Visitor
1 Unwelcome visitor
Notas iniciais

A sensação do frio se dissipando de seu corpo de forma gradativa era tão extremamente desconfortável quanto a sensação do ar voltando aos pulmões. Midoriya odiava com todas as forças as câmaras de hibernação e odiava mais ainda as náuseas que as mesmas causavam. Abriu os olhos devagar, enquanto esperava a cápsula se abrir e a voz automática e feminina soava suave em seus ouvidos.
"Boa noite, Capitão Midoriya Izuku, você teve uma boa dormida?"
Como se eu pudesse... Pensou, mas não respondeu, a voz não era uma inteligência artificial, era somente uma voz e responder ou não, não faria diferença.
Tossiu, ainda se acostumando com a respiração desregulada e com os músculos voltando ao seu trabalho normal, o estômago se embrulhava, fazendo com que já sentisse o gosto de bile na boca.
"Aceita um saquinho, capitão Midoriya?" A voz familiar soou em seus ouvidos e o esverdeado não pôde deixar de se sentir, no mínimo, confortado com o outro. O android o ergueu um saco plástico branco e o capitão o aceitou de bom grado, mal o pegando e pondo para fora nada mais que um líquido alaranjado, considerando que não comia fazia anos. O gosto terrível permanecendo na língua.
"Quantos anos, Tenya-kun." Izuku se levantou da câmara com as pernas tremulando, obrigando-se a se acostumar com o movimento novamente. "Anos depois da primeira espaçonave e ainda não conseguiram melhorar essas malditas câmaras." O android riu, uma risada robótica e mecânica que parecia reproduzida em uma caverna por conta do leve eco, Midoriya não saberia dizer se por conta da piada sem graça que fizera ou do comentário irritadiço.
"Você sempre fica ranzinza quando dorme em uma dessas." Comentou Iida.
Os objetivos dos androids em uma viagem espacial sempre mudavam de acordo com a missão. A medida que o tempo passou e as versões ficaram cada vez mais parecidas com os humanos, o objetivo era ter um ser completamente funcional, mas reconfortante o suficiente para que todos se sentissem confortáveis por conta da aparência humanoide. Nas primeiras expedições de Midoriya, como para uma das luas de Júpiter, por exemplo, os androids não passavam de um robô, cobertos com pele de silicone azulada e uma voz aparente ao do Google Tradutor quando ainda estavam no século vinte e um. Aquilo chegava a ser horrendo, por não dizer horripilante, principalmente quando levantava no meio da noite e um desses perguntava sobre sua permissão, com seus olhos brilhando no escuro, o iluminando como se fosse esmagá-lo com aquela força sobrenatural de robô. Quando pensava sobre isso, Izuku sentia os pelos de sua nuca se eriçarem, agradecia o avanço da tecnologia o suficiente para que agora, humano e android, fossem tão parecidos a ponto de somente ser possível identificar devido aos movimentos um pouco mais travados e a voz.
Naquele caso, o objetivo de Iida era garantir que tudo funcionasse bem nos vinte anos que ele, sua tripulação e os passageiros dormiam nas câmaras de hibernação até que chegassem ao destino, com o objetivo de colonização. Nesse período, ele deveria garantir o bom funcionamento da nave, das câmaras e o bem-estar dos embriões.
"Tem como não ficar ranzinza quando pleno século vinte e seis, você ainda acorda com enjoos?" Reclamou, enquanto buscava a cafeteira que ele próprio colocara ali, antes de dormir, em uma medida estratégica para suprir sua necessidade assim que acordasse e não precisasse rodar toda a nave, até o saguão e então a cozinha. "Se eu estiver correto, devemos estar há dois dias do planeta LV918, certo?" Era programado que o capitão acordasse dois dias antes de todos.
"Na verdade, capitão Midoriya, parece que você acordou dez dias antes do previsto." Comentou o robô, caminhando ao lado do homem de cabelos esverdeados até a ponte de comando.
"Ótimo, quem foi o responsável por programar essas coisas? Vamos precisar conversar sobre salário." Tomou um gole da bebida fumegante, deixando a boca se agraciar com o sabor completamente satisfatório depois de anos dormindo, quase sentindo seu cansaço e exaustão se esvaindo a cada gole, juntamente com o gosto terrível do vômito anterior.
Ouviu a risada mecânica de Tenya novamente e ele continuou.
"Não foi o único que acordou antes do prazo, o engenheiro-chefe Todoroki Shouto e o engenheiro auxiliar Bakugou Katsuki—"
"Espera, aqueles dois também acordaram?" Midoriya franziu as sobrancelhas, estranhando a situação. O máximo que isso acontecera, fora uma vez, quando por engano, em uma expedição de exploração, programaram não somente ele, como toda a tripulação, um mês antes do previsto. "Onde estão agora?"
"Acredito que nos banheiros, capitão Midoriya." Tenya falou, enquanto os dedos já deslizavam no painel que acabara de alcançar, checando outra coisa.
"Pensei que já tivéssemos conversado sobre esse capitão Midoriya." Ele fez um sinal de aspas com os dedos e tomou outro gole. "Você tem acesso às câmeras?"
"Perdão, é um antigo hábito, capi- Izuku." O android se corrigiu, ajeitando os óculos no nariz, embora o adereço não fosse realmente necessário, sua visão era a melhor que a de qualquer um ali. "As câmeras do banheiro e das cabines somente são permitidas em situações de emergência, ca- Izuku."
"Ah, isso é com certeza uma situação de emergência." O capitão deu uma risada zombeteira. "Permita o acesso."
"Não vejo onde isso possa ser uma emergência, não escuto nem mesmo as sirenes." As sobrancelhas de Iida brevemente se uniram em confusão, mas sua expressão continuou imparcial como o claro robô que era, incapaz realmente de sentir alguma coisa. A adição de sentimentos em androids ainda estava muito longe de acontecer.
"É um tipo diferente de emergência." Riu novamente, tanto com o comentário, quanto com a ingenuidade de Iida.
"Eu deveria aumentar meus níveis de sarcasmo, capitão?" O android voltou a mexer no painel e quando arrastou os dedos para cima, as imagens das câmeras do banheiro apareceram no painel principal.
"Com certeza deveria." Lambeu os lábios com a cena. E olhou para Iida novamente. "Se importa?" Ele direcionou o olhar para a porta metálica atrás do android e prontamente ele se levantou e saiu.
Era como assistir pornô em uma tela de cinema. A tela do painel principal era grande o suficiente para ser do tamanho dos painéis secundários, e enquanto estes se projetavam no balcão, ela se projetava no ar por meio de hologramas.
Katsuki beijava Todoroki com volúpia desesperada, como se não tivesse tempo a perder, a água do chuveiro caindo sob seus corpos. O esverdeado estalou brevemente língua, tinham tecnologia o suficiente para manter a água sob a gravidade terráquea, mas não o suficiente para evitar os enjoos ao acordar.
Midoriya repousou a xícara de café na parte livre do balcão e ergueu o braço para pressionar o botão do comunicador.
"Estou interrompendo?" Falou, maroto, recebendo o sorriso sacana de Katsuki entre a boca de Shouto.
"Então a bela adormecida também acordou?" O loiro puxara o lábio inferior do bicolor enquanto erguia os olhos para a câmera.
O esverdeado sentiu o ar faltar de seus pulmões ao ver, ainda que através da imagem pixelada, os olhos carmesins olharem para si. Embora não tivesse realmente sofrido todos aqueles anos, considerando que estava dormindo aquele tempo, a atmosfera de necessidade que se formou dentro da ponte de comando fora mais que suficiente para sentir certa ereção formar-se em seu pênis e um bolo em seu baixo ventre.
"Quer se juntar?" Fora Shouto quem perguntara, enquanto o seu gemido abafado soara entre um arfar pelo microfone do cômodo.
"Talvez depois." Disse, negando a própria vontade e se privando a se deliciar com a cena à sua frente.
"Vamos fazer um showzinho para ele então, Shouto." Katsuki voltou a se pronunciar, enquanto descia vagaroso pelo corpo do bicolor, depositando beijos molhados e mordidas ronceiras, sendo recebido positivamente pelos seus gemidos que ficavam mais audíveis à medida que se aproximava de seu membro.
A esse ponto, Midoriya já se encontrava com a mão dentro da calça desabotoada e da roupa íntima, se masturbando em movimentos rápidos com tamanho tesão que sentia somente por ver, ambos os namorados, o provocando.
As mãos de Katsuki passearam pelas coxas do namorado com as unhas se arrastando suave sob a pele e cravando-se levemente nas nádegas recém alcançadas de Shouto, brincando com a carne macia da região. Ele deu uma última mordiscada em seu baixo ventre antes de tomar, sem cerimônias, o pênis quase por inteiro na boca, usando uma mão para auxiliar os movimentos e se divertindo com as reações do bicolor quando começou a trabalhar com a língua. As pernas de Todoroki estavam trêmulas, talvez por ainda estar se acostumando com os movimentos, mas, mais ainda pela imensa sensação de prazer que corria por seu corpo, eriçando seus pelos e nublando sua mente. As mãos tentavam ao máximo procurar apoio nos ombros do outro, a cabeça pendia solta com os olhos cerrados e a boca aberta em um arfar sonoro, tentando controlar a respiração resfolegada. Notando isso, Katsuki passou seu braço ao redor de suas pernas lhe permitindo mais apoio e com o outro, direcionou sua mão até a entrada, fazendo-o estremecer e gemer quando foi invadido sem aviso prévio. O duplo estímulo seria seviciado se não fosse prazeroso, enquanto a água ainda caía sob seus corpos e Shouto sentia o dedo único de Bakugou dentro de si ao mesmo tempo que sua boca quente o chupava embevecido com barulhos molhados e obscenos. Um segundo dígito fora inserido, quase fazendo com que perdesse o equilíbrio se não fosse pelo outro que ainda o segurava. Sentia-os se movimentando dentro de si, procurando por sua próstata e não pôde reprimir o gemido que saiu rouco de sua garganta quando obteve sucesso, o sorriso ufano tomando conta dos lábios do loiro que se afastou para averiguar sua situação. A ideia de que Midoriya ainda assistia à tudo da ponte, somente servia para aumentar sua excitação, a imagem do namorado se masturbando para o que via estimulava sua mente fazendo com que se sentisse ainda mais duro.
E a situação do capitão não era muito diferente, com a cabeça recostada no encosto da cadeira de rodinhas, desesperado pelo próprio contato e completamente dividido entre fechar os olhos ou continuar a assistir a cena abrasante, quase se arrependendo por não ter ido anteriormente. O orgasmo não tardou a vir, totalmente bem vindo, arrastando uma sensação por sua espinha que escureceu sua visão por um breve momento, procurando respirar fundo para manter a própria compostura.
"Lenços, capitão?" A voz de Iida quebrou o seu torpor e quando se virou para o sintético o mesmo o erguia uma caixa de lenços e o encarava equânime, como se fosse uma situação natural. Mesmo que o sangue tivesse subido às bochechas causando-lhe um rubor até a ponta de suas orelhas com o constrangimento de ser pego naquele estado, aceitou a caixa de bom grado, limpando-se como podia. "Não se preocupe com isso, sei que como humano e homem, tem certas necessidades." Comentou, notando seu desconforto genuíno.
"Poderia ao menos ter batido na porta, Tenya—kun." O esverdeado jogou o lenço na lixeira de alumínio, observando o android voltando ao seu trabalho rotineiro.
"Sinto muito, capitão. Parece que sempre que me aproximo das portas elas automaticamente se abrem." Midoriya não conseguia dizer se ele acabara de fazer uma piada ou se estava comentando o óbvio. Por conta da falta de expressão em sua face ou a falta de certo um tom que indicasse divertimento, era quase impossível dizer, mas ainda assim, o mesmo pareceu satisfeito com o risinho sem graça que dera.
Tenya deslizou os dedos para baixo e as imagens da câmera foram transferidas para as telas dos painéis inferiores, substituídas pelos níveis de temperatura das câmaras embrionárias e alguns cardiogramas de passageiros. Ele pressionou o botão do comunicador. "Espero que estejam cientes da reserva de água desta nave." E Midoriya pôde ver, pelo sorriso agora reduzido de Katsuki, que ele não estava nem aí.
Entre um risinho fraco, Izuku se levantou da cadeira acolchoada agitando as mãos nos painéis e fazendo com que tanto Bakugou quanto Todoroki desaparecessem em seu próprio prazer, sendo tomado por coordenadas, o mapa com a trajetória da nave e o seu estado físico, como níveis de energia ou combustível. Não perdeu muito tempo olhando, se algo estivesse errado, Iida o avisaria assim que acordasse, como não o fez, a possibilidade de algo ter acontecido sequer passou pela sua mente, que ainda estava voltando ao funcionamento habitual.
Procurou pegar o comunicador antes de sair da ponte, em um costume antigo de tê-lo sempre na orelha, se dirigindo à cozinha. No momento a única coisa que queria se preocupar era em acabar com a fome de vinte anos dormindo em uma espécie de coma induzido.
Os corredores da nave Amanda chegavam a ser reconfortantes, quase como se estivesse em sua casa, na Terra. Midoriya passara boa parte de sua vida fora do planeta desde que começara a trabalhar, fosse em viagens exploratórias ou trabalhando em outros sistemas, porém nada superava a sensação de estar em sua própria casa, com a gravidade terráquea e com água que não tivesse gosto de metal. Não teria mais esse gostinho, no entanto, a partir do momento que topou em partir, ganhara uma viagem sem volta para o planeta, ainda não nomeado, LV918.
O 918 fora um dos achados mais importantes da história. Claro que, em anos de pesquisa, muitos outros planetas com características semelhantes à da Terra foram encontrados, se diferenciando somente em pequenos detalhes como na passagem do tempo ou no clima, entretanto, o planeta existente em outro sistema, não só tinha características parecidas, como era uma perfeita réplica.
Uma cópia da qual Midoriya acreditou que seria melhor para si.
As portas, uma a uma, se abriam e fechavam sempre que passava perto para chegar até o saguão. Os sensores de movimento da nave eram totalmente sensíveis e o menor meneio próximo, era suficiente para que as fizessem se abrir. Não deixava de pensar no quanto aquilo era útil, no seu antigo posto, como oficial de ciências há alguns anos, sempre precisava de ajuda com as placas de pressão, uma vez que suas mãos estavam sempre ocupadas com livros, documentos e registros.
Quando finalmente alcançou a porta metálica, a mesma não se abriu. Perdido nos próprios pensamentos as mãos foram por instinto atrás do cartão de acesso nos bolsos da calça ou do casaco estilo aviador que trajava e só notara que não estava tentando entrar em uma área privada quando viu que a energia da mesma sequer estava ligada. A porta não estava trancada, estava desligada.
"Tenya—kun?" Falou para o comunicador, encarando a porta com o cenho franzido, mais alguma coisa estranha poderia acontecer?
Midoriya ia se arrepender de ter feito essa pergunta muito em breve.
"Sim, capitão Midoriya?" Ouviu a voz ecoar em seus ouvidos, teria reclamado do jeito formal pelo qual fora chamado, mas sua mente começava a criar outras coisas com o que se preocupar.
"O que aconteceu com a porta do saguão?"
"Parece que está desligada, capitão." Izuku não conseguiu conter o riso irônico que ecoou de sua garganta.
"Isso eu notei, quero saber o porquê." Fora uma pequena pausa, a resposta não viera automática, fora uma mínima pausa de alguns segundos, que passaria despercebido por qualquer um, mas aquele não era o caso. Um dos fatores de Midoriya ter sido nomeado capitão era por ser extremamente analítico e naquele momento, ele notou que Tenya estava escondendo alguma coisa.
Segredos... De novo.
"Eu temo não ter a resposta, capitão."
"Você não tem ou você não quer falar, Tenya?" Perguntou novamente, tentando se manter calmo.
"A informação é confidencial." Midoriya estalou a língua, passando as mãos nos cabelos, aborrecido, girando nos calcanhares e andando de um lado para o outro. Desde que fora admitido na Weyland-Yutani, escutara mais aquela palavra que qualquer outra coisa.
A corporação sempre foi uma das mais famosas e desde novo Izuku já almejava trabalhar em uma empresa tão grandiosa. As colonizações, as pesquisas, grande parte de todas as descobertas espaciais eram patrocinadas e na maioria das vezes sucedidas quando se falava dela. Era tão poderosa a ponto de ter ainda sob seu domínio, empresas menores focadas no seu mesmo objetivo, compradas para se manter no topo. Porém, empresas não eram a única coisa que a corporação conseguia comprar.
Sua mãe, assim como seu padrasto, Yagi, trabalhavam para a Wey-Yu. Parte da admiração do esverdeado pela corporação vinha por conta da magia que era vê-los trabalhando naquele ramo. Embora os mesmos só fizessem expedições de curta distância, Midoriya ficava maravilhado toda a vez que os via entrando na nave Ellen. Todavia, aos seus oito anos recebera a notícia. Toda a tripulação fora encaminhada para uma missão de resgate, a primeira vez que passariam tanto tempo longe da Terra.
Se Izuku não se concentrasse em outra coisa, toda vez que fechasse os olhos, quase poderia dizer que conseguia sentir; sentir as mãos de sua mãe afagando seus cabelos e a voz que soara suave, quase como uma melodia aos seus ouvidos, dizendo que voltaria para seu aniversário de dezoito anos. Ouviria a voz de Yagi dizendo que estariam na primeira fileira na sua formatura da academia. Mas nos dois dias em questão, eles não estavam lá, ao que parecia, não estavam mais em lugar nenhum, desaparecidos na imensidão sufocante que era o espaço.
O capitão respirou fundo.
"Tenya—kun, algo que eu não estou sabendo aconteceu?" A resposta era óbvia, mas o esverdeado perguntara mesmo assim.
"Sim, capitão." Fora tudo que ouvira.
"Há motivos para eu não poder saber o que aconteceu?"
"Sim, capitão." Repetiu, a voz soando tão mecânica quanto antes.
"Isso tem algo a ver com a Wey-Yu?"
"Sinto muito, capitão, mas essa informação também é confidencial." Aquela fora sua resposta, mas para Izuku, aquilo fora uma clara confirmação.
Midoriya encarou a porta e piscou. O chute fora certeiro, mirando a placa que cobria o abrimento manual de emergência, caindo com um estrondo metálico que ecoou pelos corredores da Amanda. A alavanca vermelha pareceu brilhar sob seus olhos. Atrás daquela porta haviam respostas para perguntas que nem mesmo ele sabia quais eram, perguntas que dominavam sua mente sem sequer saber exatamente o porquê. Quando a mão esguia tocou o metal frio e avermelhado, Midoriya conseguiu sentir o sentimento de oportunidade se formar dentro do peito, substituindo sua fome por uma súbita sede de descobrimento e curiosidade. Havia algo envolvendo a Weyland-Yutani atrás daquele metal e pela primeira vez desde que entrara naquela corporação, as respostas estavam embaixo de seu nariz.
Sem pensar mais, puxou a alavanca três vezes como dizia e a porta deslizou para o lado, se abrindo.
Fale com o autor