Vidas Atadas
13 Capítulo 12
Notas iniciais
Mais um capítulo e to torcendo para que gostem :D
Demorei um pouco para postar esse pq ando completamente sem tempo, nem vou ter como responder os reviews agora do cap. anterior, mas li todos e sou mto grata pelo apoio, assim que der respondo e tentarei postar o próximo cap. o mais rápido possível.
E muiiito obrigada a SenhoraBlack pela recomendação maravilhosa, fiquei mto feliz :)
A família Black era esmagadora, e isso dizendo pouco. Adicione duas dúzias ou algo assim de tias, tios e primos Clearwater, e Renesmee não sabia se ela alguma vez recordaria o nome de alguém. Não ajudava que Jacob a tivesse abandonado.
Ele prometeu que retornaria.
Renesmee mudou de posição na cadeira de balanço. Tentou esconder-se na casa, mas Sarah insistiu que ela ficasse com os outros.
As ferraduras batiam no pátio, competindo com o vibrante som da música country derivando de um aparelho de som portátil. Os homens gritavam, as mulheres riam, os bebês choravam, as portas batiam, os veículos zumbiam pelo caminho de acesso levantando uma nuvem de pó… Nessie lutava contra um ataque de pânico. Deveria ter trazido sua irmã.
Sofia resmungou e Nessie a acomodou para que deitasse em seu colo, afrouxando a manta para que não sofresse de calor. Quando ela levantou os olhos, um garotinho de uns quatro anos a olhava curiosamente. Cabelo negro, vívidos olhos... Sua genética foi óbvia.
-Que Black é você?
-Kyler. É realmente uma garota?
-Sim. – Nessie sorriu.
Ele observou Sofia bem de perto.
-Ela é minha prima? Porque nunca tive uma prima antes.
-Quantos primos têm?
-Aproximadamente mil e milhões.
-De verdade?
-Não. Só estou brincando. Mas são todos bebês e não vejo graça nos bebês. E vovó está emocionada porque vamos ter outro bebê na família.
-Acredito que todos os bebês são muito legais.
Ele encolheu os ombros.
-Sabe o que penso que é legal?
-O que?
-Os cavalos... Você tem um cavalo?
-Não. E você?
-Nossa! Um pônei e um cavalo. O tio Jake te daria um cavalo se pedisse e pra ela também.
Renesmee mordeu a bochecha para evitar rir.
-Acha mesmo?
-Sim.
Nessie ainda ficou mais alguns minutos tendo a agradável conversa com o pequeno até que ele resolveu voltar para a festa.
Logo Kim apareceu procurando-a.
-Ei, viu Jacob? – Renesmee perguntou.
-Ele e Quil foram ao celeiro, por quê? Quer que eu vá buscá-lo para você?
-Se não for muito incômodo.
-Por favor! Não é um nenhum incômodo.
-Kim... Aqui está. — Emily correu em direção a elas, um bebê de cabelo escuro e olhos cafés plantado em seu quadril. -Pode ficar um momento com Kevin? Sam e seu pai se foram a alguma parte e preciso me deitar antes de vomitar outra vez.
-Certo. – Kim pegou Kevin. -Está tendo muitos enjôos?
-Estive cozinhando até agora. Estarei bem quando fechar os olhos durante um tempo. – Emily olhou para Renesmee e Sofia. -Não se preocupe, não é nada contagioso. Sam me engravidou outra vez. Juro que a maldita virilidade do homem tem a intenção de me manter em casa e grávida durante todo nosso casamento.
Elas riram...
-Oh, merda. – Emily colocou uma mão sobre sua boca e saiu apressadamente.
-Pobrezinha. Verei se posso achar Jacob para você. — Kim disse e também saiu.
Nessie ficou um tempo pensando em toda aquela atmosfera familiar, de certa forma ela se sentia já parte da família, mas não sabia como lidar com isso... Acabou recordando dos pedidos de casamento do Jacob... Talvez fosse à hora de dizer sim?! Mas qual era a pressa? Já estavam vivendo juntos.
Resolvendo andar um pouco para espairecer ela caminhou sem rumo pelo pátio e viu grupos reunidos em todas as partes. Alguns que ela reconhecia… O pai de Jake e seus tios e outros que ela não conheceu ainda.
Nessie logo desviou a atenção para Sarah e a irmã Caroline que colocavam toalhas nas largas mesas de piquenique e foi até elas.
-Necessitam de ajuda?
-Não... E assim que termine aqui vou tirar minha neta de suas mãos.
-Tudo bem.
O sorriso de Sarah sumiu quando olhou Caroline, que ficou completamente imóvel.
-Carol? O que acontece?
Caroline não respondeu e correu pelo pátio.
Todas as conversas pararam abruptamente. Uma figura solitária descia com passos apressados pelo caminho da entrada. A bolsa de lona em sua mão caiu na terra enquanto Caroline corria para ele, que a fez girar em seus braços e ela estava chorando tão alto que todos a escutavam.
Sarah exclamou em voz baixa:
-Oh, meu Deus... É Cam.
-Quem é Cam? — Nessie perguntou.
-Cameron Black. O filho de Caroline, que estava no Iraque.
-Eles não sabiam que ele ia vir?
-Não.
Sarah também foi ao encontro dele onde todos já se reuniam. Apesar de que isto a fez se sentir como uma estranha, foi uma das cenas mais comoventes que Nessie presenciou e deu a volta envergonhada para ocultar seu rosto cheio de lágrimas.
Mas Renesmee também percebeu que, independente do que acontecesse com ela e Jake, Sofia sempre seria recebida com os braços abertos nesta amorosa família muito unida.
*******************
Sarah retornou à área dos assentos onde Renesmee estava dando voltas.
-É bom ver o Cam em casa, embora seja só durante alguns dias. Cada vez que ele teve permissão para se ausentar nos últimos anos, algo muito mal ocorreu ali e cancelou.
Renesmee procurava Jacob dentro da multidão.
-Isso é uma lástima.
-Doçura, conheço esse olhar.
-Que olhar?
-Esse olhar de “sou uma nova mãe e sempre estou exausta”. Esse olhar de “quem diabos são todas estas pessoas”. Esse olhar de “onde se meteu meu homem”.
Apesar de sua melancolia, Nessie riu.
-Você já reconhece todos esses olhares em mim?
-Sim, me deixa segurar Sofia por um tempo... Por que não entra na casa onde está mais tranquilo?
Tocada porque Sarah parecia estar cuidando dela outra vez, disse:
-Obrigada. Me sinto um pouco perdida na multidão hoje.
-Não se preocupe com isso, agora vá, Sofia e a vovó têm uma séria demonstração de orgulho para fazer.
Dentro da grande e velha casa de campo, Nessie vagou para o andar de cima. Apesar de que os estilos fossem iguais, esta era muito maior que sua casa... Seis quartos rodeavam um corredor comprido. Ao final, frente à escada, havia um pequeno banheiro... Entrou no interior e fechou a porta, meio desejando que ela, Jacob e Sofia pudessem ir para casa. Casa. Este lugar era a casa de Jacob. Ela apostaria que esta casa era tão familiar para Jacob como a casa onde ele cresceu.
Ficou olhando fixamente para fora da janela para a escura cordilheira de montanhas ao longe, a pradaria montanhosa, cheia de pasto alto e seco, com grupos de árvores... Uma paisagem completamente estranha para ela, mas linda.
Depois de lavar as mãos, decidiu ligar para Claire, quando dois golpes soaram na porta.
-Renesmee? Querida, está bem?
Jacob.
Ela abriu a porta e resistiu à vontade de se jogar em seus braços. Um pouco de graxa salpicava norosto dele...
-Olá. Sinto muito. Pediram ajuda para arrumar um velho trator... Depois apareceu Cam e me dei conta que te deixei sozinha durante algumas horas.
-Compreensível. Também é compreensível que quero ir para casa.
-Nessie.
-Não se preocupe. Sei que é o momento da família. Não me queixarei nem pedirei que venha comigo. Pode ficar. Não é grande coisa. Chamarei minha irmã para que venha me buscar.
Jacob se inclinou para baixo até que estiveram nariz com nariz.
-Isso é o que pensa?
Ela não teve intenção de soar petulante. Não teve intenção de fazê-lo se zangar tampouco.
-Desculpe, só me dei conta de que deseja estar com sua família.
-Está errada. Você é minha família.
Antes que ela pudesse responder, um eco de passos se escutou acima das escadas. Jacob a agarrou pela mão e a arrastou ao quarto do lado e fechou a porta.
-O que está fazendo?
-Encontrando um lugar privado onde não possamos ser escutados por ninguém. — Jacob a prensou contra a parede. -Quer me dizer por que tem esse olhar perdido em seus bonitos olhos e por que estava escondida no maldito banheiro?
Porque estava à deriva até que apareceu.
-Nessie?
-Estou cansada, estou tão cansada todo o maldito tempo e foi estressante encontrar com toda sua família de uma vez.
-Imagino. Apesar do que pensa, podemos ir para casa agora mesmo, se quiser.
Ela estava ridiculamente encantada com a atitude dele. Levantou a mão para limpar uma mancha de graxa do nariz.
-Esteve se sujando brincando com seus brinquedos de menino grande, não?
-Sim. Sinto muito.
-Não. Parece bem para mim... — Nessie deixou que as pontas de seus dedos vagassem sobre os ângulos de seu rosto, as maçãs do rosto, a mandíbula. -Muito, muito bem.
Jacob a olhou daquela forma que a deixava enlouquecida.
-De todos os modos, a vovó Sarah acaba de fugir com a princesa Sofia e provavelmente teria uma manha de criança se tentássemos ir embora. — Nessie acariciou os cabelos dele... Cheirava bem... A terra, a animais... Como em casa.
-Não podemos decepcionar à vovó. — ele murmurou.
-Não. — ela continuou acariciando os cabelos dele.
O ar no quarto parecia mais pesado, mais denso, mais carregado. Dele. Dela. Por uma vez, ela não lutou contra isso.
-Sabe de uma coisa, Sr. Black?
-O que?
-A verdade é que eu parecia perdida e sozinha, porque eu estava perdida e sozinha. Senti saudade. Inclusive apesar de que todo mundo foi realmente muito agradável e acolhedor, não é o mesmo se não está comigo. Então eu realmente parecia como uma chorona por sentir que não pertenço aqui, com estas pessoas.
-Me incluiu “nestas pessoas”, Nessie?
-Não. Isso não é o que quis dizer.
-Então, onde me encaixo, querida?
Com a esperança de esclarecer um pouco seu estado de ânimo, ela brincou:
-Você se encaixa dentro de mim perfeitamente.
-Atrevida... — Jacob inclinou a cabeça e a beijou. Então, com a velocidade de um raio, segurou ambos os pulsos dela por cima de sua cabeça com uma só de suas ásperas mãos.
Ela gritou pela surpresa.
-O que está fazendo?
-Implementando uma nova regra.
-Como a regra do nudismo?
-Sim. Se você me tocar, eu posso te tocar.
-Está me tocando.
-Não onde quero estar tocando.
Ela umedeceu os lábios só para observar seus olhos acender de desejo.
-E onde você gostaria de estar me tocando?
-Em toda parte.
-Me mostre... — ela arqueou quando ele acariciou com o nariz seu pescoço. -Por favor.
-Maldição, Nessie quero fodê-la tão duro que não posso pensar além de levantar sua saia e te encurralar contra esta parede.
Jacob respirou em seu ouvido...
-Estive pensando em ontem à noite todo o maldito dia. E você?
-Nossa. Foi o sexo mais quente de toda minha vida.
-Quando te levar para casa vai ser ainda melhor.
A boca dele era como fogo líquido sobre sua pele.
-Jacob... E-eu não quero esperar chegar em casa. Quero agora.
-Obrigado, Jesus. Me perguntava o que teria que fazer para obter essa resposta sua... — ele puxou sua saia até que caiu ao redor de seus tornozelos e esmagou a boca contra a dela. A mão estava entre suas pernas, acariciando através de sua calcinha. Ele quebrou o beijo um momento para sussurrar. -Amo as saias que sempre usa. Não só fazem parecer sexy como o inferno, mas não tem nada mais fácil para acessar a este corpo quente.
Ele a beijou outra vez.
Renesmee gemia diante das sensações contrastantes. O apertado agarre em seus pulsos. Os suaves toques como plumas sobre sua vagina como se ele estivesse chupando o ar de seus pulmões.
Gradualmente seus dedos deslizaram debaixo do elástico e dentro da escorregadia umidade. Empurrou os dedos dentro dela e ela se retorceu em seu agarre.
Suas mãos liberadas apontaram para a fivela do cinturão.
-Acho que vou lembrar quem está no comando mais tarde. – ele disse.
-Bem. O que seja. Agora ajude-me a tirar estes malditos jeans…
Rindo brandamente, ele disse:
-Eu adoro que esteja tão impaciente. — e baixou sua calça até a parte superior de suas botas, apertando as mãos sobre o traseiro dela. -Envolve as pernas ao redor de minha cintura quando levantar.
-Sou muito pesada… — ganhou uma aguda bofetada no traseiro. -Ei!
-Vai ter mais se continuar dizendo merdas como essas outra vez.
A levantou contra a parede. Seu pênis a empalou em um movimento veloz.
Renesmee ofegou.
-Shh... — a beijou e começou a empurrar lenta e constantemente.
Ela envolveu os braços ao redor do pescoço de Jacob e o agarrou.
Se moveram juntos, perdidos um no outro.
Seu pênis parecia mais duro, mais grosso, mais quente enquanto ele não se retirava completamente... Criando uma conexão íntima muito intensa, a que ela sabia que procurou toda a vida.
As mãos dele apertavam o traseiro dela, empurrando, puxando, moendo e o constante contato com seu clitóris a enviou dentro de uma espiral em um orgasmo breve e intenso.
Jacob engoliu seus gritos, nunca perdendo um movimento.
Quando ela deixou de ofegar, ele colocou a boca em seu ouvido.
-Eu gosto de fazê-la gozar. Me deixa louco. — seus quadris empurraram mais rápido e ele gemeu contra sua garganta. Ela sentiu cada quente pulsação enquanto seu pênis esvaziava dentro dela. Se deu conta de que o podia sentir porque não usou uma camisinha.
Enquanto Jacob estava recuperando seu fôlego, ele ofegou:
-Renesmee... Se case comigo.
Ela sussurrou:
-Não.
-Foi uma tentativa.
Eles riram e ele a pôs novamente sobre seus pés. Sua roupa íntima estava arruinada.
Os olhos de Jacob brilhavam possessivamente enquanto segurava seu cinturão.
-Eu realmente gosto de fazer amor com você sem uma camisinha.
Ela subiu sua saia, perguntando por que ela não estava brava por ficar sem roupa interior. De fato, isto a preparava para uma diversão mais sexy e atrevida.
-Olha, eu só não disse antes que estava tomando pílula porque…
-Tivemos uma gravidez imprevista, Nessie... Não precisa me explicar nada, mas fico feliz que tenha me dito, antes tarde do que nunca... Agora o que diz de procurarmos a nossa menina e irmos para casa?
-Parece como um plano.
Desceram pelas escadas sorrindo como adolescentes culpados por terem aprontado.
************************
Lá fora o jantar estava em plena atividade.
-A tia Carol não vai deixar que vamos sem comer primeiro. — Jacob disse. -Estou um pouco faminta... Podemos ficar se quiser.
Um olhar de gratidão brilhou em seus olhos e ele a beijou na bochecha.
-Iremos imediatamente depois, prometo.
Depois de pegarem seus pratos, Jacob foi chamado para falar com seu pai, que estava orgulhosamente segurando Sofia. Nessie acabou sentando com alguns primos de Jacob. Os caras musculosos eram tão igualmente bonitos como seus familiares Black.
Eles estavam conversando até que Cam se aproximou.
-Sente aqui, Cam. – um dos primos disse.
Cam desabou pesadamente e sorriu para Nessie.
-Nos conhecemos?
-Não. Sou Renesmee.
-Prazer em conhecê-la, Renesmee. — estendeu a mão. -Sou Cameron Black.
Nessie tentou não cravar os olhos nele enquanto segurava sua mão, mas Cam não se parecia muito com os irmãos e primos. Ainda assim, era chamativo e um pouquinho intimidante.
-Com quem está aqui? – ele perguntou.
-Está comigo, Cam, e se não soltar a mão dela vou ter que quebrar a sua. — Jacob disse.
Cam arrastou a mão dela até seus lábios e tomou seu tempo beijando seus nódulos.
Jacob grunhiu.
-Só estou brincando, Jake, sente e relaxe. — Cam sorriu. -Parabéns por sua filha.
-Obrigado.
Jacob ficou ao lado de Renesmee.
-Estou contente de que esteja em casa, primo.
-É bom estar aqui, embora seja um pouco estranho ver todas as mulheres e bebês ao redor de meus irmãos.
Nessie escutava enquanto os homens conversavam, com tanta óbvia facilidade entre si a um nível que ela não entendia. A única pessoa com a que alguma vez compartilhou esse tipo de conexão foi Claire, e só depois de que Claire se recuperou. Quando Jacob apoiou a mão sobre sua
perna e apertou, ela percebeu que ele captou seu estado de ânimo.
-Se organizarmos para a quarta-feira de noite, todo mundo vai poder ir? Jacob... Está dentro? – Cam perguntou.
-A Bota Dourada? Sim. Poderia aparecer por lá. Não vamos começar a fazer feno até na quinta-feira.
-Essa parte do trabalho do rancho é uma merda. Sou feliz por não ser um fazendeiro. – Cam disse.
Nessie notou Jacob olhando a Cam de maneira estranha. Era surpreendente para ele que Cam admitisse que não quisesse ser fazendeiro?
-Acredita que Quil irá?
-Não sei. Ele não pisou no lugar desde que deixou de beber. – Jacob deu de ombros.
-Talvez devêssemos ir a algum outro lugar para que não se sinta incômodo. – Cam disse.
Nessie o olhou.
-Isso o faria se sentir pior. Só convida ele como normalmente fariam. De qualquer maneira, é sua escolha ir ou não.
-Obrigado pelo conselho. Às seis, na quarta-feira, na Bota Dourada. — Cam inclinou para dar a Jacob um olhar intimidante. –E agora me diz por que Renesmee não leva seu anel em seu dedo?
-Porque segue dizendo que não. – Jacob riu.
Nessie ruborizou.
-Então ela é inclusive mais esperta do que eu pensei. — disse Cam piscando um olho.
Em meio dos sons de risadas, Nessie ouviu Sofia chorando. Sarah se aproximou e Jacob tomou Sofia em seus braços antes que Nessie levantasse.
-Este é nosso sinal para ir para casa. — Jacob estendeu sua mão para Nessie. -Pronta querida?
-Sim.
-Acredito que ela só está cansada, filho. Quer deitá-la com os outros bebês…
-Não, foi uma semana dura, Nessie e eu estamos cansados, diga obrigado à tia Carol. — ele beijou Sarah no rosto. -Nos vemos.
Uma vez que Sofia esteve em sua cadeirinha na parte traseira do carro e eles estavam conduzindo pela estrada poeirenta, Nessie deslizou através do assento para sentar mais perto de Jacob... Colocou a cabeça em seu ombro e suspirou.
Jacob não disse uma só palavra. Só envolveu o braço ao redor dela e sorriu como se ele soubesse exatamente o que ela estava pensando.
O último pensamento dela antes de deixar se levar pela satisfação do sono foi que talvez ela não fosse tão esperta ao continuar dizendo não a este homem.
Notas finais
bjs
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