Vidas Atadas
14 Capítulo 13
Notas iniciais
Preciso me desculpar pela demora, mas infelizmente só consegui vir postar hoje porque está mesmo complicado arrumar tempo. Mas para compensar o cap. está beeem HOT então se preparem :) rsrs
E muito obrigada a Reeh Bertília pela belíssima recomendação :D
No segundo em que passaram pela porta, Sofia tinha os olhos vivazes e estava transbordando energia.
Jacob notou algumas coisas na parte de fora da casa de Renesmee que precisavam arrumar. Prendeu um chapéu na cabeça de Sofia, e a vestiu com um traje que cobria completamente sua pele branca como neve. Tomou algum tempo para decifrar como funcionava a mochila para bebê... Uma vez que a teve atada a sua barriga, o rosto para frente para que ela pudesse ver o mundo, suas pernas esperneavam como uma rã.
-Você gosta de estar aqui fora... Aposto que vai ser uma durona. – ele ajustou a boina com viseira e vagou para o velho celeiro de madeira. O edifício se inclinava para a direita de maneira ruim, apresentando um sério perigo. Poderia cair em qualquer momento. Falaria com Renesmee para derrubar antes da primeira nevada. Um grande celeiro de metal pré-fabricado estava em diagonal da casa. Não estava em tão má forma, mas estava apinhado com todo tipo de trastes velhos… Maquinaria antiga, ferramentas, latas de pintura oxidadas e sacos vazios para a ração... Cordas... Montões de cordas. Desenganchou uma parte da corda que não era nem muito grossa nem muito fina. Sacudiu uma seção de trinta centímetros de comprimento entre suas mãos. Era suficiente. Poderia ser útil para muitas coisas. Um brilho de inspiração o sacudiu. Sabia exatamente como tirar partido da corda e a enrolou sobre seu ombro.
Jacob estava contente só caminhando por ali, sem nenhuma finalidade nem nenhum plano em mente, falando com Sofia enquanto se deleitavam com uma tarde ociosa.
Parou debaixo da sombra de uma grande árvore e olhou para cima.
-O que pensa Sofia? Agradável e tranquilo este lugar. Com sombra. Seria um lugar perfeito para fazer um balanço com um pneu, não é?
Ela grunhiu.
-Não? Preferiria ter um balanço de madeira para não sujar suas lindas roupas rosadas com a borracha negra? — seus pés se moveram. Jacob riu e envolveu as mãos ao redor de suas panturrilhas gordinhas. -De madeira então, embora passará alguns anos antes que permita balançar nisso, querida.
Se ainda estiver perto dela.
Recusou a considerar que poderia não estar vivendo aqui no futuro. Estava fazendo progressos com Nessie, lentamente, mas ainda era um progresso.
Jacob rodeou o perímetro da casa para os celeiros e o galpão das maquinarias. Ele esteve encantado de encontrar o galinheiro em forma relativamente decente. Apoiou a bota sobre o degrau mais baixo da cerca, esquadrinhando o campo. Estudou os emplastros verdes de pasto alto, notando que nem feno nem cavalos passaram nele durante vários anos. Parecia proveitoso.
Quanta terra possuía Renesmee? Espremeu seu cérebro tratando de recordar o que ela disse.
-Bebê, quantos acres tem sua mãe?
Sofia grunhiu.
-Já sei, nunca pergunte a uma vaqueira o tamanho de suas terras. Se pudesse separar com uma cerca esta área seria um lugar perfeito para seu pônei. Ainda quer um branco?
Ela grunhiu outra vez, então Jacob se deu conta de por que esteve grunhindo.
-Uf, é a Srta. Calcinha Fedida... Vamos para dentro e trocarei.
Quando a banhou, mudou sua roupa e a alimentou, ambos estavam bocejando. Jacob se estendeu no sofá. Sofia dormia sobre seu peito e ele não tinha energias para se mover, verdade seja dita, não queria se mover. Era uma forma ideal de passar uma tarde, em casa com sua família.
Colocou a manta ao redor dela, beijou sua perfumada cabeça e dormiu.
**********************
Foi assim que Nessie os encontrou... Pai e filha aconchegados juntos como se fosse a coisa mais natural do mundo.
E é. Ele tem seu lugar junto a ela. Ele tem seu lugar aqui. Ele poderia ter seu lugar junto a você.
Será? Apesar de que disse que escreveu isso na carta que se perdeu, parte dela acreditava que Jacob não estaria aqui, com ela, se não fosse por Sofia.
Senhor. Claire tinha razão. Ela pensava muito em tudo.
Uma coisa que Renesmee não podia negar era o compromisso de Jacob com Sofia. Seu comportamento falava melhor que palavras.
Se apoiou contra a porta e os observou dormir por um longo momento antes que ela partisse dando meia volta.
Uma hora mais tarde os ouviu se movendo. Esquentou uma mamadeira e deu os últimos toques ao jantar.
Jacob apareceu, descalço, vestindo shorts e uma camiseta puída, luzindo uma sombra de barba incipiente e seu cabelo desordenado de todas as maneiras possíveis. Parecia tão condenadamente lindo que sorriu.
-O que?
-Nada. Tem fome?
Sofia chorou.
-Suponho que isso responde. – Nessie levantou. –Te peguei bebê. Deixemos que papai coma.
Pôs a mamadeira na boca de Sofia e levantou a vista para ver Jacob inclinando sobre ela.
-O que?
-Isto... — ele deslizou a língua sobre seus lábios, até que ela abriu a boca para ele completamente. Seu beijo tranquilizava e inflamava tão doce como picante. Jacob se retirou sem uma palavra, o que estava bem para Nessie, dado que ela ficou muda pelo beijo de qualquer maneira.
A tarde passou tranquilamente, o que a fez sentir bem. Ela nunca sonhou que estaria tão… Encantada de estar sentada no balanço do alpendre, de mãos dadas e adorando as estrelas.
Quando Sofia cochilou Jacob a colocou na cama.
Mas o homem que retornou descendo as escadas não parecia como Jacob, o doce pai carinhoso. Parecia como Jacob, o amante exigente.
O desejo correu por ela como uma quente brisa do verão.
-Nessie... Vem aqui.
Ela caminhou para onde ele estava parado ao pé da escada com suas pernas separadas e os braços atrás de suas costas.
-Escolhe uma mão. – ele disse.
-Por quê? Tem um presente para mim?
-Uma espécie de presente. Escolha.
-Ah. Bom. A esquerda.
O instantâneo sorriso de Jacob era decididamente de um predador. Mostrou seu braço. Uma corda pendurava de seus dedos.
-Para que é isso?
-Para que pensa que é?
-Uma corda nova para estender roupa?
-Não. Faz outra tentativa.
-Vai amarrar algo?
-Sim. Você.
Seu estômago se revolveu.
-Por quê?
-Porque vai ser divertido.
-Hum... Onde vai acontecer este acontecimento de rodeio privado?
-Em seu quarto porque é para o que uma cama de quatro postes foi desenhada, querida.
-Mas Sofia…
-Está dormindo no quarto de hóspedes.
-Oh... — ela suspirou. -O que havia em sua outra mão?
Ele sorriu outra vez e a estendeu… Outra corda.
-Ei! Isso é uma armadilha.
-Já adverti que não ia jogar limpo. Vai para cima. A regra do nudismo está valendo agora.
Seus pés descalços avançaram sobre o tapete.
-Ou prefere que a amarre, lance sobre meu ombro e joguemos a minha fantasia do pirata e a donzela?
A mente de Renesmee criou a imagem daquela fantasia e estremeceu.
-Essa é uma boa escolha, minha quente moça. – ele disse e começou a ir em direção a ela.
-Vou... Mas confesso que estou um pouco nervosa.
-Deveria estar querida. – ele sorriu e para provar ele estalou uma corda no chão e um rangido reverberou através do ar, forte como um disparo.
Renesmee correu escada a cima.
Jacob esperou uns cinco minutos antes de segui-la.
Não seria nada doloroso. Nada degradante. Nada exceto ela a mercê dele.
Uma escura emoção ziguezagueou através dele, potente como uísque.
A porta do quarto estava entreaberta. A luz do abajur derramada através do tapete do corredor. Sem velas. Ele havia temido que as velas dessem ao quarto uma sensação como de masmorra e não queria que ela se assustasse. Jacob queria que Renesmee se excitasse como nunca antes.
Ela sentou na metade da cama, com os joelhos apertados contra seu peito, espionando as cordas unidas aos postes de madeira, não com curiosidade, ou medo, e sim com resignação.
Antes que Jacob falasse, ou a tocasse, Renesmee falou:
-Não vai me bater, não é?
-Não, a menos que não coopere.
-Jake!
Ele riu entre dentes e colocou as mãos sobre seus ombros tensos.
-Nenhum açoite, querida, prometo. Nunca a machucaria. Agora se recoste. — quando ela não obedeceu imediatamente, ele a empurrou brandamente.
Jacob esticou os braços dela e atou o pulso esquerdo primeiro, depois o direito na cabeceira da cama e depois se moveu para baixo para atar cada um de seus tornozelos. Depois admirou Renesmee estendida diante dele.
-Não se retorça contra as cordas ou se machucará.
-É fácil dizer, não é tão fácil de fazer quando está me tocando dessa maneira.
-Nem sequer comecei a te tocar. – ele sorriu.
Ele engatinhou acima de seu corpo ficando de quatro em cima dela e a beijou e seguiu beijando-a até que ela relaxou sobre o colchão.
Ele levantou e tirou a camisa e logo retornou para brandamente roçar os lábios sobre suas bochechas, olhos, testa, têmpora, e permitiu que os mamilos dela entrassem em contato fugazmente com o seu peito.
Renesmee gemeu brandamente.
-Eu gosto disso.
-Sei. — ele manteve a mesma quantidade de fricção sobre seus seios enquanto sua boca vagava para baixo de sua garganta... Raspando os dentes sobre a pele dela. –Já disse alguma vez quanto eu gosto de seu pescoço? Mas especialmente este ponto justo aqui... — ele passou a língua acima de sua clavícula. –Você sempre me afasta quando faço isso... Fica tão louca que não pode suportar... É difícil me afastar quando não pode usar as mãos, não é?
-Sim. – ela sussurrou debilmente.
-Poderia gozar por isso? Se chupo bem aqui?! — Jacob ligeiramente afundou o dente nessa carne tentadora e chupou duro até que ela se arqueou debaixo dele o máximo que as cordas deixavam.
-Oh, Deus.
Jacob sorriu contra sua garganta, enquanto seguia usando seus lábios, língua e dentes. Os únicos lugares onde ele a tocava eram nas pontas dos mamilos que roçavam contra seu peito e sua boca no pescoço. Ele a provocou até que um fino brilho de suor recobriu sua pele e ele pôde cheirar essa doce nata reunindo entre suas coxas trêmulas.
Ele saltou fora da cama.
Renesmee levantou a cabeça.
-Aonde vai?
-Quando está nua e a minha mercê? A nenhum lugar. — Jacob tirou suas roupas restantes.
Tomou as cordas que reservou e as levou para a cama.
-Para que são essas?
-Já verá. — ele tomou a mais grossa e a estalou entre suas mãos. -Fecha os olhos.
-Mas…
-Nunca irei te machucar, prometo.
No momento em que os olhos dela estiveram fechados, Jacob arrastou a corda sobre seu corpo nu... Começando pela parte inferior de seus braços, girando ao redor de seus seios, através de sua barriga, entre seus quadris... Sabendo pela maneira em que suas costas se arqueava que ela desfrutava das contrastantes sensações tateantes da corda áspera deslizando contra sua pele suave. Ele não se apressou. O peso e a textura da corda deixavam suaves franjas rosadas desde seu pescoço até seus joelhos.
Jacob formou redemoinhos com o extremo desfiado brandamente sobre seu clitóris.
-Isso faz cócegas.
-Não devo estar fazendo bem então. — moveu mais rápido. -Melhorou?
-Droga. – ela disse e ele continuou o movimento até que suas coxas começaram a ficar rígidas e ela gritou. -Oh Deus, oh, não pare.
Ele beliscou o mamilo esquerdo dela quando ela começou a gozar, e ela ergueu os quadris, pedindo mais que o ligeiro toque da corda… Queria seus dedos, sua boca, seu pênis.
Ele observou sua timidez desaparecer enquanto ela se perdia na resposta de seu corpo.
Finalmente abriu seus olhos.
-Nossa. É bom com as cordas.
-Não viu nada ainda, querida. — lançou a corda grossa no chão e recolheu a mais leve, uma de algodão branco.
-Jake... O que…
-Relaxe. — ele engatinhou até o extremo da cama e ficou no meio de suas pernas estendidas. Arrastou a corda mais fina e mais suave para baixo de suas coxas, da dobra de seu quadril até o joelho. Acima e abaixo. De um lado ao outro. Quando se dirigiu mais para o sul e tocou seus dedos, ela se sacudiu.
Ele murmurou:
-Seus pés são suscetíveis?
-Ah. Sim.
Jacob trespassou a corda através de cada um de seus dedos e lambia e chupava o tornozelo dela enquanto girava a corda através de seus dedos estendidos.
A perna dela sacudiu e seu peito subia e descia rapidamente.
Era uma boa coisa que Nessie estivesse atada, de outra maneira estaria chutando na cara dele.
-Momento do outro pé. – ele sorriu.
-Para. N-não posso suportar.
Jacob a ignorou. Desta vez depois de enrolar a corda através de seus dedos, mordeu a parte superior de seu pé enquanto jogava com a corda, lambendo ligeiramente as pontas de seus bonitos dedos.
Quando seu olhar chegou acima dos joelhos dela, ele notou que a parte interna de suas coxas estava molhada e escorregadia com seus sucos.
Abandonou a corda com um grunhido e colocou as palmas das mãos na parte interna de suas coxas e pôs a boca sobre ela... Deleitando-se em suas dobras úmidas e suaves. Introduzindo um dedo em sua vagina, depois dois, depois três... Sentindo os músculos de sua vulva pulsar ao redor de seus dedos quando enterravam profundamente. Ele se perdeu no sabor dela contra seus lábios e língua, sua essência fluindo para baixo por sua garganta... Seu perfume assentando em sua pele, enchendo os seus pulmões. Sua cabeça, seu coração, e sua alma estavam regozijadas com os gritos suplicantes e gemidos eróticos que Nessie dava enquanto repetia: “Por favor, Jake”... Uma e outra vez. Jacob murmurava palavras incompreensíveis enquanto chupava seu clitóris e ela gozou loucamente.
Quando ela deixou de sacudir e estremecer, levantou seu ruborizado rosto para olhá-lo, enquanto ele ainda jazia entre suas pernas.
Jacob lambeu os lábios e disse:
-Mmm... Amo fazer isto... Amo que esteja atada e posso fazer algo que queira... Amo…
Você... Bebê, amo tanto que está me matando... Quero dizerisso... Quero sussurrar em seu ouvido enquanto estou amando-a... Quero gritar ao mundo.
-Jake... Está bem?
-Sim. Por quê?
-Não terminou a frase. Ama o que?
Jacob cravou os olhos nos dois pontos de cor que o último orgasmo deixou em suas maçãs do rosto. Era esperança o que brilhava em seus olhos? Ou medo? Para não deixar que essa possibilidade arruinasse o momento, ele sorriu cautelosamente.
-Amo que vai me devolver o favor agora mesmo, querida.
Ele moveu para cima de seu corpo, colocando os joelhos a cada lado de suas costelas.
-Estou desejando fazer um pequeno sessenta e nove com você, mas seria um pouquinho dificultoso sem usar suas mãos. — ele roçou os nódulos de seus dedos para baixo da suave pele de seu rosto. -Alguma vez teve uma língua em sua vagina enquanto estava chupando um pênis?
Ela negou com a cabeça.
-Ninguém nunca fodeu seus seios?
Outra vez, ela negou com a cabeça.
-Eles são perfeitos... Olha. — Jacob agarrou os seios em suas mãos e os sustentou juntos apertadamente. -Arqueie para cima, bebê, sim, justo assim...
Deslizou seu pênis no centro da fenda entre seus seios e grunhiu.
-Isto é bom. — enquanto acariciava seus mamilos, balançava os quadris, lentamente deslizando entre os seios dela, arrastando a sensível parte inferior do pênis sobre o duro osso na base da garganta dela... Era erótico como o inferno ver a escura cabeça púrpura de seu pênis desaparecer dentro da cremosa carne branca e aparecer fora pelo outro lado.
Seus olhos encontraram os dela.
-Você gosta disto?
-Sim... – ela arfou.
Ele se moveu para trás.
-Quero sua boca em mim agora.
Assentindo Renesmee lambeu os lábios.
-Saboreá-la me pôs muito quente... Tão perto como estou de explodir, isto vai estar um pouco mais rude que a última vez... – se esticou até a cabeceira da cama com uma mão e segurou seu pênis com a outra enquanto angulava a pélvis sobre o rosto dela. -Abre bem a boca.
Ela tamborilou sua travessa língua através da fenda de seu pênis pelo líquido pré-seminal.
Os lábios dela se fecharam ao redor da cabeça de seu pênis e instantaneamente o calor úmido fez com que todo seu corpo sacudisse.
-Isso... Tome dentro... Por completo.
Um malvado brilho passou por seus olhos e ela gemeu ao redor de seu pênis enviando uma descarga elétrica diretamente a suas bolas.
-Nessie... Está tentando me fazer perder o controle?
Ela moveu a cabeça de cima para baixo, o calor envolvendo seu pênis, seguido por uma fria rajada de ar quando ela o liberou. Várias vezes. Sua boca se movia para cima e para baixo pela longitude com um contínuo deslizamento de calor e umidade.
As coxas de Jacob estavam fortemente apertadas enquanto bombeava seus quadris sobre o rosto dela. Gostava de observar seu pênis fazendo um túnel dentro e para fora da boca dela. Amava ver o rubor em suas bochechas. Amava o feminino olhar de poder e rendição em seus olhos.
Quando ela começou a chupar mais duro Jacob ficou um pouco louco. Pressionou um pouco mais profundo, empurrando mais rápido diante da visão de seus lábios estirados ao redor de sua circunferência.
-Renesmee. — gritou caindo sobre o bordo da loucura, ele agarrou sua cabeça sustentando-a quieta enquanto seu pênis esvaziava em sua garganta. Gemeu pela sensação dos fortes músculos dessa garganta trabalhando quando ela tragou até sua última gota.
Ele retirou o pênis de sua boca e apoiou a cabeça sobre sua barriga, recuperando o fôlego.
-Quero te tocar Jake, me desate, por favor. – ela sussurrou ofegante.
-Não. — Jacob espalhou beijos sobre seu estômago, surpreso de que seu pênis já estivesse desejoso de mais. -Vou fodê-la assim... Pondo minhas mãos, minha boca, minha língua e meu pênis em todos os lugares que queira.
Renesmee ficou quieta e ele olhou para ela.
-O que? Não há segredos entre nós, lembra? Diga...
-Bem. Onde exatamente planeja inserir esse grande pênis seu?
Ele sorriu.
-Gostou onde pus até agora. — Jacob curvou as mãos ao redor de seus quadris, e as deslizou por sua coluna até agarrar as bochechas de seu traseiro. -Sabe quanto amo este traseiro... Tocá-lo, apertá-lo, beijá-lo... Excita pensar em mim deslizando meu pênis em seu traseiro?
Ela não respondeu.
-Seria o primeiro homem em ter essa parte de você, não é?
Nessie assentiu e Jacob se moveu para que ficassem cara a cara.
-Então quero... Vou tomar isso, Nessie, e você vai amar cada fodido minuto de me dar isso, mas não esta noite... Mas logo... Muito em breve. — seus lábios roçaram a bochecha dela. -Por agora, necessito outra vez...
Introduziu dentro dela em um só deslizamento suave.
-Oh... Sim.
A fodeu duro e rápido, depois lento e suave. Beijando sua garganta, seus lábios, saboreando a si mesmo em sua língua.
Quando ela gozou, os doces tremores o arrastaram com ela.
Enquanto o corpo de Jacob ainda pulsava com prazer, sussurrou:
-Renesmee... Se case comigo.
Ela mordeu o lóbulo de sua orelha e disse:
-Não.
-Talvez eu devesse te manter atada até que diga sim.
-Isso não seria justo.
-Por que não?
-Porque não posso pensar corretamente quando não posso sentir os braços ou as pernas.
Ele se ergueu e se surpreendeu ao ver preocupação em seus olhos.
-Não a machuquei, não é?
-Não.
-Então o que acontece?
-Me faz sentir coisas que nunca pensei que faria Jake... Coisas que são muito mais horripilantes que estar amarrada, imobilizada e submetida a cada um de seus desejos sexuais.
Jacob sabia que essa confissão não foi fácil de fazer para ela. Em vez de dizer alguma coisa errada, não disse nada, enquanto suavemente a liberava e beijava cada pedacinho de seu corpo.
Enquanto a beijava e ela se derretia, se deu conta de que esteve pedindo que Nessie se casasse com ele de maneira errada. É obvio que ela seguiria dizendo que não, quando estava nua, empapada em suor e se recuperando de um orgasmo. Este não é exatamente o momento especial que poderiam compartilhar com seus netos de qualquer maneira. Portanto Jacob esperaria e perguntaria outra vez depois de ter criado uma cena romântica, algo que ela nunca esqueceria.
Notas finais
Ahh e ainda não to conseguindo parar para responder aos reviews, mas leio atentamente cada um e sou mto grata pelo apoio, então, por favor, continuem comentando e assim que der respondo a todos :)
Beijos
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