Louis adentrou o apartamento e encontrou Harry sentado no meio do sofá, totalmente relaxado, com as pernas mais abertas do que seria necessário e cabeça sobre o encosto, e um copo de uísque, já vazio, em uma das mãos. O mais novo não consegue, mesmo se realmente tivesse tentado, negar que o homem estava absurdamente sexy daquela forma. O nó da gravata estava complementamente desfeito, mas o acessório ainda envolvia o pescoço de Harry, a camisa tinha alguns poucos botões abertos, sendo que dentre estes estavam os das mangas, era uma visão e tanto, junto com os fios totalmente bagunçados.

Com passos felinos e um sorriso totalmente malicioso aproximou-se do mais velho, que tinha os olhos fechados, talvez estivesse até mesmo cochilando no sofá, e aproximou seu rosto da parte exposta de seu pescoço, deixando que a ponta se sua língua corresse por toda a extensão, deliciando-se com o gemido rouco que ouviu de Harry.

— Está cansado baby? — Perguntou rente ao seu ouvido, passando a mão de forma consistente seu membro tão bem exposto pelas pernas separadas. — Ou será que eu posso brincar um pouco? — Arrastou seus lábios até o boca semiaberta de Harry, encontrando os orbes verdes presos em si, com o brilho da luxúria já os enfeitando.

— O que tem em mente? — A voz rouca e profunda causou pequenos arrepios na pele de Louis, que sorriu de forma lasciva.

— Sabe, senhor Styles, — sentou-se sobre as coxas do homem, tendo sua cintura segurada pelas mãos grandes — estive pensando — mordiscou o lábio inferior de Harry — você já ouviu falar em shibari? — Harry tentou se controlar, mas a simples menção da técnica o fez gemer. — Eu acho que sim… — Louis riu da reação do maior e embrenhou suas mãos entre os fios castanhos. — Quer tentar, senhor Styles? — Sua resposta fora apenas um grunhido, o único problema era que Louis queria uma resposta concisa, por isso puxou os cabelos do homem com brutalidade, ouvindo um resmungo dolorido. — Responde, senhor Styles. — Puxou com um pouco mais força. — Quer tentar?

— Quero.

Louis chocou sua boca com a de Styles, em um beijo violento e exigente que foi prontamente correspondido pelo mais velho, as línguas pareciam em luta ao invés de deleite, os dentes se chocaram algumas poucas vezes e saliva excessiva escorria por seus queixos, e nenhum dos dois se importava com isso, especialmente quando Harry quebrou o beijo e afundou o rosto na curva do pescoço do rapaz em seu colo, mordendo e sugando a pele sem pudor algum. O rapaz mais novo usou as mãos ainda embrenhadas nos fios ondulados para afastar o rosto de Harry de seu pescoço, descendo as mãos para seu pescoço, apertando seus músculos e desenhando a linha até a gola da camisa negra do mais velha, puxando as partes para abri-la, sem se importar com os botões que porventura saíram voando.

Apesar de ser uma de suas camisas preferidas, Harry não estava em condições de reclamar; seu membro pulsava já de forma dolorida dentro de suas calças e sua mente não conseguia parar de fantasiar com o momento em que as cordas estariam envolta de seus pulsos, ou em volta dos pulsos de Louis enquanto Harry empurrava seu pênis mais fundo e mais fundo. Afundou as mãos nas nádegas de Louis, apertando de forma que deveria ser dolorosa, mas o gemido que o rapaz deixou escapar não indicava dor e sim prazer com o ato.

E então Louis se afastou de forma abrupta, quebrando todo contato entre eles, ganhando um olhar beirando o raivoso que apenas o fez rir ao se afastar para pegar sua mochila, deixada ao lado da porta e caminhando calmamente até o quarto, sendo prontamente seguido pelo empresário. Louis deixou sua roupa pelo curto caminho, chegando ao cômodo vestindo apenas a boxer verde esmeralda, estrategicamente escolhida por combinar tão bem com os olhos de Harry quando tomados pelo desejo, do mesmo jeito que estavam quando o jogou na cama.

— Hey doce. — Tinha um sorriso ladino enquanto pairava sobre o corpo menor que o seu. Louis se apoiou nos cotovelos para erguer o tronco e lamber toda a linha do maxilar de Harry, que soltou um ofego.

— Você me parece muito mais doce… — Distribuiu beijos por seu rosto, até chegar à sua orelha, mordiscando o lóbulo antes de falar. — Como quer fazer, senhor Styles? — Insinuou a língua pela orelha. — Quer me ver preso à sua cabeceira ou prefere que eu o prenda? — Roçava os lábios de forma provocativa pela região, sentindo o leve tremor que dominava o corpo do homem. — Que se enterrar em mim como nas outras noites ou prefere que eu me enterre em você? — Lambeu a pele logo abaixo da orelha, soprando em seguida. — Me diga, senhor Styles, quer que eu seja o ativo dessa vez? Quer que eu te foda? — Não precisou de uma resposta oficial, os olhos fechados, a respiração engatada, os tremores que dominavam o corpo acima de si davam todos os indícios do que Harry queria, portanto Louis apenas ergueu o quadril e virou os corpos, mantendo o empresário abaixo de si. — Vamos às regras… — Passou a rebolar sobre o membro muito bem desperto do homem, vendo-o morder o lábio para abafar o gemido. — Primeira regra: precisa ser tudo consensual. Eu vou usar uma corda e uma venda em você, está confortável com isso? — Harry tinha as mãos presas na cintura de Louis, segurando com força, tentando fazê-lo se mexer mais rápido. — Está confortável com a corda e a venda, Styles? — Questionou uma vez mais, parando seu movimentos apesar do aperto em sua cintura se intensificar. — Styles…?

— Sim, porra, sim! — Harry o fitou com olhos desejosos. — Pode me amarrar, pode me vendar, e pelo amor de deus me foda o quanto quiser, me foda até que eu grite, até que você se canse, mas faça isso logo!

— Quanta exigência… — Louis sorriu ladino, arranhando sem receio algum o peito do homem abaixo de si. — E eu com certeza vou te foder até que perca a voz, senhor Styles.

Louis arrancou as mãos do mais velho de seu corpo, levantando-se logo em seguida e tirando as calças, junto com a boxer preta, do corpo de Harry, que gemeu apenas pelo alívio de se encontrar sem roupas prendendo seu membro. O dorso do mais velho ainda estava estupidamente vestido com a camisa aberta, e Louis quis que continuasse assim. Alcançou a mochila e tirou de dentro dela uma corda de tamanho médio de cor vermelha e uma venda preta; deixou os olhos passearem de forma calma pelo corpo tão bem desenhado do homem sobre os lençóis cinzas. Observou com certa paciência masoquista enquanto Harry deslizava a própria mão pelo peito, descendo-a rapidamente para o seu próprio membro, bombando de forma firme e rápida, mas quando os gemidos se intensificaram Louis decidiu que bastava. Puxou a mão de Harry para longe do pênis que já apresentava pré gozo, recebendo um grunhido frustrado do homem.

— A ideia é a gente se divertir juntos, baby. — Louis mostrou a corda para Harry, que prontamente se arrumou sobre o colchão, ficando no meio da cama e erguendo os braços, sendo estes pronta e firmemente presos à cabeceira. — Você está tão obediente…

— Lou… Eu preciso…

— Precisa, baby? — Louis contornou o desenho da boca de Styles com a ponta língua, mas sem iniciar beijo algum. — Eu vou te dar o que precisa. — Traçou beijos calmos até o ombro dele, onde mordeu forte o bastante para deixar a marca de seus dentes na pele. — Mas será do meu jeito. — Desceu os beijos mais ainda, até chegar aos mamilos róseos e mordisca-los calmamente. — Segunda regra: não pode sentir muita dor, então, quando e se quiser parar, basta falar. — Desceu mais ainda, parando sobre o umbigo, beijando e insinuando sua língua no pequeno furo. — Se quiser que eu pare, o que tem fazer senhor Styles? — Ergueu os olhos para encontrar os verdes presos em si, perdidos em deleite e pressa, as mãos presas abrindo e fechando debilmente. Levantou uma sobrancelha em complemento à pergunta, esperando pela resposta.

— Falar. Eu só tenho que falar. — A voz de Harry estava errática, rouca e repleta de desejo. Era uma excelente massagem para o ego de Louis.

— Muito bem, baby. — Deslizou a ponta da língua por toda a linha “v” de Harry, finalmente se encontrando diante do falo rígido do homem. — Merece um prêmio. — Sem mais insinuações, abocanhou o membro de Harry, sugando-o com força.

— PORRA! — Esse foi apenas o primeiro dos muitos gritos que Louis planejava ouvir naquela noite.

E Louis permaneceu daquela forma por algum tempo, ora relaxando a garganta e sugando até seu limite ora lambendo as veias saltadas enquanto sua mão massageava o comprimento e seus testículos. Os gemidos de Harry eram cada vez mais erráticos, por vezes se transformando em rugidos, resmungos e palavrões. Ergueu os olhos para encontrar a bagunça que o mais velho se tornara; os cabelos estavam dispersos por seu rosto, grudados no suor de pescoço, as mãos se debatiam na cabeceira, ansiando por liberdade para embrenhar-se no cabelo de Louis e ditar o ritmo, a voz rouca que vez ou outra soltava seu nome…

— Lou… Lou…! — Harry abriu os olhos, que sequer havia notado fechar, e encontrou os orbes azuis o encarando. — Porra… Doce… Continuar assim eu vou… MERDA! — O grito ao final da fala se deu pela dedicação de Louis em fazê-lo chegar ao limite, o que, definitivamente, não demorou para acontecer.

O rapaz sorriu como lhe era permitido enquanto sentia o sabor salgado do prazer de Harry, engolindo tudo antes de subir pequenos beijos pelo corpo trêmulo do homem. O mais velho tinha os olhos fechados, a boca aberta em busca de ar, prorrogando seu ápice o máximo que podia e Louis apenas pairou sobre ele, observando cada detalhe.

— Oi… — Harry falou ao encontrar os olhos atentos em si.

— Hey baby. — Subiu os dedos até o fios rebeldes, descolando-os de sua pele em um gesto carinhoso. — Tudo bem?

— Perfeitamente. — Harry tinha um sorriso preguiçoso ao responder.

— Podemos continuar? — Louis colou os lábios no ouvido de Harry para fazer a pergunta. — Tenho alguns planos ainda…

— Deus… Sim! Sim, continue!

Com um sorriso alegre, como uma criança quando lhe é permitido comer doces antes do jantar, Louis capturou a venda e a prendeu firmemente sobre as pálpebras de Harry. Brincou de quantos dedos estava mostrando para confirmar que o mais velho não o estava enxergando, o que ele sabia ser besteira visto que Harry poderia apenas mentir, mas achou divertido mesmo assim.

— Sabe, senhor Styles. — Começou a falar enquanto levantava da cama e alcançava sua mochila uma vez mais. Seu membro latejava implorando por atenção, mas Louis já estava mais do que acostumado a ignorar suas próprias necessidades para saciar a de seus clientes. E Harry era um cliente especial. — Eu aprendi muita coisa durante minha vida, e uma delas foi massagem… Acho que vou te usar de cobaia. — Louis se obrigou a dar um risada que beirava a inocente enquanto se colocava sobre as pernas de Harry, despejando um pouco de óleo corporal sobre a mão para logo espalhá-lo pelas pernas de Harry. Fizera questão de comprar um óleo especial, especificamente para aquela noite, que esquentava com a fricção das mãos, ou corpos, e também lhe permitia a pequena sensação de gelado quando assoprado. — Espero que goste. — Começou pelas pernas do mais velho, inicialmente apenas correndo as mãos do tornozelo até o joelho, mas logo subiu para as coxas, indo da parte interna para a externa, assistindo em certo deleite o membro voltar a despertar. — Está bom para você, senhor Styles? — A resposta foi uma sequência de sims que resultaram em uma pequena risada de sua parte.

Não negou um beijo sobre a glande de Harry, que soltou mais um de seus palavrões, e deixou que seus joelhos ficassem ao lado da cintura do empresário, sentando sobre seu membro, rebolando levemente enquanto espalhava mais óleo sobre o peito do mais velho.

— Se ficar assim por mais alguns instantes, eu tenho… Tenho certeza que posso gozar… — Harry tinha a respiração pesada, perdido na sensação quente que seu corpo fora envolto, incapaz de dizer se era pela massagem, pelo óleo usado, ou pelo simples prazer de estar daquela forma.

— Ah, mas isso seria muito, muito ruim Styles. — Louis afastou suas mãos do corpo dele, apoiando o seu próprio nos pulsos e inclinando sua cabeça até estar roçando os lábios de Harry. — Você não está autorizado a gozar, entendeu Styles? — Harry projetou a cabeça para frente, em busca de mais contato, em busca de um beijo que não aconteceu. — Se você gozar sem autorização, eu vou embora, está entendendo? — O mais velho balançou a cabeça afirmativamente, ainda projetando a cabeça para frente, o máximo que seus pulsos presos permitiam. — Ótimo… Vamos continuar então. — Tudo o que Louis lhe deu naquele momento foi um selinho antes de voltar a ser sentar sobre o membro rígido de Harry e retomar a massagem em seus ombros e peito.

Desceu as mãos até o abdômen, deixando-o repleto de óleo antes de se apoiar nos próprios joelhos e usar seu próprio pênis para massagear os gominhos da barriga de Harry. Gemidos gêmeos deixaram os lábios de ambos; Louis finalmente se permitia algum prazer com tudo aquilo; apoiou-se na cabeceira da cama para conseguir continuar com os movimentos e não previu que Harry mais uma vez projetaria a cabeça em busca de contato, encontrando o peito de Louis no processo, não se negando a distribuir beijos e mordidinhas por cada pedaço de pele que teve acesso até Louis se afastar.

— Lou… — Chamou com a voz totalmente rouca, ansiando para voltar a ter contato com o corpo do menor. — LOUIS! — Gritou muito mais alto do que havia gritando antes, tinha plena ciência disso, e não poderia estar menos preocupado; Louis havia acabado de dedá-lo e houve um mescla de sensações sobre seu corpo, mas a surpresa prevalecia. — Porra… — Gemeu quando o menor começou a mover o dedo dentro de si, girando-o para todos os lados; Harry sequer sabia o que seu corpo estava respondendo, era apenas bom e ele queria mais.

Mas Louis sabia as respostas que estava obtendo, e apreciava cada uma delas. Harry separou mais as pernas, moveu o quadril em busca de mais contato e foi quando Louis acrescentou outro dedo. Girou-os, simulou uma penetração e tesourou antes de acrescentar o terceiro. Tinha um sorriso sacana quando tirou os dedos e ouviu o resmungo de Harry, logo introduzindo o vibrador repleto de lubrificante e o ligando. Palavrões gritados, corpo movendo-se descoordenadamente e os pulsos de Harry lutando para se libertar foram sua resposta.

— Mais... Mais…! — Eram então as únicas palavras de Harry enquanto Louis tirava e empurrava de volta o dildo. — Porra… Mais…

— Claro baby. — Louis deixou o vibrador dentro de Harry, aumentando a intensidade enquanto se posicionava sobre seu membro, guiando-o até sua entrada e sentando lentamente.

Harry acreditou que poderia gozar ou morrer naquele exato momento. Ele não tinha permissão para gozar, porém, então pareceu-lhe que morrer era a única alternativa. Sua mente estava completamente nublada e tomada pelo prazer que sentia, prazer este que jamais imaginou ser possível sentir. Louis apoiou as mãos em seus ombros quando conseguiu sentar completamente, ofegante e tentando relaxar. Harry queria tocá-lo, queria muito tocá-lo, beijá-lo… Suas mãos se contorciam para se soltar, mesmo que ele soubesse que Louis fizera um bom trabalho ao prendê-las e não teria sucesso na empreitada.

Em poucos instantes Louis se sentiu relaxado o bastante para iniciar seus movimentos e lentamente se ergueu, apenas para se soltar sobre o colo de Harry, sentindo seu pênis bater mais fundo do que estava e ouvindo o grunhido do homem. Aos poucos Louis aumentou a velocidade, e Harry só sabia gemer e gemer, entre palavrões e o nome do mais novo, que também gemia de forma quase desconexa; a cada vez que Louis deixava seu corpo cair sobre seu corpo, Harry sentia o vibrador atingir sua próstata, enviando choque elétricos por todo seu corpo. Ele estava muito perto de atingir seu segundo orgasmo da noite.

— E-eu… E-eu não aguento… Louis… Por favor… — Tinha lágrimas em seus olhos, ele estava certo disso, e também sabia que elas só não estavam escorrendo pelo seu rosto por conta da venda. — Por favor, por favor, por favor…

— O que foi baby? O que você quer? — A voz de Louis estava mais aguda, respiração descompassada, ele também não estava longe do seu limite.

— Gozar… Deixa… E-eu preciso… Por favor…

— Goza, baby, goza para mim. — Louis aumentou a velocidade de sua cavalgada, mesmo que os músculos de sua coxa não estivessem mais aguentando a posição e a repetição. Não demorou muito para sentir-se preenchido por Harry, que inclinou-se para trás, afundando a cabeça nos travesseiros enquanto erguia o tronco, o que o fez atingir Louis mais fundo. — Só um pouco… Baby… A-aguenta… Só um pouco… — E Harry aguentou, até que sentiu Louis se desmanchar sobre si, sujando seu peito e apertando seus ombros com tanta força que tinha certeza que sua pele fora rasgada pelas unhas curtas dele. E então o contato se desfez, sentiu Louis cair ao seu lado na cama, lutando para normalizar a respiração, como ele estava fazendo.

— Isso foi… Céus…! — Não havia palavras que Harry pudesse usar para descrever o que havia acabado de viver e sentir. Ouviu a risada de Louis e sua concordância, as respirações já encontrando seus ritmos. — Pode me soltar doce?

— Eu ainda não terminei. — Harry engoliu em seco com a voz tão sensual que saiu dos lábios de Louis e, apesar de ser o possível terceiro orgasmo seguido, ele sentiu uma fisgada em seu baixo ventre e seu pênis dando novos sinais de vida.

Louis se moveu na cama, colocando-se mais uma vez entre as pernas de Harry e sorriu ao encontrar o vibrador ainda dentro do mais velho. Voltou a estimulá-lo com o objeto, ouvindo gemidos tímidos e cansados que foram crescendo gradualmente. Ficaram naquilo até que o pênis de Harry estivesse ereto uma vez, com gemidos mais altos e as mãos ainda tentando se soltar; então, em um movimento rápido, Louis tirou o dildo de Harry e substituiu por seu membro já ansioso pelo momento.

— DEUS! — Harry gritou mais uma vez, sentindo-se completo como nunca antes, suas pernas foram rápidas em enlaçar a cintura de Louis, dando-lhe mais acesso ao corpo. Estava vendado, preso e nu, mas Harry queria que Louis tivesse tudo e qualquer coisa possível para chegarem aos seus limites mais uma vez.

O mais novo segurou as coxas de Harry enquanto fazia seu máximo para atingir sua próstata a cada nova estocada rígida e rápida. Curvou o corpo para capturar um dos mamilos de Harry, mordiscando e sugando a carne até que estivesse vermelho e inchado, dando a mesma atenção ao outro, deleitando-se com os gemidos e grunhidos — já não sabia se eram seus ou de Harry, e não importava -. Mais uma vez fora Harry quem atingiu o limite primeiro, Louis enroscou uma de suas mãos nos fios cacheados enquanto a outra continuava segurando uma das coxas de Harry, o novo apoiou o fez xingar pelo choque que correu sua espinha ao estocá-lo mais e mais, até que explodiu em um grito mudo, ainda de empurrando para dentro de Harry mais duas ou três vezes antes de cair sobre seu corpo, exausto.

Quando teve um mínimo de forças, ergueu-se e soltou as mãos de Harry, que rapidamente puxou a venda e o fitou. Eles estavam uma completa bagunça, e o empresário não podia se importar menos quando puxou Louis para um beijo quente, mas ao mesmo tempo calmo, sem se importar com o que aquilo poderia significar. Ele só queria beijá-lo, só queria abraçá-lo e só queria dormir com o rosto enterrado em seu pescoço. E foi exatamente tudo o que fez.