retomando o fôlego. Estávamos corados, eu sentia como se meu corpo fosse entrar em chamas. Arrumamos nossas roupas e cabelos que estavam amassados.

- L? – A porta abriu de supetão, revelando meu irmão.

- Hey, B. – Tentei parecer natural, agora lado a lado com Raito que sorria. – Conseguiu um bom papel na peça?

- Ele é o mordomo, eu sou o detetive e Misa guardou o papel de Lorde Klaus pra você, Yagami. – Mello apareceu. – E claro, aquela vadia arrombada vai ser a mocinha.

- Ela quem me indicou pra ser o mordomo assassino, alegando que eu tinha cara de maníaco. Não sabia se agradecia por me dar um papel legal, ou matava ela por me chamar de maníaco. – B fez um ar confuso com as sobrancelhas.

- E quando ela choramingou pra ser a Miss Vileford? “Misa vai ser a mocinha.” – Mello imitou a voz fina da loira. – Eu pensei comigo: Misa vai tomar no cú.

- Passaram esse tempo todo aqui? – Meu irmão fitou-nos cético.

- Sim, sim. Estávamos Conversando. – Raito-kun sorriu e eu também, de maneira cúmplice.

- É, conversando. — Concordei.

Notas finais
* Quem viu Piratas do Caribe vai entender...
** Essa coisa da camiseta a gente tirou a idéia de The Vampire Diaries. (Damon lindo...)

E aí??? Gostaram???

Um casal já ta se ajeitando enfim... E os outros também já estão se encaminhando! XD
O próximo capítulo vai ser do Raito, trazendo uma surpresinha hehehehe!

Não deixem de comentar! Beijinhos, até o próximo!!! ♥