Você Sempre Esteve Em Mim
58 Capítulo 58 - Guerra Fria...
Notas iniciais
Quinn se olhou no espelho e viu que já estava em condições de descer para encontrar Rachel. Santana tentava convencê-la a esperar, mas a loira estava decidida. Não avisou. Preferiu aparecer de surpresa. Estava calma, pelo menos aparentemente. Chegava a hora de Quinn Fabray mostrar quem realmente manda.
Chegando ao Café, Quinn olhou por todos os lados, mas nem Rachel, nem Finn, nem Kurt estavam lá. Perguntou-se para onde teriam ido, até que olhou para o balcão e viu vários sabores de bolinhos expostos. Estranhou... Primeiro Rachel havia dito que os bolinhos haviam acabado e, segundo, disse que estava lá. Não avisou que sairia. A primeira coisa que veio à sua mente, foi que a morena omitiu o real lugar onde estava, para evitar que ela se chateasse. Imediatamente, buscou o celular para ligar pra ela: caixa-postal. Ligou para Kurt: caixa-postal. Por último, ligou para Finn: caixa-postal. Respirou fundo e tentou se convencer de que estavam por perto e que Rachel tentou falar com ela, mas não conseguiu. Pronto! Essa era a melhor forma de pensar. Santana a alcançou e percebeu que a loira estava com “cara de poucos amigos”.
Q: Eu até tento levar tudo numa boa, mas eles não estão facilitando... [disse friamente calma]
S: Calma, Quinn! Não exagera! Não tira conclusões precipitadas, afinal, o Kurt também está com eles.
Q: Imagine a Britt saindo com o Artie... Faria alguma diferença outra pessoa estar com eles? [perguntou desafiante]
S: Entendi! [respondeu frustrada]
Q: Eu não vou voltar pra casa agora, senão eu vou quebrar tudo! [mantinha a calma fria]
S: Mas você nem sabe onde eles estão!
Q: Essa ignorância... Essa falta de controle, me faz querer quebrar tudo!
S: Eu vou ligar para o Kurt...
Enquanto Santana ligava para ele, Quinn tentava ligar para Rachel novamente: continuava na caixa-postal.
Mais adiante, os três estavam no subsolo, aguardando o próximo metrô para que Finn conhecesse o Central Park. Não perceberam que seus celulares estavam sem sinal. Conversavam animadamente, como se nunca tivessem se separado. Rachel estava tranquila na companhia do rapaz e Kurt facilitava essa interação. Deram sorte de o metrô não estar muito cheio e conseguiram sentar. A conversa continuava fluindo. Kurt se assustou e fez com que os outros 2 se assustassem também.
R: O que foi, Kurt?
K: Eu saí tão apressado da aula e esqueci que eu tinha que encontrar um dos meus professores para discutir o trabalho que entreguei ontem. Ele marcou comigo e estarei em sérios problemas se não for. [dizia preocupado]
R: Ainda dá tempo de você ir? [perguntou preocupada]
K: Acho que sim! [olhou para o relógio]
R: Então vá! Quando descermos na próxima estação, você pega o metrô que te leva lá.
K: Tem certeza de que não tem problema se eu for? [perguntou baixinho]
R: Kurt! Eu não quero que você se prejudique por minha causa. Não tem problema! Ficaremos bem... [tranquilizou o amigo]
Kurt seguiu seu caminho e Rachel encaminhava-se ao Central Park na companhia de Finn:
F: Nossa, Rach! Agora eu entendo totalmente o porquê de você querer vir pra cá! Esse lugar é incrível! [dizia sorrindo, olhando ao redor]
R: Eu também acho! É impressionante como eu me sinto em casa, aqui em Nova York! [sorria largo]
F: Me desculpe!
R: Por quê? [perguntou confusa]
F: Por não ter te apoiado completamente... Eu fui imaturo, infantil e egoísta! Deixei que meu medo de perder você fosse maior do que meu apoio.
R: Tudo bem, Finn... Isso é passado... [disse compreensiva]
F: Não está tudo bem, Rach... Eu perdi você!
R: Não tinha que ser... Não era pra dar certo. Quer dizer, deu certo o tempo que tinha que dar...
F: Você não vai me dar uma nova chance?
R: Finn...
F: Vamos, Rach! Somos eu e você... Nascemos pra dar certo! Sinto sua falta!
R: Finn, somos amigos agora! Você veio me visitar e nada mais! Não me peça uma segunda chance, porque já tivemos várias. [dizia calma]
F: Tem outra pessoa? [perguntou temeroso]
R: Tem... [respondeu acanhada]
F: Eu conheço, não é?!
R: O que te faz pensar que você conhece? [perguntou surpresa]
F: Eu não sou tão burro ou distraído como você pensa...
R: Eu nunca te achei burro! [disse indignada]
F: Eu só não entendo como você pode dar uma chance a ela e me negar uma...
R: Do que você está falando? [perguntou assustada]
F: Eu vi vocês de mãos dadas...
Rachel engoliu em seco.
F: Na hora eu pensei que não tinha nada demais, mas a forma como você fala dela está diferente. É quase igual à forma como você falava de mim... Mas poderia ser só impressão minha... Me desculpe, mas quando eu voltava do balcão do café eu não pude evitar ver a mensagem que você enviou pra ela.
Rachel ficou pálida e completamente gelada... Não sabia o que dizer...
F: Algumas coisas no seu apartamento não combinam com você, nem com o Kurt. São coisas dela, né?! [perguntava desanimado]
A morena continuava calada, olhando para o chão. Não era dessa forma que imaginava falar sobre isso com ele.
F: Você não vai me responder, Rach?
R: Eu não sei o que te dizer, Finn... Realmente não sei...
F: Só me diga se estou certo ou errado, mesmo que eu já tenha uma opinião sobre isso.
R: E qual é?
F: Ela vai partir seu coração...
Kurt corria pelo campus da NYU quando ouviu seu celular tocar. Era uma mensagem indicando que ele tinha 8 ligações perdidas de Santana e 11 da Quinn. Por medo, retornou primeiro para a latina:
S: Que merda, Kurt! Onde diabo vocês estão? [perguntou irritada ao atender à ligação]
K: Eu estou na NYU, mas Rachel e Finn ficaram no Central Park.
S: Sozinhos?!
Não... Santana não deveria ter falado alto. Quinn virou a cabeça em sua direção e, imediatamente, a latina se arrependeu. Respirou fundo e só sentiu a mão da loira puxar-lhe o celular.
Q: Kurt, eu posso falar com a Rachel? [perguntou com a mesma calma fria que Santana tinha visto mais cedo]
K: Er... Qui... Quinn... [gaguejava] Eu... Eu precisei vir à NYU para um...uma re...reunião com meu professor e me separei dela... [suava frio]
Q: Ela está com o Finn? [mantinha a calma]
K: Sim... Mas eles estão no Central Park e não é nada demais! [tentava amenizar]
Q: Obrigada, Kurt! Boa reunião! [falou calma e doce, o que o intrigou seriamente]
Ao desligar o telefone, Kurt sentiu um frio na espinha. Do outro lado da linha, ele não ouviu a Quinn de Nova York, sua vizinha e amiga. Ele ouviu a Cheerio Capitã, a velha Quinn Fabray... Imediatamente ligou para Rachel:
R: Oi, Kurt! [dizia aliviada, por ele ter cortado sua conversa com Finn]
K: Pelo amor de Deus, Rach! A Quinn falou comigo agora e ela não me parece bem!
R: O que houve com ela? [perguntou assustada]
K: Ela queria falar com você e eu tive que dizer que não estávamos mais juntos e... Rach, ela estava muito calma. Estranhamente calma...
R: Espera! Isso é bom, Kurt! Não é?! [perguntou insegura]
K: Ela parecia a Quinn de antigamente, Rach...
R: Tudo bem, Kurt! Eu vou ligar pra ela!
Santana percebeu que, por dentro, Quinn pegava fogo. Mas a postura da loira era impecável. Estava de pé, calma...
S: Quinn, você está me assustando.
Q: Por quê? [perguntou calmamente]
S: Mais cedo você estava um caco, chorando sem parar. Desesperada... Agora você está assim: calma até demais!
Q: Você prefere que eu chore? [perguntou com um ar irônico]
S: Pára, Quinn! Eu sei o que você está fazendo!
Q: Eu continuo um caco por dentro, Santana! Você sabe disso melhor do que ninguém. Eu nunca quis me sentir assim. Mas é como eu me sinto. Por mais que ela diga que não quer mais nada com ele, agora, neste momento, eles estão sozinhos no Central Park, e ele pode dizer a ela o que ele bem quiser. Meu passado com ela não é bom, e ele pode encher a cabeça dela de paranóia.
S: Ela não vai ouvir, Quinn!
Q: Será?
S: Você confia nela, Quinn! Continue confiando!
Q: Eu confio nela, mas não confio nela com ele! [disse incisiva] E ela é a melhor coisa que já me aconteceu, enquanto ele é o que mais me amedronta. Eu sei que parece que estou exagerando, mas apenas tente se imaginar sem a Britt. Imagine que o seu maior temor relacionado a ela aconteça. O que você faria?
S: Eu não quero nem pensar nisso... [disse fechando os olhos]
Q: Então... Eles terminaram e não demorou para que nós começássemos a namorar. Se de início pareceu maravilhoso que ela se jogasse logo em meus braços, agora, mais do que nunca, eu tenho medo de que isso exploda na nossa cara. Eu tive sorte de ela não ter muito contato com ele desde que eu me declarei. Então, com ele aqui, todos os meus medos se uniram e eu me sinto completamente sem chão, sem lógica. Tenho medo de que ela acorde e o veja com os mesmos olhos que o via antes...
S: Isso pode ser a maior loucura que eu já falei, mas eu confio nela...
Após desligar a ligação com Kurt, Rachel viu que tinha uma mensagem não lida que dizia que havia recebido 17 ligações de Quinn. A morena sentiu as pernas fraquejarem. Rapidamente ligou para ela, deixando Finn incomodado com a falta de atenção.
R: Quinn? [perguntou quando percebeu que ela tinha atendido]
Q: Oi! Como está o passeio? [perguntou tranquilamente]
R: Está bom! Você me ligou, mas eu não ouvi... [disse calma, mas tremia dos pés à cabeça]
Q: Caiu na caixa-postal, Rach! Mas tudo bem! Eu não queria estragar sua tarde, mas você precisa voltar. Tem que trocar os curativos e tomar remédio. [permanecia incrivelmente calma]
R: Ce...certo. Vou voltar! [respondeu temerosa]
Q: Estou esperando!
R: Eu te amo! [disse mais baixo]
Q: Eu também! [desligou]
Era oficial: tinha alguma coisa errada. Rachel respirou fundo para manter a calma. Quinn havia dito “Eu também” e não “Eu mais”... Isso só poderia significar que a loira estava irritada, funcionando no automático, segurando-se para não brigar.
R: Temos que ir! [disse agoniada]
F: Já?!
R: Sim, Finn! Temos que ir! [disse caminhando em direção à estação de metrô]
F: É por causa dela, não é?!
R: Pára, Finn! Você não vai querer entrar nessa discussão! [falou sem olhar pra trás]
F: Eu quero sim! [puxou-a pelo braço]
Rachel sentiu a dor do braço esquerdo latejar. Sem conseguir controlar, seus olhos encheram de lágrimas. A morena ficou sem ar.
F: Rach? O que eu fiz? Rach? [perguntava preocupado]
R: Meu... meu... braço ainda está machucado! [disse chorando, quando recuperou o ar]
F: Me desculpe! Por favor, me desculpe! [começava a se desesperar]
Rachel sentou no banco mais próximo e esperou a dor passar. Finn estava extremamente preocupado e arrependido por tê-la puxado pelo braço, mas ele não poderia adivinhar. Rachel não usava uma tipóia e parecia movimentar aquele braço normalmente. Mesmo assim, ele se sentia culpado.
F: Desculpa, Rach! Por favor, desculpa!
R: Está tudo bem! Está passando... [respirava fundo]
Quando pareceu que Rachel estava bem, Finn voltou ao assunto cortado pela ligação de Kurt:
F: Então, Rach...
R: Por que você acha que ela vai partir meu coração? [perguntou baixinho]
F: Porque ela é Quinn Fabray!
R: Você não a conhece... [disse firme]
F: Nem você! [desafiou]
R: Eu a conheço sim! [defendia-se]
F: Ela não é gay, Rach! Nem você...
R: Quem te disse isso?
F: Eu sei! Ela nunca se interessou por garotas. Nem você!
R: Não se prenda ao passado. Muito menos a rótulos, Finn!
F: Seus pais são gays e você nunca se interessou por nenhuma garota!
R: O que isso tem a ver? [perguntou um pouco chocada com o comentário]
F: Como assim o que tem a ver?
R: O fato dos meus pais serem gays não tem nada a ver com o que eu sinto por ela ou por meu interesse em qualquer que seja o gênero das pessoas. Você está sendo completamente preconceituoso no seu comentário! [dizia indignada]
F: Não foi isso que eu quis dizer! Eu só não acho que vocês sejam gays!
R: E daí se formos?! Nunca me interessei por outra garota, mas talvez ela seja suficiente para me fazer gay, não?! [disse desafiante]
F: Desculpe! Eu sei que chateei você!
R: Eu a amo, Finn! Não me importa o que eu sou por amá-la, mas eu a amo!
F: Mais do que a mim?
R: Vamos embora! [disse se levantando]
F: Você não me respondeu, Rach! [reclamou]
R: Você não vai gostar da minha resposta... [continuou andando]
No apartamento, Quinn permanecia calma, preparando outro chá para si. Santana estava uma pilha de nervos, esperando a amiga explodir. Após beber o chá, Quinn aproveitou que Santana estava no telefone com Britt e foi ao banheiro. Lá, agarrou-se à pia e respirou profundamente, buscando calma. Abriu os olhos e encarou-se novamente no espelho. Tinha consciência de que, para todos, seus ciúmes de Finn eram exagerados e sem sentido. Mas ela sentia que eram coerentes. O medo de perder Rachel fazia todo o sentido quando sabia que Finn era capaz de tudo para tê-la de volta. E a morena poderia, sem perceber, deixar-se levar pelo que ele significava pra ela.
Quinn não chorou. Sabia que Rachel estava pra chegar, então segurou todas as lágrimas que queriam cair. Foi ao apartamento da morena, preparou tudo o que precisava para trocar seus curativos, separou o remédio, ligou a TV, sentou-se no sofá e esperou. Pouco tempo depois, Rachel abriu a porta acompanhada por Finn. Ambos estavam calados, com as expressões estranhas. Quinn se virou para vê-los, mas preferiu não deixar transparecer sua curiosidade, nem seu incômodo.
R: Hey... [tentou parecer tranquila]
Q: Passou da hora do seu remédio... [falou forçosamente calma]
Finn apenas observava calado, tentando decifrar o comportamento de Quinn.
Q: Vamos trocar os curativos! [disse enquanto entregava o remédio à Rachel]
A morena a acompanhou ao quarto, enquanto Finn permaneceu parado na sala. Rachel estranhava o silêncio de Quinn, mas tinha medo de perguntar qualquer coisa. A loira começou a retirar o curativo da testa com cuidado, concentrada no que fazia, enquanto a morena tentava entender aquele comportamento estranhamente sereno. De repente, Finn entra no quarto e a falsa paz acabou:
F: O que você pretende, Quinn?! [perguntou irritado]
A loira virou-se para encará-lo, sem entender a pergunta. Rachel estremeceu.
Q: O que você perguntou?
F: O que você pretende? O que você quer com a Rach? Qual o seu golpe de misericórdia? Todo mundo sabe que você não é gay, então o que você está fazendo com ela? Iludindo? O que você pretende, afinal?
Quinn fechou os olhos, respirou fundo e virou-se para encarar Rachel novamente. Ao abrir os olhos, a morena viu fogo. Estremeceu mais uma vez:
Q: Você contou pra ele? Por que PORRA VOCÊ CONTOU PRA ELE? [alterava a voz]
R: Eu não... eu não... [não conseguia finalizar a frase]
F: Ela não me contou nada. Eu percebi sozinho.
Q: Você? Estúpido como você é jamais perceberia porra nenhuma! [disse irritada, levantando-se da cama]
R: Quinn, espera! [segurou em seu braço]
Q: Me solta, Rachel! Eu só te pedi uma coisa: que não contasse a ele ainda e você soltou na primeira oportunidade! Por que você fez isso? [perguntava indignada]
R: Eu não fiz! [continuava a tremer]
F: Você está vendo, Rach?! Ela não leva isso a sério! Ela tem vergonha de que as pessoas saibam que há alguma coisa entre vocês! E é com ela que você quer ficar?
Quinn ficou cega por um momento e quando se deu conta, já havia avançado sobre Finn. Com um forte soco, levou-o ao chão.
F: Você está louca?! [perguntou com a mão no nariz, que sangrava]
R: Quinn! Por que você fez isso? [perguntou se aproximando do rapaz machucado]
Q: Você ouviu o que ele estava dizendo! Ele pediu por isso! [gritava, nem um pouco arrependida]
R: Não tinha necessidade disso... [abaixava-se para ajudá-lo] Não precisava agir como um animal!
Q: O que você disse? [perguntou irritada]
R: Não precisava disso! Você não tinha que agir assim! Ele só disse o que parece claro! [respondeu à altura]
Q: É assim que você pensa?! [indignou-se]
R: Não! Você sabe que não! Mas você não pode esperar que ele pense diferente!
Q: Pouco me importa o que ele pensa! Estou pouco me lixando! [gritou]
R: Pare de gritar! Pare de gritar! Esse seu comportamento é injustificável! [gritou de volta]
Quinn se calou. O silêncio virou algo cortante. Rachel continuava abaixada, ajudando Finn. A loira estava de pé, tremendo de raiva. Ninguém a estava ajudando. Ninguém estava ao seu lado. Ela respirou fundo e fechou os olhos por alguns segundos. Quando os abriu, já não havia fogo. O que Rachel viu foi o mais puro gelo...
Q: De alguma forma, eu sabia que você o escolheria quando chegasse o momento. [disse com uma calma aterrorizante]
R: Do que... do que você está falando? [perguntou assustada]
Q: Fique com ele! Acabamos aqui... [disse cortante, virou-se e saiu]
R: O quê? Co... como assim? [gaguejava confusa] Quinn? QUINN? [gritou enquanto se levantava para ir atrás dela]
Rachel só ouviu o barulho da porta da sala batendo. Desesperada, abriu e foi direto ao apartamento da frente, abrindo a porta com violência:
R: QUINN! QUINN! [gritava]
S: Que porra é essa, Berry?
R: Não se mete, Santana! QUINN! [continuava a gritar]
S: Ela deveria estar com você! [disse sem paciência]
R: Ela... ela... Oh Meu Deus! [começou a chorar]
S: O que houve, Berry! O que merda você fez?! [perguntou preocupada]
Rachel não respondeu. Voltou ao apartamento e pegou o celular para ligar pra Quinn. Ouviu o som do celular dela ecoando por sua sala. A loira o havia deixado... A morena não se conteve e começou a chorar mais intensamente. Agora Quinn estava fora de seu alcance e não sabia onde... Não sabia qual tinha sido o ponto em que as coisas perderam o controle. Em poucas horas, o simples fato de Finn estar ali fez tudo sair dos eixos e Rachel já não sabia mais como voltar...
[CONTINUA...]
Notas finais
Postarei o próximo ainda hoje. Então não me odeiem ainda! ;)
Espero seus comentários! Sem ódio, por favor! ;)
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