Notas iniciais
Olá! Queria agradecer a cada comentário, vocês são demais! Boa leitura!!!

Quando voltei para casa eu ouvia risos, estranhei assim que fechei a porta. Sigo os meus passos e vejo Jeremy no sofá beijando uma menina desconhecida. Eu penso em apenas passar reto os ignorando porém ele nota minha presença.

– Elena! — Ele me chama, eu o olho assustada. Eu olho para a menina sobre o sofá, ela sorria maliciosamente para ele. Espero pela seu comentário. — O que está fazendo aqui? — Eu rio da sua pergunta.

– Que ironico você estar aqui. — Faço uma expressão debochada. — Não era você que iria lá na casa do Damon pegar os documentos. — Sacudo os documentos em sua frente.

– Como disse, eu estaria ocupado. — Jeremy puxa a menina para seu colo. — Não está vendo? — Ele aponta para a menina.

– Meu nome é Vicky. — Ela pula do colo de Jeremy para se apresentar. — Victoria. — Ela rola os olhos. — Mas me chama de Vicky. — Eu concordo com o que diz sem ter o que falar.

– Prazer. — Solto um sorriso amarelo.

– Eu peguei sua bolsa lá da cobertura. — Jeremy comenta. — Está no seu quarto. — Eu estranho o seu favor.

– E o que quer em troca? — Pergunto já imaginando coisas perambulantes.

– Você sabe. — Ele se aproxima. Vicky se senta novamento no sofá.

– Eu sei? — Imagino que esteja falando de Caroline. — Você não está com essa menina ai? — Sussurro. Ele faz uma expressão a esnobando. Que idiota. Jeremy volta para o sofá puxando Vicky para seu colo novamente.

– Elena, eu estou meio ocupado no momento, não pode ir para o...

– Eu vejo. — O corto. Meus olhos analisam a menina que mordia o lobulo do meu irmão. Oh, meu Deus, eu não vou aguentar ficar mais um segundo vendo isso. Jeremy faz um aceno para eu sair. Rolo os olhos, eu sairia mesmo sem seu pedido. Vou para o meu quarto.

Finalmente estou em um lugar onde não tem ninguém para me incomodar. Sento em minha poltrona e resolvo fazer uns exercícios da escola, porém eu já estava ficando um pouco entediada então peguei o meu celular para checar minhas mensagens.

De: Matt

Lena, fiquei um pouco preocupado com você aquela noite, está tudo bem? Estive pensando muito em você e… gostaria de saber se podíamos sair um dia desses.

Oh, Deus. Já havia meses que eu e Matt havíamos terminado, eu sabia que ele iria vir atrás de mim depois daquela noite. Ele simplesmente é aquele tipo de menino que toda menina quer, porém é muito pegajoso isso me irrita um pouco. Penso em responder, mas se respondesse, o que diria? Sim? Eu não quero um relacionamento de novo.

Está tudo bem! Infelizmente não posso sair agora, estou com matérias atrasadas, quem sabe um dia. Beijos.

Espero que isso não o magoe. Será que fiz a coisa certa? Abafo os meus pensamentos indecisos e decido ligar para Carol.

–Para!– Ouço um grito abafado de Carol. Assusto-me.

– Carol? — A chamo, ela parece estar rindo. — Carol? — Grito.

Tyler, eu preciso atender.– Carol diz. Rolo os olhos, ela tinha que estar com ele. — Oi! – Ela diz animada.

– Carol, preciso falar com você. — Digo.

O que foi? – Ela pergunta. Penso na presença de Tyler, eu não conseguiria falar com ela sobre o que queria.

– Não quero falar por telefone, pode vir aqui? — Ela permanece em silencio por segundos.

Agora?– Carol pergunta.

– Sim, preciso falar com você urgente. — Respondo sem paciência. Espero que ela não me troque por Tyler.

Tudo bem, em alguns minutos estarei ai.– Agradeço mentalmente.

– Estou te esperando. — Desligo a chamada.

Ouço batidas em minha porta e logo ela se abre.

– Elena, querida, sabe onde Jeremy está? — Era mamãe. Penso em sua pergunta, ele estava na sala.

– Não, eu o vi mais cedo na sala. — Respondo. Ela parecia preocupada.

– Ah, seu irmão some. — Ela diz aflita. — Vem jantar, Damon veio nos acompanhar hoje. — Eu paraliso. Damon.

– Tudo bem. — Respondo. Mamãe sai do quarto.

Eu estava mais que confusa no momento. Que diabos? Eu não sei o que fazer. Eu sentia muito inconfortável perto dele, seus olhares me incomodavam. Respiro fundo. Ele está aqui. Mas o que isso importa? Afasto meus pensamentos maniacos. Troco de roupa e vou para a sala. Quando estou no corredor eu consigo ver Papai com uma cerveja na mão, Damon estava ao seu lado.

– Lena, princesa. — Papai me chama. Meus olhos seguem para Damon que me encarava com um sorriso estampado nos lábios. Sorrio desconfortável. — Estava falando de você. — Oh, não o que Papai devia estar falando?

– Serio? — Sorrio desesperada. — Sobre o que? — Pergunto.

– Sobre sua escola. — Relaxo por um momento. — Não vai cumprimentar Damon? — Meus olhos seguem para ele novamente.

– Olá. — Eu estendo minha mão. Ele segura minha mão com firmeza. Seus olhos estavam mais claros que hoje mais cedo. Oh, tenho que parar de o olhar assim. Desvio o meu olhar. Minha mão larga a sua o mais rápido possível ao perceber que as minhas suavam.

– Damon me disse que amanhã vocês e April vão sair. — Papai comenta. Eu lembro do seu pedido, isso seria estranho. — Isso é bom. — Tento não olhar para Damon, que devia estar me encarando no momento. Mexo em meu cabelo tentando amenizar a pressão que eu estava sofrendo.

– Sim. — Concordo com Papai. Sorrio levemente. Papai começa a conversar com Damon sobre outros assuntos e isso me deixa mais aliviada.

Ouço a campainha tocar. Mamãe abre a porta. Era Caroline. Eu agradeço mentalmente.

–Carol! — A chamo. Mamãe me olha desentendida. — Eu a convidei, mamãe. — Explico-me.

– Olá Senhor Gilbert. — Carol cumprimenta Papai. — Olá. — Ela acena para Damon. Carol logo me olha com olhos alarmados. Sorrio de canto.

– Temos que conversar. — Sussurro. Ela me segue.

Assim que fecho a porta do meu quarto, Caroline tinha um sorriso constrangedor no rosto. Minha mãos se encontram em minha cintura. Ela silenciosamente aponta para a porta, eu sei o que ela quer dizer. Eu concordo.

– Elena. — Carol me puxa, fazendo-me sentar na cama. — Quem é aquele homem? — Eu penso em responder rapidamente, porém eu mesma não sabia o que dizer. Ele, Damon, mas nesse momento ele era várias coisas. Vários adjetivos.

– Ele é Damon, meu vizinho. — Respondo.

– Oh. — Ela sussurra. — Ele é muito bonito. — Rolo os olhos. Eu sabia que ela iria falar isso. — Tipo, muito bonito.

– Carol. — Chamo sua atenção. — Eu preciso falar sobre uma coisa com você. — Ela me ouve atentamente.

– Sim. — Carol me incentiva. Respiro fundo.

– Esse homem, Damon. — Penso em minhas palavras. — Ele é estranho. — Carol me encara confusa.

– Estranho? — Seus olhos estavam possuídos por curiosidade. — Como assim, estranho?

– Ele… — Fale Elena. — Ele me deixa desconfortável. — Carol ri.

– Elena, tenho certeza que ele não deixa só você desconfortável, já olhou para ele? — Ignoro o seu comentario.

– Não estou falando desse jeito. — Rolo os olhos. — Estou falando de… — Reformulo minha fala. — Não tem aquele dia da festa? — Carol concorda. — Eu estava chegando em casa e me deparei com ele aqui no andar. — Continuo a minha fala. — Ele me convidou para sua casa já que eu estava muito bêbada, eu aceitei e acho que fiz coisas que não devia.

– Você beijou ele? — Ela grita, eu lhe dou um beliscão.

– Cala a boca, Carol! — Sussurro. — Não! Eu não penso assim dele!

– Continua, o que você fez?

– Bem, eu me lembro que estava com calor e pedi para ele desfazer o zíper do meu vestido. — Carol me encarava boquiaberta. — Quando ele terminou, me puxou para ele e eu senti algo estranho.

– Tipo uma ereção? — Carol pergunta. Eu não acreditava em suas perguntas.

– Claro que não Carol, digo o momento, ele me envolvendo, quero dizer, porque ele fez isso?

– Talv… — Carol começa a falar.

– Mas… — A interrompo. — Teve hoje de tarde quando fui buscar os documentos do Papai em sua casa, ele pediu para dançar comigo. — Carol sorria. — O que foi? — Pergunto.

– Elena, esse homem te quer. — Carol diz convicta. Eu nego. Não, não pode ser.

– Não! — Quase grito. — Damon é mais velho, ele tem o dobro da minha idade Carol.

– E daí? — Carol rola os olhos.

– Não sei. — Eu realmente não sabia o que estava acontecendo, neste momento eu devia cancelar o jantar. Esse homem é melhor amigo do meu pai, eu não aguento pensar nessa ideia. — Ele me chamou para jantar. — Comento. — Na verdade, a irmã dele, mas ele vai.

– Elena, vá! — Ela me encoraja. — Talvez algo aconteça.

– Nada pode acontecer, Carol! — Retiro esse pensamento da minha cabeça. — Ele não é o meu tipo.

– Elena, venha comer! — Ouço a voz de Jeremy. Ele havia voltado.

– Vamos, eu vou observar a reação dele em volta de você. — Carol me puxa animada.

Quando chegamos a mesa todos estavam sentados. Havia dois lugares do lado de Jeremy, eu e Carol logo nos sentamos.

– Lasanha, especial da casa. — Mamãe bate palminhas animada.

– Especial de Itália. — Damon comenta.

Durante o jantar eu não olho um momento sequer a Damon. Carol parecia um investigadora obsessiva, claro que a fiz parar de olha-lo quando pisei forte em seu pé. Tudo seguiu bem, ao final do jantar eu e Carol ajudamos Mamãe a lavar a louça.

– Elena, posso falar com você? — Damon me chama. Eu olho para Caroline rapidamente que me encarava com um sorriso malicioso.

– Claro. — O sigo até a varanda. Lá batia um vento confortável. Finalmente o encaro, ele observava minha ação ao tentar controlar meu cabelo diante daquele vento.

– April quer saber que horas você está disponível amanhã. — Damon murmura. Penso em meu tempo.

– Qualquer hora. — Respondo. — Estou disponível a noite inteira.

– Tudo bem. — Ele sorri. — Amanhã, eu e ela passamos aqui, às sete, para te pegar.

– Ok. — Sorrio.

– Eu já estou indo, então… — Ele pensa em sua palavras. — Boa noite. — Estendo minha mão, porém ele se aproxima e dá um beijo na minha bochecha. Meus olhos seguem ao chão. Ele está apenas te cumprimentando. Eu retribuo.

– Boa noite.

Damon havia ido e Papai estava sentado na sala cantando uma musica dos anos 70. Eu rio da cena, era engraçado pois ele estava bêbado. Carol passa por mim e me puxa em direção do quarto.

– O que ele disse? — Carol pergunta animada.

– Quem? — Pergunto. — Damon?

– Sim! — Ela me sacode. — O que ele disse?

– Ele apenas me perguntou que horas ele devia passar aqui com April, a irmã dele, para me buscar. — Carol desfaz a animação.

– Achei que tinha rolado um beijo, ou algo assim. — Carol diz entendiada.

– Carol! — A repreendo. — Eu já lhe disse que ele não é o meu tipo! — Sento-me na cama.

– Esse homem te quer Elena. — Ignoro seu comentário. — Você devia ver como ele te observava na mesa. — Eu a olho surpresa.

– Isso não faz diferença. — Comento.

– Ah! Lena! — Carol me sacode novamente. — Ele é tão bonito, charmoso e gato, o que há demais?

– Ele é o melhor amigo do meu Pai, Caroline. — Quase grito. — E ele é muito velho para mim, já lhe disse que ele não é o meu tipo.

– Eu desisto. — Caroline se levanta. — Vou embora. — Ela segue para a porta.

– Elena. — Jeremy surge. — Olá Carol. — Ele sorri para ela. Carol o olha com cara de poucos amigos.

– Jeremy. — Ela rola os olhos.

– Vai dormir aqui, Carol? — Jeremy entra e pergunta.

– Não, já estava de saída. — Carol tenta sair, porém Jeremy não deixa. Ela o olha assustada.

– Olha só Jeremy, eu acho melhor você me deixar ir. — Carol diz irritada, eu penso em intrometer, porém eu não posso ir contra meu irmão, alias ele poderia contar sobre aquele caso para Papai.

– Calma, eu só queria brincar com você. — Rolo os olhos, Jeremy era mesmo um idiota. Nem para conquistar uma menina serve.

– Eu não gostei, alias, eu acho melhor não fazer essas brincadeiras comigo, eu tenho um namorado. — Caroline bate os pés. Eu a olho assustada, ela estava namorando quem? Tyler? Eu quero vomitar. Jeremy fica surpreso como eu e Carol passa pela porta.

– Espera! — A chamo. Vou para fora. — Obrigada por ter vindo.

– De nada, amiguinha burra. — Ela me abraça. — E burra quero dizer por causa do Damon. — Rolo os olhos. — Não adianta rolar esses olhos para mim, senhorita, você continua burra. — Ela sussurra.

– Tchau, Carol. — Aceno.

– Eu acho melhor você resolver isso. — Jeremy diz assim que sai do meu quarto. Ele estava referindo a Carol. Quem diabos ela estava namorando?

Assim que Carol se vai eu penso no que ela havia me dito, se realmente Damon estivesse afim de mim. Eu paraliso por um instante, ele não podia, alias isso não passa de uma fantasia de Caroline Forbes. Com meu corpo exausto eu sigo para a cama afim de relaxar minha mente.

No caminho da escola, Jeremy ouvia musica em um som estridente. Era incrível como às seis horas da manha ele poderia estar tão alerto.

– Jeremy! — O chamo, ele não me ouve. Eu puxo o seu fone.

– Porra, Elena. — Ele briga comigo retirando totalmente seus fones. — O que foi?

– Preciso te pedir uma coisa. — Ele faz uma expressão entendiante.

– Não. — Jeremy coloca seus fones novamente.

– Jeremy! — Retiro seus fones.

– Que diabos, Elena, eu não vou fazer nada para você, eu te pedi uma coisa e você viu o que Carol fez comigo ontem! — Ele estava nervoso sobre isso.

– Eu entendo, e é sobre isso que quero falar. — Explico-me. — Preciso que me dê um tempo.

– Tempo? — Ele grita. — Você sabia que ela estava namorando.

– Eu juro que não! — Confesso. — Vou conversar com ela.

– Você tem um dia para fazer ela ficar comigo. — Jeremy me ameaça e logo some no meio da multidão da escola. Droga.

Assim que entro na sala, avisto Carol do outro lado. Ela acena indicando o lugar que havia guardado para mim.

– Bom dia! — Ela me deseja assim que me sento.

– Carol! — Controlo minha respiração diante do nervosismo. — Você precisa quebrar aquele galho para mim!

– Ah não! — Ela diz enojada. — Você não se esqueceu disso?

– Obvio que não! — A sacudo. — Jeremy está puto comigo por causa disso.

– Eu não quero ficar com ele! — Ela sussurra.

– Carol, você me prometeu que ficaria, isso foi seu pedido de desculpas, vai ter que ficar com ele, até amanhã.

– Amanhã? — Ela grita. — Elena…

– Eu sei, mas não posso arriscar Carol! — Carol concorda.

– Tudo bem, mas isso vai ser rápido, na sua casa e sem ninguém. — Ela vira para prestar atenção na aula.

– Tudo bem, obrigada. — Comemoro.

O dia passou rápido, não o que eu desejava, já que o que eu menos queria era encarar Damon novamente, isso porque Carol fez a questão de colocar aquela ideia maluca em minha cabeça. Lembro-me que Carol havia me pedido para ligar para ela. Ela viria com esse papo de Damon novamente, porém eu queria fazer umas perguntas. Disco o seu número.

– Carol. — Digo assim que ela atende.

Lena, está quase na hora!– Ela diz entusiasmada. Rolo os olhos. — O que vai vestir?

– Como assim? — Estranho sua pergunta. — Sei lá, um jeans e uma blusa qualquer. — A respondo.

Como é que é? – Ela grita. — Você não vai sair assim!

– Carol, é só um jantar! — Comento entediada.

Não é só um jantar, Damon vai estar lá.– Eu sabia que ela iria comentar sobre ele.

– Carol, não comece… — A aviso.

Você vai colocar uma saia.

– Que seja, Carol. — Ignoro seus comentários exigentes. — Tenho uma coisa a perguntar.

O que foi?– Ela pergunta nervosa.

– Ontem, quando disse aquilo para o Jeremy, você disse que estava namorando, não é quem estou pensando certo? — Ela fica alguns segundos sem comentar algo.

Não.– Ela responde rindo. — Eu só falei aquilo para afastar o seu irmão, mas pelo visto não vou ter saída.– Seu tom muda. — Mas, claro que eu queria que Tyler fosse meu namorado, ele é tudo de bom.– Sinto-me enojada. — Até porque compartilhamos algo especial no dia da festa.– Eu tento não pensar no estou pensando.

– Não me diga que… — Oh, não.– Carol, diga-me que não burra o suficiente! — Grito.

O que quer dizer?– Ela parece ofendida.

– Quero dizer, você não perdeu a primeira vez com ele, certo?

Sim, e não me arrependo.– Meu coração pula dentro de mim.

– Caroline, eu não acredito! — Grito novamente.

Hey!– Ela me repreende. — Você perdeu sua primeira vez com Matt e não me disse nada.

– Eu não me arrependo porque ele é um menino bom! — Respondo. — E como você soube?

Eu desconfiei a partir do momento que começou a tomar anticoncepcional. – Oh, Deus. — E como pode dizer que Tyler é um menino ruim?– Ela griatava. — Ele é muito gentil, você deveria parar com isso.

– Tão gentil. — Sou irônica. — Eu vi a gentileza dele com a Bonnie.

Ela o traiu também!

– Depois que ele a traiu! — Rebato.

Chega, Elena, eu não vou brigar com você de novo. — Carol abaixa o tom. — Você tem um jantar agora e espero que não vá de calças.– Ela desliga em minha cara. Eu sabia que ela iria fazer isso.

Após tomar um bom banho, eu sigo as instruções de Caroline, coloco uma saia. Falta dez minutos para às sete, eu sigo para o banheiro para me maquiar rapidamente. Faço uma maquiagem leve nos olhos, porém deslizo um bom batom escuro nos lábios. Ouço a campainha, meu coração acelera por algum motivo. Pego os meus brincos e os coloco no caminho até a porta.

– Damon. — Pronuncio seu nome assim que o vejo na minha frente, seu cheiro chega a minha narina. Que cheiro bom. Eu sorrio levemente, ele retribui.

– Está pronta? — Damon pergunta.

– Sim. — Respondo. Observo que ele está sozinho. — Onde está April?

– Ela está na faculdade no momento, mas vai nos encontrar no restaurante. — Ele explica, sinto algo mexer em meu estomago de nervosismo. Nós iriamos sozinhos. Oh.

Vamos?

– Vamos. — Eu pego minha bolsa na sala e fecho a porta. Damon me esperava no corredor, eu vejo que já havia pedido o elevador.

– Está bonita. — Ele comenta. Eu não sei o dizer, ele me deixava desse jeito a todo momento. Não deixo de observar como aquela blusa branca havia caído bem a ele. Afasto os pensamentos.

– Obrigada. — Respondo. O elevador chega. Quando entro percebo que ele me olhava enquanto ajeitava meus fios diante do espelho. Porque ele não parava de me fitar? Eu o olho através do espelho, ele desvia o olhar.

Assim que saímos do elevador, eu o sigo até o seu carro. Ele abre a porta para mim, e logo eu o observo girar em volta do carro.

– Aonde vamos? — Pergunto assim que ele liga o som.

– Não se preocupe, você irá adorar.

Notas finais
Hm... Eles vão sozinhos, o que acham que vai acontecer? Dependendo de vocês o capitulo sai mais cedo! Beijos!!!