Vices

3 Velhos Tempos


Notas iniciais
Nyah!

Mais um capitulo, e esse é quentinho!

E sugiro ouvir a musica citada junto da ação. Fica bem legal!

Boa Leitura!

Desacelerou o carro e apertou firme o volante, tentando manter a calma. Um frio lhe subiu a espinha e engoliu seco.

– Filho se abaixa. – disse receosa fitando os dois carros negros parado a frente de sua casa.

Ele acatou sua ordem.

– Mas quem é mãe?

Ela ficou olhando para os carros, e notou que alguém havia entrado em sua casa. Viu também um homem vestido de preto sair de um dos carros e ir para dentro da sua casa, ao encontro do outro. E a arma que ele tinha na barra da calça, atras das costas, lhe chamou atenção.

Subitamente lembrou-se do telefonema da noite passada.


– É da casa de Haruno Sakura?



– Droga! – viu o homem reconhecer o carro e lhe apontar para o outro homem. – Filho não se levante esta bem?! – disse com a voz um pouco tremula.


Viu ele menear que sim com a cabeça, e viu em seus olhos medo. Ele sabia que havia algo de errado.

Ela acelerou novamente e passou reto por sua casa, fazendo as marchas rapidamente. Viu pelo retrovisor que eles retornaram aos carros, e começaram a lhe seguir.

– Mãe, a senhora não esta indo rápido demais?

Olhou para o pequeno que estava encaixado no espaço para os pés, a frente do banco do carona, e viu que ele estava confuso e com medo. Já que nunca viu sua mãe assim.

– Filho.. – forçou um sorriso. – Lembra quando a mamãe disse que aprontava quando era criança e que gostava de carros? – mantinha a voz calma, para acalmá-lo.

– S-sim.

– A mamãe já passou por isso. – o olhou brincalhona. – Eles não são pareôs para sua mãe no volante. – piscou para ele e viu seu olhar relaxar um pouco.

Na verdade, ela estava torcendo para que eles não fossem mesmo.

Respirou fundo e olhou decidida para a estrada. Fazia tempo que não corria assim, e não seria possível não saber mais. Seu filho estava ali, e esta era a razão para ela se acalmar e fazer tudo ocorrer bem. Tomar as rédeas da situação e fazer aquilo como se fosse uma brincadeira, assim como no passado.

Sorriu com uma lembrança.

Ligou o rádio e colocou a ultimo volume.

Eu sempre fazia isso.

Tocava Beta do Hardwell & Nicky Romero.

Acelerou e se sentiu a velha Sakura. A que se aventurava dentre as ruas de Osaka. Olhou novamente no retrovisor e viu os dois carros mais próximos. Claro que seu carro não era páreo para aqueles dois mustangues, mas como seu pai falava: de nada adiantava um motor v8 nas mãos de um imbecil.

Virou a curva fazendo um belo drift, e logo retomando as marchas habilidosamente.

– Mamãe, eu posso me levantar para ver?

Olhou rápida para o pequeno e viu que ele estava.. animado?

– É perigoso.

– Por favor. – suplicou.

Parecia que se via quando menor pedindo para seu pai para poder dirigir.

– Tudo bem. – sorriu. Nisso ele puxou a ela. Adrenalina no sangue. – Só que quando eu mandar se abaixar você obedece, esta bem?

Ele meneou que sim com a cabeça e olhou para trás, vendo os dois carros.

– Eles são bandidos não são?

– Sim. – desviou de dois carros e fazendo zig-zag. – Confie na sua mãe. – sorriu confiante.

Baixou a marcha vendo uma elevação mais adiante na estrada. Olhou no retrovisor novamente.

– Essa elevação na estrada é muito comprida. Vai até quase duas quadras. – pensou alto. – Meu carro não vai conseguir contra os dois mustangues já que o motor deles é um provável v8 monstruoso.

– Como assim? – o pequeno arqueou a sobrancelha.

– O motor deles tem bem mais força do que o do nosso carro, assim eles vão subir a elevação mais rápido, podendo nos trancar. – explicou.

Ele ouviu atentamente e meneou com a cabeça que entendeu.

Olhou para o lado e viu uma rua paralela àquela.

– Se segura filho! – disse e virou bruscamente a direção.

O som dos pneus em contato com o asfalto foi alto, assim como os dos outros carros, mostrando que seguiriam a rosada ate onde for preciso.

Já finalizando o drift, ela retomou as marchas novamente. Sua postura mudou. Estava seria e ansiosa, pois já tinha um plano.

– Filho.. – o chamou a atenção. – Preciso que você me escute com atenção. – olhava firme para a estrada.

– Pode falar mãe. – ele a olhou receoso.

– Faltam poucas ruas para o meu plano, e eu preciso que você ouça atentamente. – o fitou rapidamente.

Ele meneou que sim, para ela continuar.

– Eu vou dar um jeito e despistar eles por alguns minutos, e quando eu tiver esse tempo de distração, eu vou parar na frente da mecânica onde a tia Ino trabalha, lembra? – ele meneou novamente. – Você vai descer do carro e se esconder no meio daqueles dois containers grandes de lixo.

Ele abriu a bota para protestar, mas sua mãe o cortou.

– Escute! – o olhou rapidamente de novo. – Depois que você ver os dois carros seguir atras de mim novamente, você vai bater na porta lateral da oficina. Se não for Ino que abrira, será um homem alto de cabelos ruivos, chamado Gaara, o dono da oficina. Conte para ele e peça o telefone. Ligue para Tsunade e a informe de todo o ocorrido, esta bem? – o olhou receosa. – Você precisa confiar em mim, meu amor.

– M-mas e você? – as sobrancelhas negras eram arqueadas em pavor.

– Eu vou conseguir dar um jeito. Só que para isso eu preciso que você faça exatamente isso que eu lhe disse. – apertou o volante. – Confia em mim? – o fitou intensamente.

– H-hai! – disse tomando um olhar decidido.

Sorriu.

– Adoro quando você fala em japonês. – pôs a mão em seus cabelos fazendo um cafuné. – Fica tão fofo.

Viu-o ficar emburrado e fazer beiço.

Ela riu novamente.

– Tudo bem. – respirou fundo – Vamos seguir com o plano.

As ruas ao seu redor passavam como um borrão escuro com linhas de luz.


– Não a perca de vista.


– Pode deixar. – baixou a marcha.


Era tão bom sentir a adrenalina correndo solta em suas veias. Só não fazia mais loucuras com o carro por que seu filho estava ali, e não queria machuca-lo ou coloca-lo em risco.


Olhou e faltava pouco, então iria colocar o plano em ação.

Fitou a rua da mecânica e entrou em uma paralela a ela, acelerou tudo o que o modesto 1.0 tinha. Olhou no retrovisor, já tinha uma distância boa e estava no meio da comprida quadra.

– Filho.. sua mãe é louca.

Ele a olhou confuso, e entendeu isso como um se segura aí!

Ela virou a direção bruscamente e puxou o freio de mão, ficando de frente para os dois mustangues que se aproximavam. Engatou a primeira marcha e acelerou.

O pequeno engoliu seco enquanto se segurava.

Já estava a metros de distância dos dois carros, e os mesmos haviam ficado lado a lado fazendo uma barreira a frente dela. Ou seja, iriam bater de frente.

– M-mãe? – a chamou baixinho, fitando o olhar decidido dela.

Como pensei.

Um dos carros, vendo a eminente batida, desviou rapidamente no ultimo minuto, fazendo a rosada conseguir passar habilidosamente.

– Sempre tem um arregão. – sorriu de canto.

Baixou a marcha e pisou no freio, derrapando o carro e entrando em um estreito beco com precisão e velocidade. O beco terminava a frente da oficina onde ela puxou o feio de mão e virou a direção, e com um drift parou ao lado do meio fio da mecânica.

– Filho eu te amo, e confio em você! – o beijou rapidamente na testa. – Agora vai! Rápido!

Viu ele sair do carro meio desnorteado e se esconder nos containers. Olhou em seus olhos e viu que ele estava preocupado com ela.

Confio em você meu amor!

Engatou a primeira marcha e acelerou novamente. Ficou olhando no retrovisor e viu os mustangues retomando o tempo atras de si. Um medo enorme lhe subiu. Eles não poderiam descobrir que Yuri estava ali.

Suspirou aliviada quando viu os mesmos passarem reto pelos containers.

– Vamos lá Sakura! – sorriu de canto e fez a marcha rapidamente.

...

O pequeno estava ofegante. Seu pequeno coração estava acelerado demais e suas mãos tremiam. Quando viu aqueles carros seguindo atras de sua mãe um frio lhe passou pela espinha. Tinha medo, tinha medo de que eles fizessem alguma coisa com ela.

Quando eles sumiram do seu campo de visão, levantou-se e foi correndo ate a porta paralela que sua mãe havia lhe falado. Tremia sem parar. Apertou os olhos com força e lembrou-se das palavras da mãe.

Eu confio em você!

Tomou fôlego e bateu na porta com toda sua força. Inúmeras vezes. Demorou alguns segundos ate alguém a abrir.

O homem ruivo.

– Você é Gaara, não é? – estava ofegante e falando um pouco alto, devido seu estado.

– Sim. – estranhou. – Você é-

– Sou filho da Sakura! – cortou ele. – Estão seguindo ela! Preciso de ajuda!

Ele fitou os olhinhos negros desesperados.

– Vem entra. – disse rápido e verificando rua.

Ele entrou rapidamente e viu o ruivo fechar a porta.

– Yuri?

O pequeno virou-se e viu uma figura de cabelos loiros.

– Tio Naruto! – ficou feliz em vê-lo, mas logo mudou de expressão. – Minha Oka-san esta fugindo de uns caras de carro! Ela me largou aqui pra pedir ajuda. – disse ofegante.

– Calma. – ele largou o copo de cerveja que tinha em mão e se aproximou do garoto. – Respira fundo e conta o que aconteceu. – se agachou ficando no mesmo tamanho que ele.

– Nos estávamos chegando em casa e tinha dois carros pretos lá, parados na frente. – tomou fôlego. – Mamãe viu que eram bandidos e passou reto, e daí eles nos seguiram. Ela despistou eles a tempo de conseguir me largar aqui a salvo. – segurou o choro que estava por vir e virou-se para o ruivo. – Eu preciso usar o telefone! – o suplicou.

Gaara correu e pegou seu celular e lhe entregou.

– A-arigato! – disse discando os números com os dedos trêmulos.

– Um de nós precisa ir atras dela. Pelo que entendi são dois carros. – o ruivo disse baixo para Naruto. – E Sakura não é de pedir ajudar, Naruto. – o olhou serio.

Ele entendeu e pegou seu celular rapidamente.

– O que vai fazer? – estranhou.

– Nós não vamos chegar a tempo. – discou um numero. – Sasuke esta na rua. – o olhou significativo.

...

Fala serio! Virou a curva habilidosamente e assim sucessivamente a outra. Da próxima vez eu vou comprar pelo menos um 2.0! Reclamava mentalmente. Olhou no retrovisor e os dois mustangues estavam colados nela.

Espero que esteja bem, Yuri.

...

– Tsunade-sama! – o pequeno gritou.

Yuri? – a outra estranhou.

– Oka-san está em perigo, Tsunade-sama! – segurava a vontade de chorar.

O que? – ela esbravejou. – Se acalme e me conte o que aconteceu!

– Quando chegamos em casa tinha dois carros lá, mamãe viu que eram bandidos e passou reto. Só que eles nos seguiram. Ela conseguiu despista-los e me largar aqui na mecânica onde Ino trabalha. – Limpou a lágrima que caiu.

– Esta bem. E onde ela está? – ouviu movimentação atras da ligação.

– Esta fugindo dos caras. – sua voz era embargada, e engoliu o choro.

– Esta bem querido. Você viu os quais eram os carros?

Gaara ouvia a conversa dele, e fitou Naruto vindo desligando o telefone meneando um sim com a cabeça.

– E-eram dois mustangues pretos, mamãe disse que tinham v8 monstruoso. – Naruto riu. – As placas são 64MITS e 65BJTS aqui do estado de Nova Yorque mesmo.

Naruto e Gaara se olharam atônitos.

– V-você gravou as placas? – a loira perguntou impressionada.

– Mamãe disse que sempre que ver um carro estranho, grave a placa.

Naruto riu novamente. Ela é demais.

– *risos* Esta bem Yuri. Agora fique aí que a vovó Tsunade aqui vai salvar a doida da sua mãe esta bem? Fique tranquilo querido.

– Esta bem. Salve ela. – suplicou baixinho.

...

O ruído dos motores eram fortes, e atravessavam os prédios gigantescos de Manhattan. Ela foi a uma parte mais movimentada, para tentar despista-los, mas eles também eram bons no volante.

– Ela não vai parar. – o do carona disse.

– Então use o plano B. – disse o motorista frio.

Ela olhou no retrovisor e viu os dois homens que estavam no carona ficando com a metade do corpo para fora. Merda! Tinha que sair do meio das outras pessoas. Eles estavam apelando.

Ouviu um estrondo e o vidro de trás ser quebrado.

– Droga!

Baixou a marcha e virou a direção bruscamente, entrando em uma rua mais desértica.

– Estão se achando só por que eu estou com essa merda e vocês de mustangues! – gritou. – Me peguem com um desses e verão o capeta de perto, SEUS FILHOS DA MÃE! – descontava a raiva. – Argh!!

Desconte a raiva no asfalto, Sakura! Pensou enquanto bufava.

Acelerou retomando as marchas.

Virou algumas esquinas com precisão e velocidade, ate chegar a uma estrada rural e desértica. De um lado era um campo e do outro um pequeno morro, onde a estrada o delineava.

Outros estrondos foram ouvidos e a rosada virava a direção em zig-zags para desviar de alguns dos tiros. Sentiu uma ardência no ombro direito e passou a mão ali, olhou nos dedos e havia sangue. Acertaram-lhe no ombro. Logo uma dor rasgante se manifestou ali. Droga. Olhou no banco do carona e viu que acertaram duas vezes. Agradeceu mentalmente por Yuri não estar mais com ela, senão aqueles tiros seriam para ele.

E ao pensar nisso, uma raiva lhe subiu e ignorou a dor. Baixou a marcha para o carro ter mais torque e aceleração. Iria mostrar pra aqueles babacas que o diabo às vezes se disfarça de mulher. Chega de brincadeira!

Olhou a pista vazia e sorriu. Perfeito.

Bateu levemente no morro, fazendo algumas pedras se soltarem e se espalharam na pista de mão única. Os dois mustangues se assustaram e frearam levemente, mas já deu vantagem à rosada que manteve a velocidade tomando a distancia perfeita deles.

– Contemplem Haruno Sakura, seus otários!

Dizendo isso, ela vira a direção bruscamente e puxa o freio de mão, assim como fez mais cedo, só que na sequencia ele engata a ré rapidamente e acelera, fazendo o movimento ser perfeito e sincronizado.

Ela vê os dois retomando a velocidade e se aproximando novamente.

Rapidamente ela abre o porta-luvas do carro e empunha a arma que estava escondida lá dentro. Ela confere rapidamente o pente da arma e o recoloca, engatilha, põe ela para fora com a mão esquerda a empunhando e mira em um dos carros.

– Ás vezes a melhor defesa é o ataque.

Apertou o gatilho varias vezes, e viu os caras que antes atiravam nela, retornarem para dentro por precaução, mas continuaram atirando.

Olhava rapidamente para o retrovisor, para certificar-se de curvas e fazê-las quando necessário.

Mire sempre na roda, na sustentação dela.

Ouviu a voz dele lhe invadir a mente. E sorriu fracamente.

– Pode deixar, Sasuke-kun.

Ouviu novos estrondos e não se importou, mirou e se concentrou. E tudo foi em câmera lenta. Ela apertou o gatilho duas vezes, e nas duas acertou onde queria. A roda dianteira de um dos mustangues, devido ao tiro, se descolou do chassi do carro, já que ela acertou o braço triangular, responsável por juntar a roda com o chassi, deixando-a firme. A mesma se abriu para fora e como esperado, o carro perdeu o controle, e devido a alta velocidade, começou a capotar na direção do outro ao seu lado. A dianteira dele bateu bruscamente com a lateral traseira do outro, fazendo-o tambem perder o controle, e o motorista propositalmente e com uma tamanha sorte, consegue direcionar o carro desgovernado para a direção do seu.

Merda!

Ela vira a direção bruscamente, só que não deu tempo suficiente. O Mustangue ainda à uma velocidade boa, bate na lateral dianteira que ficou exposta do carro da rosada, fazendo a mesma sair do chão e em sequencia o carro capotar umas 3 vezes, e parar no meio da pista com as rodas para o alto. Já o mustangue, devido a batida, se direcionou para o morro que antes estava ao seu lado, e não conseguindo frear, ele bate fortemente de frente ao morro.

Os estrondos foram violentos.

A rosada tinha os olhos fechados e estava ofegante. Ela retirou o cinto de segurança e sentiu sua nuca e costas baterem forte com os cacos de vidros que haviam no teto do seu carro, que agora estava abaixo de si. Sentiu alguns corte no rosto e braços, assim como em suas costas agora.

Chutou fortemente a porta retorcida do seu carro, que voou para longe do carro, e pôs sua arma em punho. Saiu de dentro do mesmo ignorando a dor, e esfregou a mão no nariz que sangrava. Viu que alguns dos homens que estavam lúcidos conseguiram sair dos carros, e tentavam-lhe acertar alguns tiros. Mas como naquela brincadeira de acerte o pato, ela derrubou cada um, a sangue frio. Apenas dando alguns passos duros e mantendo a cara de profissional.

Estava se sentido a Lara Croft.

Derrubou todos exceto um, e estava se aproximando dele. Ele lhe mirou a arma e ela rapidamente lhe acerta um tiro na mão, fazendo-o largar a arma e urrar de dor. Ela guarda sua arma no cós da calça e parte para cima do cara, que mesmo com o tiro na mão tenta revidar. Depois de esquivar dos ataques dele facilmente, ela o chuta e o nocauteia, ficando sobre suas costas enquanto ele literalmente beijava o asfalto. Os braços dele estavam sobre o poder da rosada, que puxava para trás quase os quebrando. As pernas dela habilidosamente mantinham o resto do corpo dele ao chão, não fazendo possível ele se mover.

– Quem são vocês?! – esbravejou.

O homem apenas deu urros de dor.

– Responda! – apertou ainda mais os braços dele, fazendo-o gritar. – Eu lhe fiz uma pergunta e espero que por seu bem você responda! – rosnou entre dentes.

– V-vocês j-já nos c-conhecem! – gritava.

– Quem?! – repetiu e apertou ainda mais. – Por que vieram atrás de mim?!

Ele, em meio os urros, dei um sorrisinho debochado.

– M-mesmo se eu lhe falar, v-voces e eu vamos morrer. E-então contente-se c-com isso v-vadia!

Trincou os dentes e deu um golpe final em seu pescoço, apenas para deixa-lo desacordado. Tinha vontade de mata-lo ali e agora, mas tinha que usar a razão.

Ele ainda poderia ser útil.

Levantou-se ofegante. Mal podia conter a raiva dentro de si. Fitou o homem desacordado a sua frente por alguns segundos com repulsa, se perguntando o significado de suas palavras.

Bufou pesadamente e deixou-se soltar um urro de dor, colocando a mão em seu ombro atingido. Fechou os olhos e tentou acalmar sua respiração e ignorar a dor forte. Ate que um novo estrondo soou em seus ouvidos e a fez abrir os olhos rapidamente. Engoliu seco e virou-se ligeiramente.

Viu um homem lhe mirando uma arma, mas ele parecia congelado, travado. Seu olhar demonstrava espanto e de repente ele começou a expelir muito sangue pela boca. A arma em sua mão caiu, assim como seu corpo logo após. E viu uma marca de tiro nas suas costas.

Levantou o olhar e viu uma figura camuflada na noite, a figura que menos esperava que fosse.


Sasuke..


Notas finais
O esperado reencontro!

Eu sei que vocês devem estar querendo me matar haha! Mas se acalmem meus amores!

Ate o próximo capitulo, Beijoos!