Vijukei No Monogatari
17 Capítulo 16 Aquilo que todos querem
Notas iniciais
=]
Bom capítulo pq ele ta enorme
http://imageshack.us/f/502/apresentao3.jpg/( Bandas)
http://imageshack.us/f/20/apresentao2k.jpg/ ( Família Ishihara)
http://img802.imageshack.us/img802/1153/vijukei3.jpg (fundadoras, Maya e simbolos)
Lemon, lemon, lemon o/
Leiam as notinhas finais ok?
Cap ainda não betado, mas acho q minha anjinha entra aqui mais tarde pra betar, de qualquer forma eu revisei pausadamente, espero não ter erros.
Azumi-chan:Olá amores então já ta betadinho!Boa leitura *-*
Capítulo 16 Aquilo que todos querem
–Não acredito que precisamos fazer isso mesmo... – o pequeno hibrido resmungou ao pegar a bola improvisada de emaranhados de galhos finos e jogar mais para frente enquanto caminhava pela floresta. Logo Akira surgiu na frente desta e a pegou em sua mão – parece que estamos brincando com coisa séria...
–Mas essa é a intenção, não há problemas em invadir terras de outras pessoas se estivermos apenas “brincando” – o maior respondeu, tornando a jogar o objeto esférico mais adiante, o meio youkai surgindo na frente deste e interceptando o “brinquedo”.
–Vão nos ver facilmente assim – o menor ditou – volte agora e eu dou um jeito nisso...
–Amor, eu não vou te abandonar, mesmo que por algum acaso eu quisesse fazer isso, simplesmente não consigo, você é parte de mim agora, ficar longe de você seria como arrancar um pedaço do meu coração – explicou em um olhar brando e um tom gentil.
As bochechas do pequeno se enrubesceram e este tratou de jogar a pequena bola com força para a frente, Reita tendo que se apressar para pegá-la.
–Idiota... – resmungou, mas seu peito parecia pulsar sem controle e seu corpo fora invadido por uma mornicidade afável – neh... sobre... essa coisa de “companheiro”... eu... e você... é como se fôssemos casados? – a face se tingindo completamente de vermelha.
Para a sua surpresa a resposta não foi imediata como achou que seria, e quando ergueu o rosto para brigar com o maior por tê-lo ignorado quando estava notavelmente fazendo e dizendo algo constrangedor, sentiu os braços fortes o pegarem no colo e rapidamente ser lavado para trás de uma árvores dentro do caminho recuado.
–Ei.... – reclamou, mas ao mirar o rosto do ameniano compreendeu a tensão e se manteve quieto, sendo circundado pelos braços nus atrás de si, protegido como se fosse uma criança.
Foi apenas ao se concentrar que sentiu o odor de coisas se aproximando, ainda que não conseguisse ligar o cheiro a nada em particular.
–Youkais ... – o maior sussurrou, franzindo o cenho e fazendo suas marcas vermelhas nos braços se acenderem, logo os dois pareceram serem envolvidos por uma espécie de barreira rubra, que para muitos seria invisível, mas para os olhos do hibrido era nitidamente identificável.
–Pra quê isso? – perguntou baixinho ao levantar o rosto e tentar mirar a face do maior às suas costas.
–Eles podem nos sentir, isso vai enganá-los – o ameniano respondeu e não demorou muito para que o que se assemelhava a uma centopéia gigante com algum tipo de rosto demoníaco e outra figura que lembrava um tipo de abelha de garras passassem alguns metros mais adiante. Os animais observavam tudo atentamente, como se estivessem monitorando o local.
–Yuuto está chegando... – a abelha falou ao parar bruscamente – avise aos outros...
–Você não me dá ordens – o youkai centopéia bracejou – já não basta ter que aturar ordens de um humano, agora tenho que obedecer uma mosca?
O inseto de asas emitiu algum som semelhante a um zumbido e pareceu fuzilar o outro youkai abaixo de si.
–Todos queremos o que Yuuto nos assegurou, por isso obedecemos quem ele manda obedecer e agimos como se fôssemos um exército... acaso não quer ter poderes e comidas inesgotáveis? Não precisar mais disputar com os youkais de classe maiores os enjoativos habitantes de Vegas e ainda obter mais força? – a abelha vociferou – vá avisar aos outros...
A centopéia guinchou em ira e deu a volta.
–É melhor que esse Yuuto cumpra o que disse... – resmungou antes de sumir em direção de volta à cidade imperial de Ishihara.
A abelha continuou sobrevoando ali por alguns segundos, parando e encarando algum ponto na direção onde se encontravam as duas pessoas escondidas, mas, para o alivio da dupla, esta apenas virou para o outro lado e decidiu sobrevoar outra área.
–Quantos mais acha que deve ter lá dentro? – o pequeno perguntou, se agarrando inconscientemente aos braços fortes que o rodeavam e pensando em onde havia ouvido o nome “Yuuto” antes.
–Não sei... mas... acho melhor mantê-la ao nosso redor, e vamos limitar a área de jogo a isso também – o ameniano respondeu, se referindo a sua própria barreira, esgotaria sua energia mais rápido ao permanecer com aquilo, entretanto era o jeito mais seguro de avançar na invasão.
–Sim! – o pequeno assentiu, tentando controlar o medo da incerteza do que encontrariam pela frente, nunca teve que passar por situação parecida em todos seus vinte e cinco anos de vida... estava assustado, mas... estranhamente... se sentia protegido e confiante com o maior ao seu lado.
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–E-eu... apenas... Manabu disse que eu poderia ir no lugar dele, Byou-sama paga bem e.... eu achei que... – o delicado e bonito cortesão tentava se explicar diante do olhar sério do proprietário.
–Achou que... – Kazuki ameaçou com o olhar.
–Achei que se conseguisse satisfazê-lo conseguiria o suficiente para pagar o meu preço e... — Fujiu continuou – desculpe, eu só...
–Aumentarei sua dívida em 20 medas por isso – o maior interrompeu – você só obedece ordens minhas ou de sua supervisora, lembre-se disso, antes que eu decida te vender para a casa vermelha ridícula e porca da outra rua — continuou em seriedade, tinha que deixar claro que ele era a autoridade ali, como sempre fora, não um ameniano duvidoso que chegara a pouco mais de um mês – saia – ordenou ao jovem loiro antes que este pudesse dizer qualquer coisa e Fujiu assentiu, reverenciando o proprietário e se colocando para fora do escritório.
O cortesão cruzou com o ameniano citado assim que saiu da sala e seguiu pelo corredor, os dois trocando um olhar significativo e o menor assentiu em um sorriso. Manabu também abriu os lábios em satisfação, continuando a andar até os guardas à porta do escritório de seu senhor, cumprimentando-os antes de adentrar o local como fora avisado a fazer.
–O que te faz me chamar a essa hora da madrugada, meu senhor? – o ameniano perguntou em um sorriso provocante – mudou de idéia?
Kazuki ergueu uma sobrancelha e fechou a expressão em seriedade.
–Estou começando a sentir falta de quando você agia apenas como um garoto esquentado e boca suja... – o maio sorriu de lado — ... Buu-chan...
Manabu estreitou o olhar, mas não corrigiu o proprietário como sempre fazia, tinha que se controlar e levar sua nova estratégia adiante.
–Diga logo o que quer! – suspirou em enfadamento.
–Desde quando você dá ordens aos meus cortesãos? – Kazuki se adiantou, pondo-se de pé e andando até o menor a frente da porta – o que está planejando?
–Achei que gostaria de saber que abri mão de passar a noite com o incrível Byou-sama, para te esperar e tentar uma chance com você – o pequeno rebateu em um sorriso de lado.
Kazuki voltou a estreitar o olhar, se colando ao corpo menor e imprensando-o contra a madeira da porta.
–Deveria estar sem o mínimo de vontade pelos os próximos sete dias, a época de calor se findou na última noite, não? – perguntou em seriedade, erguendo a mão para o queixo fino e delicado do ameniano.
–Deveria? – o menor inquiriu em provocação – acho que você me deixa com vontade qualquer dia... estava esperando que meu primeiro trabalho em sua casa fosse satisfazer meu tão elegante e esperto senhor...
Kazuki escorregou os dedos para a nunca do pequeno e a outra mão lhe apertou o quadril, não fechou os olhos, mas aproximou seu rosto do rosto menor e roçou os lábios ao canto da boca deste, respirando o cheiro bom e provando a textura macia da pele, sabia o quão sedutores amenianos poderiam ser, ainda mais um neko tão singular como aquele, apesar de nunca ter tido a oportunidade de provar algum... talvez já estivesse em tempo.
Manabu espalmou as mãos nas costas largas do maior e cerrou as pálpebras, se mostrando totalmente receptivo. Kazuki ainda hesitou por um segundo antes de levar os lábios avermelhados aos rosados do menor, um toque inicial e as línguas pareciam querer invadir o céu um do outro ao mesmo tempo, travando um rápido embate antes do maior se fazer dominante e vasculhar a boca alheia com destreza, elegância e desejo.
O ameniano gemeu contido e puxou mais o corpo maior contra si, afastando as pernas e se colocando nas pontas dos pés para um contato mais íntimo. Kazuki não demorou em incentivar a movimentação do menor e prensá-lo mais contra a madeira, erguendo seu corpo com o seu próprio e com sua mão direita, mantendo o baixo ventre em contato com o seu, fazendo o pequeno se agarrar aos seus ombros. O ósculo se findou demoradamente, ambos selando seus lábios molhados para que o beijo não se acabasse, mas em um último selo Kazuki desviou seu rosto e o levou até a orelha do ameniano.
–Preciso da sua ajuda... – sussurrou de modo provocante e se alguém estivesse às suas costas naquele escritório vazio teria visto os lábios de Manabu se abrirem em um sorriso satisfeito... com certeza, aquela tinha sido a estratégia correta.
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Parecia algum tipo de comemoração sombria aquela madrugada em Ishihara. Melody se forçava a ficar de pé enquanto aguardava a misteriosa visita do marido naquele salão repleto de soldados estranhos e com um clima sombrio agravado pelas chamas de velas negras. Tinha que tomar alguma atitude, tinha que fazer algo pelo o bem de suas filhas e por seu próprio bem, só não sabia de onde tirar forças e ajuda para tal, já que a única pessoa da qual tinha certeza sobre a fidelidade havia sido decapitada e tinha a cabeça a adornar a decoração da fétida recepção.
Miyavi se mantinha sentado em sua almofada acolchoada e ela havia se negado a ficar ao seu lado, se mantendo de pé mais o canto do salão encarando os samurais de olhos estranhamente desfocados e que se assemelhavam a marionetes de tão imóveis que permaneciam.
Respirou fundo quando viu as portas duplas serem abertas e por elas adentrarem dois homens de alturas semelhantes, ambos com cabelos clareados, mas o que parecia um monge tinha uma tonalidade bem mais clara, já que os fios do estranho homem de negro era de um castanho mais escuro. Ambos estavam sérios, porém o monge demonstrava leve cansaço e desinteresse naquela formalidade toda.
–Yuuto... finalmente voltamos a nos ver! – o Takamasa se levantou de seu assento com um sorriso animado no rosto.
–Miyavi-san... – Yuuto sorriu pequeno de volta, lançando um olhar a bela jovem no canto esquerdo do salão – sua adorável esposa? – perguntou ao senhor de Ishihara que se mostrava mais alto que si mesmo.
–Sim... já foi muito mais encantadora, mas aparentemente não compartilha mais das opiniões de seu marido... – o Takamasa deu de ombros — ela não será problema, garanto.
Yuuto estreitou o olhar para a jovem, Melody sentiu todos os seus ossos se congelarem.
–Está satisfeito com a ajuda que lhe enviei esses dias? – o bruxo perguntou ao desviar os orbes escuros da senhora do feudo... não se importaria com a óbvia aura de contestação vinda dela por enquanto.
–Com certeza... nunca pensei que youkais pudessem ser tão úteis! E são obedientes também... – o maior sorriu em agrado.
–Se têm-se algo que eles queiram, podem se tornar uma grande força! – o bruxo assentiu – preparado para o que está por vir?
O senhor de Ishihara abriu um sorriso amplo, um brilho vermelho lhe passando pelo o olhar.
–Com toda a certeza – assentiu – gostaria de ver logo o que os chineses me entregaram ou aceitaria nossa hospitalidade primeiro? – perguntou de modo anfitrião.
–Agradeço a hospitalidade, mas tenho aguardado isso por um tempo maior do que possa imaginar, gostaria de verificar o andamento da construção e ver aquilo de perto! – Yuuto explicou de um jeito formal.
–Como queira! – Miyavi assentiu, fazendo um gesto para seus soldados o acompanharem – nos sigam — ditou ao se colocar em direção às portas duplas ainda abertas. Lá fora seus soldados se uniram à escolta pessoal de Yuuto e todos acompanharam seus senhores que caminhavam calmos pelo o amplo corredor externo, seguindo em direção a direção da tão protegida sala.
Melody se viu sozinha no salão, seu corpo ainda estremecendo pelo o temor do olhar daquele homem. Respirou com dificuldade e decidiu seguir os passos de seu marido, ainda que fosse de longe, se esconder e deixar-se amedrontar só pioraria sua situação.
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–Em três ou quatro dias no máximo, a construção já estará completa, recebi informação de que aquela no acampamento chinês já está finalizada, apenas aguardando as suas ordens – o senhor do feudo comentava enquanto caminhavam pelo o pátio amplo e sombrio de sua propriedade – devo dizer que os soldados chineses que vieram aqui me pareciam bem... peculiares... meus homens também reclamam deles, sabe o que Sun Han faz com aqueles homens?
–Eles apenas estão do modo mais fácil de serem controlados... – o bruxo respondeu em desinteresse, o Ishihara não precisava saber mais sobre aquilo – aquela é a sala? – inquiriu em uma estreitada de olharão ao mirar o pequeno prédio separado dos demais e vários soldados desmaiados ao seu redor.
–Mas o que...
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–Parece que a cada dia esse fedor piora... – o jovem general de olhar felino e apelido Tora praguejou dentro de sua barraca, levando um copo de saquê aos lábios enquanto desfrutava uma partida de Shogi* com o velho comandante de Hana. Seu olfato era sensível, e os ventos que traziam o odor de carne podre do acampamento chinês estavam a lhe tirar a paciência.
– Tora-sama – a voz veio de fora da ampla tenda – acabou de chegar uma mensagem por um gavião – o soldado anunciou.
–Pode entrar – ordenou ao subordinado que rapidamente adentrou o local e se ajoelhou ao entregar dois pergaminhos realmente pequeninos ao general.
O velho comandante haniano se manteve alerta enquanto o mais novo desenrolava um dos pergaminhos.
Tora leu em um segundo a pequena mensagem e sorriu de lado ao jogá-la para o mais velho.
–Em breve teremos alguma diversão por aqui, Shousuke-san – falou em direção ao comandante – finalmente essa guerra irá começar.
O velho Shousuke pegou a mensagem e a leu rapidamente.
“A marcha se inicia amanhã a tarde, a aliança chegará em dois dias”
Junto à assinatura e brasão Kazamasa.
Tora nesse meio tempo abria o outro pergaminho menor, sorrindo mais amplo ao lê-lo.
– O que diz o outro? – o comandante haniano perguntou.
–Essa mensagem é pessoal! – o mais novo assentiu em satisfação.
“Da próxima vez eu te derrotarei, idiota!”
Junto à assinatura de seu “adorável” gatinho.
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–O-o que é isso? – o pequeno híbrido perguntou ao fitar o objeto diante de si.
–Não sei... – o ameniano respondeu, ficar perto daquilo o agonizava, podia ouvir almas gritando e chorando por todos os lados vindas de dentro daquela estranha pedra completamente negra e do tamanho da palma de sua mão — ... devemos levar? – perguntou ao menor.
–Se é possível levar, acredito que seria melhor... – o hibrido assentiu, ainda que também ouvisse tudo o que a jóia resplandecia, seus pelos se arrepiavam e o frio parecia querer se apoderar de seu corpo... o que quer que aquilo fosse... não gostava nada.
Respirou fundo e se projetou para se aproximar da pedra em um altar bem decorado mais ao fundo da sala ampla, sentindo seu corpo doer e sua cabeça latejar com a aproximação...e então a escuridão o ameaçou governar e já não suportou mais estar ali. Recuou logo em seguida, indo inconscientemente para os braços do ameniano e escondendo sua cabeça no peito deste.
–Não dá... eles gritam muito, choram muito... dói... não dá pra chegar perto... – murmurou em confusão, apertando-se mais ao kimono negro do maior – faça eles pararem de gritar...
–Calma pequeno... – Reita sussurrou de volta, desviando o olhar da pedra negra – não temos como levá-la, vamos apenas avisar o que vimos e o que ouvimos, Uruha pensará em algo, ele deve saber o que isso é – assentiu, confiava mais nos conhecimentos sobre magia, história e mitologia de seu amigo do que nos seus – venha, vamos sair logo daqui antes que nos descubram — entregou a bolinha que usaram para o menor, já não era mais necessária uma vez que para sair das terras de alguém seu shaman não o bloquearia, mas queria fazer o pequeno se acalmar – tome, vamos brincar, sim? Já passou, você não vai mais chegar perto desse negócio, tudo bem?
Ruki pegou a bolinha com calma, assentindo, sua cabeça ainda latejava com tudo que ouvira ao ousar se aproximar da jóia... o que diabos era aquilo? Olhou para cima e viu o maior lhe sorrindo... no meio daquela sala impregnada de dor, ódio, gritos e lamúrias... ele ainda era capaz de sorrir para si...
–Reita... – sussurrou baixinho, a dor parecendo diminuir gradativamente seus dedos soltando o emaranhado esférico de galhos, este caindo ao chão. O sorriso do maior se fechou e uma expressão séria se fez presente.
–Nos descobriram – o maior avisou por entre os dentes, enlaçando a cintura do companheiro e respirando fundo. Acendeu seu shaman e projetou o corpo para a saída, parecendo saltar em um impulso de ar por entre a porta aberta, pousando bem no centro do amplo pátio ... já tinha gastado energia demais, teria que encontrar um jeito rápido de saírem dali.
Reita olhou para frente, vendo dezenas de soldados em frente ao prédio em que estava, prontos para adentrarem o local, mas se virando para si quando viram a rajada de vento sair pela porta. Mais alguns soldados estavam cercando o pátio e duas figuras que transmitiam liderança se encontravam no canto mais distante, ao lado do que reconheceu ser um monge.
“O que um monge está fazendo aqui?”
–Miyavi... – o hibrido avisou ao maior ao indicar o mais alto dos três – não sei quem está ao lado dele, mas um deles deve ser o tal Yuuto...
–O menor é um monge... só não sei o que ele faz aqui, o santuário não atentaria contra Vijukei... – Reita assentiu.
Ruki se desvencilhou dos braços do ameniano e sacou sua espada ao ver que os soldados se aproximavam, Reita fez o mesmo e empunhou a lâmina de tamanho exagerado, retirando-a de suas costas, ainda que soubesse que aquilo só serviria para se defender e defender seu companheiro... tinha que pensar em um jeito melhor de fugirem.
–Matem esses malditos! – Miyavi vociferou e todos os soldados correram para cima dos dois invasores.
Reita colou suas costas ás costas do menor e defendeu os primeiros três golpes em sua direção, fazendo os samurais caírem para trás com o impacto, rodando ao redor de um eixo imaginário e impedindo o pequeno de ser atacado do outro lado,fazendo-o girar automaticamente junto com si para o local onde antes ocupava, defendo os golpes que também seriam desferidos contra o meio youkai. Repetiu a ação mais duas vezes, e foi empurrando as costas do companheiro com as suas para um lado que já estava livre de inimigos, forçando o pequeno a andar enquanto se defendia dos demais soldados que continuavam a atacar.
Ruki grunhiu em frustração, era óbvio que o ameniano além de o proteger estava simplesmente o impedindo de entrar em qualquer confronto.
–Merda, Akira... – gritou para o maior às suas costas, descolando seus corpos e indo para cima de alguns samurais, atacando-os, ferindo alguns gravemente – não sou uma maldita donzela em perigo, eu sei lutar, idiota! – gritou para o maior, mas se distraindo por um momento e tendo seu braço cortado de raspão acima do cotovelo.
Akira estreitou os olhos ao ver o sangue de seu companheiro escorrer e outro soldado de aproximar dele para também o ferir, seu shaman urgiu e num impulso se inclinou em direção à luta a alguns metros adiante, em um segundo já estava ao lado do menor e em um movimento rápido atingiu todos os cinco soldados perto deste, derrubando-os e desarmando-os.
–Fique perto de mim, Ruki – vociferou ao puxar o pequeno para perto de si, fitando mais uma vez o ambiente e a situação.
Ainda havia muitos soldados, ainda que fossem capazes de derrotá-los quanto mais tempo demorassem, mais tempo teriam para organizar algo maior para detê-los, mais tempos os poucos youkais que viram teriam para chegarem, tinham que sair dali e fugir o quanto antes.
–Aquele é o maldito mensageiro hibrido de Shiroyama – Miyavi rugiu – ele deveria estar morto... – estreitou o olhar – chamem aquele youkai cachorro aqui...
–Ele não retornou ainda, senhor – um de seus comandantes respondeu em um tom mórbido.
–Ele provavelmente não esteja mais vivo – Yuuto interrompeu -... aquele que está junto ao hibrido, é um ameniano... são fortes se impulsionados da maneira correta, apesar de possuírem limitações excessivas... mande seus homens não atacarem o meio youkai...
–O quê? Mas...
–Mande seus homens não atacarem o meio youkai... – Yuuto repetiu em uma voz firme, fazendo os olhos escuros relampejarem em vermelho e então o senhor Ishihara pareceu perder o foco por um segundo antes de voltar e se virar para o centro do pátio.
–Deixem o meio youkai, peguem o maior – gritou para os samurais e estes trataram de colocar logo em prática.
Reita se surpreendeu ao ouvir aquilo, e tratou de pegar seu pequeno pela parte detrás da capa negra deste, arremessando-o em direção ao local vazio mais atrás antes que os soldados viessem em peso para cima de si.
Ruki pousou de modo desajeitado, mas bem, se apressando em virar em direção à luta, vendo o ameniano ser cercado e atacado por dezenas de soldados, se defendendo de cada golpe, mas não atacando.
–Por que esse idiota não ataca? – rugiu, se adiantando para ajudar, entretanto, seu corpo foi paralisado e por mais que quisesse se mover seus membros simplesmente não o obedeciam – mas o que... – praguejou ao tentar se forçar a correr novamente, sem sucesso. Foi quando olhou para seus braços e conseguiu enxergar linhas negras os enrolando, abaixou os olhos e viu que todo o seu corpo parecia estar envolto por aqueles fios, seguindo os rastros dele com os orbes brancos até o chão, formando um caminho em direção a estranha figura ao lado do senhor de Ishihara, a que achava se chamar Yuuto.
Os orbes do bruxo se fixaram no meio youkai, sérios. Takanori sentiu seu corpo gelar e mirou a origem dos fios nos dedos da mão esquerda do homem... o que era aquilo? Ele o estava impedindo de se mover?
Tentou novamente se soltar, inútil. Começou a perder a paciência e voltou a mirar a luta, arregalando os olhos assim que pôs o olhar sobre o aglomerado de soldados e viu o ameniano saltar, tentando escapar dos golpes, conseguindo mais algumas vezes por ser brilhantemente rápido demais para qualquer samurai. Mas em um último salto acabou por pousar em cima de um emaranhado de fios negros ao chão, e antes que pudesse saltar novamente teve seus pés presos.
–Não... – Ruki gritou, entrando em desespero ao ver os soldados se aproximando do Suzuki. Sua fera rugiu, e logo seus orbes brancos se tornaram amareladas, forçava para se soltar, mas não parecia ainda ser o suficiente – não... REITA – gritou ao ver o companheiro se defender de mais alguns golpes, mas impossibilitado de mover as pernas, não conseguiu girar o corpo para interceptar a espada às suas costas, tendo a lâmina fincada no meio de sua região lombar esquerda.
O Suzuki grunhiu em dor, seu shaman se exaltando e o dando permissão para atacar. Derrubou mais soldados, chegou a ferir alguns, mas suas pernas ainda não se moviam.
–As marcas nos braços, fale para eles atingi-las – Yuuto ditou ao Ishihara que tratou logo de passar a ordem gritada aos seus homens.
Ruki sentiu seu corpo todo congelar e seu sangue parar de correr em suas veias, seu coração falhou uma batida ao entender o que aquilo significava... não podia deixar acontecer, não podia.
Fechou os olhos e se deixou dominar completamente por sua fera, forçando seus braços e pernas a se soltarem até o limite, conseguindo romper alguns fios, continuando a forçar.
Reita teve seu estômago perfurado por mais uma lâmina, outra sendo encerrada em sua perna e então viu o samurai ao lado vir em direção ao seu braço. Não podia acabar ali... não podia, não sem ter certeza de que seu companheiro estaria seguro. Seu shaman concordou e no momento brilhava como nunca, os orbes castanhos ganhando uma coloração avermelhada e a mão forte erguendo a espada grande para decepar a cabeça do homem que o atacava, quando um grito rouco o chamou a atenção.
Ruki conseguiu se livrar em um último grito rouco, não demorando em ir até seu companheiro. Soltou sua espada no caminho, usou as próprias garras para cortar fora a cabeça do samurai que iria atingir o ameniano. Foi rápido o modo como o pequeno monstro degolou os dez soldados ao redor, as presas sobressaindo excessivamente dos lábios vermelhos e as garras maiores do que sempre costumaram a ser. O hibrido se apressou em pegar os fios que impediam o maior de se mover e forçou até seu limite novamente para rompê-los, tendo sucesso.
Yuuto estreitou o olhar, não era para um mero hibrido conseguir romper aquilo... ainda que estivesse relativamente fraco, sua magia não era tão vulnerável assim...
Ruki se virou para os três homens ali e ameaçou seguir em direção a eles quando as mãos fortes e conhecidas enlaçaram sua cintura e o puxaram.
Reita colocou o pequeno em seus ombros, e mesmo que este tenha começado a se debater, tentou usar o resto de sua energia e ignorar as lâminas em seu corpo para impulsionar-se em um rajada de vento, saindo do centro do pátio, repetindo o processo diversas vezes enquanto seguia a direção que lembrava ser a certa de volta. Suas feridas jorravam sangue, mas precisava ir para o mais longe possível dali, o mais rápido possível para não serem alcançados por nenhum youkai, por isso gastava seu poder sem pensar enquanto se impulsionava em saltos de quilômetros por entre a floresta e impedia seu arisco hibrido de se soltar... tinha que sair das terras de Ishihara o quanto antes...
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O sol inda não tinha nascido quando o general de Shiroyama murmurou em seu sono, sentindo um peso sobre seu braço direito e enlaçando o corpo em cima dele inconscientemente. Sentiu o cheiro bom ao seu lado e ainda meio adormecido passou o outro braço pela presença ali e abraçou a pele nua contra a sua, metendo o nariz no que sabia serem fios de cabelo e deslizando os dedos pela tez acetinada.
–Hum... – a pessoa em seus braços murmurou gostosamente e num lapso de memória o moreno abriu os olhos, fitando o corpo alvo e desnudo colado ao seu. Franziu o cenho e tratou logo de empurrar o loiro para o lado, se desvencilhando se seus braços e se deitando de costas para o adormecido ameniano.
–Maldição... – praguejou para si mesmo, que diabos estava fazendo?
–Hun... – ouviu um resmungo e se sentou, virando-se em tempo de ver o loiro abrir os orbes chocolates preguiçosamente, o fitando de maneira rápida.
–Ok, ok... já estou indo... – Kouyou bocejou em sono, pelo o olhar do moreno sabia que ficar ali não seria uma boa opção, e apesar do quão frio e ridículo aquilo fosse, tinha considerado a noite um progresso maior do que achou que seria possível. Esticou os braços antes de se por de pé e andar em direção as portas, sentindo parte do sêmen escorrer por entre suas pernas, mas não se importando.
Por outro lado Yuu estreitou os olhos quando viu aquilo e desviou o olhar rapidamente quando se deu conta do significado da substância branca e pegajosa ali. Seus orbes negros foram capturados inconscientemente pela nudez da pele branca, e ainda que achasse mil e um motivos para estar analisando o corpo exposto daquela forma, preferia não dar segundos pensamentos àquilo.
Uruha pegou suas roupas do chão e se virou para o general, sorrindo de lado para o olhar deste para si... até onde iria a hipocrisia de seu companheiro?
Começou a se vestir, terminando de prender a peça de couro em sua cintura antes de colocar os pés nos sapatos baixos e finos, se agachando para prender os pinos destes, por sorte não estava com suas botas, demoraria bem mais recolocá-las.
–Bem... – suspirou ao jogar a capa por cima dos ombros – até mais tarde então... – assentiu em jeito doce, era melhor sair sem comentar nada ou acabaria por estragar a estranha satisfação em ter sido tomado por seu companheiro de maneira tão agradável.
Deu às costas sem esperar alguma resposta, sabia que ela não viria. Abriu uma das portas modestamente e passou por ela, dedicando uma última olhadinha ao corpo moreno completamente nu sentado no futon... realmente, bonito ele era, isso não poderia negar jamais...
Fechou a porta e se virou para os quatro soldados ali, reconhecendo Ryou entre eles.
–Me faria companhia até meu alojamento novamente, Ryou? – perguntou ao soldado de cabelos curtos e este assentiu, mirando os orbes estreitos dos demais em direção ao loiro.
Uruha não se importou com os olhares que recebeu e colocou o capuz sobre a cabeça, seguindo para a saída, sendo acompanhado pelo o samurai amigo.
–Você parece bem... – Ryou comentou.
–Eu estou... não precisa se sentir culpado por nada, Ryou, não foi total “castigo” ter vindo aqui – sorriu para o samurai que escondeu o rosto em arrependimento e vergonha.
–Vocês realmente são diferentes do que meu pai costumava a contar para nós... – o soldado continuou.
–É... acho que posso dizer o mesmo de vocês – o ameniano assentiu – provavelmente Aoi-san o pedirá para fazer isso todas as noites, até mesmo quando estivermos marchando, não precisa resistir às ordens dele, tudo bem? – explicou.
–Mas... ele não...- o menor começou, meio constrangido em terminar.
–Não se preocupe Ryou, apenas guarde segredo – o loiro ditou em um sorriso gentil.
–Sim... – o samurai assentiu em dúvida, não sabia se estava entendendo tudo ali... mas seu general estava tendo algo como um “romance” com um homem , e ainda por cima o líder ameniano?
Se mantiveram em silêncio durante o caminho, às vezes conversando alguma amenidade.
–Obrigado por sua companhia, Ryou – agradeceu ao soldado, retirando sua capa.
–Ah, pode ficar... se vou ter que fazer isso toda noite acho melhor já ficar com você... – o samurai se adiantou.
–Ah, sim... tudo bem então – o loiro sorriu — até a hora da marcha então
–Até – o soldado assentiu vendo o líder ameniano passar pelo o ponto que não podia ultrapassar.
–Complicado... – murmurou para si mesmo, não pensou que teria que lidar com uma situação daquela quando se alistou no exército.
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– Uruha-san voltou – o pequeno Miku comentou para si mesmo ao ver o líder mais adiante – Uruha-san – chamou baixinho no intuito de não perturbar os outros que dormiam, nos outros quartos.
Uruha se virou para o neko e sorriu com a intenção de acalmar a expressão preocupada do baixinho.
–Oi Miku-chan... deveria estar dormindo, vamos marchar em algumas horas... – falou em sua voz branda.
–Estava preocupado, está tudo bem? – o loirinho perguntou.
–Sim – o maior assentiu – por enquanto sim, só tenho que decidir como agir daqui pra frente – suspirou em cansaço – está tudo pronto para a marcha?
–Quase tudo – o pequeno assentiu.
–Reita já está de volta? – voltou a perguntar.
–Não... nem sinal dele – o pequeno neko explicou em preocupação.
Uruha estreitou o olhar, seu amigo não seria tão inconseqüente de se atrasar em uma situação daquela...
–Faltam duas horas para o amanhecer, se ele não entrar em nosso campo de alcance até lá peço a Lune e Toru para irem procurá-lo – ditou de modo preocupado – ele com certeza não gostaria que seu tempo com Ruki-san fosse atrapalhado, mas... não estou com bom pressentimento em relação a isso...
–Sim, mesmo que Reita-san sempre tenha sido meio indisciplinado, ele jamais foi irresponsável... – Miku-chan complementou.
–Vou tomar um banho, pode ir descansar, cuidarei de tudo agora, sim?– avisou ao menor, seguindo seu caminho em direção a sua acomodação provisória. Pegou apenas algumas roupas limpas e toalhas, seguindo para o banho coletivo logo em seguida, vazio àquela hora.
Adentrou a água morna após se despir, sentindo os músculos relaxarem e deixou os fios longos se molharem, afundando-se levemente para que até a raiz fosse encharcada pela a água. Muitas coisas no que pensar... nunca antes em sua vida precisou lidar com tanto ao mesmo tempo...
“Reita, onde você está?”
Choramingou mentalmente... sabia que o amigo merecia o tempo com seu companheiro, mas naquele momento sentia tanta falta dele ali...
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O sol já raiava quando as forças do Suzuki finalmente se esgotaram, estavam próximo da fronteira de Ishihara e perto da caverna que tinham usado como esconderijo – localizada bem no limite do feudo artista com o feudo Hana – mas o corpo do ameniano já não conseguia mais prosseguir, despencando totalmente no chão, inconsciente. As espadas em sua barriga e perna se fincaram mais com seu peso até passarem completamente por sua carne e saírem do outro lado de seu corpo.
Ruki, já de volta ao seu normal, também caiu ao chão por ter sido carregado pelo o maior durante todo o tempo, não tendo chance ao menos de tentar falar com este, já que o Suzuki não parara um segundo desde que fugiram da propriedade de Miyavi. O hibrido se apressou em colocar-se de joelhos e retirar a espada enterrada nas costas do ameniano desacordado, virando-o com velocidade e arrancando as demais em sua barriga e perna, vendo o sangue ainda jorrar para fora das feridas.
–Seu idiota, não precisava ter feito isso... – vociferou em nervosismo, tentando estancar o líquido rubro que esvaia dos cortes – idiota... merda... se regenere logo... droga... não ouse morrer, seu imbecil, não ouse.... – continuou a praguejar em uma voz chorosa – acorde Akira, me fale o que fazer pra te ajudar, seu idiota... idiota... idiota... – o tom rouco foi morrendo e sua mão se fechou em punho ao bater no chão – maldição! O que eu faço? Me diga, o que eu faço? Você não disse que eu era seu companheiro ou algo assim? Então... não ouse me deixar seu maldito, ou eu te mato... – não soube quando as lágrimas já tinham começado a lhe rolar pelo o rosto, mas os soluços foram impossíveis de serem contidos – idiota... – sussurrou ao enfiar sua cabeça no peito do maior, tentando ouvir as batidas de seu coração, identificando o pulsar lento, mas bem audível – por que não se cura? – perguntou na voz embargada pelo o choro ao levantar o rosto e mirar a face desacordada e pálida do ameniano.
“...Isso serve para depositar parte de nosso shaman em algum lugar, com informações ou lembranças, se eu voltar e o desfizer não haverá problema, mas se algo acontecer comigo o selo se soltará e irá direto para a pessoa que eu o ordenei que fosse..”
Lembrou das palavras dele aquela manhã, se ele disse que aquele selo tinha parte do shaman, ou o que quer fosse, dele... então teria energia também, certo? Poderia dar mais força pra ele , certo? Tinha que tentar...
Se levantou e puxou o corpo ferido e desacordado consigo, apesar do ameninao ser maior, o pequeno era um hibrido afinal, não era difícil carregar alguém em suas costas. Apoiou o corpo de forma horizontalizada em seus ombros e escápulas, segurando-o e disparando para a direção que lembrava ficar a caverna onde... fizeram coisas estranhas, e onde o selo estaria. Estava perto, por isso não levou mais que alguns minutos.
Deixou o corpo com cuidado ao lado do desenho estranho na parede de rocha e ficou esperando algo acontecer.
–Droga... como esse negócio funciona? – resmungou nervosamente, pegando uma das mãos do ameniano e a colocando sobre a superfície riscada – vamos... faça aquelas coisas estranhas, vamos...- pediu em agonia ao ver que nada acontecia – por favor... – choramingou, se abaixando ao lado do Suzuki e beijando a bochecha pálida deste – por favor... qual é... você não vai morrer assim... diz que não....que droga, Akira... – se deixou chorar fracamente de novo, dessa vez levando os lábios a boca sem cor do companheiro e dedicando um selo fraco ali — ... seu idiota...
O símbolo na parede brilhou fracamente e a tinta vermelha pareceu escorrer pelos os dedos frios do Suzuki sobre a pedra, se acoplando ao corpo desacordado e desaparecendo da rocha. Um segundo e o Suzuki respirou fundo, assustando o menor que ergueu o tronco e o olhou em expectativa.
Reita abriu os olhos, tossindo instantaneamente e cuspindo sangue algumas vezes. Franziu o cenho e levou as mãos à ferida da barriga, rugindo baixinho de dor. Seu shaman usou a pouca energia reposta para lhe curar os pontos mais graves do corte das costas e do estômago, se findando antes de fazer algo pela a ferida da perna. Reita respirou com dificuldade durante alguns segundos antes de fitar o pequenino ao seu lado... os olhos avermelhados e lágrimas no rosto... seu pequeno estava chorando?
–Ru-ki... – sussurrou em um ofego.
O pequeno hibrido deixou suas lágrimas rolarem de vez e voltou a se abaixar, abraçando o corpo ofegante de modo gentil e dando um selo forte nos lábios despertos.
–Seu idiota, nunca mais faça isso, imbecil, nunca mais, ouviu? – começou a soluçar – nunca mais... – finalizou ao afundar sua cabeça no peito deste novamente, provavelmente se envergonharia do que disse, mais tarde ... mas naquele momento... só estava muito aliviado de poder ver o olhos do Suzuki e ouvi-lo chamando seu nome novamente.
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–Reita ainda não retornou, gostaria que fossem procurá-lo, ele iria seguir até a fronteira com Ishihara para aguardar Ruki-san – avisava aos dois tachis assim que o sol despontara no horizonte – por favor, voltem antes do entardecer.
–Sim – Lune e Toru assentiram em uníssono, desaparecendo de sua frente em uma corrente fraca de ar.
–Acha que algo ruim possa ter acontecido? – Miku perguntou às suas costas.
Uruha abraçou o próprio corpo e mirou o chão de modo triste... tinha pensado em muitas coisas durante o banho...
–Não sei... mas quero acreditar que não tenha sido nada grave – respondeu em um tom cansado, ainda não tinha dormido desde as pouquíssimas horas nos braços do general.
–Uruha-san, Saga-san está te chamando na sala dele – um de seus guerreiros avisou ao se colocar ao seu lado no meio do pátio central, ainda meio vazio pela a manhã que começava.
–Sim, eu já estou indo! – assentiu, vendo o guerreiro continuar seu caminho em terminar os preparativos para a marcha – pode cuidar das coisas por uns segundos, Miku-chan? – pediu ao neko que apenas balançou a cabeça em afirmação.
–Você precisa descansar, Uruha-san... não vai ser bom para o bebê, se de fato ele estiver aí dentro ... – começou o conselho.
–Não deixe muitos saberem, eu... não quero que de algum modo isso chegue ao ouvidos de Yuu e... com alguns de nossos tachis marcando moças shiroyamianas... não é que não confie em meus homens, é só que eu não quero ter que fazê-los esconderem coisas de seus companheiros fêmeas, ou ter que colocar alguma delas em risco, Yuu não mede esforços pra conseguir o que quer, se ele desconfiar que alguma delas pode ter acesso a alguma informação sobre nós, não hesitará em arrancar delas da maneira que achar necessário... – explicou em um tom abatido... afinal era aquele tipo de pessoa que seu companheiro era.
–Sim, entendo... vou manter segredo – o pequeno neko assentiu – mas se cuide... – pediu ao abraçar o maior de maneira afável
–Sim, obrigado – o líder sorriu gentilmente, retribuindo o abraço e começando a caminhar para fora do alojamento assim que se separaram.
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Saga mantinha o olhar atento na bonita sacerdotisa que chegara aquela madrugada acompanhada pela a dupla de homens de Ogata. A moça de cabelos castanhos trajava um kimono branco e calça vermelha, e no momento segurava com posse o livro que seu pai havia pegado do santuário.
–Então, Oboru-san... esse livro é seu? – o general de Hana perguntou novamente.
–Sim, seu pai roubou de mim quando acolhemos os homens feridos no ataque a Akai Ame de quinze anos atrás – A jovem respondeu em seriedade.
Saga resmungou de lado, nunca tinha tido a oportunidade de conhecer alguém do santuário, mas a primeira impressão que tivera não fora das melhores.
–Saga-sama, Uruha-san está aqui – a voz de um soldado veio do lado de fora da porta de sua sala.
–Pode deixá-lo entrar – assentiu de volta e no segundo seguinte a figura loira e andrógena passou pela entrada semi-aberta.
O líder ameniano andou lentamente alguns passos para a frente não se importando com o olhar surpreso da sacerdotisa pra si.
–Um ameniano? O que um ameniano faz em Hana? – Oboru perguntou em estranheza, surpreendendo o general haniano ali.
–Não sabem? – Saga questionou – não sabem de nada que está se passando?
–O santuário tem uma política diferente da nossa, a não ser que seja relacionado a eles, eles não se intrometem e não se importam em saber de nada o que se passa com o resto do mundo – Uruha explicou, não se mostrando surpreso com a exclamação da sacerdotisa – acho que a notícia da invasão dos chineses e de nossa aliança não chegou até lá, e se chegaram, foram simplesmente ignoradas por algum monge que não a passou adiante, pois não estavam diretamente relacionadas com o santuário.
–Não acredito!... – Saga exclamou, havia mesmo pessoas tão sem noção daquela forma?
–O que acontece aos demais mortais não é de interesse de Omi-sama, por tanto não é de nosso interesse – Oboru se defendeu em imponência, ainda que por vezes não concordasse com a falta de interesse de sua senhora no que acontecia a sua volta.
–Sim, eu sei... – Uruha assentiu – bem, a baía de Hana foi invadida por trezentos mil chineses, e nós, Hana e Shiroyama formamos uma aliança para que seja possível expulsá-los, já que com um número desses , notavelmente não pararão apenas em Hana... – começou um breve resumo – mas o que nos faz querer sua presença aqui, é o fato de terem ocorrido dois ataques simultâneos de bonecos de lama aos senhores de Hana e Shiroyama... até onde conheço, esse tipo de magia só é usada por bruxos, pensei que eles estivessem extintos, pelo o que a história conta, mas se de fato há algum bruxo em Vijukei, e nós suspeitamos que ele esteja em Vegas, gostaria de perguntar por que o Santuário não fez nada em relação a isso. Sei que Omi-sama pode sentir cada um de seus subordinados, sejam eles novos ou antigos e identificar onde estão... por que não cuidaram desse bruxo antes que ele tivesse feito algo.... e principalmente, por que ainda não cuidaram dele? – o loiro continuou – sei do acordo com Omi-sama de que assim como o que não era relacionado ao Santuário jamais deveria envolvê-lo, algo relacionado ao Santuário seria de exclusiva responsabilidade dele, mas se estão se mostrando negligentes... acho que merecemos uma explicação.
Oboru se manteve atenta em todo o discurso do ameniano, processando a informação e as acusações.
–Temos conhecimento do bruxo em Vegas, e já enviamos alguém para cuidar dele, apenas não obtivemos resultados ainda – se defendeu – mas se esse é o caso, eu mesma posso assumir a responsabilidade em relação a ele – ousou dizer, ainda que soubesse afrontar ordens de sua senhora com aquilo – mas vim aqui por que alguém disse que precisavam de uma pessoa para ler um livro, não sei o que poderiam querer saber de meu velho livro de anotações.
Uruha e Saga se entreolharam e o general de Hana se ergueu, indo até a parede ao lado e retirando uma pintura de pano extremamente grande dali, revelando o desenho mais atual do acampamento chinês.
Oboru olhou o desenho com atenção, os olhos se estreitando para os traços da construção circular no centro.
–Esse é o desenho do acampamento dos invasores em nossa costa, esse prédio central, parece ter o mesmo desenho e forma de alguns símbolos do seu livro – o Takashi começou a explicar – estávamos pensando se poderia dizer o que é.
A sacerdotisa se levantou e se aproximou do desenho, prestando atenção a forma circular com alguns traços internos que lembravam aos selos que conhecia, mas diferente de todos que já tenha visto, até mesmo daqueles dos livros exclusivos de Omi-sama sobre magia negra.
–Eu não reconheço o desenho, mas... – começou a falar para decepção dos dois homens ali dentro – tenho certeza que é obra daquele homem, só ele pensaria em algo como isso...
–De quem está falando? – o Takashi questionou.
–Do bruxo de Vegas... Yuuto é o nome dele, é uma ovelha negra bem antiga, por assim dizer – continuou, se o que desconfiava fosse mesmo verdade e aquilo servisse para atingir os antigos objetivos daquele homem... teria de ignorar a vontade e as ordens de Omi-sama, pelo o bem de todos, não só do santuário, mas de toda Vijukei – ele e outro monge foram os primeiros a se corromperem e virarem bruxos, a mais de mil anos atrás...
–Hunf, se isso foi a tanto tempo é impossível alguém assim ainda estar vivo – o Sakamoto deu de ombros.
Oboru estreitou o olhar, o que menos precisava era de alguém que não acreditava em suas palavras.
–Não é impossível Saga-san... com magia negra você pode estender sua vida por alguns séculos, porém, mais de um milênio... realmente se trata do mesmo bruxo? – o líder loiro se pronunciou.
–Sim... achávamos que ele estava morto, e ainda assim quando Omi-sama o sentiu de volta a Vijukei, disse que ele estava tão ridiculamente fraco que não seria ameaça alguma, mas há pouco mais de um mês atrás, Omi-sama enviou um de nós para monitorá-lo, disse que era bom prevenir, mas que ainda não sentia nenhuma possibilidade de força em relação a ele e já que ele estava em Vegas, um feudo que notavelmente não tem nenhum acordo conosco, não era de nosso interesse proteger seus habitantes de algo como ele, ainda que ele não fosse ameaça – a jovem explicou em um suspiro cansado – não sei como ele conseguiu ficar vivo durante tanto tempo, mas se é ele... acho que não posso esperar que Omi-sama dê algum tipo de ordem, peço desculpas em nome do santuário sobre o ataque, hoje mesmo partirei para Vegas e darei um jeito em Yuuto...
–Esse Yuuto... – Saga interrompeu – há a possibilidade de ele não estar mais em Vegas. Soldados de Vegas foram vistos indo em direção a Ishihara, desconfiamos que Miyavi esteja aliado com os invasores, se esse Yuuto está envolvido com essa construção dos chineses, então também deve ter algo a ver com Ishihara... pode ter sido ele a se mover para lá, já que de acordo com as informações Byou, o senhor feudal de Vegas, ainda continua em suas terras.
–Impossível, se Yuuto tivesse se movido Omi-sama teria sabido e faria algo... – Oboru afirmou.
–O que te faz acreditar tanto que esse Omi-sama estaria interessado em olhar por nós e acabar com esse tal bruxo? – o Takashi voltou a interromper – se essa pessoa nem ao menos se interessa em se manter informada sobre o que acontece a sua volta, não se importaria se uma de suas “ovelhas” negras causasse confusão...
–Você não conhece Omi-sama, não pode falar assim... – a sacerdotisa se exaltou.
–Não, não conheço, e estou pouco ligando para diabos de Omi-sama, eu sou um general, Oboru-san, e como tal devo liderar meus homens contra outros homens em prol da defesa de nossa casa, acho injusto que além de invasores tenhamos que lidar com bruxos ou monstros por culpa de negligência do santuário, eu e meus homens somos humanos comuns, temos apenas força, inteligência e determinação conosco, como quer que lidemos com pessoas sobrenaturais e demônios? – o general haniano vociferou – eu não vou permitir que sejamos humilhados e dizimados por culpa de seres que não correspondem a nosso nível de existência, não é justo, não somos brinquedos e muito menos sacrifícios no meio dessas intrigas de vocês – finalizou, mirando o líder ameniano em seguida – sem ofensas ao o seu povo Uruha-san, mas como um humano, devo prezar pela a prioridade da minha espécie.
–Eu entendo, Saga-san – o loiro assentiu – mas nós somos humanos também, apenas com algumas coisas diferentes.
–Não, não são – Takashi ditou em convicção – humanos não são capazes de fazerem selos ou o que quer que seja, não são capazes de fazer coisas flutuarem ou praticamente voarem de um lado para o outro, não são capazes de pegar um punhado de lama e transformarem em bonecos que matam, humanos são capazes apenas de treinar seu corpo e sua mente para os desenvolverem o máximo que puderem, mas ainda assim não são capazes de derrotar seres que possuem poderes como vocês, como youkais ou como bruxos... vocês não são humanos Uruha-san, mas eu não estou aqui para fazer de vocês inimigos desnecessariamente, cada um faz o melhor por si mesmo nesse mundo, cada um defende a si mesmo e a sua casa... eu só quero defender a minha, por isso tenho que saber se vocês, seres não humanos, estão contra mim ou não.
–Também só quero defender minha casa e meu povo, Saga-san – Kouyou assentiu em compreensão – não somos diferentes.
–E você? – o general inquiriu em direção à sacerdotisa.
A moça ainda estava levemente surpresa por ser chamada de “não humana” daquela forma, mas aos poucos começou a voltar a si, tentando pensar rapidamente em tudo que ouvira.
–Eu também só quero proteger a minha casa – Oboru assentiu.
–Pois então os chineses, Ishihara, Vegas e esse tal bruxo estão ameaçando a casa de cada um de nós – voltou a falar para a jovem mulher – vai mesmo se manter parada e esperar que todos os problemas despenquem de uma vez sobre si ou vai nos ajudar a fazer algo para evitar isso?
–Eu vou ajudar – o sacerdotisa assentiu em convicção, com certeza seria punida quando retornasse, mas o que o general haniano havia falado fazia total sentido, não dava mais para continuar ignorando as coisas e deixar outros pagarem por erros do santuário... fora chamada de não humana, e nunca havia pensado dessa forma, mas agora... aquilo não parecia tão fora de realidade assim.
–Vamos marchar no final da tarde em direção à baía e formular o ataque aos invasores, a convido a nos acompanhar e dar um jeito nessa construção do acampamento, já que disse parecer ser algo desse tal Yuuto, acredito que coisas humanas devem ser tratadas por humanos, e coisas não humanos por não humanos – o general continuou – não lhe parece mais justo?
–Sim, está certo – a jovem assentiu – marcharei com vocês e verificarei do que se trata e qual é o objetivo de Yuuto.
Saga assentiu em uma forma de agradecimento, olhando para o ameniano ao seu lado que lhe sorriu gentilmente. Naquele momento, Kouyou pensou que estrangeiros com toda a certeza não eram pessoas más, fosse de shiroyama, fosse de Hana... apenas reagiam de modo diferente ao que consideravam ameaças... mas afinal, todos ali almejavam apenas um objetivo em comum: Protegerem aquilo que amavam, protegerem suas vidas e suas casas.
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O corpo pequeno e delicado se encontrava deitado com as costas sobre o tampo da mesa baixa e bagunçada do escritório de seu dono, a pele completamente exposta e nua enquanto o ex-cortesão o empalava de modo sedutoramente rápido e fundo.
Manabu agarrava as unhas no final da madeira e nem se preocupava em apoiar seus pés no chão, já que os movimentos do maior faltavam lhe arrancar dali. Gemia sem restrição, ainda mais pela satisfação daquela ser a terceira vez que faziam e na primeira ter conseguido deixar sua marca em um local que simplesmente adorara, seu shaman realmente era em total sintonia consigo. Pena que não duraria mais que um dia, já que não era época de calor. Mas isso ao menos comprovava que com todo a certeza o ex-cortesão sentia algo por si, ainda que para fazer uma marca daquele tipo e fora de época não fosse necessário algo muito forte.
E com total segurança era fato que sentia algo pelo o maior... uma admiração notável pela esperteza dele, um ódio mortal por este insistir em provocá-lo, e principalmente um tesão incontrolável por aquele tão cheio de si e poderoso proprietário... que por sinal merecia toda a fama que tinha... era excelente na cama... nesse caso, na mesa.
Uma mordida em seu ombro e os dedos longos de Kazuki lhe puxavam os cabelos loiros caramelados para trás, os dentes indo mordiscar o pescoço com força e então os dígitos da outra palma enlaçaram sua ereção, masturbando-lhe de modo frenético, apertando a ponta gotejante da glande às vezes enquanto a força no membro que lhe invadia era aumentada.
Enlaçou o quadril com as pernas, puxando o maior para si com mais afinco a cada vez que este lhe tocava o fundo de seu íntimo, o fazendo gritar de tanto prazer... com certeza aquela era a melhor foda que estava tendo, não que tivesse bons números para comparação.
Chegavam ao fim e o ameniano foi o primeiro a atingir o ápice, comprimindo a ereção dentro de seu corpo e se deliciando mais uma vez por receber a sua “retribuição” sem seu interior.
Olhou para a cortina da janela que já revelava os raios de sol querendo adentrar o cômodo e sorriu em plena satisfação.
Kazuki o soltou e desconectou seus corpos, se erguendo e revelando a nudez completa enquanto dava a volta e se sentava atrás de sua mesinha, pegando um de seus cachimbos finos e metálicos, acendendo-o e encarando o pequeno deitado a sua frente que o mirava ainda deitado, de cabeça pra baixo.
–Feliz por essa coisa na minha testa? – resmungou para o ameniano, sabia muito bem que o pequeno havia deixado sua marcação de “companheiro” ali, ainda que não fosse definitiva e bem mais fraca e menor que as normais.
–Muito! – Manabu sorriu de lado – mas isso já estava nos seus planos de qualquer modo – arfou em cansaço, se erguendo e se sentando, apesar da dor, virando-se para o mais novo “companheiro” temporário.
–Como esperado do meu lindo Buu-chan... – o maio sorriu — ... então quer dizer que está de acordo com tudo...
–É Manabu – o menor corrigiu em uma estreitada de olhar – não pense que por que te marquei vou deixar você ficar me dando apelidos... e sim, estou de acordo, pode contar comigo.
–Oh! Foi fácil... o que está planejando? – o ex-cortesão perguntou de maneira interessada ao puxar a fumaça para seus pulmões.
–Como se você já não soubesse – o menor destilou em rudez.
–Ah... você podia melhorar seus modos – Kazuki suspirou – talvez desconfie... só não entendo o porquê de ainda insistir em ficar aqui.
–Hum... por que será? Gather Roses não é o lugar onde todos os desejos são realizados? Então... eu disse, Kazuki-san... eu vim aqui realizar o meu...
Notas finais
Então gente, notaram que a capa mudou de novo?
Bem, é que eu recebi duas capinhas, a de antes e uma nova no meu niver agora, eu decidi colocar as duas dividindo espaço. ;D
A de cima é a feita pela leitora Ryaroi Ice (FireandIce)
E a outra foi enviada e ditada pela leitora bebe-chan que pegou o desenho orginal desse live journal : http://alzheimer13.deviantart.com/
Que tem outros desenhos legais que ela disse poder relacionar com a fic como esse que parece o Uruha de Akai Ame : http://alzheimer13.deviantart.com/art/Uruha-Heisei-banka-101529160?q=gallery%3Aalzheimer13%2F9843096&qo=147
ALém disso recebi também de presente de niver esse desenho lindo e mordível do nosso Kou : http://i43.tinypic.com/nc18h2.png
by Himitsu ( Aragaki-chan)
Colocar sobre as capas no disclaimer certinho depois ;D
Obrigada gente, muito obrigada mesmo ca da um que me desejou feliz niver por MP, twitter ou por review, emocionaram essa garota aqui que vos fala!
*-*
eeeeeeeeeeeeeeee
notíciai ruim, mas que já sabia neh?
Carnaval vou aproveitar pra estudar por isso a fic só vai ser atualizada no outro domingo =/
gomen, gomen.
Beijoooooooooooooo
review?
=]
Azumi-Chan:Vamooos deixar reviews para minha flor?-q Ou atrasar o cap de quarta -q sushsuhsushs ♥
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