Vida Roubada

8 Capítulo 8


Notas iniciais
Muito fofo *-*

Tanya estava nervosa, andava de um lado para outro, já havia se passado cerca de uma hora desde que Isabella pegou-a com Edward aos beijos. Era para ser o ultimo beijo, para perpetuar durante sua vida dentro de suas doces lembranças não para enchê-la de arrependimento.

- Sabia que ainda estaria aqui! – disse Derek se aproximando.

- Oh Derek, por favor, me diga que está tudo bem! – implorou se agarrando na gola da camisa do velho amigo.

- Venha comigo! – pediu se dirigindo a porta dos fundos do estábulo.

- Eu não posso, a sua casa está cheia de pessoas e eu não quero que falem de mim e de Edward... Imagine só, não vai demorar muito para que os comentários surjam. – disse enquanto fungava em meio às lágrimas.

- Tanya você confia em mim?

- É claro que confio, porque pergunta?

- Porque é o que está parecendo, acha que a levaria a algum lugar para passar ridículo?

Abaixou a cabeça envergonhada – Não... Você não seria capaz de tamanha sujeira.

- Não seria porque tenho carinho por você – ela o encarou – Seres humanos são capazes de tudo meu bem, o que nos segura no caminho certo são os sentimentos do amor, o afeto, quando esses sentimentos são deturpados a face obscura do homem se destaca.

- Porque está me dizendo isso, por acaso acha...

- Não prossiga, é claro que eu sei que você não armou nada disso! – suspirou – Venha comigo, todos estão ocupados demais arrumando suas coisas para irem embora.

- Todos?

- Edward e Isabella precisam de tranqüilidade, não de um bando de urubus com pensamentos negativos querendo o mal deles! – disse firme.

Quando Edward adentrou na sala com Isabella sangrando em seu colo em meio a gritos de dor e lamentos, Derek assumiu a postura que se esperava dele, pediu que um de seus empregados fosse até a casa do médico da cidade e o levasse até a fazenda, talvez ainda houvesse tempo para evitar o pior.

Enquanto a jovem esposa grávida sofria com dores agudas, os amigos de sua filha faziam comentários torpes e inúteis, levando-o a tomar uma atitude que tanto desejou desde que os convidados chegaram a sua fazenda. Expulsou a todos de sua propriedade, incluindo sua adorada filha e seu marido.

Foi difícil para ele, mas nem mesmo por Jane ele seria capaz de aturar tamanha falta de humanidade. Quando ela lhe intimou a reconsiderar dizendo que iria embora junto com os convidados ele fora forte, olhou para sua menina e fez o que sua consciência mandou “Então vá logo, assim não chegará muito tarde a Washington”

Timidamente Tanya o seguiu, não demoraram muito para enfim chegarem a uma das varias casas destinados aos empregados.

- É uma pequena casa, tem um quarto, um banheiro, cozinha e esta é a sala. – disse Derek enquanto ela entrava no pequeno cômodo.

- É bonito, simples mais bonito! – murmurou enquanto via as paredes pintadas de branco, o pequeno sofá e a mesa de cabeceira. Viu quando Derek seguiu até a cozinha e com passos tímidos foi até o local, decorado por armários, uma mesa com duas cadeiras, um fogão e uma geladeira azul.

- Me garantiram que a cozinha está bem abastecida, o que acha de me preparar aquele delicioso café? – pediu com um pequeno sorriso enquanto se sentava.

Tanya sorriu timidamente, desde que havia preparado café pela primeira vez para ele e Edward, Derek ficou viciado, era de praxe ele pedir pelo precioso líquido negro. Sem dizer nada ela pegou a panela e colocou a água para ferver. – Acho que lhe oferecendo está cabana ficaria mais difícil de você recusar ao menos passar a noite aqui.

- Eu não posso ficar aqui, mesmo que os convidados já tenham ido, Isabella não se sentirá confortável com a minha presença. – disse preparando o coador de pano para colocar o pó de café.

- Por isso mesmo não lhe ofereci um quarto na casa. Isabella e nem mesmo Edward precisam saber que está aqui...

- Derek não vê o desproposito que está me pedindo? – olhou para ele com a feição assustada.

- Você que não está enxergando o fato de que no estado emocional em que se encontra dirigir na estrada escura não será bom, são horas de viagens.

Ela virou-se de costa para ele – Não irei voltar para Washington. Olhou para a água que ainda estava morna e suspirou. Terminei com Rick, contei tudo sobre minha relação com Edward e sai de casa desde sexta de noite e ontem pela manhã entreguei minha carta de demissão na Volturi advocacia.

Começando a entender as coisas ele olhou penalizado para sua amiga – Veio se despedir.

- Antes de desaparecer no mundo eu precisava ao menos lhe ver uma última vez. – falou engolindo o choro.

- E enquanto a Edward?

- Eu deixei uma carta explicando tudo para ele, de qualquer forma eu já disse tudo mesmo...

- Vocês ainda estavam juntos, não estavam?

- Sim e não... Apesar de às vezes ainda termos intimidade, estávamos sendo amantes da boca para fora, na verdade, nenhum de nos dois estava tendo coragem de terminar o que já estava acabado. – disse enquanto pegava a água fervendo e colocava no coador.

Derek a olhava e enxergava mais do que uma mulher em busca de paz de espírito, Tanya era única, nunca em sua vida havia conhecido uma mulher mais determinada e forte que ela, se Deus tivesse colocado-a em seu caminho antes, somente alguns anos antes, quem sabe ele não poderia ter entendido o que seria viver um amor.

- Fique! – pediu no momento em que ela lhe entregou uma xícara de café.

- Eu adoraria, mas...

- Mas nada, você nem ao menos sabe para onde ir, fique comigo, faremos companhia uma para o outro, ficará longe de todo mundo e terá paz para pensar...

Ela se sentou e tomou um gole quente de café – Não sei, talvez não seja uma boa idéia... – Ela não duvidaria que a presença de Derek pudesse lhe fazer bem, mas aquele lugar sempre seria o cantinho feliz, onde ela e Edward viveram seus melhores momentos.

- Eu não sei por quanto tempo Edward ficará aqui com Isabella, mas acredito que não será o resto da vida, somente o tempo suficiente para que senhora Cullen e o bebê estejam bem.

Ele soube jogar, sabia que Tanya não conseguiria se afastar até saber o que aconteceu com os dois sentia-se culpada, pois, se não tivesse beijado seu amante talvez nada disso tivesse acontecido. – Como esconderia isso de Edward? Ele não tolo, logo descobriria que estou aqui.

- Confie em mim, não deixarei que ninguém saiba! – Ela respirou fundo e acenou positivamente – Suas malas estão no quarto e seu carro está escondido.

- Como?

- Eu sabia que você concordaria, é uma mulher inteligente! – respondeu sorrindo.

Derek ainda ajudou-a a se acomodar e lhe garantiu que a deixaria informada. Quando voltou para a casa principal escutou somente o silencio, todos já haviam ido embora, sua filha se foi, preferiu aos amigos a ele. Respirou fundo e subiu as escadas, antes mesmo de chegar ao quarto de Isabella o médico que mandou buscar estava se retirando.

- Como ela esta? – perguntou com medo de escutar uma resposta negativa.

Billy Black, um homem de cinqüenta anos que atendeu Isabella suspirou cansado – Acredito que placenta descolou, mas aparente o bebê está bem. Não posso garantir, se ele ao menos mexesse ficaríamos mais tranqüilos.

- Não a nada que possamos fazer?

- Isabella tem que ficar de repouso absoluto, sem preocupações ou irritações. A nós só basta rezar para que tudo fique bem.

Derek acenou positivamente – Obrigado Billy, sei que fez o podia.

Após se despedir do médico, bateu na porta do quarto que um dia pertenceu a sua esposa. Edward que o atendeu. – Posso ajudar em algo. Perguntou Derek

- Não – disse com certa dificuldade.

- Edward, queria que soubesse que podem ficar aqui o tempo que precisarem e que terão meu total apoio.

Sorriu tristemente – Obrigado!

- Como ela está?

- Triste, chorando. – suspirou. Derek o olhou e se penalizou, nunca viu um homem com a imagem tão desesperada como estava vendo Edward agora, de fato ele amava sua esposa.

- Vou deixá-los a sós, ela precisa de repouso, e do marido ao seu lado, qualquer coisa sabe onde me encontrar!

Edward acenou positivamente e fechou a porta quando seu velho amigo virou as costas. Com passos lentos se aproximou da cama onde Isabella estava deitada, ela ao menos estava sem dor, o Dr. Black fora eficiente, conseguindo com que o sangramento passasse junto com as contrações, afinal, ainda não era o momento de a criança nascer.

Olhando para a face de sua esposa, viu o quanto ela ficou abatida, lágrimas silenciosas de medo pelo seu filho ainda desciam por sua bochecha. Calmamente ele se sentou ao lado dela e com certo receio levou sua mão até a dela que repousava em seu ventre, apertando-a delicadamente. Diante do gesto ela virou a cabeça e o encarou.

Não sabia muito bem o que dizer, porque nem ao menos sabia o que estava sentindo. Fechou os olhos por alguns segundos, o que lhe pareceu uma eternidade. Não gostou do viu, disso ela tinha certeza, ver seu marido beijando outra mulher, uma que ia a sua casa e sorria com ela, que se fez de amiga e que acima de tudo era casada, não foi uma coisa agradável. Não que estivesse julgando-a, longe disso, mas porque não falar, Tanya sabia que ela nada tinha com Edward, seu casamento era somente no papel, nunca fora consumado.

Abriu os olhos e encarou Edward e uma pergunta traiçoeira lhe atingiu.

Será que se soubesse da relação dos dois, se Edward ou Tanya tivesse lhe dito isso antes, a dor que lhe atingiu o peito quando os viu juntos não se pronunciaria?

Suspirou frustrada, talvez jamais soubesse a resposta, mas de uma coisa ela sempre soube, antes mesmo de se casar seu marido deixou bem claro, ela não deveria interferir em sua vida, e ela concordou, mas de uma forma que não soube explicar para si mesma como ou porque aconteceu, ela não cumpriu com sua palavra.

Mesmo não querendo, as pessoas e coisas que faziam parte do dia a dia de Edward lhe interessavam, e o que era pior, o que ele pensava dela ou o que simplesmente pensava sobre qualquer coisa se tornou uma das curiosidades mais intensas de sua vida.

- Me desculpe – sussurrou rouca pelo tanto que havia gritado e chorado. Gostando ou não, ela fora indiscreta, e se o relacionamento dele com Tanya viesse a terminar a culpada era ela.

- Você não tem porque me pedir desculpas – garantiu.

Um sorriso triste nasceu em seus lábios – Era por isso que Tanya estava tão triste ultimamente, eu estraguei o seu romance com esse casamento... Eu sinto muito pelo sofrimento que estou causando aos dois.

- Não prossiga com isso, é mais complicado do que pode parecer.

- O que há de complicado? Imagino que vocês já tinham um... Uma relação afetiva antes de eu surgir como uma bomba em sua vida. Eu me tornei a sua esposa, mulher nenhuma aceita isso assim...

Apertou a mão de Isabella mais uma vez – A Tanya foi uma grande amiga, não vou dizer que o que tivemos foi somente superficial, já pensei em me casar com ela algumas vezes, até mesmo já a pedia em casamento, mas todas as minhas propostas foram recusadas.

- Por causa do marido? – questionou Isabella.

Suspirou – Ela me dizia que ainda o amava e que ele precisava dela, afinal, além de ser um covarde é um incompetente que nem ao menos sabe cuidar de si mesmo, mas hoje, quando ela veio se despedir, me confessou que me amava e que por isso se recusou em ficar comigo. – ela olhou curiosa diante do comentário – Eu nunca amei a Tanya, na verdade nunca me apaixonei por mulher nenhuma, mas ela com todos os problemas que enfrentava de certa forma conquistou um pedaço de meu coração.

- Ficou com ela porque a considerava como amiga? – perguntou Isabella incrédula.

- Não, ela também é uma linda mulher, não posso negar isso, mas acho que sempre fomos mais amigos com certos privilégios que enamorados. Entende?

- Acho que sim... Minha tia Ângela sente algo semelhante por Ben.

- Nem todas as pessoas vivem um amor, acho que estou entre elas.

Isabella correspondeu o aperto dele em sua mão – Quem sabe um dia você não encontre alguém que o faça sonhar.

Ele sorriu docemente – Quem sabe... – murmurou. Respirou fundo e depois de alguns segundos encarou Isabella novamente – Como é?

- O que?

- Amar alguém... Sonhar...

Fechou os olhos antes de responder – Você se sente especial... Único. É como se toda a força que estava escondia dentro de você emanasse, e então você se sente forte o suficiente para enfrentar o mundo se preciso, porque o que é o mundo comparado a um sorriso da pessoa que ama? – abriu os olhos e se deparou com duas esmeraldas analisando-a.

- Definitivamente nunca me apaixonei mesmo. – comentou com um sorriso irônico.

- Você terminou com ela? – ele a encarou curioso pela volta do assunto.

- Não – sorriu triste – Acho que nunca teria essa coragem. Ao que parece, ela se cansou de uma relação onde a outra parte jamais poderia lhe retribuir como ela merece uma parte que não lutaria tanto assim para ver um sorriso dela.

- Não foi por minha culpa? – quis se certificar de nada tinha haver com o rompimento dele com Tanya, porque por mais que ele não amasse a secretaria, carregar a culpa de seu relacionamento seria pesado demais para ela.

Ele olhou para Isabella com carinho – Não, foi por minha culpa, por jamais poder olhar para ela com olho para você!

Os dois se olharam, Isabella constrangida enrubesceu – Você não deveria falar assim...

- Só estou querendo dizer que sem me dar conta você conquistou um amigo, você e essa criança se tornaram mais do que uma forma de compensar a falta que meu irmão faz em minha vida. – fechou os olhos – Quando a vi caída e sangrando no chão mais cedo, somente uma coisa passava pela minha cabeça...

- O que? – perguntou curiosa.

- Se algo de ruim acontecesse com você e o bebê – olhou para o ventre de sua esposa. Não passou despercebido para Isabella que pela primeira vez ele não hesitou em falar de seu filho – Jamais me perdoaria, e não porque eu prometi que cuidaria de vocês em nome de meu irmão, mas porque me preocupo com vocês, porque o bem estar dos dois se tornou importante por mim, não só pelo nome de Jasper.

Sorriu tímida – Quando o conheci pensei que você fosse outra pessoa, não o que é de verdade, tenha certeza que você também conquistou uma amiga que o estima muito.

Conversaram mais um pouco, Edward contou-lhe tudo sobre sua relação com Tanya e que de certa forma estava triste, porque não fora capaz de aliviar sua dor, e sim aumentá-la mais ainda. Mesmo por meios tortos, Isabella estava começando a ser para ele uma confidente, alguém que ele começava a confiar.

Quando a noite apoderou-se do céu, Edward desceu para pegar algo para ela comer.

- Não estou com fome – disse ao ver ele com uma bandeja. Com um sorriso matreiro nos lábios ele posicionou a bandeja próxima a ela, como se fosse uma mesa.

- Trouxe para você e para mim, é caldo de galinha e tem umas torradas que são uma delicia.

- Edward...

- Nada de protestos, ou você come por bem, ou terei que agir como minha mãe fazia comigo e Jasper, e acredite quando falo, não é nada animador ter comida enfiada goela abaixo.

Arregalou os olhos assustada – Você não se atreveria!

- Quer pagar para ver?

Na duvida, ela acabou tomando todo o caldo, fazendo a vontade de Edward sem reclamar. Ele além de se deliciar com o caldo ainda devorou todas as torradas. Quando ela estava bem alimentada e mais relaxada ele foi tomar banho, dessa vez não se esquecendo de levar sua muda de roupa.

Enquanto a água batia em seu corpo levando o suor e relaxando seus músculos ele só conseguia pensar em sua doce esposa. Quando voltou ao quarto e olhou-a surpreendeu-se, ela já havia adormecido, mesmo com o quarto totalmente iluminado.

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Foi até a janela e a fechou para que a friagem não acabasse fazendo mal para Isabella, sem fazer qualquer barulho, desligou todas as luzes e diferente da noite passada e de todas as outras desde que se casou, Edward se deitou ao lado da esposa, e adormeceu abraçando-a com um das mãos no ventre avantajado que teve receio em tocar horas atrás. Foram horas de sono tranqüilo, onde ambos puderam apreciar da companhia um do outro.

Quando o dia raiou e Isabella abriu os olhos sentiu algo estranho ao bater de seu coração, seu corpo estava envolvido por braços fortes, nunca antes tinha adormecido nos braços de um homem, nem mesmo com Jasper. Quando teve sua primeira noite de amor, logo teve que voltar para sua casa e adormecer sozinha.

Com cuidado, virou sua cabeça em direção ao seu marido e ficou a centímetros de sua face sentindo a respiração tranqüila dele. Pela primeira vez ela o olhou atentamente, e se encantou com o contorno de sua face percebendo o quanto ele era ainda mais bonito se vendo de perto. Com cuidado para não acordá-lo, levou seus dedos próximo ao rosto relaxado de Edward, e com alguns centímetros de distancia, começou a contornar cada traço que ele possuía, como se com ajuda das mãos pudesse gravar em sua memória.

Perdida diante do momento ela sorriu timidamente, sentir e trocar o calor dos corpos era bom, era deliciosamente bom. Quando por fim algo se moveu dentro dela tudo o que ela conseguiu fazer foi ficar mais nervosa.

Desviando o olhar de Edward e esperando ansiosa para que seu filho se mexesse novamente, não sabia ao certo se estava delirando ou se realmente ele havia lhe dado um sinal de que estava bem.

- Isabella?

Com calma ela virou-se para Edward e o olhou com os olhos alarmados, o movimento súbito que ela fez o despertou. Preocupado ameaçou se levantar – Não, não se mexa! – pediu sussurrante.

- O que foi, está sentindo alguma coisa errada? – perguntou.

- Shiii... Não fale nada, só fique aqui comigo!

Mesmo que o medo estivesse em cada pulsar, ele fez o que ela pediu, continuou abraçado a ela e esperou para enfim descobrir o que estava acontecendo. Foi então que a magia aconteceu novamente, ele agora acordado pode sentir com ela uma ondulação em seu ventre. Era a vida que gritava avisando que não havia ido a lugar algum.

- Oh Deus, Oh Deus... Muito obrigada! – pediu em meio às lágrimas.

Paralisado, ele nem ao menos conseguiu tirar sua mão do ventre de Isabella, aquele ser tinha se mexido e fez com que o ultimo fio que o mantinha no chão fosse rompido.

Há um dia ainda tinha como voltar, pois não tinha cruzado a linha que o uniria eternamente com Isabella. Mas ter dormido na mesma cama envolvendo-a em seus braços, aquecendo seu corpo com o dele e ao acordar recebendo um bom dia do filho de sua esposa, fez com ele atravessasse a tal linha que o mantinha com certo conforto afastado dela, que mandava para longe qualquer sentimento que pudesse ameaçar nascer e crescer, mas agora não tinha mais volta, ele estava ligado emocionalmente com tamanha força a eles que teve que segurar lágrimas que desejavam sair de sua face, o seu filho estava vivo, com esse arrependimento ele não viveria.

FIM DO CAPITULO

Notas finais
antes de qualquer coisa, me desculpem... n deu pra postar ontem, passei o dia arrumando minhas coisas, quando se chega de viagem é assim msm.... mas aqui estou eu, firme e forte com mais um novo cap totalmente emo pra vcs...
e ai, gostaram????
Enfim a amizade dos dois começou a ficar forte...
E o Derek com a Tanya????? será que mesmo com a diferença de idade os dois tem como viver um amor??? ou será que irão permanecer somente na amizade???
ahhh... posso garantir que mais lá pra frente a Tanya vai ter um papel importante na historia....
la la la
como presente pela postagem que n aconteceu ontem.... vai ai um spoiler pra vcs do proximo cap.
"...- Vai ficar Edward? Está tarde e como você mesmo disse mais cedo, Isabella precisa descansar. disse Emmett parando ao lado do dono da casa.
- Sei cuidar muito bem de minha esposa, não preciso que me digam o que fazer.
- Esposa? Pensei que fosse somente cunhada...."
ihhhh.... será q isso vai da pano pra manga?????
bem ficamos por aqui.... comentem, comentem, pq se o comentario desse cap ultrapassar o do cap anterior, teremos postagem no domingo, se não somente na terça...
E se estão gostando msm da história, n custa nada recomendar, né meninas???
bjocas
obrigada pelo carinho de sempre, adorooo ler o q escrevem...
fui...