Notas iniciais
Olá, lindos leitores! Ressuscitamos dos mortos! Estamos de volta com mais um capítulo dessa fic tão amada e ao mesmo tempo tão lascada. O porquê da demora? Explicaremos nas notas finais! We love you. ♥ ENJOY!

Eu estava irritado de mais pra contestar a ordem Wedy Vadia. Ela me mandou limpar o banheiro com o Matt. Parece que um bêbado tinha vomitado ali e ela tava com nojo do cheiro, a vaca disse que estava tão horrível que ia infestar o bar. Aquela exagerada de merda...

O ponto é que eu Matt estávamos parecendo aqueles ladrões de faroeste com panos no rosto enquanto passávamos o rodo no chão que agora era uma mistura de verde do vômito, branco do azulejo e azul do sabão.

Meio que me identifiquei ali, o chão sujo de vômito e minha vida feita de vômito. Eu tinha me mudado de vez para o bar naquela manhã, tinha trazido a mala com minhas roupas e pertences mais importantes esperando poder ficar no quartinho dos fundos. Aiber não contestou, foi legal da parte dele, mas nós sabíamos que meus pais iam enlouquecer e eu teria que arrumar um canto pra mim logo.

E depois do que tinha acontecido, eu realmente não queria encarar meus progenitores. Aquilo tinha sido a gota d’água, eu me sinto um idiota por ficar mal por conta deles. Eu não mereço isso, eles não merecem isso, sim, eles não merecem que eu fique triste de tão imundos que são.

– Ei, cara, acorda. – Disse Matt me tirando do transe.

– O que? – Revirei os olhos.

– Fica só aí usando o rodo como escora e não me ajuda a limpar isso. Muito bonito pra sua cara, Barbie.

– Hum... – Resmunguei, logo voltando ao trabalho.

Ele olhou para mim com um ar preocupado, mas apenas voltou-se ao chão sujo novamente. Terminamos de limpar toda aquela droga em silêncio e saímos, nos dirigindo até o balcão do bar, onde estava Wedy. Ela nos barrou quando já íamos vestir o avental de novo.

– Eu vou ficar encarregada de cuidar do bar, vocês terão que fazer uma pequena entrega em um local, rapazes. – Ela nos entregou um papel. – Já está paga, apenas entreguem no local e voltem rápido. Sejam cuidadosos com meu carro e não tirem aquela lona do banco traseiro. Está cobrindo uma lembrancinha do meu ultimo divertimento. – Entregou as chaves a mim. Eu realmente não queria saber que divertimento tinha sido aquele.

– Esse lugar não é muito longe? É quase no fim do mundo e não tem nada lá. – Estreitei os olhos.

– Bom, eles pagaram pelas bebidas e não podemos discriminar um cliente por conta de seu endereço. O pacote está nos fundos. – Ela sorriu. – Apenas vão, ou estão despedidos.

Revirei os olhos e segui até os fundos com Matt me seguindo com uma cara de desgosto. Peguei as bebidas, que para minha alegria não era refrigerante como da última furada que acabei me metendo com o ruivo estúpido e o Beyond.

Colocamos tudo no porta-malas do carro com dificuldade, já que ele não estava querendo cooperar... De novo. Wedy e sua capacidade de foder com a minha vida, só perdia pros meus pais. Por um momento pedi mentalmente a presença do B ali, por que o carro simpatizava muito com ele, achei até estranho ele não ter aparecido até aquele momento, principalmente agora que estávamos livres das malditas provas.

Falar nelas, só ficarei sabendo da minha colocação segunda-feira, espero ter superado o bastardo do Near. Eu estudei pra caramba e ainda participei de dois projetos da gincana, o que foi até benéfico para mim, e não foi tão ruim ficar naquela peça ridícula e estúpida, já que eu e Beyond ficamos zoando Matsuda, o morto. Claro, foi tudo pelas costas, assim como a facada de mentirinha que o B deu nele.

O ponto é que independente dos projetos, trabalhos e essas coisas, eu tinha que superar o Near. Mostrar pros meus pais que não preciso deles e mostrar pra mim mesmo que sou o melhor, mesmo que eu tenha que passar por cima daquela ovelha e Matt me odeie. Sim, mais do que ele já odeia... Mas quem se importa com aquele projetinho de Dave Jones?

Entrei no carro junto com o idiota, que ficou no banco do passageiro, e dei partida. Por que essas latas de lixo sempre têm que ficar sempre na minha frente? Mas que bosta! Matt estava com os olhos arregalados e rezando de novo. E ele ia continuar sofrendo, por que eu não ia diminuir a velocidade só por que ele era um frouxo. Desgraçado, não sabia sequer fazer uma neve cair direito em uma peça de colegial, ainda ficava tremendo como vara verde por meros 90 km/h.

Mas Mello, por que isso tudo? Simples: não sou eu quem vai pagar a multa, se eu morrer pelo menos levo esse vagabundo comigo, o carro não é meu, então... Que se esbagace todo. Me sinto bem quando sinto a adrenalina da vida em alta velocidade nas minhas veias, mal posso esperar pra comprar minha moto, a emoção triplica mais ainda em duas rodas.

E Matt poderia continuar rezando, por que aquele fim de mundo era longe, embora eu faça em menos de uma hora os estimados 90 minutos de pessoas normais. Comi meu chocolate divino enquanto dirigia, enquanto o ruivo apenas ficava transparente de medo. Era mesmo um covarde pra essas coisas.

A nossa ida foi em silêncio, estranhei um espantalho que estava grudado em uma placa no meio da estrada. Ouvi um barulho no banco de trás, mas quando olhei não era nada. Ouvi também um estranho barulho que parecia o crocitar de um corvo. Apenas ignorei, enquanto Matt continuava sendo o covarde de sempre.

– MELLO TEM ALGO NO MEIO DA ESTRADA! – O alarmado louco gritou, assim fixei meus olhos na coisa preta que surgiu no horizonte.

– VOU PASSAR POR CIMA! – Avisei aos gritos. – NÃO QUERO NEM SABER!

– PODE SER ALGUÉM ACIDENTADO CARA! OU ANIMAL, SEI LÁ. – Ele continuou gritando.

– FODA-SE ISSO! – Continuei gritando também.

QUE BOSTA! Ele pisou no freio de uma vez, fazendo o carro parar, bem em cima da coisa preta, chegando a derrapar e nos jogar pra frente. Bufei enquanto saía do carro ao lado de Matt, que estava mais amarelo do que nunca. Nos entreolhamos, e depois fitamos a coisa.

Tinha algo vermelho no asfalto, que parecia ser sangue e o que vimos preto era um cobertor, como aqueles que cobrem os mortos. Ok, era mesmo uma pessoa ali, e algo me dizia que estava morta.

– Ah, meu Deus... Um cadáver... – Matt estava tremendo.

– Ok... Vamos deixar aí para os abutres comerem.

– ESTÁ FICANDO LOUCO? Temos que chamar a polícia! – O ruivo continuava em pânico. – E quem e por que o cobriu o corpo? Será que ele está todo desfigurado?

– Só tem um jeito de descobrir... – Fiz sinal com a cabeça em direção ao pano.

– Não mesmo! Não vamos violar o morto!

– Ninguém vai violar ele, só vamos dar uma olhada.

– Não! Mello, você lembra da ultima roubada que a curiosidade nos colocou?

– Isso não é uma mala de maquiagem, é um defunto.

– Exato, cara! É um defun... – Matt parou de falar e arregalou os olhos.

Quando olhamos pra baixo vimos uma mão toda suja de vermelho pegando a perna do ruivo. Ele gritou como uma garotinha e eu entrei ridiculamente em choque, simplesmente paralisei. Metade de mim queria rir dos gritinhos nada masculinos do Matt, a outra metade queria gritar junto com ele.

A pessoa do manto negro se levantou, jogando o pano para o lado, no acostamento. Ele tinha em mãos uma faca toda suja de algo vermelho assim como suas roupas que um dia foram uma blusa branca e uma calça jeans azul. Seu rosto estava coberto por nada mais nada menos que uma mascara de palhaço maníaco.

Matt continuava com seus gritos finos e histéricos, enquanto o cara se aproximava de nós em passos lentos. O ruivo quis correr me puxando, mas senti algo denso me nocautear pelas costas, depois, no meu ultimo momento de consciência, ouvi um barulho de algo caindo pesadamente no chão.

Acordei com um Matt ajoelhado chamando meu nome. Me sentei no chão, olhando em volta, minha cabeça doía e pesava. Nada... Era o que tinha ali fora a mim, Matt e a estrada. Suspirei olhando o irlandês que me fitava preocupado.

– Cara, que bom que você acordou. – Ele disse. – O palhaço assassino levou o carro. A Wedy vai nos matar.

– Sou eu quem vai matar ela! – Resmunguei, levantando com dificuldade. Por que sempre na minha cabeça? Era a segunda roubada que eu me metia com o Matt graças àquela loira aguada.

– Veja o lado bom, poderíamos estar mortos. Ele tinha uma faca, afinal.

– Hum... – Suspirei, me colocando de pé. Eu tateei os bolsos, parece que o maníaco da mascara tinha levado algumas coisinhas importantes. – Que bosta!

– É... – Matt colocou os bolsos do avesso. – Ele levou minhas coisas também... – Me olhou com pesar. — Meu PSP...

– Vamos ter que voltar a pé. Ou poderíamos tentar uma carona.

– Não sei pra você, mas chega de entregas, palhaços, lugares desertos e estranhos pra mim por muito, mas muito tempo. – Gesticulou.

– Ok, então vamos a pé, sem dinheiro, celular, chocolate, documentos e outras coisinhas que foram lindamente roubadas por um maluco. – Sorri, irônico.

Eu queria ter seguido o caminho em paz, mas não... Aquele ruivo de merda tinha que ser solidário com um maníaco que estava ali estirado só esperando pra dar o bote. EU DEVIA MESMO TER PASSADO POR CIMA!

– A culpa é sua! – Gritei, virando pro ruivo. – Se tivéssemos ignorado, como pessoas normais, não estaríamos nessa furada!

– Minha culpa? Sério, Mello? Podia ser alguém precisando de ajuda! Se somos uns azarados de merda, a culpa não é minha ou sua. – Ele disse.

Virei o rosto e saí pisando duro. Aquele realmente não era meu dia de sorte, sério, era o universo conspirando contra mim. Acho que fui um grande filho da puta na minha vida passada, ou dancei Pole Dance na cruz, só pode. Era a única explicação pra tudo aquilo! Um belo dum carma!

Caminhamos em silêncio por uns quarenta minutos, claro, em certos momentos eu bufava de raiva. Não raiva do maníaco ou da Wedy. É claro, senti ódio deles também, mas enquanto caminhava, eu notava o quanto minha vida era uma bosta. Eles eram apenas mais bodes expiatórios, eu sentia raiva de verdade era dos meus pais e do Reverendo Frey, da minha situação e da minha vida.

Eu não tinha um lugar pra voltar, onde me aceitassem de verdade, onde eu me sentisse bem ou pelo menos respeitável. Tinha o bar, que tipo... Era um bar! E o Aiber e a Wedy só não me julgavam por que eles não podiam falar de mim sobre nada, e também eram super mente aberta. O B era meu melhor amigo, mas não era um exemplo de afeto.

– Mello... – Ouvi a voz de Matt atrás de mim. – Melhor pararmos um pouco, eu estou cansado.

– Descansa enquanto caminha.

– Sei que seus pés também devem estar doendo, melhor a gente dar uma parada pelo menos por uns dez minutos. – E estavam doendo mesmo, mas eu não podia parar.

– Pode ficar aí. Não vou parar por sua causa. – Retruquei.

– Cara! – Ele puxou meu braço e segurou meus ombros, fazendo com que eu o olhasse diretamente. – Você tá estranho! Alguma coisa está acontecendo?

– Não. Estou bem. – Fitei o canto do olho. – Só temos que chegar ao bar de novo e fim.

– Estamos mesmo falando do roubo do carro? Mello, eu não sou burro... Tenho cara de lesado, mas eu sei das coisas. Você está estranhamente triste desde hoje pela manhã e irritadiço de forma diferente do habitual. Está tentando fugir de algo, eu posso sentir.

– Você tá ficando louco, isso sim. Não estou tentando fugir de nada!

– Se tem algo te incomodando, me conta! São seus pais?

– Isso não é da sua conta!

– É sobre eles, não é? Eles continuam te maltratando por conta daquilo, eu aposto minhas calças!

Me soltei das mãos dele e continuando caminhando rapidamente sem querer encará-lo. Eu não podia simplesmente sair contando a minha vida pro Matt assim, ele nem gosta de mim nem nada e já sabia coisas de mais pro meu gosto. Ele me odeia por eu implicar com o idiota do Near. Ele me puxou de novo, me fazendo parar.

– Mello, por favor... Conversar ajuda nessas horas.

– Não posso, Matt. Não tem nada haver com você, é um problema meu, uma decisão minha, e cabe apenas a mim.

– Você... ?

– Eu to no bar agora, definitivamente. Não aguentei mais... – Hesitei. – Foi o auge da palhaçada dos meus pais.

– O que eles fizeram?

Embora receoso, suspirei pesadamente, e sentamos em bancos de ponto de ônibus que tinha ali perto. Assim, comecei a contar tudo a ele, que apenas ouviu calado.

Minha mãe me surpreendeu com o Padre Frey sentado à nossa mesa em plenas oito da manhã daquele sábado. Meu pai já tinha ido pra empresa, mas consentiu com aquela palhaçada. Ela disse que o padre tinha vindo me converter, que minhas ações eram por falta de Deus no coração, mas como ele era um bom Pai, iria perdoar meus pecados e me livraria da punição divina se eu as mudasse.

Em parceria com o padre, ela começou com a história do Adão e a Eva, e essas idiotices todas. Disse que nossos familiares fariam piadas comigo se eu não parasse de brincadeira, ninguém me respeitaria, e nossa família ia ficar mal vista pelos colegas do papai. Eu já tinha ouvido todas aquelas palhaçadas constantemente, então apenas ignorei.

Então eles pegaram pesado. Minha mãe disse que se eu queria chamar atenção, tinha conseguido, e da pior forma possível, por que eu me vestia como uma menina indecente, com aquelas roupas de couro feias e extravagantes. O padre completou dizendo que ia ser apenas uma questão de tempo até eu conhecer uma moça boa e de família para me curar.

Me estressei pra valer, disse que se eles pensavam que eu ia ser o bonequinho deles ou mais um brinquedinho para mostrar aos outros estavam muito enganados. Anunciei que ia voltar pro meu quarto e ela quis vetar, no entanto, eu apenas corri, subi as escadas e tranquei a porta deixando ela sozinha com o padre.

– Bem, daí eu peguei minhas coisas e arrumei tudo numa mochila e fui pra o bar, onde conversei com o Aiber. Ele me deixou ficar enquanto eu arrumava minha vida. – Terminei de falar, fitando um ruivo boquiaberto.

– Nossa... – Matt finalmente se pronunciou. – Que horror, cara. As pessoas não podem mudar quem você é...

– Fala isso pra eles. Sério, Matt, eu tentei ser normal. Tentei mesmo. Tentei gostar de garotas, mas o ponto é... – Vacilei. – Elas me dão náuseas quando tento vê-las de outro jeito. É algo que está além do meu entendimento e desejo.

– Imagino. – Disse, me olhando solidário.

– Sabe, eu sempre lidei com essas coisas irritantes dos meus pais, então era algo comum pra mim. Na verdade eu não me importava muito quando eles achavam que era uma fase rebelde que ia passar, mas achar que eu preciso de cura, como se eu fosse um doente, ou algo assim... Isso foi de mais pra mim. E o pior: minhas roupas. O que há de errado com minhas roupas? Eu gosto delas, são legais.

– Acho que se você que veste não se incomoda... – Prendeu o riso.

– Você acha minhas roupas feias?

– Está falando com alguém que usa goggles na cabeça e roupas listradas. E é ruivo. E tem um nome tosco. Couro e penas de avestruz parecem até charmosos na frente disso. – Ele sorriu. – E acho que não é errado não gostar de garotas. Olha a Misa, por exemplo... Nem o Yagami aguentou, como qualquer pessoa iria aguentar esse tipo de coisa? Só o Matsuda e o Teru mesmo. – Brincou.

Não pude deixar de rir daquele idiota desgraçado.

– Valeu.

– Pelo que?

– Não me julgar.

– Relaxa, cara, não sou disso... E você está passando por uma barra. Não acha que morar no bar é perigoso?

– É perigoso, mas é apenas temporário. Logo meus pais vão dar por minha falta e não posso deixar o Aiber ser preso por sequestro. Preciso arrumar um lugar pra ficar, e tem que ser logo.

– Sabe... – Matt me fitou com um sorriso iluminado. – Você pode ficar na minha casa.

– Na sua casa? Sério? – Eu ri. – E seus pais?

– Eles não precisam saber. Posso te esconder no meu quarto.

– Não sou gato de rua pra você simplesmente encobrir no quarto e dar comida escondido, não que eu precise, já que tendo meu chocolate nada mais me falta.

– Não seja mal agradecido. É isso ou ficar à mercê da Wedy no bar. Ela pode fazer você engomar as calcinhas dela.

– Que bosta. – Resmunguei fazendo cara de nojo só de imaginar a cena. – Ok, idiota. Mas não pense que vou ficar agradecendo por isso o tempo todo.

– Não pensei nada disso. – Ele levantou e eu fiz o mesmo. – Acho que a Wedy vai nos matar por causa do carro dela.

– Melhor não darmos as caras no bar por hoje. – Conclui.

– Concordo. Então, vamos direto pra minha casa.

– Tudo bem. – Sorri, enquanto começávamos a caminhar lado a lado. – A propósito...

– O que?

– Você grita como uma garotinha. – Gargalhei.

– Idiota. E você baba enquanto dorme!

– Inútil desgraçado, como você pode dizer isso?

– Não sei, talvez pela sua babinha no meu peito no mês passado. – Ele quem riu dessa vez.

– Maldito. – Resmunguei.

Seguimos nossa caminhada longa em silêncio, depois dar eu uma ultima olhada no céu, que já estava em uma mistura de cores frias e quentes, indicando o início do crepúsculo. Ficar na casa do ruivo por uns dias não iria ser tão ruim assim... Ou seria?

Notas finais
E aí, gostou? É só deixar seu comentário! :3 - Bom, galera, desculpem mesmo pela demora, mas é que o ENEM e o vestibular matou a gente por dentro, drenando nossas forças vitais. Este capítulo já estava pronto, só faltava revisar, mas meu notebook bugou, então pedi à Nyx pra olhar se o capítulo tinha sido salvo no dela, aí ela olhou e disse que sim, mas aí tivemos que viajar, e o site entrou em manutenção, e outras N adversidades. Ela me mandou por e-mail hoje, e nem sei se foi bem revisado, desta forma, pediremos que desculpem erros de digitação e coisas desse tipo. Esperamos que o capítulo tenha valido o tempo de espera. sz PS: Mudamos nossos nomes por causa de um amigo stalker, que com certeza deve estar procurando nossos perfis nesse exato momento. Fizemos a maldade de apresentar um lemon de Free! pra ele ler. Foi bem divertido, mas estamos marcadas. ~le fugitivas. e_e - XOXO!