Vidas Atadas

5 Capítulo 4


Notas iniciais
Oiiii
Estou muito feliz pela primeira recomendação que a fic recebeu... Muiito obrigada vava :)
Aí está mais um capítulo, se preparem que está pegando fogo ;)

Duas semanas depois

-Wah. Wah. Wah. – pausa. -Waaaaaaaaaaaaaaaaaah.

Renesmee gemeu e rodou para a borda da cama.

-Aguenta querida. Já vou.

Jacob pôs a mão no ombro dela.

-Não se mova. Vou vê-la. Volte a dormir. — murmurou.

-Obrigada. — no momento seguinte ele estava fora da cama, e ela se estendia no centro de seu colchão e abraçou o travesseiro... Monopolizando a cama.

-Wah. Wah. Wah.

-Por Deus, neném. Esses pulmões funcionam bem às quatro da manhã, não? — ele murmurou, tirando Sofia de seu berço e saiu do quarto.

Desceu, na cozinha, manteve as luzes tênues enquanto reaquecia a mamadeira. Sofia agarrada ao seu peito, fazendo sons sufocados de aborrecimento. Ele a roçou com os lábios na parte superior de sua cabeça, inalando seu doce aroma de bebê, balançando-a.

-Já sei. Pobre menina morta de fome.

O temporizador soou. Jacob arrancou a mamadeira da panela, provou a temperatura, passando Sofia ao oco de seu braço e colocou o bico na boca. Ruidosas e ávidas chupadas se ecoaram na casa tranquila enquanto se dirigia à cadeira de balanço na sala escura.

Depois de pôr a cadeira de balanço em movimento, fechou os olhos. Estava cansado. Era a terceira vez que esteve com seu suscetível bebê em tantas horas. Pelo geral, ele e Renesmee se alternavam, mas as duas últimas noites Sofia não dormiu mais de uma hora e meia.

Quando Jacob retornava de um longo dia no rancho, Nessie lhe entregava Sofia e entrava no escritório por algumas horas. Caiu no hábito de dormir quando Sofia fazia, já que era sua única oportunidade para descansar um pouco. Como fez Renesmee sozinha durante três meses?

Não importa. O importante era que Nessie confiava nele com Sofia. Encheu de orgulho de que tanto mãe e filha começaram a confiar nele, a necessitá-lo, e surpreendeu o rápido que Nessie e Sofia criaram uma rotina familiar com ele.

Assim tão exaustivo como as últimas duas semanas demonstrou ser, Jacob não recordava ter estado nunca tão contente.

Mas maldição. Se não estava pensando em fórmula e fraldas, ou perguntando como forte sua filha poderia uivar, ou o que daria por dormir uma noite completa, seus pensamentos se centravam em sexo. Sexo quente. Sexo lento. Sexo rápido. Desagradável, sujo, lascivo. Sexo doce. Qualquer tipo de sexo. Esteve por um longo período sem ele no passado. Quando se cansava de seu próprio punho como companheiro, ele encontrava uma mulher disposta a arranhar a coceira. Problema resolvido.

Agora o problema era que Jacob não podia imaginar tendo relações sexuais com alguém além de Renesmee. Temeroso de sua rejeição, não tinha ovos para dar o primeiro passo.

Que demônios esteve pensando, prometendo essa merda de cavalheiro? Não queria ser seu maldito "companheiro no cuidado dos filhos", queria ser seu amante. A mulher mais sexy do planeta estava ao seu lado, a simples polegadas de distância, todas as noites. Aquecendo os lençóis com seu calor corporal. Rodeando com seu sedutor aroma para que não pudesse respirar sem pensar nela. E para fazer cair na luxúria total, Renesmee começou... A aconchegar-se contra ele enquanto dormia.

Oh, ela não era consciente de que punha seu corpo em concha com o seu. Mas ele era consciente. Plenamente consciente. Dolorosamente consciente.

Entretanto, Jacob nunca a tocou. Suas mãos doíam de apertar forte os punhos. Algumas noites seu pênis estava tão duro que não podia dormir, mas não pôde forçar a afastar. Fechava seus olhos e a aspirava.

Nas estranhas ocasiões em que Sofia deixava descansar por umas horas, Jacob imaginava despertar Renesmee com beijos quentes. Tirando o pijama de boneca que era partidária. Passando suas mãos ao longo de sua magra garganta, entre seus seios e o ventre, até que seus dedos roçassem os cachos que cobriam seu sexo.

Seu sonhador sussurro: "Por favor", na escuridão enquanto abria suas pernas com seu toque. Com sua boca ocupada em seu pescoço, ou sua língua degustando seus mamilos, seus dedos aumentando o calor e a umidade de sua excitação. Deslizaria dentro e fora desse doce calor, mais profundo, mais rápido, varrendo com a ponta de seu polegar sobre seu clitóris, construindo sua excitação. Quando a enviasse voando sobre a borda, ele apanharia com sua boca a dela e tragaria seus gritos enquanto a montava. Olharia fixamente nos olhos, empurrando seu pênis nela, uma polegada em cada momento enquanto ela se aproximava. Jacob a foderia com minuciosa precisão, mantendo cambaleante a borda de outro orgasmo. Ela teria gemido por mais. Quando ele permitisse chegar ao orgasmo, ela teria gemido seu nome. Teria investido dentro dela, vindo suficiente para deixá-los ofegantes, suarentos, fodendo tão completamente que nunca o confundiria com outro homem de novo.

Afastando a fantasia de seus pensamentos ele olhou Sofia. Ela finalmente paralisou. Tirou a mamadeira de leite de sua boca e cuidadosamente a recolocou no ombro. Dois tapinhas nas costas e arrotou.

Com cansaço, Jacob levantou da cadeira de balanço e subiu as escadas.

************

A cama baixou e Renesmee rodou a seu lado.

-Ela dorme?

-Sim.

-É um bom pai.

-Mmm. Sou bom em um montão de outras coisas também.

O seguinte que soube foi que as mantas foram jogadas e seu corpo quente e nu se pressionava contra o seu.

-Jacob, não acredito…

Ele afundou seus dentes na curva de seu ombro e seu corpo estremeceu.

-Então não faça. Estou morrendo por te tocar, Nessie.

-Mas Sofia…

-Está dormindo. Nós não. Talvez devêssemos tomar vantagem desse fato.

Suas mãos ásperas se deslizaram da clavícula até o quadril. Sua quente boca deixou um rastro de beijos até a parte posterior de seu pescoço e sua respiração agitava o cabelo, fazendo-a estremecer. Fazendo dar conta de quanto tempo passou desde que havia sentido este apuro de necessidade.

-Me deixe te fazer sentir bem.

-Jacob

-Sssshhh. — depois mudou para que ela deitasse sobre ele. Suas costas grudadas a seu imenso peito. Suas pernas estiradas por cima dele, o cabelo grosso e a áspera pele de suas coxas faziam cócegas na parte posterior de seus joelhos. Tinha os braços estirados por cima de sua cabeça. Ele situou seu pênis ereto na greta de seu traseiro, ao longo entre as bochechas de seu traseiro. Uma risada baixa e sexy queimando sua orelha.

-Um pouco como um cão quente enterrado em um bolo, hein?

Ela se queixou em voz baixa a sua estranha sonora observação.

Suas mãos calosas rastreavam seus braços de seus pulsos, passando por seus cotovelos, sobre seus bíceps até que suas mãos seguraram seus grandes seios. Ele apertava seus mamilos com as pontas dos polegares enquanto beijava o pendente de seu ombro.

-Eu adoro seus seios. Tão suaves e redondos. Perfeitos para minhas mãos e boca. Para enterrar minha face. Chupando durante por horas até que goze.

Renesmee voltou à cabeça para tentar beijá-lo.

-Ah-ah-ah. — Jacob aplanou suas mãos e as arrastou. Oh, tão lentamente por seu ventre até os quadris. Os dois primeiros dedos de sua mão direita abriram seus cachos, e deslizou para baixo em sua fenda para inundar dentro de seu sexo.

Ela ofegou.

Ele acariciou várias vezes, cada vez empurrando mais profundo.

-Me toque.

-Faço. — chupou um lugar atrás da orelha dela fazendo que sua cabeça desse voltas. –Talvez devesse recordar exatamente onde quer que eu te toque.

Jacob alcançou seu braço direito, colocando sua mão sobre a palma de sua mão, deslizando suas mãos unidas pelo torso para descansar na parte superior de seu osso púbico.

-Me mostre.

Renesmee empurrou os dedos unidos dentro de sua vagina, bombeando dentro e fora, cobrindo os quatro dígitos com sua umidade.

-Você faz isso... — disse ela, deixando seus dedos. Deslizou sua mão para cima, colocando seu dedo médio em seus clitóris, esfregando em círculos, assegurando de que ele podia sentir cada movimento. -Enquanto eu faço isto.

Nessie não recordava ter sido nunca tão audaz. Tão descarada. Tão confiada com sua sexualidade.

Jacob criou um ritmo, estabelecendo um comichão por todo seu corpo de antecipação. Depois inclinou ligeiramente a pélvis e seu pênis deslizou em seu traseiro enquanto fodia sua vagina com os dedos.

-Oh. Parece... Bom. Muito bom. — ela esfregou seu dedo mais rápido sobre seu congestionado nó. O suor fez escorregadios seus corpos. O quarto encheu com os sons da pele raspando a malha, a respiração pesada.

-Aperta as bochechas. — a barba de Jacob raspava sobre o pescoço dela arqueado enquanto conduzia seus dedos mais profundamente e rodava os quadris. -Vamos, querida, empurra para baixo. Aperte-me duro.

Seus músculos internos seguravam ao redor de seus dedos quando empurrava. As bochechas de seu traseiro apertavam ao redor de seu pênis desencadeando uma reação em cadeia orgástica, viajando desde sua vagina até a parte superior da fatia de seu traseiro e ela gemeu.

-Sim, assim. Por favor, mais profundo.

A ponta de seu pênis sacudiu, cobrindo a parte baixa das costas com o calor pegajoso e praguejou em seu ouvido.

Jogou o braço sobre os olhos, balançando nele, reduzindo as carícias em seu clitóris para prolongar o momento. A explosão de prazer rugiu em sua cabeça, bloqueando todo som, mas seus ofegos gaguejavam de felicidade orgástica.

Jacob ouviu Renesmee revolver na cama antes de abrir a porta para olhar dentro. Tomou um segundo para sua cabeça decifrar as imagens que se estavam transmitindo a seus olhos.

Renesmee estava no meio da cama. O pijama ao fundo. Seu antebraço esquerdo cobrindo seus olhos. Sua mão direita acariciava loucamente entre suas pernas quando ela chegou a seu clímax.

Merda bendita.

Ele esperou. Se entrasse no momento ela provavelmente morreria de vergonha. Mas Jacob percebeu que Nessie não era consciente do que esteve fazendo, ela estava sonhando.

Jesus. Deve ter sido um sonho malditamente bom. O que teria feito se tivesse estado na cama junto a ela quando se auto satisfazia em um pouco de amor? Despertando e pegando como um louco, convencendo de que esta era sua maneira de fazerseus sonhos realidade.

Jacob andou, preocupado, pelo corredor uns minutos mais antes de entrar e colocar Sofia em seu berço. Olhou fixamente o corpo semi despido de Renesmee pendurando em seu lado da cama, na última pose de garota de pôster. A tentação final. De maneira nenhuma podia deitar ali e não tocá-la. De maneira nenhuma.

O relógio piscou cinco da manhã, o sol sairia logo. Poderia também começar cedo seu dia. Imediatamente depois tomou uma ducha... Uma ducha muito fria.

**********

Renesmee estava congelada. Desorientada, levantou. Em algum momento da noite tirou as mantas, junto com a calça de seu pijama. Seu olhar pousou no lado vazio de Jacob na cama. Huh. Entrecerrou os olhos no berço e viu a escura cabeça de Sofia. Vagamente recordava de Jacob levantando para vê-la.

Quando?

E por que estava meio nua? Imagens carnais a bombardearam. Jacob... Tocando... Levando os dois a um orgasmo estremecedor.

Isso foi um sonho... Ou não?

Os velhos tubos sacudiram, assinalando que Jacob estava na ducha. Por que estava em pé tão cedo?

Provavelmente se lavando depois de gozar em todas suas costas e ventre.

Sua mão voou à base de sua espinha dorsal. Seca. Não pegajosa. Ela deu uns tapinhas à cama atrás dela. Quente. Não molhado.

Não foi real. Um sonho.

Por que a decepção a cravou em seu interior?

Porque é muito covarde para admitir que Jacob Black a excita além da razão. E o último que quer é um cavalheiro em sua cama, prefere um homem selvagem.

Não era seu primeiro sonho obsceno protagonizado pelo quente vaqueiro. Ainda recordava o sonho quente da semana passada, onde ele a despiu, empurrando em seus joelhos, e atando seus pulsos às costas com uma correia de couro suave. Então as mãos de Jacob impacientemente retorceram seu cabelo quando seu pênis entrava e saía de sua boca. A saliva derramava por seu queixo, entre seus seios nus, correndo por seu ventre para se misturar com a umidade brilhante do interior de suas coxas. Mas inclusive no sonho ela esteve ansiosa, perdida na escorregadia sensação de seu pênis esfregando em sua língua, raspando contra o céu de sua boca, estirando seus lábios quando ela chupou com a força suficiente para fazer perder sua mente. E em lugar de dar o prêmio que ganhou, negou seu gosto, tirando quando ele chegou a seu clímax, vindo em seu seio em compridos jorros cremosos. Seus olhos brilhavam com satisfação ao ver sua semente caindo sobre seus mamilos duros.

No seguinte sonho, ele enfaixou seus olhos, escarranchado entre suas coxas em uma cadeira da cozinha, imobilizando as mãos com uma corda grossa. Jacob a fodeu lentamente, chupando e mordendo seus mamilos, voltando-a louca com o calor e a umidade de sua boca... E ela estava a caminho do orgasmo mais explosivo de sua vida quando despertou.

Enlouquecedor. Que triste era que não só estava sexualmente frustrada na vida real, mas em seus sonhos também? E o que passava com suas fantasias mórbidas de servidão?

Ela não voltaria a dormir agora. Vestiu a calça de seu pijama e deslizou fora da cama. Depois de comprovar se Sofia estava bem, arrastou-se pelo corredor.

A porta do banheiro estava entreaberta. Estranho. Jacob sempre fechava. Talvez devesse ver se estava bem.

Ver se quer café.

Ver se está nu.

Ver se necessita uma toalha.

Ver se necessita que lambesse cada centímetro de seu úmido edefinido corpo.

Nessie abriu a porta facilmente. Em vez de assustá-lo com gritos por cima dos sons de águacorrente, esperou...

A clara cortina da ducha, salpicada de sombrinhas vermelhas e patos amarelos, oferecia muita pouca cobertura. Graças aos deuses... E falando de deuses... O homem. Nunca viu Jacob com o traseiro completamente ao ar. Viu o mesmo vestido em shorts e apertadas camisetas. Ultimamente passeava com o torso nu. Mas nunca viu nada, salvo sua pele. O que era uma verdadeira maldita lástima.

Ele escorou seu antebraço esquerdo na parede debaixo da ducha. A água correndo por seu cabelo escuro, gotejando nas linhas de seu rosto. Arroios corriam pela parte posterior de seu pescoço, desaparecendo no entalhe da coluna vertebral. Umas poucas gotas de água salpicavam seus musculosos ombros. Gotas voaram de seu pulso e salpicaram contra a cortina da ducha.

Seu olhar estava voltado para baixo em seus quadris. Os músculos flexionando com cada movimento de seu braço. O comprido e grosso músculo entre suas pernas se apertou em seu punho. Sua mão se moveu com rapidez. Ritmicamente.

Oh, wow. Jacob estava se masturbando. E estava tão concentrado na tarefa que não a notou.

Ainda.

Deveria ir, escapar, esquecer que ela tropeçou com um momento tão íntimo. Mas não podia afastar seus olhos dele, perdido em seu auto-prazer. Foi à coisa mais sexy que viu... O contorno de seu corpo musculoso e escutar seu indecifrável murmúrio enquanto sua mão voava mais rápido e mais rápido sobre seu pênis.

Seu ritmo cardíaco cravou. O sangue pulsava em sua garganta e seus mamilos, mas, sobretudo, entre suas pernas.

Por que não podia ir até ele e terminar o trabalho? Utilizando suas mãos, seu corpo, sua boca para levá-lo ao limite?

Justo quando decidiu tirar o pijama, o pescoço de Jacob arqueou. Um grunhido baixo ricocheteou nas paredes de azulejos e seu movimento se abrandou. A água o golpeou na cara quando acalmou e saboreou seu orgasmo.

Foi sexy. Mas não tão sexy como quando Jacob disse seu nome, a assustando, com os olhos passando rapidamente de novo por seu perfil, ela esperou um arranca rabo por seu voyeurismo. Mas os olhos de Jacob estavam fechados com força. Ele disse seu nome, não porque a tivesse visto, mas sim porque esteve pensando nela o masturbando.

Uma necessidade sexual como ela nunca experimentou atenuou sua visão e espessou seu sangue.

Talvez o cavalheiro fosse um homem selvagem.

Talvez seja exatamente o tipo de homem que necessita.

Talvez devesse deixar de sonhar e somente agir.

Renesmee saiu tão silenciosamente como foi possível.

Notas finais
Se só nos sonhos e fantasias foi assim imagina quando acontecer pra valer hein?! ;) kkk
Comentem :)
Bjs