Vida Dupla
18 Capítulo Dezesete
Notas iniciais
Acho que não demorei tanto, por vias das dúvidas obrigada pela paciência.
Sem mais delongas nos vemos lá embaixo para agradecimentos geral e muito emos.
Boa leitura =D
Gel Borges
Bella P.O. V
Edward é intragável em todas as categorias! Prepotente, arrogante e insuportavelmente irresistível... Depois de todos os abusos feitos em sua casa e com as compras ele ainda estava querendo me dominar aqui no escritório, eu sei que ele é meu patrão, mas isso não lhe dá o direito de interferir em minha vida. Sai para almoçar na maior tranqüilidade mesmo sendo irritada por ele mais uma vez liguei para Alice para saber como estavam as coisas já que não tinha dormido em casa e mesmo ela sabendo onde estava eu queria notícias dela. Ela não me atendeu nem no celular nem em casa e acabei ficando preocupada. Liguei para a Rose e a mesma coisa aconteceu... Algo estava errado, elas não eram de sumir assim. Marcus foi a minha última opção e me aliviei ao saber que Alice tinha acabado de sair da boate, tinha ido ensaiar. Almocei no restaurante próximo ao escritório para não demorar e ao voltar encontrei o escritório sem a presença do Edward respirando aliviada fui adiantar muitas coisas que estavam em atraso desde que chegamos de viagem. Os contratos fechados já estavam redigidos e só faltava ele dar o aval para que Jasper organizasse os tramites legais. Depois de tudo pronto eis que a razão da minha aflição entra na sala parecendo uma fera enjaulada dando o expediente por encerado. Não discuti peguei minha bolsa e sai em disparada não sem antes ouvir um barulho como se fosse de um objeto se quebrando. Segui para o elevador dando de ombros e esbarrado com o Emmett sempre muito sorridente muito ao contrario de seu irmão. Será que eram adotados?
_Já indo embora Belinha?-ele me perguntou com graça e eu não tive outra resposta a dar a não ser a que eu sabia no momento.
_Seu irmão chegou irritado, como se isso fosse alguma novidade e deu o expediente como encerrado. Adorei a idéia e já vou embora. — respondi sorrindo um pouco.
_Ele é bem difícil não é?-ele fez a pergunta já sabendo a resposta, ninguém mais que ele que trabalhava junto há tanto tempo para saber o quanto Edward era insuportável.
_Prefiro não comentar a respeito Emmett. Alguma novidade? Você estava preocupado com os clientes que fechamos, mas os contratos estão prontos e eu já dei uma olhada e organizei os mais urgentes só falta o Edward dar o aval, o Jasper fechar com a parte burocrática e você começa a trabalhar de verdade!- ele fez uma careta ficando sério logo em seguida.
_Edward sabe ser mais implacável do que isso Bella. — o elevador chegou à garagem e minha ficha caiu...Estava sem carro, eu vim de carona com o Senhor insuportável. Emmett percebeu meu desespero e perguntou o que estava acontecendo, não tive como disfarçar.
_Esqueci que não vim de carro. Na verdade eu vim com seu irmão e não me olhe com essa cara estranha, ele sabe ser mandão demais e eu estou cansada de discutir. Ele levantou as mãos em sinal de rendição e fechando a boca com um zíper imaginário.
_Não digo nada, quer uma carona?- aceitei de bom grado. Emmett era uma pessoa agradável, quem sabe não conseguisse mudar a Rosalie que era um poço de amargura...
Não demorou muito e fui deixada em casa. O que mais queria era um banho e descansar.
Antes de sair do carro Emmett me disse umas coisas que me fizeram pensar...
_Não leve as atitudes do Edward tão a sério... Ele já passou por fases negras e hoje ele tem seu jeito como se fosse uma armadura. Não sei se é bom você saber, mas você foi à única pessoas em anos que conseguiu penetrar nessa armadura. Tome cuidado e ao mesmo tempo dê uma chance a ele. — sai do carro com um sorriso sem graça, agradeci a carona e subi para casa.
Alice não estava em casa e fui direto para meu quarto e tomei um banho descente já que tomei na casa do Senhor Insuportável foi rápido e não foi com as minhas coisas. Deitei para descansar e me lembrei das palavras do Emmett, era até difícil acreditar, mas não queria envolvimentos e a idéia de sair do trabalho ainda estava em minha mente. Antes que eu pegasse no sono ouvi voz de Alice na sala, ela parecia falar ao celular. Olhei no relógio e já eram 7 horas, me aconcheguei nas cobertas disposta a dormir até amanhã... Meus planos foram frustrados por vozes alteradas na sala, pisquei aturdida e me levantei passando as mãos nos olhos olhando para o relógio na mesinha de cabeceira, 09h30min quem era uma hora daquelas? Sai do quarto e fui em direção às vozes, ao chegar à sala estaquei de vez e o chão sumiu embaixo de mim. Lá estava à mulher que se dizia minha mãe, aquela que eu quis defender aceitando o julgo daquele maldito por vê-la apanhar várias vezes e quando a porra toda explodiu ela não ficou ao meu lado. Ela estava acompanhada de uma menina morena de aproximadamente 10 anos e pisquei confusa, respirei fundo e me aproximei das três. Alice estava pálida acho que não mais que eu e Renné estava com os olhos vermelhos como se tivesse chorado muito, a menina estava com a cara assustada, mas nos olhava com curiosidade. Engoli em seco tentando desfazer o bolo que estava em minha garganta e perguntei de chofre.
_O que você faz aqui? Como me encontrou?- não dei tempo para respostas evasivas nem para lamentações._Durante 10 anos eu não quis ter notícias suas o que faz agora na minha casa?- ela começou a chorar e Alice se aproximou de mim passando o braço ao redor do meu ombro como se isso pudesse me acalmar ou ao menos apagar a enxurrada de imagens que estavam passando diante dos meus olhos. Minha mãe resolveu falar.
_Eu só vim porque não quero que sua irmã tenha o mesmo fim que você Isabella... Eu já errei uma vez, não quero cometer o mesmo erro, me ajude!- ela falava com a voz embargada pelas lágrimas e nesse momento me dispus a analisar a menina que estava parada no meio da sala alheia aquela conversa em códigos que travava com minha mãe. Alice se aproximou dela e logo passou seus braços ao redor dela também, quase dei risada com isso, ela só pode achar que um abraço resolve tudo!
Processei a informação e fui ao quarto pegar meu telefone, liguei para o Marcus, queria sair desse redemoinho de coisas que desabavam em minha cabeça! No terceiro toque ele atendeu e só falei que precisava dele, pelo meu tom de voz tinha certeza que ele não demoraria a chegar. Sentei-me na cama e tentei ordenar meus pensamentos ele me daria um apoio e uma ideia do que fazer, eu pela segunda vez na vida estava perdida.
Voltei à sala e analisei o cenário... Minha sala toda decorada por mim, minha mesa, meus quadros, minhas cortinas, meus sofá que agora acomodavam mãe e filha abraçadas, tive vontade de gritar!
_Você não vai me dizer mais nada?- perguntei rude, ela levantou os olhos pra mim e ficou em silêncio. Não aguentei e tive que falar alto, necessitava falar alto para afugentar os fantasmas que estavam rondando minha cabeça._ O que aconteceu com o desgraçado que você chama de marido heim? Não vai me dizer que depois de mais uma surra você decidiu largá-lo?- eu tinha que colocar minha raiva pra fora ou iria morrer asfixiada. Enquanto eu gritava vi minha suposta irmã sendo abraçada por Alice, ela tinha uma cara de assustada e nem isso acalmou minha ira. Fui distraída por uma voz conhecida que me veio como um bálsamo, Marcus tinha chegado e junto com ele na porta nada mais nada menos que o Senhor Insuportável. Não tinha ânimo para discutir, queria colo depois de muito tempo... Fui em direção a eles com minha cara de pouco amigos e logo Marcus tentou me acalmar o que sempre ele conseguia nas minhas raras crises!
__Hei meu bem, o que está acontecendo? Fiquei preocupado com seu telefonema. — ele me abraçou e eu retribui o abraço me fortalecendo, depois que nos separamos mostrei a ele o real motivo para minha aflição e necessidade dele comigo.
_Eis o meu problema Marcus, meu passado veio me atormentar, tanto que tentei fugir, tanto que eu fiz para nunca mais ter que me deparar com essa mulher que se diz minha mãe, que foi conivente com tudo que aquele desgraçado fez comigo. — fui interrompida por Alice que olhava para mim e para a menina, entendi seu olhar e sugeri que ela saísse da sala com ela, a minha história não era bonita e nem para menores de 100 anos! Marcus como sempre fez aquela cara de surpresa, mas nada que eu já não antecipasse.
_Tire ela daqui Alice, tenho certeza que o que será dito não é para todos os estômagos. -nesse momento minha máscara já estava tomando seu lugar novamente.
Alice a levou e antes de sair deu um beijo na mãe, depois que saíram meus olhos recaíram sobre Edward que estava parado no mesmo lugar desde que entrou pelo que eu me lembre sem bater e sem ser anunciado. Perguntei o que ele queria e minha voz me pareceu estranha até aos meus próprios ouvidos.
_Eu vi falar com você Isabella e não pode esperar... — ele falou com os olhos determinados e eu suspirei cansada, não teria forças para mais uma briga com ele.
_Sr. Masen eu não estou em condições de conversar. Tenho coisas mais importantes a resolver. — Eu estava realmente cansada e Marcus percebendo isso veio com suas ideias brilhantes.
_Meu bem vá com ele, quando você estiver mais calma conversaremos sobre isso, enquanto isso vou fazer um chá para sua mãe e providenciar um lugar para ela dormir. — olhei ao redor da sala completamente alheia a tudo, só Marcus para querer cuidar da minha “mãe”, concordei em ir, pois pelo jeito que ele se encontrava nós não iríamos brigar, no máximo faríamos sexo louco e selvagem que me fizesse esquecer as mazelas da vida!
_Vou trocar de roupa e pegar minha bolsa, um minuto. — fui para o quarto e fiquei olhando para minha parede por uns minutos e nem troquei de roupa, já sabia para onde ia e lá eu não precisaria de muitas coisas. Voltei à sala, dei um beijo em Marcus e fui em direção a porta parando assim que ouvi a voz chorosa dela ao falar comigo.
_Me perdoe Bella, eu não quero que sua irmã passe pelo o que você passou. –não me dei ao trabalho de me virar.
_Tivesse pensado nisso há 10 anos atrás “mamãe”. — sai pelo corredor sendo acompanhada por Edward. Seguimos o trajeto inteiro em silêncio e assim que me chegamos a sua casa me acomodei no sofá coloquei a cabeça entre as mãos precisava desabafar e a única pessoa que estava ali a minha disposição era ele. Que se danasse se ele era meu patrão, ou o cara que estava mexendo comigo, no momento só queria falar. Perguntei se ele estava disposto a me ouvir, se ele estava disposto a conhecer a Isabella em toda sua essência podre e imoral.
_Quer saber por que eu me tornei assim Sr. Masen? Tem estômago para aguentar uma história de uma adolescente que foi violentada várias vezes e por muitos anos por uma pessoa que confiava e achava que era um pai para você?- ele se sentou em uma poltrona de frente para mim e comecei a relatar o meu calvário por todos os 3 anos até chegar à parte que eu mais gostava a parte da vingança... Ainda não me perdoava por não ter tido tempo de matá-lo, se não fosse pela Renné esse mal seria extirpado da terra e a sua outra filha não passaria pelas mesmas provações.
_Depois que tentei matá-lo eu vim para Nova York sem nenhuma peça de roupa e muito pouco dinheiro, fiquei na rua alguns dias até que Aro me encontrou e me levou para a casa onde as meninas da boate ficavam. Nunca vou esquecer a sensação de um banho quente e um prato de sopa para matar a minha fome de dias. Não tive alternativa a não ser fazer alguns programas e graças ao meu talento como diz Aro eu pude parar com os programas e me dedicar só à dança e a alguns clientes se eu quisesse. Decidi estudar e fazer o que eu gosto e aqui estou formada, com minha casa e minha vida nos eixos até ela aparecer com meus fantasmas. Chocado Sr. Masen? Minhas experiências me fizeram assim e não tenho do que me envergonhar superei e quero esquecer essa fase da minha vida, agora o Senhor entende o porquê de não ser submissa a nenhum homem, de ser dona de mim e não me deixar levar por sentimentos que sei nem sempre são verdadeiros?- Ele não esboçou nenhuma reação, muito pelo contrário me surpreendeu com uma pergunta que não tinha nada haver com a conversa e toda aquela porra de tensão que o momento tinha.
_Quer comer alguma coisa?- ele se levantou e foi para cozinha. Encostei minha cabeça no sofá e fiquei ouvindo seus passos, ele abrindo os armários, a geladeira... Estava tentando esvaziar minha mente e ele estava conseguindo isso. Quando ele chegou a minha frente com um sanduíche e um suco de laranja em uma bandeja não pude deixar de provocá-lo.
_Edward Masen Cullen servindo a alguém … Aleluia, que se salve uma alma no mundo ou no purgatório! — ele deu um sorriso que diria molhador de calcinhas e me mandou comer da melhor forma Masen de ser.
_Você é insuportável Isabella, agora coma! –percebi em seu semblante que ele queria falar outras coisas, mas não tinha espaço. Eu já estava fodida mesmo deixaria que ele me perguntasse o que bem entendesse, se eu iria responder é que eu iria decidir depois...
Depois de alimentada e cansada acabei cochilando no sofá. Não vi a hora que ele se levantou e nem tampouco tomou banho. Fui acordada pelo seu cheiro peculiar e agradável e com sua mão acariciando meu braço.
_Isabella... — ele falava baixo e sua voz estava muito gostosa de ouvir. Respondi ainda sonolenta, ouvi seu suspiro longo e logo fui pega no colo e depositada na sua cama. Aconcheguei-me aos lençóis e peguei novamente em um sono profundo e sem pesadelos.
[...]
Abri os olhos lentamente e a luz do dia terminou o processo de despertar a tonta sentimental... Porra! Eu sabia onde estava e sabia que tinha falado demais com o Senhor insuportável... Agora é tarde!
Levantei-me da cama e franzi o cenho, estava vestida com uma das camisas dele e me perguntei onde estariam as minhas roupas. Dormi demais só pode! Não o senti tirando minhas roupas deve ter sido o cansaço e as emoções nada agradáveis da noite anterior. Balancei a cabeça e fui em direção ao banheiro, sabia bem onde era. Tomei uma ducha rápida e escovei os dentes com uma das inúmeras escovas extras que tinha ali e fui procurar pelo dono da casa. Olhei em cada cômodo e nada, para minha surpresa não era tão tarde como eu supunha, eram 06h30min, era até cedo para os meus padrões.
Fiquei observando a vista privilegiada que ele tinha de seu apartamento e comecei a pensar na desagradável surpresa de ontem. Pelo que entendi do pouco que ouvi a Renné falar, o verme estava aliciando a própria filha! Minha mãe teve uma filha com aquele monstro, era inaceitável... Mas cada um fazia da vida o que bem entendesse, agora que o problema veio à tona tinha que arranjar uma solução para ela, não poderia deixar que outra inocente pagasse pela insanidade daquele monstro. Marcus deve ter contornado a situação, não me ligou eu só ligaria para ele mais tarde à uma hora dessas ele estava nos braços de Morfeu. Cheguei a rir do meu pensamento, se tinha alguém que gostava de uma cama assim como eu esse alguém era o Marcus. Ouvi o barulho da porta sendo aberta e ao me virar dei de cara com Edward com roupa de corrida, toalha em volta do pescoço e a camisa molhada de suor... Um arrepio percorreu minha espinha, ele estava muito gostoso, sua expressão estava mais relaxada e ao me ver parada próximo a janela quase sorriu.
_Bom dia Isabella, dormiu bem?- ele perguntou se dirigindo a cozinha, eu fiquei imóvel e muda no lugar. O que estava sentindo era uma vontade louca e insana de pular em seu colo e ser preenchida em todas as esferas possíveis e imagináveis. Ouvi o barulho de água sendo colocada no copo e logo depois ele retornou a sala. Pisquei para clarear o cérebro e respondi um pouco tarde a pergunta sobre o dormir bem.
_Dormi sim obrigada! Até que o Senhor não incomodou muito... — tinha que colocar minha máscara senão me entregaria a ele nesse minuto com ele suado pelo que me pareceu de uma corrida longa!
_Não incomodei porque não dormi com a Senhorita, me acomodei no quarto de hospedes. — ele falou indo em direção ao quarto e meu rosto desmoronou. Como assim ele não dormiu na sua própria cama? Ele sempre fez questão de frisar que sua casa era seu território... Depois de um tempo para meu próprio espanto me vi tomando o mesmo rumo que ele, entrei no quarto e ouvi o barulho do chuveiro e aguardei que saísse. Não demorou muito e ele apareceu com uma toalha enrolada na cintura e outra secando os cabelos. Percorri meus olhos por todo seu corpo torneado e molhado, era a visão perfeita da luxúria, tive certeza que mordi meu lábio.
_Gosta do que vê Isabella?- ele perguntou bem próximo a mim, em meu devaneio erótico nem percebi que ele se aproximou tanto. Respirei profundamente e fui engolfada pelo cheiro se seu sabonete que parecia ter sido feito sob encomenda... Arrependi-me amargamente disso, pois fechei os olhos e soltei um gemido baixo. Parece que essa foi à deixa para que ele me pegasse pela nuca e me puxasse para mais perto. Não ofereci resistência, desde a hora que ele entrou naquela sala suado eu queria ele sobre mim ou eu sobre ele, não queria pensar nesses detalhes a única coisa que queria era ele enterrado em mim...
Ele desceu beijos no meu pescoço arrancando mais gemidos e o senti sorri um pouco, ele gostava de me deixar vulnerável, não tive mais tempo para pensamentos incoerentes, pois tive minha boca invadida pela sua língua que me ascendeu ainda mais. Senti suas mãos em minha bunda e tomando impulso pulei literalmente em seu colo sentido sua rigidez em contato com minha parte quente e necessitada. Ele encostou-me na parede e segurando-me com uma mão a outra ficou livre para que seu dedo me penetrasse eu já estava úmida e pronta para recebê-lo. Sem muito cuidado fui invadida por mais um de seus dedos mágicos e rebolei querendo um contato maior.
_Sempre pronta não é Isabella?- era uma pergunta e uma afirmação ao mesmo tempo. Não percebi como ele tirou a toalha só senti seus dedos sendo retirados de mim e eu sendo invadida e completada por seu membro duro e pulsante! Chequei a arfar quando ele deu a primeira estocada forte, para logo depois aumentar o ritmo. Não me importei com minhas costas batendo na parede nem com a força que era penetrada, só me importei com as sensações que estava tendo a cada ida e vinda dele dentro de mim...
Em determinado momento ele parou de se mover e olhou em meus olhos, parecia que o conhecia de longos anos, senti paz pela primeira vez desde que conheci Edward Masen Cullen, segurei seu rosto e me aproximei mordiscando seus lábios logo sendo correspondida. O vai e vem de sua língua parecia acompanhar o vai e vem de seu membro dentro de mim e cheguei ao orgasmo de forma arrebatadora sendo seguido por ele que gemeu meu nome em meu pescoço...
Depois de acalmarmos nossas respirações ele lentamente me colocou no chão e pareceu lembrar-se de algo muito importante, pois sua expressão era de horror...
_Porra! Esqueci a camisinha... — ele olhou pra cima e rolou os olhos._Só você me faz perder a cabeça desse jeito Isabella. — tentei aliviar sua consciência.
_Não se preocupe eu não tenho nenhuma doença. — ele me encarou como se eu fosse um E.T
_Não é só pelas doenças Isabella, eu também sou saudável. Minha preocupação são os danos permanentes. — fiquei olhando pra ele sem entender e quando a ficha caiu à realidade se abateu sobre minha cabeça com a força de um contêiner de 1.000 kg.
_Se o Senhor fala de uma possível gravidez, não se preocupe. Eu não posso ter filhos!- vi o choque percorrer seus olhos e não esperei para ver pena ou qualquer outro sentimento. Corri para o banheiro para não desmoronar e me abrir mais uma vez para o não tão mais odiado Senhor Insuportável...
Notas finais
Eu precisava escrever a visão da Bella para o encontro coma mãe... Me deixem saber se gostaram com seus coments e recomendações. Falando nisso estou feliz igual a pinto no lixo! Tenho leitoras novas e que comentaram muito... putz sem palavras, só tenho a agradecer e tentar melhorar.
Obrigada Bina, Li Ferreira, Baby Perva(Thais), Bella F pelas recomendações.
Beijokas e até o próximo!
N/B: meu para tudoooo a bellinha não pode ter filho como assim....
ai genteeeee comentem, recomendem pra que nossa querida escritora nos deixe feliz sabendo mas dessa historia escura da bella.
E outra coisa esse olhar molhador de calcinha faz tem que o doentinho faz comigo FATO... então amores deixem nossa escritora feliz... metendo porrada nos comentários ok... vou terminando por aqui pois irei correr pro banheiro sabe né kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.... beijocas da July betaperfect....
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