Ray e Kentarumon estavam indo novamente para uma missão. Dessa vez ele iriam encontrar outro vigiador no Cânion Buffer. Seu nome era Thomas. Ele havia mandado uma mensagem para o celular de Ray chamando-o por "um assunto muito sério", mas não disse mais nada a respeito. Ray o conhecia por tempo o suficiente para dizer que ele não estava mentindo.

Finalmente eles avistaram três figuras no ponto em que o vale começa a descer entre as paredes do cânion. Havia alguém com Thomas. Quando eles se aproximaram puderam ver quem era.

– Não acredito... — disse Ray.

Os acompanhantes de Thomas eram aquele adolescente Mark e Boogeymon. Thomas era um homem jovem e alto com cabelo preto e encaracolado. Seu digimon era uma fera marrom pequena com três chifres e orelhas mais compridas que seu corpo. Elas eram rosa na ponta. Seu nome era Lopmon e ele estava no ombro de Thomas. Assim que Kentarumon se aproximou deles e parou, Ray desmontou e falou:

– Olá, Thomas. O que esses dois estão fazendo aqui?

– Olá, Ray. Eu os encontrei andando pela Vale Stream e os chamei para se juntarem a nós. Nós vamos precisar de toda a ajuda que conseguirmos. — disse Thomas.

– Olá, Lopmon. — disse Kentaurmon.

– Olá, Kentarmon. — ele respondeu.

– Não se preocupe, nós não estamos mais causando problemas. — disse Mark – Certo, Boogeymon?

– Sim, nós estamos sendo adoráveis bons garotos – disse Boogeymon.

– Com essa cara feia que você faz eu não acredito, mas vamos deixar isso de lado por enquanto. — disse Ray – Lembrem-se que vocês vão ter que obedecer ao Thomas e a mim.

– Eu ia perguntar do que vocÊs estão falando mas não há tempo agora. — disse Thomas.

– Então o que está acontecendo, Thomas?

Ele suspirou.

– Bem, m cara chamado Devimon roubou Sonhos.

– Sonhos?

– Sim, esse é o nome que eles têm. Eu não sei exatamente o que eles são, exceto que são objetos que têm algum tipo de poder. Esse poder pode se tornar perigoso nas mãos de Devimon, então nós temos que recuperar os... Sonhos.

O vento começou a soprar com força.

– Um informante de confiança me contou que Devimon está escondido em uma caverna por ali. — ele apontou para o vale abaixo – Eu estava esperando vocês para ir lá.

– Então qual é o plano? Nós entramos e lutamos com ele? E se ele usar esse poder que ele tem em mãos contra nós?

– Eu estou certo de que ele não sabe como usá-lo ainda. Mas é uma questão de tempo até ele descobrir... É por isso que nós precisamos agir imdeiatamente.

– Certo. Vamos agora.

Eles desceram até o vale. As paredes de rocha se tornaram uma moldura para o céu quando eles olhavam para cima. Depois de caminhar uma longa distância eles encontraram uma pequena entrada na rocha.

– Deve ser aqui – disse Lopmon.

Eles entraram na caverna e andaram quase cinco metros com as cabeças abaixadas porque o teto era muito baixo. Então eles chegaram a um lugar com teto alto. Era um corredor largo e escuro. Não era possível ver seu final por causa da escuridão. Eles começaram a avançar cautelosamente. Era possível ouvir seus passos ecoando pela caverna. Não havia outro som nem qualquer sinal de que alguém estava ali.

Mark começou a falar:

– Está muito...

– Shh! — fez Thomas – E tente não fazer barulho quando andar.

Eles continuaram pisando cuidadosamente. A caverna era muito grande e eles podiam discernir vagamente as paredes de cada lado deles. De uma hora para outra Thomas parou. Os outros continuaram. Thomas olhava para cima, onde estava tão escuro que nada podia ser visto.

– Você ouviu, Lopmon?

– Sim, eu ouvi também.

Alguma coisa estava caindo rapidamente. Duas grandes figuras aterrisaram entre Thomas e Lopmon e os outros. Eles eram dois monstros altos e peludo com braços longos e pés e mãos grandes com garras afiadas Um deles estava de frente para Thomas e o outro estava encarando Mark e Ray.

– Tem dois Devimons! — disse Boogeymon.

– Não. Estes são Wendigomons. Eles devem servir Devimon. — disse Kentarumon.

O Wendigimon riu, então disse:

– Vocês vão morrer aqui.

– Eu estou tendendo a concordar com você! — disse Boogeymon.

– OK! Boogeymon, cale a boca e distraia ele! Kentarumon, prepare-se para atacar! — gritou Ray.

– Ei, Boogeymon deve receber ordens de mim! — contestou Mark.

– Apenas obedeça – disse Kentarumon.

– OK! — disse Boogeymon resignado, então ele avançou contra o Wendigomon deles – Ve... venha e... me pegue!

Wendigomon levantou seu grande punho acima de sua cabeça e deu um soco poderoso que Boogeymon desviou por centímetros. O golpte atingiu o chão com força, fazendo-o tremer.

– Agora, Kentarumon! — gritou Ray.

– Canhão Perseguidor!

Ele atirou uma bola de luz do canhão em seu braço direito. O ataque atingiu Wendigomon em cheio. O monstro grunhiu e enrugou a testa de dor.

Durante este tempo Thomas estava encarando o outro Wendigomon. Lopmon pulou de seu ombro e enquanto estava no ar falou:

– Lopmon digivolve para... Turuiemon!

Lopmon foi coberto por uma luz. Suas formas se tornaram bem maiores, então a luz se apagou. Ele estava tão alto quanto Thomas. Havia se transformado em um coelho lilás lutador com forma humanóide. Ele agora usava roupas amarelas, um lenço e manoplas – luvas vermelhas com pontas metálicas afiadas presas a elas.

– Espere o ataque dele, então pule! — disse Thomas.

Wendigomon levantou ambos os braços e então tentou golpear Turuiemon, mas o coelho pulou incrivelmente alto bem no momento em que ia ser atingido. Os braços de Wendigomon passaram direto pelo vácuo. Agora Turuiemon estava no ar sobre a cabeça do inimigo. Ele pôs as mãos para baixo com as pontas afiadas das manoplas na direção dele, então mergulhou. Mas de repente Wendigomon levantou sua cabeça e encarou Turuiemon. O monstro pulou para trás. Turuiemon mergulhou bem em frente a ele e Wendigomon aproveitou essa posição vulnerável e e socou-o no rosto. Ele foi jogado no chão, rolou e ficou parado com o rosto virado para o chão.

– Como você está, Turuiemon? — perguntou Thomas ansioso.

Devagar Turuiemon levantou o tronco sustentando-se com seus braços.

– Eu estou bem. Ele não me machucou seriamente.

Ele levantou-se.

– Venha, valentão.

Mais fundo na caverna a outra luta também estava intensa. O outro Wendigomon decidiu avançar contra Kentarumon em vez de Boogeymon.

– Boogeymon, ataque-o agora! — ordenou Mark.

– Impacto de Morte!– gritou Boogeymon enquanto atacava com seu tridente.

Wendigomon estava vulnerável contra ele. Boogeymon atingiu suas costelas com força. O grande monstro cambaleou para trás e caiu derrotado.

– Isso ai! — disse Mark e correu em direção a Boogeymon. Os dois bateram as mãos. Havia ainda mais um Wendigomon consciente porém.

– Thomas, como estão as coisas aí? — gritou Ray.

– Nós estamos bem! Vá em frente! Nós vamos nos juntar a vocês depois! — respondeu Thomas.

– OK!

Ray virou-se e marchou adiante. Mark não se mexeu.

– Nós temos que ajudá-lo! — disse Mark.

– Você tem que obedecê-lo. E faça isso agora. — respondeu Ray.

Mark hesitou por um momento mas então começou a correr para acompanhá-lo. Boogeymon veio atrás deles. Kentarumon liderava o grupo.

– Ray, nós precisamos andar mais rápido – disse ele.

– Sim, nós precisamos.

Kentarumon parou e Ray foi até ele, então ele pegou Ray em eus braços e virou-se.

– Galope a Jato!– gritou Kentarumon. Então algo estranho aconteceu. Ele foi lançado para a frente tão rápido que desapareceu de vista. Uma fumaça branca foi deixada em seu lugar.

– Cof cof! O que aconteceu? — perguntou Mark.

– Eu não sei, mas foi maneiro! Cof cof! — disse Boogeymon.

Enquanto Ray e Kentarumon se moviam à velocidade do som tudo passava tão rápido que eles não podiam ver nada claramente. Além disso estava ficando cada vez mais escuro. Kentarumon percebia o caminho com suas patas, que nunca deixaram o solo enquanto ele se movia por propulsão. Elas às vezes esbarravam em uma parede, o que indicava que ele havia alcançado uma curva, então ele rapidamente mudava o curso. Suas patas tinham que se mover tão rápido quanto ele estava indo. Finalmente ele começou a se mover devagar e repentinamente parou. Ele deixou Ray no chão.

– Fique ao meu lado, Ray – ele disse.

Estava completamente escuro. Nenhuma fomra podia ser vagamente vista. Ray sabia por que Kentarumon havia parado: porque ele sentiu que eles não estavam sozinhos.

Eles estavam esperando algo. Qualquer coisa. Finalmente uma voz irônica e depreciativa veio da escuridão.

– Huhuhu, o que vocês estão fazendo aqui, pequenos justiceiros?

– Você é Devimon? — perguntou Ray.

– Sim, eu sou Devimon. Agora responda minha pergunta.

– Nós viemos aqui para recuperar os Sonhos que você roubou. — disse Ray com firmea – é Melhor você dar eles para nós.

Devimon riu alto. Sua voz parecia vir de trás de Ray e Kentarumon agora, então eles deram meia volta.

– Você quer que eu os dê para você? Não é justo. Eles são meus.

– Eles não são seus. Você os roubou e nós vamos tirá-los de você de qualquer jeito.

Agora a voz de Devimon veio de outro lugar.

– Vocês são valentes e incautos. É por isso que vocês vão perecer aqui. Este lugar será vosso túmulo.

A voz de Devimon parecia vir de um lugar diferente cada vez. Ele estava circulando ao redor deles. Ray e Kentarumon mantiveram-se virando alertas. De repente Devimon disse:

– Unha Mortal!

Kentarumon grunhiu porque Devimon cortou seu corpo.

– use seu Canhão Perseguidor! Nós não devíamos ter deixado ele fazer o primeiro movimento! — disse Ray.

Kentarumon atirou uma bola de luz de seu braço canhão. De repente ela iluminou a caverna e as figuras deles ficaram visíveis, assim como a de Devimon. Ele era um demônio alto com o corpo coberto de roupas pretas como piche. Ele tinha longos chifres crescendo de cada lado da cabeça e enormes asas rasgadas. Seus braços eram ridiculamente longos e suas mão eram grandes e cada dedo tinha uma ponta afiada. A única parte do seu corpo que não estava coberta pelo tecido era sua boca, e sua pele era branca como neve.

A bola de luz rapidamente mudou de curso para perseguir Devimon, mas ele simplesmente cruzou seus braços na frente de si mesmo para proteção e a bola de luz atingiu-os e explodiu em pequenas fagulhas que desapareceram. O lugar ficou escuro novamente.

Ray estava preocupado. Este último Canhão Perseguidor foi bem fraco, ele não tinha feito sequer um arranhão em Devimon. Kentarumon estava usando muitas técnicas especiais neste dia e sua energia estava indo abaixo muito rápido.

Enquanto isso Thomas e Turueimon ainda estavam lutando com o Wendigomon. O digimon grande e peludo tentava socar Turueimon, mas este era muito mais rápido e evitava cada ataque. Mas Wendigomon não parecia estar ficando cansado.

– Bata na cara dele! — Thomas ordenou.

O lado afiado das manoplas de Turuiemon viraram para trás em um eixo.

– Kung Fu do Relâmpago!– disse Turuiemon enquanto ele pulava e acertava o rosto de Wendigomon com seu punho direito.

Ele aterrissou no outro lado da caverna. Wendigomon estava atordoado. Ele se movia devagar, grunhindo e praguejando contra Turuiemon. Enquanto isso alguma coisa pesada estava se movendo atrás dele. Era o outro Wendigomon voltando a si. Ele se levantou lentamente e se aproximou. Os dois Wendigomons começaram a rir.

– Isso vai levar mais tempo do que eu esperava – disse Thomas.

Os dois monstros se prepararam para socar. Os olhos de Turuiemon corriam de um para outro. Eles avançaram. Turueimon desviou do primeiro ataque pulando para trás e do segundo da mesma forma. Mas o primeiro Wendigomon aracou de novo logo após o segundo e dessa vez Turuiemon foi pego. Ele recebeu uma pancada dura e caiu. Os Wendigomons começaram a rir enquanto eles andavam em sua direção.

Enquanto isso Kentarumon enfrentava Devimon. Uma bola de luz voando ao redor dele iluminava o espaço.

– Eu estou esperando você tirar isso das minhas mãos. — zombou Devimon. Ele motrou três cristais brancos em suas mãos. Eles brilharam quando a luz os atingiu.

– Kentarumon, use seu direto! — disse Ray.

Kentarumon galopou na direção de Devimon e deu um soco por baixo. Quando ele estava prestes a atingir o queixo de Devimon ele parou. Devimon estava segurando seu braço. Ele enfiou seus dedos afiados nele. Kentarumon gritou de dor, mas levantou seu outro braço apontando o canhão contra Devimon. O demônio sorriu sinistramente. Ray sabia que ele tinha um poder terrível. Pelo fato de Kentarumon estar olhando nos seus olhos, ele podia controlar sua mente. Houve uma pausa tenas e então Kentarumon mudou a mira do seu canhão para sua própria cabeça.

– Aaaaarh!

Devimon e Kentarumon primeiro não entenderam o que tinha acontecido muito bem. Hove um gritou, um borrão vermhlo e Devimon foi atingido por algo e libertou Kentarumon. Mas assim que eles começaram a se situar eles notaram outro digimon próximo. Era Boogeymon, segurando eu tridente e flutuando no ar batendo suas asas. Ele pousou. O rosto de Devimon estava desfigurado em raiva. Ele simplesmente avaçou contra Boogeymon e tentou atingi-lo com sua mão direita, mas Boogeymon atacou-a com o tridente.

– Asa do Mal!– disse Devimon e suas asas golpearam o outro demônio.

– Não olhe nos olhos dele, Boogeymon! — disse Mark, que havia chegado e estava ao lado de Ray.

– Impacto de Morte! Impacto de Morte! – disse Boogeymon tentando atingir Devimon sem olhar para ele.

Devimon segurou sua cabeça e virou seu rosto para o dele. Os olhos de Boogeymon estavam fechados. Ele afastou o braço de Devimon e atacou com o tridente, mas Devimon desviou do ataque. Então ele arranhou o ombro de Boogeymon, que gemeu e atacou de novo, agora na direção certa. "Impacto de Morte!" disse ele. O tridente atingiu o peito de Devimon em cheio e perfurou-o. Boogeymon retirou a arma e Devimon andou para trás e caiu. Seu corpo começou a se desintegrar em pequenhos pontos brilhantes que flutuaram na direçao do teto. Eles eram todos zeros e uns. Boogeymon abriu seus olhos e permaneceu lá respirando com dificuldade e iluminado pela luz faca desses dados flutuantes.

Mas no outro lado da caverna a luta ainda estava quente. Os Wendigomons se aproximaram de Turuiemon, que estava caído no chão. Mas ele reagiu, ficou de cócoras e pulou mais alto que as cabeças dos Wendigomons e para trás, fora do alcance deles.

– Turuiemon, suas manoplas têm trabalho para fazer! — disse Thomas.

– Esta é a única opção, aparentemente. Desculpe, eu não queria estragar suas caras bonitas – disse Turuiemon.

Os Wendigomons estavam babando. Os lados afiados das manoplas de Turuiemon viraram para a frente. Ele ficou em uma posição de espera abrindo suas pernas e esticando seus braços dos dois lados apontando para o chão.

Os Wendigmons começaram a correr ao mesmo tempo. Rápido como o vento Turueimon correu, pulou e passou entre eles. "Garra de Manopla!" ele disse. Bastante pelo voou e os Wendigomons grunhiram. Turuiemon pousou com a perna da frente dobrada e a de trás esticada e os braços ao lado do corpo,

– De novo! — gritou Thomas.

Turuiemon pulou de novo pondo seus punhos para a frente. Os Wendigomons se viraram devagar e não puderam desviar. Ele atingiu um deles, que foi jogado para trás e caiu com Turuiemon em cima dele. Ele estava inconsciente. Mas o outro Wendigomon ainda estava alerta e jogou Turuiemon para o lado com seu enorme braço. Ele avançou contra ele com calma e um olhar frio no rosto.

– Turuiemon, você está muito cansado! Você não pode desviar dele! — gritou Thomas – Não tente fazer isso!

Turuiemon estava ofegando. Mas ele disse:

– O quê? Então o que eu tenho que fazer?

– Deixe ele atingir você! Mas faça-o se arrepender disso!

– OK, entendi. Venha mais uma vez!

– Você é bobo por obedecer a ele! — disse o Wendigomon. Então ele deu um soco em Turuiemon. Mas nesse instante ele gritou. Turuiemon estava no mesmo lugar e suas manoplas estavam enterradas fundo na mão de Wendigomon.

– Termine a luta! — disse Thomas.

– Você não precisa dizer isso!

Turuiemon pulou e chutou o queixo de Wendigomon. Sua cabeça virou para trás e ele caiu devagar, fazendo um barulho alto quando tocou o chão. Turuiemon caiu de joelhos e secou o suor na sua testa com a palma de sua mão direita.

– Nós conseguimos, cara! — disse Thomas.

Turuiemon mostrou a ele seu dedão e sorriu, mas não sem um traço de cansaõ.

Eles deixaram a caverna. Thomas soube da recuperação dos Sonhos através de uma mensagem de Ray. Eles se encontraram na frente da caverna à luz do dia. Turuiemon tinha degenerado após a batalha, se tornando um Lopmon novamente. Todos estavam cansados mas não seriamente machucados.

– Deixe-me vê-los. — disse Thomas.

Ray deu-lhe os três Sonhos. Thomas analizou-os atentamente. Eles se pareciam com simples cristais com correntes pequenas de prata engastados neles. Nada mais podia ser inferido.

– Eu ainda não sei o que essas coisas são mas certamente elas são mais importantes do que parecem.

– Sim, eu acho que você está certo. Guarde-os com segurança. — disse Ray.

Thomas colocou-os no bolso. Ele pegou um globo azul de outro bolso e deu-o para Ray.

– Use iss em Kentarumon. Vai ajudar com os machucados dele – ele disse.

– Obrigado – disse Ray, e deu o globo para Kentarumon. Uma luz cobriu o seu corpo e seus ferimentos fecharam até se tornaram simples linhas.

– Nós devemos andar juntos por um tempo no caso de alguém vir atrás dessas joias. Quando nós estivermos em um lugar mais seguro nós seguimons nossos próprios caminhos. — disse Thomas

– Claro – disse Ray. Então eles começara a subir o vale em direção a algum lugar on pudessem descansar.