Vizinhos

16 Policiais idiotas


Notas iniciais
Hey, galerinha!!! Aqui estou eu atualizando a Fic mais zoeira do pedaço hahaha Tenham uma boa e divertida leitura!!!

P.O.V Da Sam

Desci para falar com os policiais, Jade me acompanhou, Freddie e Beck também desceram com a gente e ficaram na sala, sentados no sofá. Eram dois policiais e estavam perto da porta, um era bem alto e musculoso, o outro era baixinho e gorducho, ambos estavam comendo rosquinhas, o gordinho segurava uma sacola de papel.

— Você é Sam Puckett? — O policial alto apontou o dedo sujo para mim.

— Sou eu mesma, em pele e osso. — Forcei um sorriso.

— Somos os oficiais civis Roger e Bayler, recebemos 13 denúncias contra a senhorita, de mães furiosas e revoltadas que alegam que a senhorita anda furtando brinquedos, doces e colocando apelidos ofensivos nos filhos delas. Isso procede, Srta. Puckett? — Roger, o policial altão perguntou sério, ele tirou um bloquinho de notas do bolso e uma caneta.

Sua boca estava toda suja de farelos e açúcar da rosquinha. Jade me cutucou, segurando o riso.

— Não, senhor. Mas que calúnia! Acha mesmo que eu faria uma coisa dessas? Furtar doces e brinquedos de pobres criancinhas? Jamais, oficial Roger. Jamais! É tudo uma grande mentira! Fala para eles, Jade! — Olhei para a morena pedindo ajuda.

O gordinho, tal de Bayler mordeu mais um pedaço de rosquinha e mastigou ruidosamente.

— Tem café? — Perguntou após engulir.

— Tem sim. FREDDIE! — Gritei para o meu moreno.

— Oi, amor. O que foi? — Ele correu para perto de mim.

— Traga café para esses bons homens da lei. Com açúcar ou sem açúcar? — Usei meu tom mais doce e gentil.

— Com adoçante para ele e 5 colheres de açúcar, e com leite para mim! — Respondeu o gorducho.

— Sim, senhor. — Benson assentiu e correu para a cozinha.

— Então, a senhorita afirma que é calúnia? — Roger anotou algo no bloquinho.

— Claro, claro. — Fiz minha melhor cara de inocente. — Juro pela minha mãezinha, eu sou inocente. — Cruzei os dedos atrás das costas.

— Posso usar o banheiro? — Policial Bayler, o comilão perguntou.

— Pode sim. Fique à vontade. Tem um banheiro nesse andar, ali perto da escada. — Jade apontou para a porta cinza.

— Posso dar uma olhada na sua garagem? — O grandão ainda estava desconfiado.

— Na garagem? — Enguli em seco.

Jade e eu trocamos olhares desesperadas.

— Ai, alguém me ajude... — Ouvimos o Beck choramingar.

Quando olhamos para trás, o Oliver estava estirado no carpete ao lado do sofá, parecia estar tendo um ataque de Epilepsia.

Corremos para socorrê-lo.

— O RAPAZ É EPILÉTICO? — Roger gritou horrorizado.

Beck se contorcia, tremia e se sacudia todo, ele não estava babando, mas estava com a boca aberta... Olhei nervosa para a Jade.

— Por Deus! Liguem para a emergência! Não consigo nem olhar... — O policial começou a se abanar, se afastando.

Que tipo de policial era ele?

— BAYLER!!! — Gritou para o parceiro.

Logo o gorducho saiu do banheiro arrumando as calças.

— Vamos embora, Bayler, a moça afirma que é inocente até que se prove ao contrário. Vamos! Temos que voltar às rondas. Rápido, seu imprestável... — Disse nervoso.

— O que está acontecendo com ele? — Bayler arregalou os olhos quando viu o Oliver tendo aquela tremedeira toda.

— Beck, Beck, Beck... Meu Deus! Sam, me ajuda! Chama o Freddie! Meu Deus... Beck? Liga para a emergência! — Jade estava completamente desesperada.

Roger e Bayler foram embora quase correndo. Dois idiotas.

— FREDDIE! — Gritei para o moreno que ainda estava na cozinha.

De repente o Oliver parou de tremer/saculejar.

— Eles já foram? — Perguntou sentando no chão, começou a arrumar o cabelo com as mãos.

— Mas o quê? Você não estava tendo... — A morena tremia e chorava.

Coloquei a mão na boca logo sacando, prendi o riso.

— Ow, morena, era tudo fingimento, tá tudo bem, Jay. — O idiota sorriu.

— QUÊ? — Ela levantou indignada. — OLHA COMO ESTOU SEU IDIOTA! QUE SUSTO VOCÊ ME DEU! OLIVER SEU IMBECIL EU PENSEI QUE VOCÊ ESTAVA MORRENDO! — Jade gritou super nervosinha.

Não aguentei e comecei a rir.

— Que gritaria é essa? — Freddie chegou na sala trazendo uma bandeja com as xícaras de café e até torradinhas com maionese e tomate cereja em cima.

— Fiz aquilo para salvar a pele de vocês! — Explicou ele a segurando. Minha amiga se debatia tentando bater nele. — Acham que não sabemos que a garagem de vocês é um depósito para guardar Bibbles e Bolo gordo? Sabemos como vocês faturam uma graninha extra! — Disse ele rindo.

— Tá legal, agora solta ela. Podemos explicar! — Falei, séria.

— Cadê os policiais? — O Nerd ainda estava boiando.

[...]

P.O.V Da Jade

— Foi tudo ideia da Sam! — Admiti quando a loira explicou tudinho a eles sobre o nosso 'negócio ilegal'.

— Você é esperto, garoto. Como sabia que ia dar certo? E se aqueles policiais entendessem de primeiros socorros? — Sam indagou.

— Eu não sabia... Apenas fiz. — Beck riu orgulhoso.

— Vocês são malucas? Isso pode dar cadeia. — Freddie disse preocupado.

— Sabemos, Cabeção! — Minha amiga sorriu.

— E aí? Dá bom lucro? — Beck parecia interessado.

— Claro, Oliver. Se não desse, eu não estaria nessa! — Afirmei.

— Crianças da rua lá debaixo e dos bairros próximos gastam toda a mesada comprando Bibbles e Bolo gordo com a gente! — Minha amiga contou orgulhosa.

— E se um dia...

— Não vai acontecer, Freddie, relaxa, ok? Porra! Pensa positivo, cara! É um bom negócio lucrativo, a gente vende, as crianças adoram... Sacou? — Sam sentou no colo do namorado.

— Saquei... — Ele estava contrariado.

— Quanto custa um pacotinho de Bibble? — Oliver perguntou.

— Pra você custa 5,00 pratas. — Ela avisou.

— É brincadeira dela, para você é por conta da casa. — Falei.

— E para mim? — Quis saber o Benson.

— 7,50. — Sam respondeu.

— Tudo isso? — Ele perguntou chocado. A loira assentiu. — Mas eu sou seu namorado. — Retrucou.

— Deixa de ser mão-de-vaca, Nerd. Vai querer ou não? — Indagou.

— Quero um Bolo gordo. — Pediu ele apertando a cintura dela.

— Pra você os bolinhos são de graça. Tem um estoque no meu quarto, vem comigo? — Chamou levantando do colo dele.

Beck e eu nos entreolhamos. Notamos a malícia no tom da loira.

Freddie levantou todo animadinho e eles subiram para o quarto dela.

— Quer tentar espiar? — Perguntei.

— Vamos nessa! — Topou na hora.

Minutos depois...

— Não consigo ver porra nenhuma... — Cochichei tentando ver pela fechadura.

— VAI PORRA! VAI PORRA! METE LOGO NO BURACO! — Aquela era a loira escandalosa.

— É TÃO PEQUENO, NÃO CONSIGO ENFIAR! — Foi a vez do Benson gritar.

Cobri a boca. Até eu fiquei chocada.

— Meu Deus! Freddie, assim não! Devagar! Devagar! DEVAGAR, CABEÇÃO! — Gritou desesperada.

— FICA PARADA, PORRA! VOU ACABAR METENDO NO BURACO ERRADO! — Ele gritou nervoso.

— VAI LOGO, BENSON! UUUUUUH! ENTROU! E ENTROU COM FORÇA! AAAAAAAAAAHHHHH!!! — Me afastei da porta, assustada com o grito que ela deu.

— ISSO, SAM! QUE MARAVILHA! É MELHOR SENTAR, DEIXA COMIGO! — Freddie estava super empolgado.

— Nossa! — Oliver me olhou sem graça.

— PARA! MINHA VEZ! SAIA DE CIMA DE MIM! PARA FREDDIE, SEU IDIOTA! — Minha amiga gritava.

Logo fiquei preocupada, com raiva e muito revoltada. Meti o pé na porta. Eu ia arrebentar o Topetudo na porrada... Ele não podia abusar da minha...

— MAS QUE PORRA, JADE! — Sam gritou assustada.

Eles estavam brincando de sinuca. Era uma mini-sinuca para crianças.

— Ops! — Sorri sem graça.

— Por quê arrombou a porta? — Freddie perguntou confuso.

— Estávamos ouvindo gritos e... — Beck parou ao meu lado. — Parecia que... — Ele estava tão sem graça quanto eu.

— Parecia que estavam de putaria. E quando ouvi os gritos da Sam pedindo para parar, eu arrombei porta para socorrê-la. Eu ia quebrar sua cara de Nerd! — Expliquei.

Os dois se entreolharam e caíram na gargalhada. Sam deixou o taco em cima da mesinha. Freddie largou o dele no chão.

— Que merda, hein? — Resmunguei.

— A ideia de espiar foi sua. — Beck lembrou.

— Uau! Vocês dois tem mentes poluídas! — A loira zombou.

[...]

P.O.V Do Freddie

— Que tal irmos para a praia nesse fim de semana? — Oliver sugeriu animado.

— Praia? — Jade fez careta.

— Odiamos água salgada, areia e ver bundas alheias desfilando. Quando queremos pegar um solzinho, a gente pega aqui mesmo. Enfim, não curtimos praia. — Minha loira explicou.

— Poxa! — Ele desanimou.

— Cansamos de ficar aqui, sabe? Vocês não estão entediadas? Qual é? Estamos de férias! — Falei.

— Já sei! Tive uma ideia! — Sam levantou empolgada.

— Ih, lá vem merda... — Murmurou Jade. A loira revirou os olhos e ignorou a amiga.

— Podemos ir para a fazenda dos meus avós em Tennessee. O lugar é enorme, tem até um riacho pertinho. Minha avó faz uma torta de abóbora deliciosa. Podemos andar de cavalo. É época de repolho, todo ano tem um festival de legumes gigantes, vocês vão amar a feira, tem competições, comidas gostosas e tudo mais. É tão legal. Vamos? — Minha loirinha nos convidou.

— Posso pedir o trailer do meu tio emprestado, chamamos a galera, o que acham? — Beck imediatamente aprovou a ideia.

— Galera? Os vizinhos? As Vega? Os dois patetas? O Harris? E a ruivinha retardada também? — A West questionou.

— Por quê não? Pode ser legal! — Afirmei.

— Hum... É, pode ser legal... Cabe todo mundo nesse trailer? — Sam perguntou ao Beck.

— Onde cabem 4, cabem 10. — Garantiu ele.

— Beleza. Vamos passar esse fim de semana na fazenda dos meus avós. Vai ser foda! Muito foda, pessoal! — Minha namorada sorriu confiante.

— Devemos partir amanhã mesmo, serão 3 dias na estrada até chegarmos em Tennessee. — Avisou.

— Vai dar merda, já estou até vendo... — Ouvi a Jade resmungar.

Notas finais
Beck é esperto, né não??? Enganou até a West kkkkkkkkkk Sam se livrou de uma baita encrenca hahaha Não só ela, né? A Jade também kkkkk O que acharam do negócio ilegal delas??? Tinha que envolver Bolo gordo e Bibbles kkkkkkkkkk Gostaram da loira??? Eles e os vizinhos malucos vão para o Tennessee no trailer do tio do Beck... Será que essa viagem vai dar certo??? Ou vocês concordam com a West??? Comentem, pessoal, nada de vácuo, hein? Bjs