Você Sempre Esteve Em Mim

49 Capítulo 49 - Eu vou tomar conta de você...


Notas iniciais
Música do Capítulo: Drake (feat. Rihanna) - Take Care

Enquanto Rachel dormia em seus braços, Quinn sentiu que começaria a chorar. Esforçou-se para segurar o choro, mas não conseguiu conter algumas lágrimas que deslizaram teimosas por seu rosto. Era um choro de alívio, por ter Rachel ali, protegida em seu colo, respirando normalmente depois de tudo o que aconteceu. Por saber que dali a pouco tempo, estaria com ela em casa, de volta à rotina. Não demorou e a loira também dormiu. Duas horas depois, Quinn foi acordada por Hiram:

H: Quinn! Querida... Acorda! [falava baixinho]

Q: Oi... [despertava devagar]

H: Precisamos que vocês acordem! Rachel tem que fazer alguns exames agora... [mantinha o tom de voz baixo]

Q: Ok... Vou acordá-la!

H: Estamos esperando lá fora... [disse antes de se retirar]

Quando a porta se fechou, Quinn esfregou os olhos, e se preparou para acordar Rachel. Sentiu que a respiração da namorada continuava tranquila, o que a fez se sentir um pouco mal por tirá-la daquela paz, mas sabia que era necessário:

Q: Rach... Você precisa acordar... [falava baixinho, enquanto acariciava-lhe o braço] Está na hora de acordar, meu amor...

R: Huuuuum... [murmurou preguiçosa]

Q: Você precisa acordar para fazer alguns exames...

R: Não quero... [respondeu sonolenta]

Q: Eu sei... Mas tem que fazer, meu amor... [disse carinhosa]

Rachel começou a se remexer devagar, enquanto Quinn se preparava para ajudá-la a se levantar:

R: Meu braço dói... [reclamou]

Q: Qual deles? [perguntou preocupada]

R: O esquerdo...

Q: Acho que foi o esforço que você fez ao se segurar na barra durante o banho... Eu devia ter pensado nisso, afinal você torceu esse braço no acidente. Desculpa, meu amor... Desculpa! [dizia enquanto acariciava o local]

R: Não se preocupe! Não está doendo tanto! Você estava muito ocupada durante o banho para ter que pensar em tudo... [disse com um sonolento sorriso travesso]

Q: Não começa, Rach! [repreendeu sorrindo]


Enquanto Rachel estava fazendo os exames, Quinn continuou no quarto e aproveitou para ligar para a mãe e dar notícias. Leroy lhe fazia companhia, enquanto lia um livro, quando Hiram entrou para contar sobre o telefonena que recebeu de Shelby:

H: Ai, Leroy! A Shelby estava furiosa no telefone, porque não ligamos para ela pra contar do acidente da Rachel. Ela soube pelo Sr. Schuester.

L: Mas você disse a ela que não tivemos cabeça para avisar a ninguém? Eu nem sei com o Sr. Schuester ficou sabendo.

Q: O Kurt... [disse calma] Ele avisou ao Blaine.

H: Então foi isso! [disse, finalmente entendendo]

L: E como terminou a conversa? Ela ficou muito chateada?

H: No fim ela acabou entendendo. Disse que queria vir, mas que não tem com quem deixar a Beth agora. [disse tranquilamente] Ela disse que quer falar com a Rachel por telefone assim que puder.

Eles não perceberam, mas Quinn ficou tensa de repente... Ouvir os nomes de Shelby e Beth a deixava assim... Shelby, por pura tensão, pelos desentendimentos que tiveram no passado. Mas Beth... Por Beth, Quinn ficava tensa pela saudade... Não importava quanto tempo passasse, a falta que a loira sentia de sua filha era sempre dilacerante.

Algum tempo depois, Rachel estava de volta ao quarto, acompanhada por seu médico:

Dr. Lawrence: Tenho ótimas notícias para todos! [disse satisfeito]

H: Jura? Qual? [perguntava eufórico, enquanto Quinn e Leroy apenas esperavam o que o médico tinha a dizer]

Dr. Lawrence: Rachel é o que chamamos de “presente raro”. Ou seja, entre tantos pacientes complicados, acabamos, raras vezes, presenteados com um que nos surpreende. E Rachel é a da vez. Sua recuperação tem sido muito rápida. Desde quando seu quadro era grave, até como ela se encontra hoje, tudo foi muito rápido. Algumas pessoas demoram meses para atingir essa recuperação e outras sequer se recuperam. Rachel conseguiu em dias, o que é formidável! [disse sorridente] Fiquem tranquilos que a hemorragia, ou melhor, os hematomas no cérebro estão quase sumindo. A medicação está surtindo o efeito desejado.

R: Quando eu poderei voltar pra casa? [perguntou expectante]

Dr. Lawrence: Se você continuar nesse ritmo, talvez, depois de amanhã. Mas precisamos analisar seu braço, seus ferimentos das pernas, como anda a cicatrização da cirurgia, o ferimento da testa. Tudo tem que estar bem para você poder sair daqui. É claro que alguns cuidados ainda deverão ser tomados quando você estiver em casa, mas eu passarei as coordenadas para seus pais e eles saberão o que fazer.

R: Eu não moro com meus pais. Eles moram em Ohio.

Dr. Lawrence: Bom... Alguém vai ter que te fazer companhia, pelo menos por um tempo, até termos certeza de que você está 100% outra vez!

Q: Eu cuido dela, doutor! [disse decidida]

R: A Quinn é... assim...

Dr. Lawrence: Sua namorada! [completou a frase que Rachel não sabia se poderia dizer, sabendo o quanto Quinn é discreta quanto a isso]

R: É... [respondeu sem saber como ele sabia]

Dr. Lawrence: Seu pai fez questão de deixar isso claro para minha equipe, para que ninguém a impedisse de vê-la. [disse sorrindo, olhando para Leroy]

R: Te impediram de me ver? [perguntou diretamente à Quinn]

Q: Sim... Mas são regras do hospital que só parentes poderiam entrar na UTI e...

R: Você é minha namorada. Ninguém é mais próximo a mim do que você e meus pais. [disse um pouco indignada]

Q: Não se irrite com isso, Rach. Foi resolvido. Estamos aqui e isso é o que importa agora. [tentou acalmar a morena]


Já era noite quando Rachel falou com Shelby por telefone e pôde acalmá-la um pouco. Santana ligou para Quinn avisando que não conseguiria chegar ao hospital antes de terminar o horário de visitas, porque estava presa no trânsito de volta de Columbia. Britt ligou várias vezes durante o dia para saber como Rachel estava, mas também não foi ao hospital, para não deixar Judy sozinha. Kurt tinha passado a tarde no hospital, contando para Rachel que agora ela tinha sangue de Santana na veias e que tinha que tomar cuidado para não virar uma “bitch” como ela.

H: Quinn, querida! Nós queríamos saber se você prefere dormir aqui ou ir pra casa?

Q: Aqui! Dormir aqui! [respondeu tão rápido quanto o próprio pensamento]

H: Certo! [disse satisfeito com um grande sorriso]

Rachel sorriu suavemente ao ver a ansiedade de Quinn em passar a noite com ela.

L: Bom, estrelinha. Hoje quem vai cuidar de você é a Quinn. Se comporte! Amanhã estaremos de volta! [disse dando-lhe um beijo na testa]

Hiram fez o mesmo e saíram juntos. Quinn ligou novamente para sua mãe, mas dessa vez para avisar que iria passar a noite no hospital e Judy acabou se oferecendo para levar roupa e toalha para Quinn, que aceitou. Rachel estava na cama, deitada no mesmo ângulo que a loira havia deixado a parte superior, quando percebeu um olhar diferente da namorada.

R: Quinn: Está tudo bem? [perguntou confusa]

Q: Sim. Está! É só que... você sabe que minha mãe veio para NY porque eu pedi, não sabe?!

R: Sim. Eu sei... [esperou que Quinn concluísse o que dizia]

Q: Bom... Eu não te disse ainda que ela já sabe sobre nós... [contou encabulada]

R: Sério?! [surpreendeu-se] E ela continua falando com você?

Q: Sim! Por incrível que pareça, ela nos apoia.

R: Incrível mesmo! Mas como assim ela apoia?

Q: Bem... ela deixou claro que não entende, mas que não vai me perder de novo, então se eu estou feliz, ela respeita e aceita que seja com você. [disse calmamente]

Um sorriso terno tomou conta do rosto de Rachel, que fixou um olhar apaixonado em Quinn.

R: Vem... Me abraça! [pediu]

Quinn obedeceu! Abraçou a morena com cuidado, para não provocar-lhe dor por causa de seus ferimentos. Rachel deu um beijo demorado no pescoço da loira, para depois dizer-lhe ao ouvido:

R: Obrigada, meu amor... Obrigada por contar à sua mãe...

Quinn apenas retribuiu o beijo no pescoço e acariciou as costas da morena.

Não demorou muito e Judy chegou com uma bolsa contendo algumas coisas para Quinn e alguns biscoitos que havia feito. Estes, para Rachel. A loira ficou surpresa pela atitude da mãe, mas esta logo se justificou, dizendo que imaginava que a morena não estava comendo bem, já que comida de hospital é uma droga.

J: Quinnie, por favor, busque café para mim! [pediu calmamente]

Q: Mas você não toma café a essa hora, mãe!

J: Então me traga um chá. [insistia]

Q: Eu não se vou conseguir o seu chá preferido aqui no hospital, mãe!

J: Filha! [disse virando-se para ela] Vá buscar qualquer coisa para mim. Eu só quero conversar a sós com a Rachel. Não acredito que você, tão inteligente, não percebeu isso! [disse com um sorriso sarcástico]

Q: Conversar só com ela? [perguntou um pouco assustada enquanto Rachel parecia tranquila]

J: Sim! Eu e ela! Pode ir, Quinnie. Vá arrumar o que fazer. Eu te chamo quando terminarmos.

Quinn saiu do quarto contrariada, com medo do que sua mãe poderia falar para Rachel. Já a morena, estava mais animada do que assustada. O simples fato de sua namorada ter tido coragem de contar para a mãe super religiosa sobre elas, e o fato de Judy estar ali, disposta a falar com ela depois de levar-lhe biscoitinhos, já a deixava animada.

J: Então, minha filha, como você está se sentindo? [perguntou atenciosa]

R: Eu estou bem Senhora Fab..., digo, Judy! [sorriu encabulada]

J: Isso mesmo! Nada de senhora! [sorriu-lhe de volta] Quinnie já te contou que nós conversamos sobre vocês, não contou?!

R: Sim. Ela contou.

J: Então. Eu queria falar com você em particular, porque eu sei como minha filha é. Ela tem um instinto protetor gigantesco e uma necessidade de se sentir independente maior do que tudo.

R: É, eu sei... [disse com um sorriso cúmplice]

J: Mas ouvi-la desmoronar em prantos no telefone, me pedindo para vir porque você havia sofrido um acidente, me fez ver o quanto você é importante pra ela e o quanto ela pode ser frágil em situações extremas.

O coração de Rachel apertou ao ouvir isso, mas ela continuou calada, apenas ouvindo.

J: Eu não imaginava que essa importância significava um relacionamento amoroso, afinal, Quinnie não foi criada num ambiente que permitisse esse tipo de comportamento.

Rachel começou a se preocupar, achando que iria começar a ouvir críticas.

J: Mas ela sempre foi mais aberta ao mundo do que todos nós. Não sei se tem a ver com a inteligência fora do normal dela, ou se tem a ver com coração mesmo, mas ela sempre foi mais aberta às artes, à natureza, à vida como um todo. Não me admira que a sensibilidade que ela sempre demonstrou permitiu que ela se apaixonasse por você, independente de você ser uma garota. Eu repito: eu ainda não entendo como é possível, mas mesmo não entendendo isso, eu entendo como a Quinnie chegou a esse sentimento. A igreja não aceita. Nossa família dificilmente aceitará. O pai dela não aceitará, muito embora eu não queira saber o que ele pensa, nem onde ele está. Mas eu aceito. Aceito o que minha filha sente, porque eu a vi desesperada para que você sobrevivesse. Eu entendi o tipo de amor que ela sente. Eu não poderia, jamais, ser contra algo tão forte.

Rachel começava a se emocionar.

J: Eu sempre achei você uma menina especial. Depois que seus pais foram médicos da Quinnie, eu te encontrei algumas vezes passeando com eles, e eu via a forma como você sorria com eles e para eles. Cheguei a pensar que, apesar de o relacionamento deles ser considerado pecado na minha igreja, o sorriso que eles provocavam em você não parecia ser fruto do pecado. Era um sorriso puro, verdadeiro. Quando eu soube que você estudava no mesmo colégio que a Quinnie, não demorou muito para que eu soubesse que você era destaque nas artes. Então eu concluí que eu estava mesmo certa: você era mesmo uma menina especial.

Rachel estava, definitivamente, chorando.

J: Então o destino fez com que vocês se apaixonassem. Mais uma vez eu repito: eu não entendo. Mas, como eu já disse, eu aceito. Eu respeito. E, por isso, eu preciso te pedir para não magoar minha filha. Ela já sofreu muito na vida. Quinnie tem uma postura forte, mas ela tem um coração quebrado, que nunca vai sarar. Por favor, não o quebre mais! Eu imagino que nem todo mundo será compreensivo como estou sendo e, por mais que as pessoas não tenham nada a ver com a vida de vocês, elas vão acabar se metendo. Eu só quero ter a certeza de que minha filha está em boas mãos com você.

R: Ela está! [respondeu chorando] Eu a amo, Judy! Eu não tenho a menor intenção de magoá-la. Seja por qual motivo for. [continuava chorando] Não foi fácil entendermos o que sentimos uma pela outra. Não foi fácil aceitar esse sentimento. Eu sei que nossa vida não será fácil. Que teremos que lidar com preconceito e outros obstáculos, mas eu não seria capaz de ser feliz com outra pessoa, como eu sou com ela. É como se eu já não existisse longe dela. E por isso, eu sempre cuidarei dela... de nós... [concluiu com a voz mais baixa]

Judy se aproximou mais e abraçou Rachel com carinho. Com extrema sinceridade. Ao se separar, encarou-a:

J: Você tem uma jóia rara em mãos. Apenas cuide dela e eu sempre serei grata. E sempre estarei do lado de vocês...

R: Obrigada! Muito obrigada! [voltava a chorar]

J: Ok... Agora pare de chorar, senão Quinnie vai pensar que eu disse coisas terríveis para você. [disse sorrindo]

R: Certo... [respondeu sorrindo, enxugando as lágrimas]

Judy foi até a porta e a abriu, avistando uma Quinn impaciente no corredor, aflita, sem entender o que acontecia dentro do quarto.

J: Quinnie, pode vir!

Q: O que vocês tanto conversaram? [perguntou enquanto entrava, assustando-se com os olhos chorosos de Rachel]

Q: Mãe! O que você disse a ela? Por que você fez isso? [repreendia a mãe]

R: Ela não disse nada ruim, Quinn! [disse, tentando acalmar a namorada]

J: Isso! Nossa conversa foi ótima! [sorriu] Eu já vou indo. Rachel te conta tudo, ok?!

Quinn olhava para as duas um pouco desconfiada, mas acabou se acalmando, já que sabia que Rachel contaria sobre o que conversaram. Judy beijou as garotas e foi para o apartamento de Quinn. A loira, então, sentou-se à beira da cama e questionou Rachel sobre o que tinham conversado:

Q: O que ela disse pra te deixar assim?

R: Resumindo: Ela me pediu pra não te magoar e disse que não entende, mas nos aceita, respeita e apóia.

Q: Tem certeza de que foi só isso? [perguntou preocupada]

R: Sim! Ela usou muitas palavras, mas foi isso o que ela quis dizer...e disse. Ela está do nosso lado, Quinn! Minha sogra está do nosso lado! [disse com um sorriso]

Q: Sogra? [perguntou sorrindo]

R: É o que ela é pra mim, não é?!

Q: Claro! [respondeu com um sorriso gigante] Você se incomoda se eu tomar um banho agora?

R: Não. De jeito nenhum!

Q: Quer vir comigo? [perguntou encabulada]

R: Quinn Fabray! Sua espertinha! [brincou]

Q: Não, meu amor! Eu falo sério! Dessa vez será mais fácil, pois também estarei molhada. Poderei te ajudar com mais facilidade.

R: Certo! Então me ajude aqui...

Quinn havia falado mesmo sério. Levou o banho com extrema seriedade. Ajudou Rachel como havia feito mais cedo, mas dessa vez, controlaram-se mais, sabendo que já que Quinn também estava nua, se não se segurassem, iriam ceder à tentação e a morena poderia se machucar ainda mais.

Já de banho tomado, Quinn pediu à enfermeira que trocasse os curativos molhados de Rachel e observou como ela trocava cada um, para aprender, já que teria que ajudar a morena quando estivessem em casa.

Estavam deitadas na mesma posição de mais cedo: Rachel aconchegada no colo de Quinn, com a cabeça em seu ombro, enquanto a loira acariciava seus cabelos.

Q: Rach... [chamou baixinho]

R: Huuuum [respondeu]

Q: Acho melhor eu dormir no sofá, para que você durma melhor!

R: Não! Que coisa mais sem lógica! [protestou enquanto erguia a cabeça para olhá-la] É claro que eu durmo melhor com você!

Q: Mas...

R: Mas, nada! Lembre-se que a última vez que dormimos separadas eu fui atropelada! [dramatizou]

Q: Oh meu Deus! Não acredito que você vai usar isso contra mim!

R: Contra não! A favor de nós duas! [falou sorrindo]

Q: Mas eu preciso lhe corrigir, pois a última vez que dormimos separadas foi ontem, e você está super bem! [piscou-lhe]

R: Bom... Meu braço doeu mais hoje!

Q: Foi por causa do banho!

R: Você nunca vai saber... [disse desafiante]

Q: Hahahaahhahhaha Tudo bem! Você venceu! Eu durmo na cama com você... [disse, beijando-lhe o olho]

R: Ótimo! [respondeu vitoriosa, enquanto deitava a cabeça novamente no ombro de Quinn]

R: Posso tirar uma dúvida? [perguntou um pouco depois]

Q: Claro, meu amor...

R: Sua mãe disse que você tem um coração quebrado que nunca vai sarar... O que ela quis dizer com isso?

Rachel já desconfiava do que se tratava, mas queria ter certeza. Sentiu quando Quinn enrijeceu ao ouvir a pergunta...

Q: Beth... Ela se referiu à Beth... [respondeu calma, mas tensa]

R: Foi o que imaginei... Desculpa ter perguntado... [desculpava-se carinhosamente]

Q: Tudo bem! Não se preocupe!

R: Você quer falar sobre isso? [perguntou temerosa]

Q: Você ficará chateada se eu disser que não? [perguntou insegura]

R: Não, meu amor... Claro que não!

Q: Obrigada... [disse, beijando-lhe o topo da cabeça em seguida]

Quinn continuava acariciando Rachel, mas agora com a cabeça nem tanto em paz... Fechou os olhos forçando-se a dormir, quando sentiu a morena se remexer e depositar um beijo carinhoso em seu pescoço:

R: Boa noite! Eu te amo... [disse após o beijo, para logo depois, deitar a cabeça no ombro de Quinn novamente]

Q: Eu também te amo... e amo mais... [respondeu com um sorriso terno]


Dormiram ao mesmo tempo, pensando nas mesmas coisas, mas sentindo angústias diferentes...



Notas finais
Oi gente! Desculpa por não ter postado ontem, mas realmente não tive tempo. Vocês sabem que posto diariamente. Mas quero que saibam que o máximo que poderei ficar sem atualizar será 1 dia e só quando eu realmente estiver sem tempo. Não quero demorar a postar e deixar a história esfriar. E, principalmente, não quero desapontar vocês. Então, espero que tenham gostado do capítulo de hoje!
Aguardo reviews! :)
Beijos!
Spoiler: Daqui a pouco Rachel volta pra casa e muitas surpresas estão por vir... ;)