Villain

15 Capítulo 14 - Que se dane!


Notas iniciais
Bem, eu sei que demorei, mas tive várias provas essa semana e tive duas apresentações ontem e hoje, mas fiz um capitulo bem grande pra compensar e tenho certeza que vocês vão gostar desse capitulo, então, não me cruciem.
Pra comemorar bem o dia do sexo, nada melhor que um capitulo hot!
Lumus
Eu juro solenemente não fazer nada de bom

ATENÇÃO: Depois não me matem, por que estou avisando, okay? Eu disse nos avisos da fic, mas já vou deixar aqui avisado. A partir desse capitulo, a fic começa a ter umas ceninhas picantes (e beeem picantes) então não me xinguem depois, sim?!

Nada melhor pra comemorar o dia do sexo do que um capitulo bem quente, sim?! Então, feliz dia do sexo, leitores, lindos!



“Nós somos infinitos.”

(As vantagens de ser invisível)

Tom a comprimiu mais contra o corpo quando encarou o homem barbudo se aproximar. Ele parecia mais calmo do que realmente estava. Hermione não havia diminuído o choro e Madame Pompy parecia realmente ocupada com um Hagrid petrificado e um Charlus Potter com metade do braço sem osso do que com Hermione.

– Senhor Riddle. Vim assim que pôde. Fiquei surpreso em saber que mandou me chamarem. – E sorriu.

– Hermione gosta de você e eu, hm... Não soube quem mais eu poderia chamar. – Admitiu.

– O que houve, Sr. Riddle? – Hermione encolheu-se nos braços dele. – O que houve com sua camisa?

– Eu achei mais devido não utilizar a varinha outra vez. Digo, eu preciso provar o que fiz. – Dumbledore ergueu a própria varinha e com um pequeno movimento Tom estava enfiado numa camiseta vermelha.

– Bela cor o vermelho, não? – Tom assentiu numa reclamação. – Prossiga.

– Estava no castelo com Naomi, Theo e Calidora quando escutei os gritos e, como monitor-chefe, fui ver o que estava acontecendo e, bem, Gus Lestrange estava um pouco bêbado e, hm... – Ele não soube explicar então apenas ergueu os trapos da camisa de Hermione. Dumbledore pareceu compreender.

– E então?

– Ele ia me atacar com uma maldição imperdoável e eu revidei.

– O que fez? – Ele parecia levemente preocupado.

– O estuporei. – Tom parecia ligeiramente incomodado de não ter feito o que queria com Gus. – Ele ainda está lá fora.

– Vou pedir para que algum professor vá buscá-lo. – Disse tranquilo. – Pompy, querida. – Chamou delicado. – Pode conseguir uma poção calmante para a Srta. Granger assim que terminar com o Sr. Potter? – A medimaga assentiu. – Vai ficar, Sr. Riddle? – Tom pensou por um segundo, mas em seguida assentiu. Dumbledore concordou e caminhou em direção a saída. – E Sr. Riddle, parabéns por Calidora. – Tom concordou irritado. Por que todos tinham que parabenizá-lo por algo que não queria?! Até mesmo Abraxas lhe desejara os parabéns! Será que ninguém lhe perguntaria se estava feliz com aquilo?

Hermione moveu o rosto lentamente para a esquerda suspirando profundamente, mas não abriu os olhos. Apenas aguçou os ouvidos em silêncio.

– Sabe que não posso, Abby! Só quero que tome conta dela. Eu preciso fazer isso por...

– Por sua grandiosa causa de exterminar os sangues-ruins. – Abraxas e Tom conversando ali? – Devia tê-lo matado! Aquele...

– É... Eu devia. Dumbledore me deu detenções por atacá-lo e ele foi expulso. Gail está puto comigo. – Tom suspirou pesadamente. – Só diga que vai fazê-lo...

– Eu faria mesmo que me pedisse para não fazê-lo, Tom. Hermione é minha amiga.

– Por isso estou pedindo a você, Abbie. Eu... Não consigo entender! – Confessou. Hermione pôde sentir a mão dele sobre seu rosto.

– Não tente. É serio! Você vai enlouquecer se continuar tentando! – Sugeriu. O silêncio pairou no quarto. – E Calidora? O que ela tem achado de suas vindas até aqui para vê-la?

– Nada.

– Suponho que, obviamente, tem dito a ela que vai estudar na biblioteca quando, na verdade, vem pra cá. Estou certo? – Silêncio. – Vai mesmo se casar com a Black?

– Não quero fazer isso.

– Droga Tom! Então não faça! Pelo amor de Merlin, quando você ficou tão burro?

– Não entende o que isso vai me trazer? Tudo o que eu sempre quis, Abraxas!

– Acho que... Não me leve a mal, Tom, mas...

– Diga logo! – Bufou.

– Acho que você deveria se afastar dela... – Disse baixinho. – Quer dizer, se quer continuar tomando essas decisões, tire-a de sua vida antes que a mate. – Hermione pode ouvir Tom suspirar pesadamente.

– Eu não seria capaz de...

– Nós dois sabemos que seria. – Cortou. Tom suspirou pesadamente. – Não estou dizendo que precisa se afastar dela, Tom. Mas se quer viver por sua causa, deveria fazê-lo. Essa seria a maior prova de que realmente se importa com ela. – Hermione pode ouvir os passos de Abraxas se afastando da enfermaria. – E pare de matar aulas. – Disse mais alto para que o moreno pudesse ouvi-lo. – Isso vai afetar em suas notas. – Alertou. Abraxas voltou a caminhar e quando finalmente os passos dele não podiam mais ser vistos, Hermione abriu os olhos encarando o moreno a sua frente.

– É verdade, então?! – Perguntou baixinho. Tom sabia do que ela estava falando, mas não queria falar sobre isso. – Me responda... – Pediu.

– É. – Disse simplesmente.

– E o que faz aqui, então?

– Por que gosto de você, Granger. Você sabe disso e não me faça ficar repetindo. — Disse irritado.

– Isso parece, realmente, não importar muito, não é? – Tom olhou para baixo. Por que estava tão envergonhado? Aquilo nem sequer era da conta dela!

– Não faça isso, Granger, por favor. – Pediu baixo. Era a primeira vez que ela o via falar daquela maneira. Sufocado. Ele parecia sufocado. – Eu só...

– Eu não sei por que sequer deduzi que poderia ser diferente. – Confessou. Tom pareceu surpreso com a interrupção, mas mais surpreso ainda com a frase. Com o que ela significava. – O que mais eu poderia esperar de você? – Jogou irritada. Era isso então. Hermione realmente esperava algo dele e agora ele a estava fazendo mudar de opinião. Ela foi a única que esperou, realmente, algo dele. – Você. O grande Tom Riddle! – Tom afastou a mão do rosto dela. Hermione deixou as lágrimas escaparem e secou o rosto fungando. – Onde está madame Pomfrey? Quero ir descansar no meu quarto. – Perguntou sem encará-lo.

– Ela está cuidando do Weasley.

– O que houve com ele? – Ela jogou levantando-se lentamente. Suspirou sentindo os pés descalços tocarem o chão; sentia-se incomodamente fraca. Odiava essas malditas poções.

– Foi atacado pelos centauros. – Hermione esbugalhou os olhos, incrédula. – Ele e o Potter foram procurar algo na floresta negra e os centauros não gostam de visitas inesperadas, você sabe. – Explicou. Hermione deu um passo adiante sentindo os joelhos falharem levemente, mas em seguida voltou a controlá-los. Queria ficar de pé. – Tudo bem? — Ela encarou o rapaz ao seu lado e assentiu minimamente.

– Cuidado da próxima vez, sim?! Septimus, você sabe que com o braço quebrado ou não, vai levar uma detenção, sim?! – O ruivo assentiu. – O que lhe deu, menino? Entrar na floresta negra desse jeito! – Ralhou a jovem medimaga.

– Eu te juro, madame Pomfrey! Era o monstro da Câmara! Que tem atacado os alunos. Era tão grande quanto um urso! – Septimus esticou o braço não engessado. – E ele também... Mione! – Septimus sorriu animadamente e caminhou apressadamente até a garota apertando-a num abraço. – Aquele verme! – Cuspiu irritado. Hermione sorriu novamente. Septimus, além do cabelo, tinha um cheiro semelhante ao de Ronald e falava da mesma maneira. Hermione o adorava. – Você está bem? – Ela assentiu.

– E você?

– Bem, eu quebrei o braço feio. As poções regeneradoras não fizeram muito efeito. Madame Pomfrey conseguiu colocar meus ossos novamente pra dentro do músculo e fechar o corte magicamente, mas ela me disse que eu poderia entrar em choque com mais alguma poção, então terei que esperar como um trouxa faria. – Hermione deu um leve tapa em seu ombro.

– O que deu na sua cabeça, Ronald Weasley?! – Ela se conteve levando a mão a boca. – Sinto muito Septimus. É só que... Você e Ron... Se parecem tanto...

– Não tem problema, Mione. – Ele sorriu animadamente. – Preparada para voltar às aulas? – Sugeriu. Hermione assentiu animadamente. – Até imagino como esteja sendo horrível para você... Perder todas essas aulas.

– Realmente, não me sinto bem sem as aulas. – Septimus riu.

– Slugorn tem perguntado de você. – Disse. Hermione pôde ouvir os passos de Tom atrás deles. – E do Riddle também. – Disse observando o braço engessado. – Ele tem cabulado bastantes aulas. – Hermione já sabia, mas apenas assentiu.

Hermione sorriu minimamente observando o loiro abrir um sorriso maior que o rosto. Se havia alguém de quem Slugorn definitivamente não gostava, esse alguém era Augustus Lovegood. Slugorn chegara a bani-lo das aulas de poções depois que ele explodira a sala e mandara metade dos alunos para a ala hospitalar.

Fazia pouco mais de um mês do incidente com Gus, e Gail ainda não falava nem com Tom, nem com Hermione – mesmo que ela não tivesse culpa. Hermione começara a passar boa parte do tempo com Lovegood, já que Mary Jolene passava mais tempo com Abraxas do que com ela e, há alguns dias, finalmente ele tomara coragem para algo. Não era como beijar Gus, muito menos como beijar Tom. Não! Nada nesse mundo se compararia ao beijo de Tom. Era como ir ao céu e depois descer direto pro inferno. Beijar Tom era como encontrar a paz no meio de uma guerra.

– Hermione, querida. Seu novo namorado não fala muito não é? – Incentivou Slugorn desanimado.

– Augustus é um pouco tímido. – Explicou sorrindo para o professor enquanto enlaçava a mão a dele sobre a mesa.

– Os professores realmente distribuem elogios sobre ele. – Hermione sorriu. – É claro que ele não tenho um desempenho tão bom em poções. – Augustus corou até a ponta do cabelo.

– Mas ele vai melhorar. – Garantiu. – Augustus, coma algo! – Ele negou ainda corado. – Quer dar uma volta, Augustus? – Ele assentiu e Hermione se levantou lentamente ainda sorrindo e caminhou para fora do jantar ainda de mãos dadas com o loiro. – O que foi?

– Eu não gosto dali, Mione. – Admitiu. – Abraxas não gosta de mim, Mary Jolene sempre fica zombando, Calidora é uma vadia suja e Riddle... Ele me olha como se quisesse me matar. E o professor Slugorn vai passar o jantar inteiro falando do meu desempenho em poções. Você sabe disso, Mione.

– Ignore-o! – Disse simplesmente.

– Não quero ficar ali, Mione. – Disse. – Vou pro dormitório. Pode voltar pro jantar. Não quero estragar sua noite.

– Augustus...

– Sério, Mione. Você sabe que vai ser assim... – Ele deu de ombros. – Nos falamos amanhã. – Ele tocou os lábios com os dela lentamente antes de se afastar. – Cuidado com os zonzóbulos! – Alertou. Hermione riu baixinho e sentou-se em algum canto tirando os sapatos.

– Oi... – Ela encarou o rapaz ao seu lado. Ele afrouxou a gravata e suspirou pesadamente. – Eu... Hm, queria ter falado com você antes. – Disse baixinho. Passou a mão pelos cabelos negros e suspirou outra vez.

– Por que saiu do jantar? Como saiu o jantar?

– Disse que não estava me sentindo bem. E realmente não estou. Preciso de ar fresco. – Confessou. – E o Lovegood?

– Estava desconfortável. Achou melhor voltar para o dormitório.

– Me desculpe pelo clima desconfortável. Não posso evitar. – Disse baixinho.

– Bem, somos dois. – Admitiu. Tom suspirou outra vez e a encarou em silêncio. – E o casamento?

– Os pais dela estão organizando... Hm, estão bem animados, na verdade. Eu acho. – Ele suspirou. – Quer mesmo falar sobre isso? – Jogou desconcertado. – Não gosto desse assunto.

– Deveria gostar.

– Mas não gosto. – Retrucou irritado. Respirou profundamente e encarou os corredores vazios. – Como ele te trata?

– Perdão?

– O Lovegood, como ele tem te tratado? – Hermione suspirou, cansada.

– Bem. Augustus é um cara legal. Ele, hm, é cuidadoso... As vezes até demais.

– Isso é bom?

– Não exatamente.

– E o que tem de tão ruim nisso?

– Ele... Hm, gostaria que pudéssemos ter algum tipo de ligação. – Tom engasgou-se com a própria saliva. – Não esse tipo de ligação, Tom. – Ele a viu assumir um tom vermelho pimentão. – Digo, nós não falamos sobre coisas em comum. Não ficamos confortáveis um com o outro. Queria me sentir confortável com ele da mesma maneira que é com... – Ela conteve. – Você. – Completou baixinho. Tom a ouviu, suspirou pesadamente. – Eu sinto muito... – disse secando o rosto. Ele não se moveu. Tom sabia o que faria se se movesse. Hermione se levantou lentamente pegando os sapatos no chão.

– Hermione... – Ela não se virou. – Fique. – Ela não se moveu também.

– Eu... Eu não posso, Tom. – Disse voltando a caminhar.

Tom sabia que se arrependeria daquilo mais tarde. Estaria novamente a machucando e descumprindo o que disse a Abraxas que faria. Mas mesmo assim o fez. Levantou-se num salto e a agarrou pelos pulsos puxando-a para mais próximo. A apertou contra o corpo e escondeu o rosto na curva do pescoço dela aspirando aquele perfume. Sentiu as mãos dela em seu cabelo respirou. Queria ficar ali. Somente ali. Era àquele lugar que pertencia. Escorregou as mãos para as coxas dela e, sem aviso, colou os lábios aos dela. Precisava aquilo. Enlouqueceria sem aquilo. E Hermione retribuiu e mais nada importava novamente. Como uma vez aconteceu na Câmara do Basilisco, eles se pertenciam.

E Tom apertou fortemente as coxas dela pressionando-a contra a primeira parede que estava em seu caminho. Hermione ergueu as pernas as passando o redor dos quadris dele. Tom escorregou a mão mais para dentro do tecido do vestido pousando-as sobre o tecido da calcinha. Apertou levemente as nádegas dela sobre a calcinha e escorregou os lábios pelo pescoço dele. Pela primeira vez, Hermione gemeu baixo comprimindo o corpo contra o dele.

– Alguém pode chegar. – Disse simplesmente. Tom a ignorou e continuou escorrendo os beijos pela pele dela. – Tom... – Votou a chamar. Ele a ignorou novamente escorregando as alças do vestido vermelho. – Tom... – Ela gemeu novamente. – Eu sei, hm, um lugar...

– É bom ser um bom lugar, Granger! – Disse afastando o rosto da pele dela. Hermione sorriu minimamente e voltou a beijá-lo.

Não conheça aquele cômodo. Que lugar era aquele? Abriu a boca, surpreso. Nunca sequer pensaria que um lugar como aquele existia em Hogwarts.

– Bem vindo à Sala Precisa... – Hermione suspirou deixando os saltos em algum canto. Aquele lugar não era exatamente o que tinha pensado.

– Como descobriu esse lugar, Mione?! – Tom parecia pasmado. Retirou a gravata desabotoando os primeiros botões da caminha. – É... É perfeito! Mione. É...

– Não conte a ninguém sobre esse lugar, por favor.

– Não vou contar... – Prometeu Tom tocando a estátua de uma cobra prateada na parede. – O que pediu?

– Só um lugar onde não poderiam nos incomodar. – Disse corando. Tom esticou o braço tocando o rosto dela e sorriu minimamente.

– É perfeito. – Repetiu. Hermione sorriu timidamente aproximando o rosto ao dele tocando os lábios com os dele lentamente. Mas esse beijo não era como antes. Não era como antes no corredor; não era daquela forma quente, desesperada. Era lento e calmo, como se mais nada existisse do lado de fora daquela sala que ninguém mais poderia entrar. Tom escorregou as mãos para debaixo do vestido; adorava a maciez da pele dela. – Hermione... – Tom sussurrou contra os lábios dela. Também adorava o nome dela. E voltou a beijá-la. Adorava o gosto dos lábios dela. Escorregou os lábios pelo pescoço dela e aspirou o perfume inebriante. Adorava o cheiro dela. Tocou as alças do vestido empurrando-as pelos ombros e braços. Afundou o rosto nos seios ainda cobertos pelo tecido do sutiã. Mas não por muito tempo. Hermione gemeu timidamente quando sentiu os lábios dele lhe tocarem os seios, mas em seguida levou as mãos aos cabelos negros dele erguendo o tórax num suspiro pesado. Sentiu uma das mãos dele se mover para entre suas pernas e massageá-la sobre o tecido da calcinha; gemeu mais alto e automaticamente levou uma das mãos ao colarinho dele afrouxando a gravata e apressadamente desabotoou a camisa tocando-o no peito. Conseguia sentir sua ereção por baixo das calças comprimida contra seu sexo. – Hermione... – Ele sussurrou o nome dela novamente e no segundo seguinte puxou as alças do vestido dela para baixo retirando-o por completo. Queria que fosse como era com Calidora, mas não conseguia. Hermione não era Calidora.

Hermione suspirou profundamente antes de voltar a se aproximar, sabia o que viria agora. Passou as mãos lentamente ao redor dos quadris do rapaz a sua frente tocando os lábios em seu pescoço. Tom afundou as mãos em seus cabelos respirando profundamente. Mordeu levemente a ponta do queixo dela e desceu uma das mãos até as nádegas dela apertando fortemente e em seguida puxando o tecido fino para baixo. Sentiu as mãos dela em seu cinto se esforçando para tirá-lo. Parecia subitamente apressada; curiosa talvez. Tom levou novamente uma mão para entre as pernas dela, mas dessa vez sem o tecido para impedi-lo, voltou a massageá-la, perdendo-se entre suas carnes. Hermione gemeu comprimindo o corpo contra o dele. Tom levou o dedo levemente a entrada úmida e pôde sentir a respiração pesada dela em seu ombro. A penetrou lentamente; Hermione cravou as unhas nos ombros dele num gemido contido. Tom a beijou. Pode senti-la comprimir o corpo contra o dele num gemido abafado.

– Cama... – Tom sussurrou erguendo-a em seu colo e caminhando até a cama no centro do cômodo. Deitou-a sobre os lençóis negros de seda pura e ela ficou de joelhos sobre o colchão, puxando nervosamente para baixo as calças dele.

Logo, as roupas foram jogadas pelo cômodo. O cômodo perfeito para eles. Tom deitou seu corpo sobre o dela, fazendo-a arfar. Ela chamou o nome dele com um suspiro e então, puxou os cabelos negros com força enquanto o beijava. Suas pernas enlaçavam os quadris dele, os encaixando perfeitamente. O corpo dela era o tudo o que ele conseguia e queria registrar naquele momento.

Não havia mais nada. Não havia um futuro devastado por mortes. Não sobre aquela cama. Não naquele cômodo. Não com ele. Ele era apenas o jovem Tom Riddle. Lord Voldemort não existia ali. Eram apenas Tom Riddle e Hermione Granger. E mesmo que aquilo terminasse pela manhã, se lembrariam deste momento. Por que era único e eterno naquela sala.

Quando, com calma, Tom começou a penetra-la, ela mordeu seu ombro para conter o grito. Forçava seu sexo á abrir-se para ele, tornando-a mulher. Ela travou a mandíbula quando, finalmente, ele estava inteiro dentro dela. Num ritmo lento, entrava e saia de Hermione, controlando-se para não machuca-la.

Ela gemia alto e de forma deliciosa, excitando-os ainda mais. Seu corpo começou a relaxar sob o dele, um indicio de que a dor, causada pelo rompimento de sua virgindade, passava. Então Tom moveu-se com mais liberdade. Cada vez mais rápido. Entregou-se a luxúria completamente.

– Tom... Ah! Tom, por favor... – Ela gemeu o nome dele. Era a primeira vez que fazia aquilo e era tudo o que ele precisava. As mãos dele não eram gentis em sua cintura. Levantou o corpo, puxando-a pelas ancas, sem parar de se mover dentro dela. Seu rosto estava rubro de excitação, seu queixo apontava para o teto enquanto Hermione cravava as unhas no travesseiro.

Hermione sentiu os músculos de seu sexo se contraírem, sugando-o para dentro dela. Um orgasmo. Seu primeiro orgasmo. Cruel, arrebatador, dominante. Hermione puxou todo ar que conseguiu erguendo o tórax da cama, gemeu em seguida de forma arrastada e todo o ar deixou seus pulmões. Tom reuniu todo o controle para não derramar-se dentro dela. Ainda não. Era só o primeiro.

Tom apertou mais os quadris dela e a virou na cama colocando-a sobre ele. Hermione sentia-se incrivelmente cansada, porém disposta. Colocou as mãos sobre o peito dele e respirou profundamente. Queria perguntá-lo como fazer aquilo, mas Tom parecia esperar que ela o mostrasse como queria. Hermione começou lenta, pausada, gemendo lentamente entre os movimentos para cima e para baixo sobre ele, mas em seguida, moveu-se mais rápido e, involuntariamente, sentiu as unhas arranhá-lo no peito. Tom apertou-a mais nos quadris, provavelmente, iria marcá-la, mas, não que fosse confessar, queria fazê-lo. Queria mostrar a todos que ela era dele. Que pelo menos daquela maneira, ela era dele. Hermione ergueu a cabeça num outro gemido arrastado. Tom conseguia vê-la tremer sobre ele; jogou a cabeça para trás num sussurro que foi o ultimo que deu naquela noite.

– Hermione... – E ela caiu sobre seu peito. Não suportaria mais tanto trabalho. Haviam terminado, mas não era o fim. Tom não permitiria que aquele fosse o fim deles. Não! Passou os braços ao redor do corpo dela num abraço protetor e suspirou pesadamente. – Hermione... – Sussurrou. Ela não ergueu o rosto para encará-lo, mas pôde ouvi-la respondê-lo. – Eu não quero me casar. – Hermione se esforçou encarando-o. – Não com Calidora. Ela é tão... Não importa! Não quero me casar com ela, Mione. Por favor, pare de me olhar como se eu a amasse e isso te destruísse por dentro. Eu não quero... Eu não quero te magoar.

– Mas me destrói por dentro, Tom... – Confessou. – Eu não quero mais ter que... Suportar.

– Eu casaria com você agora mesmo se pudesse. – Sussurrou involuntariamente. Mas valeu a pena. Hermione sorriu como nunca antes. Os olhos brilharam e ela escorregou as mãos entre os cabelos dele tocando os lábios aos dele.

– Eu te amo, Tom... – Sussurrou fechando os olhos em seguida. Estava tão cansada.

– Eu... Eu... Eu, hm, te...

– Não precisa falar agora... Não precisa falar, Tom. Sei que não gosta.

– Mas sabe que eu sinto?

– Eu quero acreditar que sim

– Nunca, em hipótese alguma, pense o contrário. – E Tom fechou os olhos. Precisava aproveitar aquele momento, pois logo ele teria um fim. Não ligava para ninguém fora dali. Que fossem todos para o inferno. Que se dane seu casamento, seu objetivo, seus seguidores. Que se dane tudo! O que importava era ele e Hermione deitados ali. Por que mais ninguém existia fora daquela cama. Só os dois.

Notas finais
HOOOOOT! Finalmente, eu sei! Feliz dia do sexo seus lindos.
Malfeito Feito!
Nox
Reviews?