Draco e Hermione adentraram lado a lado o edifício de aparência antiga que ficava no Beco Diagonal e subiram as escadas imediatamente após conferir o número do apartamento que fora rabiscado com displicência em um pedaço de papel rasgado.

— Eu espero que este garoto tenha um motivo realmente importante para nos trazer aqui há essa hora. – Concordou com o comentário quase exasperado do loiro ao mesmo tempo em que colocava o pé direito no corredor do terceiro andar.

Já eram quase 11 horas da noite e só estavam ali àquela hora por que o jovem auror que descobriram chamar Thomas Quine* terminara seu turno há poucos minutos. Era um inconveniente e tanto para o casal que se encontrava exausto pelo dia corrido que tiveram.

Dolohov havia sido acusado pelo sequestro de Sophie agravado pela violação da memória de Hermione, e eles precisaram responder a várias perguntas da imprensa, inclusive relacionadas ao financiamento do exílio de Dolohov por parte de Lucius Malfoy, o que teria motivado o crime quando a fonte de dinheiro secara.

Além disso, Draco fizera questão que fosse com ele à mansão de sua família para contestar o pai, mas Lucius negara tudo de forma veemente, o que só fez com que o primeiro saísse de lá ainda mais estressado e inconformado. Segundo Draco, o pai não colaboraria se enxergasse a possibilidade de que algo poderia prejudicá-lo com isso, nem mesmo em se tratando de sua neta.

Astoria, quando informada sobre o acontecido, ficara furiosa pela atitude de seu antigo sogro. Ao contrário de Draco, ela aceitava a hipótese de que Dolohov fosse mesmo o sequestrador de Sophie e o queria preso o mais rápido possível para que pudesse concentrar-se apenas no processo relativo à guarda da menina. Hermione concordava com ela em tal ponto, mas queria o real culpado pagando por isso e não alguém escolhido a dedo para representar o papel.

Assim, apertou o botão da campainha do apartamento 23B ouvindo o eco da mesma e a movimentação nervosa do lado de dentro quase no mesmo instante. Portas foram fechadas com estalos secos, louças foram guardadas com um feitiço eficiente que Hermione conhecia e passos apressados foram ouvidos no piso de madeira segundos antes de o auror aparecer esbaforido à sua frente, segurando a maçaneta com força e lhes mandando entrar com mais pompa que o necessário. Hermione franziu o cenho para Draco quando encontrou seu olhar divertido e ambos voltaram-se ao jovem Thomas, o qual trajava vestes de malha simples e confortáveis. Aparentemente, isso ele se esqueceu de planejar detalhadamente.

Não sabia se o nervosismo do garoto era por que este tinha a intenção de lhes conceder informação privilegiada ou por que se tratava deles, embora essa hipótese fosse um tanto inconcebível para Hermione. Havia lutado na guerra, mas era tão normal quanto qualquer um, inclusive seus problemas, como ele bem sabia. Havia também o fato inquestionável de Draco ser um ex-Comensal da Morte e ainda exalava certa aura de poder em qualquer ambiente onde pisasse. Ele intimidava e tinha consciência disso, mas parecia apreciar sua fama de mal para ter suas vontades feitas quando queria. Um Malfoy seria sempre um Malfoy.

Quine lhes indicou um sofá baixo de cor bege coberto por um manto vermelho da Grifinória com almofadas escassas e o casal acomodou-se enquanto observava o jovem de cabelos cacheados abrir um armário embutido com porta branca de madeira que ficava logo antes de um corredor curto que possuía outras duas portas.

— Tinha algo a falar sobre o depoimento de Grace Stevenson... – Começou Draco, mas logo foi interrompido pelo estrondo alto de uma caixa de papelão caindo do armário que o mesmo estava mexendo diretamente no chão.

— Merda. – O garoto começou a juntar os pertences da caixa enquanto resmungava e os examinava rapidamente. – Eu tinha certeza que estava por aqui.

— Er... Você não precisa ficar nervoso assim. – Hermione dirigiu-se a ele, ajudando-o a colocar todas as coisas que haviam caído de volta na caixa. – Estamos aqui por que nos pediu.

— Sim, eu sei, eu sei... – Ele empurrou a caixa em direção à parede e voltou a mexer no armário. – A questão é que eu posso perder meu emprego por isso. Acabei de ser admitido na Academia dos Aurores e meus pais me matariam se isso acontecesse, afinal eles estão bancando tudo isso. Se alguém souber o que estou fazendo, se o Sr. Potter imaginar que fui eu... Estarei perdido!

— Por que teme tanto o que Harry pode fazer se descobrir que nos contatou? – Hermione perguntou alarmada. – Thomas... Posso lhe chamar de Thomas, certo?

— Aqui. – Ele finalmente encontrou um envelope pardo de tamanho médio e voltou-se para a mulher, os olhos desviando-se para Draco por poucos segundos antes de suspirar e rodeá-la para que pudesse sentar-se e encará-los com uma seriedade nervosa brilhando nos olhos verdes. – Todo ano o Sr. Potter escolhe alguns... Pupilos para treinar pessoalmente, caras que acabaram de entrar na Academia e que podem ser uma espécie de homens de confiança. Todo mundo inveja essa posição, todos querem “estagiar” com o Chefe dos Aurores, é uma oportunidade e tanto para iniciar uma carreira no Ministério... Enfim, esse ano eu fui o escolhido. Não sei bem o motivo, havia caras muito melhores e mais preparados na seleção, mas ele parece ter gostado de mim.

“Há alguns dias fomos à casa da enfermeira: Grace Stevenson. Havia outro auror, mais antigo e experiente que eu, e o próprio Sr. Potter. Não estranhei por que ele está mantendo a investigação do sequestro de sua filha sob jurisdição própria... É claro, não é comum, mas ele está fazendo isso desde o início com o seu inquérito.”

“De qualquer forma, Stevenson não deu um depoimento realmente. Ela... Não está bem. Desde que tudo aconteceu seu estado mental é confuso. Segundo a sobrinha que sempre a acompanha os especialistas dizem que está assim devido ao efeito da Maldição Imperius que sofreu no dia em que sua filha foi sequestrada. Além disso, ela dá indícios de que tem consciência do que fez. Quer dizer, Grace sabe que sequestrou Gwen Malfoy, se sente culpada por isso como se houvesse feito por vontade própria, entende? Ela nunca mais foi a mesma e, por isso, não tinha condições psíquicas suficientes para garantir que a pessoa da foto fosse mesmo Dolohov.”

— Aonde quer chegar, Quine? – Perguntou Draco quando o garoto os olhou como se pudessem deduzir seu ponto. Thomas suspirou, as mãos remexendo freneticamente os cachos de seus cabelos loiros, e colocou-se de pé.

— Não veem?! – Ele os encarou quase desesperado. – O Sr. Potter induziu Grace Stevenson a afirmar que o cara da foto que ele lhe mostrava era o homem que a havia abordado no hospital naquela madrugada. Eu estava lá, posso garantir isso. A questão é que Grace não pode confirmar isso com certeza, ela não sabe se é Dolohov a pessoa da foto, tudo que ela fez foi concordar com as suposições do Sr. Potter apenas para que fôssemos embora. A sobrinha dela pode corroborar o que estou dizendo. Além disso... Vejam, essa é a foto mostrada a Grace, sequer é possível confirmar com clareza se é mesmo Dolohov.

Thomas lhes estendeu o envelope e passou a contorcer as próprias mãos em ansiedade enquanto Hermione e Draco curvavam-se para examinar a cópia da foto que o garoto havia conseguido de forma ilegal. A referida cópia, entretanto, era em preto e branco e completamente granulada, o que dificultava ainda mais a identificação da pessoa que se encontrava nela. Parecia tratar-se de um frame antigo de vídeo, provavelmente da época em que Sophie havia sido sequestrada ou até mesmo antes disso. Os traços no rosto do homem não estavam claramente definidos devido à falta de qualidade da prova, mas era possível perceber os cabelos negros alguns centímetros acima dos ombros e o nariz comprido.

— É Dolohov, alguns anos mais jovem e um pouco mais nutrido. – Draco constatou.

— Sim, mas só podem afirmar por que o conhecem, o viram há apenas um dia, além de que o conhecia antes de tudo isso. – Argumentou Thomas apontando para Draco. – Grace Stevenson não se lembra da pessoa que a enfeitiçou, ela não poderia olhar essa foto e associá-la imediatamente a Antonio Dolohov, compreendem? Não sem ser conduzida nessa direção.

— O que Harry ganharia induzindo uma testemunha a afirmar algo que não é verdade? – Perguntou Hermione de forma lenta, claramente imaginando a cena em sua cabeça, no que o garoto apenas deu de ombros, balançando a cabeça negativamente.

— Eu... Eu não sei, mas achei que poderiam chegar a alguma conclusão a partir disso. – Quine sentou-se novamente, suspirando, parecendo mais calmo ao entender que ninguém explodiria seu apartamento por estar contando aquilo a eles. – Percebi quando confrontou o Sr. Potter no Ministério, quando vi que não acredita, assim como eu, na culpa de Dolohov.

Draco concordou e levantou-se, levando Hermione a segui-lo. Por algum motivo, o auror parecia mais aliviado após contar tudo, embora tivesse permitido que eles levassem a antiga foto de Dolohov.

— Thomas, muito obrigada. Mesmo! – A castanha apertou o ombro de Thomas em agradecimento. – Deve ter suas próprias razões para estar fazendo isso por nós, mas... É muito importante.

— Estou me arriscando por que sei que o que o Sr. Potter está fazendo é errado. – Ele desviou os olhos e falou quase em sussurro. – Ele está driblando a lei para deixar Dolohov por mais tempo em Azkaban e... Mesmo que ele mereça, as coisas não podem ser feitas dessa forma.

Desse modo, Quine abriu a porta e eles finalmente se despediram. Em silêncio, Draco e Hermione desceram as escadas e minutos depois estavam andando lentamente no calçamento de pedra do Beco Diagonal, ambos perdidos em seus pensamentos tentando chegar às próprias conclusões sobre o que Thomas Quine lhes dissera.

Agarrada ao braço de Draco, Hermione tentava entender por que Harry estava tão empenhado em manipular provas e testemunhas para acusar Dolohov. Não podia ser apenas para mantê-lo preso, não fazia sentido arriscar-se tanto por tão pouco. Então, o pensamento que passou por sua mente fez com que estancasse exatamente onde estava forçando Draco a fazer o mesmo e voltar-se para ela com o cenho franzido em interrogação.

— Draco, não estou gostando de onde tudo isso está nos levando. – Ela disse em tom baixo, como se àquela hora da noite alguém pudesse estar espiando-os ou algo do tipo. O loiro, por sua vez, respirou fundo e aproximou-se, segurando-a levemente pelos ombros.

— Eu sei. E estou evitando olhar as coisas desse modo por tudo que vocês passaram, mas... – Ele meneou a cabeça e então entendeu que ambos vinham evitando consciente e inconscientemente o assunto, cogitar a hipótese de Harry ter algo a ver com tudo que aconteceu por que Hermione claramente não estava preparada para isso.

Hermione pensou em tudo que havia acontecido até então, desde seus tempos de escola até o momento em que ele teve coragem de interná-la, na última memória verdadeira que tinha antes de todas as outras serem modificadas – a briga que os levaram ao hospital devido a um mal estar dela – e todas as atitudes por parte do auror nos últimos tempos.

Tudo parecia encaixar-se de forma estranhamente macabra na mente de Hermione, visto que se tratava de Harry Potter, seu antigo amigo que tinha um coração bom, apesar de extremamente machucado. Definitivamente, não queria isso se tornando realidade, não queria ter mais essa mancha no que havia sido a amizade deles. Assim, levou as mãos à têmpora que começava a doer e suspirou.

— Podemos ir para casa e apenas digerir tudo isso? – Perguntou em tom cansado, no que ele concordou ainda que resignado. – Apenas por essa noite.

Dessa forma, entrelaçaram as mãos e aparataram juntos na pequena lavanderia que haviam liberado para tal feito. Estava tudo silencioso, embora as luzes da cozinha se encontrassem acesas e Narcissa estivesse sentada ao balcão degustando uma xícara de chá enquanto folheava uma revista qualquer.

— Narcissa. – Ela levantou-se no mesmo instante, forçando um sorriso enquanto ajeitava a saia.

— Vocês foram rápidos!

— Obrigado por olhar Sophie essa noite, não sei como faria se não fosse você. Encontrar uma babá de confiança a essa hora não é fácil e, de qualquer forma, eu não deixaria Sophie com qualquer um. Tudo que está acontecendo...

— Hermione. – A senhora a interrompeu, ainda que em tom baixo, parecendo escolher suas próximas palavras. – Sophie está dormindo, mas... Há alguém com ela.

Correu os olhos para Draco percebendo que ele também franzia o cenho para a mãe, a qual não parecia nada confortável em sua posição enquanto respirava fundo e os olhava com determinação.

— Quando estava saindo para vir para cá, Astoria apareceu em minha casa e...

Nesse instante, entretanto, passos na escada se fizeram presentes em todo ambiente. A senhora loira de feições finas contraiu os lábios e Hermione entendeu no mesmo instante o que estava acontecendo, o que precisava saber. Sequer precisou dar um passo, pois não demorou a que a porta da cozinha fosse aberta e Astoria aparecesse em seus trajes caros trazendo no rosto uma expressão triunfante.

— O que você está fazendo aqui? – Perguntou entre dentes a outra, dando um passo para frente, embora Astoria tivesse se colocado de propósito do outro lado do balcão.

— Eu vim ver a minha filha, Granger. – Apesar do brilho de desafio em seus olhos, porém, a mulher expressou seu desagrado em uma careta. – Não deveria ter de dar explicações a você.

— É, mas acontece que precisa por que eu tenho a guarda dela e você não tem o direito de aparecer na minha casa sem avisar, sem pedir autorização.

Hermione sabia que estava corada de raiva, mas com tudo parecendo acontecer ao mesmo tempo não tinha a mínima vontade de ao menos tentar acalmar-se para manter a dignidade, mesmo que frente a Astoria. Aquela era simplesmente detestável, não entendia como Draco poderia ter se casado com ela.

— Sabe o quê, Granger?

— Astoria... – Narcissa tentou fazê-la parar enquanto a mesma se debruçava sobre o balcão, expressando falsa tranquilidade.

— Eu não vou aceitar menos do que a guarda permanente de Sophie quando tudo isso acabar por que eu mereço ter tudo que você teve junto a ela, por que eu tenho que retomar o tempo perdido com a minha filha, e vou mover céu e terra para que isso aconteça.

— Pois que mova, Greengrass, mas saiba que amanhã mesmo eu vou conseguir uma ordem de restrição contra você para que todos percebam como você é mimada e egoísta...

— Mimada e egoísta?! – Astoria quase gritou, aparentando estar incrédula pela colocação de Hermione. – Quer tirar tudo de mim, começando por Sophie e, de alguma maneira, iniciando esse relacionamento ridículo com Draco. Eu sou mimada e egoísta aqui? Mesmo?

— Astoria, você está passando dos limites! – Avisou Draco no mesmo tom que ela.

— Você passou dos limites, Draco, quando aceitou estar com a mulher que pode muito bem ter sequestrado a nossa filha! – Ela gritou, os olhos cheios de lágrimas encarando cada um deles. – Está passando dos limites nesse instante enquanto a defende!

— Essa questão foi resolvida quando combinamos que não iria interferir em minha relação com Hermione.

— Não, não foi. Não para mim. – Ela retrucou em um sussurro muito audível ao mesmo tempo em que negava veemente com a cabeça. – Por que eu não aceito...

— Você não tem que aceitar nada, as coisas não tem que ser do seu jeito.

Hermione perdeu a paciência, Astoria rebateu e Draco tentou acalmá-las. Nenhuma das mulheres media seus tons de voz, ambas querendo impor sua opinião pelo grito, pois ambas acreditavam estarem certas, ter a melhor posição, o melhor argumento, o “maior” direito sobre Sophie. Não era racional, ao contrário, sua luta era completamente passional.

Todavia, o silêncio se fez presente abrupto e inesperado no instante em que o ruído da campainha soou alto por toda a cozinha. Astoria e Hermione se encontravam ofegantes, coradas de raiva, encarando-se como se apenas isso fosse fazer com que todos os seus pensamentos ruins fossem se manifestar sobre a outra. Assim, quem quebrou o estranho momento de pausa na briga foi Narcissa que, suspirou audível, repreendendo ambas com o olhar antes de dirigir-se à porta.

Enquanto ouviam a movimentação abafada do lado de fora da cozinha, as duas mulheres passaram a se recompor, afinal alguém bater à porta de Hermione Granger àquela hora da noite só poderia significar problemas. Buscou um copo de vidro no armário e serviu-se de água gelada sob o olhar preocupado de Draco. Ainda houve tempo para fazer um gesto displicente com a mão, como que para mostrar que estava bem, podia lidar com aquilo, antes de Ginny irromper pela porta da cozinha tendo Narcissa em seu encalço.

Teve tempo apenas para colocar o copo sobre a bancada e perceber que a mulher ruiva tinha o rosto inchado completamente inchado de chorar antes que os braços dela a envolvessem em um abraço apertado.

— Hermione... – Ela soluçou em seu pescoço. – Eu sinto muito, sinto muito...

— Ginny, o que aconteceu? – Encarou os outros sem entender por sobre o ombro da antiga amiga. – Por que sente muito?

— Por tudo! – O corpo de Ginny tremeu novamente e ela apertou Hermione ainda mais contra si. – Tudo que aconteceu, eu... Sinto muito! Isso tem que ter um fim para que possamos seguir com as nossas vidas...

— Do que está falando?

Então, por alguns momentos, Ginny não falou, apenas chorou parecendo muito abalada por seja lá o que quer que estivesse lhe acontecendo. Entretanto, quando resolveu externar o fez em um sussurro baixo o suficiente para que apenas Hermione ouvisse, tremendo como se tivesse medo do que poderia vir a seguir:

— Sophie. – A sentiu respirar fundo ao mesmo tempo em que sua espinha gelou de temor. – Foi tudo culpa nossa, Hermione.

Notas finais
Oieee! Tudo bem com vocês?! :D Demorei, sumi, mas tô aqui, firme e forte com esse capítulo razoavelmente grande pra vocês. Gostaram? Entãão, eu queria lembrar e COMEMORAR o fato de que chegamos a mais 1000 comentários. Gente, MIL!!!!! Eu nunca esperei que isso fosse acontecer, de verdade, embora sempre torcesse, é claro... Nem quando estava nos 900 podia imaginar que a sensação seria tão boa! Muito obrigada mesmo aos leitores que fazem questão de estar por aqui em todos os capítulos, sem falta, me incentivando, me dizendo o que estão achando da história, é por isso que me esforço sempre pra trazer um capítulo a altura do que merecem, para deixá-los satisfeitos, esperando por mais!! Love you *_* Então, vamos ao capítulo. Eu demorei por que estava mesmo faltando criatividade e depois iniciou o ano letivo com vários trabalhos para fazer --' Essa história me dá um trabalho, vocês não tem noção :o Mas semana passada enquanto relia alguns trechos, elaborei o roteiro em minha mente e passei uma tarde inteira escrevendo por que é um capítulo muito importante. Há tempos não fazia isso, mas é óóótimo e quando terminei não estava cansada nem nada do tipo... É algo que dá prazer, apenas. Por isso, quero muito saber o que acharam, já que estamos mesmo encaminhando para o fim. Sério, há poucos capítulos o.o Havia * no nome Thomas Quine só pra eu lembrar de comentar que me inspirei no Owen Quine de O Bicho-da-Seda da J.K (QUE LIVRO!!) e por que tava em dúvida se colocava Quinn que fazia referência a Peter Quinn de Homeland... Aliás, alguém aí já assistiu todas as temporadas? Por que eu terminei a quinta e fiquei jogada as traças! :o Precisei de uns quatro dias pra começar outra série, sério, e achava que isso era frescura. Se sim, me chamem em MP ;) Voltando! kkkkk Eu achei Thomas muito parecido com Neville por que acho essa personalidade meio ingênua, leal e honesta dele encantadora, então nada mais que merecido né? E vocês esperaram que Ginny ia ceder a pressão? Eu espero que tenha surpreendido vocês :D ME CONTEM! kkkkkkk Enfim, espero que tenham gostado, além de vê-los novamente nos comentários ;) Beijão, até o próximo! P.S. Não esqueçam de dar uma olhadinha em minha one chamada Ensaio sobre Defeitos (não sei se já comentei aqui, but... Não faz mal) Vou deixar o link pra vcs lerem e deixar um comentariozinho legal ;) https://fanfiction.com.br/historia/675950/Ensaio_sobre_defeitos/