Vices

9 Sensações


Notas iniciais
Nyah! o/

DESCULPEM NOVAMENTE MEU POVO! serio mesmo, de verdade verdadeira, verdadeiramente! (?)
Mesmos problemas ainda, e principalmente a falta de tempo! Mas sempre que podia eu entrava, fazia uma parte do cap e salvava no pc, e depois quando dava continuava, e hoje terminei mais um cap! Graças a kami-sama!

Queria pedir desculpa também por não responder os comentários, quando puder mesmo eu respondo todos todos!

E muito, muito, muito mesmo obrigada a quem esta tendo paciência e procurando saber da fic, como a querida Senju Hana. E a todos todos quem ainda estão acompanhando e comentando Vices.

Muitíssimo Obrigada!

E agora, uma boa dose de Sasusaku! Por que vocês merecem! ;D

E aconselho no momento SasuSaku a ouvirem Cry - Jason Walker :)

Boa Leitura!

– Seu filho sabe?

– Sim. – respirou fundo.

E a voz da loira dos olhos castanhos fora a única coisa que ouviu antes de estar se encaminhando a um encontro de rachas em plena uma da madrugada. Logo após a proposta de Naruto, o mesmo disse que teriam que arranjar carros novos e descolar uma grana, e nada melhor do que um racha na parte mais marginalizada de Manhattan.

Depois passeou com seu filho o restante da tarde e a noite decidiu deixar ele com a loira peituda, já que ela o daria segurança. Mas em compensação ela quase estrangulou a rosada pela decisão de ultima hora.

– Não concordo com isso Sakura! Você é louca! Vai deixar Yuri, assim, por nada?!– lembrou-se dela berrando na porta, logo após mandar o pequeno subir para o quarto em que ficaria.

– Não estou o abandonando!– rebateu. –É o único jeito! Louco, porém o único!– respirou fundo. –Eu nunca vou abandonar ele. Nunca! Eu vou atras desses caras e pegá-los.– deu a loira suas costas. –Não vou deixar que aconteça o mesmo que meus pais.– e saiu.

Agora estava ali, dirigindo pelas ruas de Manhattan, com o braço esquerdo escorado na porta e a mão, do mesmo, pousada em sua boca. Estava nervosa. Todos estariam lá. Inclusive ele.

Respirou fundo.

Olhou no relógio do carro e eram uma e quinze da madrugada.

Perguntava-se se estaria pronta para mergulhar de cabeça no passado, sendo que era aquele que queria apagar de sua vida. Com certeza retomá-lo não seria nada fácil.

Baixou a marcha.

Mas não impossível

E em poucos minutos já estava lá.

Carros de todos os tipos, mulheres com tapa sex de formigas, som alto, drogas, garotos mimados e rebeldes, brigas.. Tudo era exatamente como lembrava.

Alguns lugares da larga rua eram designados para as motos darem seus shows. Cortavam o giro, faziam manobras insanas e o famoso “cavalo de pau”. E se pegou olhando atentamente àquele lugar, já que no passado ele sempre estava ali ao meio.

Bufou.

Disse para si mesma que se quisesse levar isso adiante, teria que parar de pensar nele, em qualquer forma possível. Apenas o trata-lo como alguém qualquer. O que ela também julgou difícil, e logo balançou a cabeça e tentou afastar os traidores pensamentos.

Observou em volta.

Todos os carros estavam estacionados ao redor da pista, que seria a de pegas obviamente, e era ali que seu Dodge negro adentrava lentamente o racha, e ela procurava uma certa loira. O som era alto, fazia tremer ate seu carro quando passava a frente das grandes caixas de som dos carros. Alguns ouviam rap, outros eletrônica e poucos rock.

Seu carro era um dos poucos que ela julgava normal: sem cores chamativas, sem adesivos exagerados,sem frescura.

E freou subitamente ao ver uma cabeleira loira se atirar na sua frente.

– Yo Sakura-chan! – mesmo ouvindo sua voz abafada de dentro do carro, percebeu que ele gritava.

Bufou e fez uma carranca.

– Vem! Estamos aqui! – deu duas batidas no capo e virou-se.

Bate no meu carro de novo baka, e eu te arrebento."

Seguiu atras dele com o carro vagarosamente, e não estavam muito longe. Olhou por cima, antes de estacionar no lugar vago que guardaram para ela, e viu que todos já estavam lá, até um certo moreno sedutor escorado em sua moto.

Respirou fundo e desligou o carro, com os olhos fechados.

Abriu-os tomando coragem e puxou a maçaneta do carro, quando a porta do mesmo se abriu viu uma loira já a sua espera.

– Eu ainda acho uma loucura você estar aqui. – ela tinha um sorriso com os lábios colados, e estava agachada com as mãos nos joelhos, ficando a altura da rosada que ainda se mantinha dentro do carro.

A rosada apenas deu um sorriso torto, suspirando. Desceu do carro e fechou a porta, se virando para a loira.

– Mas não seria a mesma coisa sem você. – sorriu ela levantando-se e pondo as mãos na cintura.

– Também te amo porquinha. – sorriu com a amiga.

– Yuri sabe o que veio fazer? – ficou mais seria, falando mais baixo. Os outros estavam do outro lado em que estavam do carro, mas sabia que era um assunto delicado.

– Sim. – suspirou novamente. – Eu contei a ele no caminho da casa de Tsunade. – olhou para a pista absorta em pensamentos.

– E como ele reagiu? – cruzou os braços.

– Não muito bem. – respondeu após um tempo, e virou o rosto para a loira. – Assim como Tsunade.

– Imaginei. – disse em um suspiro. – O morenão ali também não aceitou muito bem. – disfarçadamente olhou para Sasuke por trás do carro, um pouco mais afastado, e desviou o olhar rapidamente. – Que esta de olho comprido pra cá. – sorriu com os lábios colados olhando para a rosada novamente.

Por mais que relutasse, sentiu um frio no estômago.

Engoliu seco colocando o cabelo atras da orelha, e olhando para o chão.

– E as corridas? – fungou o nariz.

A loira estranhou a mudança de assunto, e por alguns segundos ficou tentando entender tal atitude.

– Bem.. – pigarreou levemente. – Não sei bem certo. – deu uma pausa. – Vem. – gesticulou com a cabeça.

E a rosada a seguiu ate o grupo onde estavam.

– O baka! – chamou o loiro enquanto se aproximava. – Explica. – gesticulou a Sakura.

– Ah, Sakura-chan! – sorriu para ela. — A gente tava te esperando!

Ela chegou de braços cruzados.

Olhou todos por cima, fazendo um sinal com a cabeça, tentando evitar se prender em certos olhos negros. O que aconteceu mesmo que por dois segundos.

– To vendo.Oi pessoal!

A face do dono dos olhos ônix era inexpressível, e não tirava os olhos da rosada, sendo que a mesma notou ele estar um pouco irritado. Gaara também estava lá, calmo, e sempre estivera naqueles rachas. Naruto eufórico. Ino entediada.

É, havia voltado aos velhos tempo mesmo!

– Estamos decidindo quais os melhores carros. — disse o ruivo calmamente de braços cruzados, olhando os carros a sua volta.

– E já acharam? — olhou na sua volta também.

– Como disse- o loiro pôs as mãos atras da cabeça — Estávamos esperando você! — sorriu.

Ela voltou seus olhos para os demais.

– Apostem no torque. — escorou-se em seu carro.

– Por que não estou impressionada de ouvir você preferir torque?- a loira sorriu sarcástica.

Ela revirou os olhos e sorriu, nem percebendo o rápido e mínimo sorriso que o moreno dera ao ouvir sua resposta.

– Não é pela questão de preferir. — sorriu de canto fitando a loira que contorceu o rosto curiosa.

– É pelo que? — o ruivo lhe fitou.

A rosada olhou para os lados verificando se alguém a mais estava interessado no assunto.

– Hoje de manha cedo pedi a Tsunade para checar onde era exatamente a tal corrida — voltou o olhar aos demais. — e ela conseguiu.

Olhou rapidamente para o moreno e surpreendeu-se por ele ainda estar a fitando. Estava lindo, como sempre. Jaqueta de couro negra marcando seus largos ombros, a blusa branca permitia ver seus músculos peitorais inchados, e calça também negra e de couro. Já nos pés usava um coturno. Fitou seu torço largo, seu pescoço másculo e parou em seus lábios.

Desviou rapidamente e lembrou-se de quão perto os seus ficaram dos dele hoje pela mesma manha de que falava. E perguntava-se se ele também se lembrava disso.

– É onde é? — o ruivo perguntou obvio, tirando-a de seus devaneios.

– Perto da praia de Miami. — olhou para o ruivo. -E a maior parte da pista onde ocorrerá a corrida há elevações, e não muito pequenas.

– Por isso o torque. — concluiu ele suspirando logo após.

– Não me diga que vamos ter que dirigir banheiras gigantes,que nem aquelas que você gosta, do século retrasado?- a loira cruzou os braços fazendo um bico para a rosada.

– Como é? — a olhou se fazendo de desentendida.

– Não me leve a mal, mas esse carro é o melhorzinho que você já teve até hoje. — sorriu com os lábios colados, a provocando.

– Falo a patricinha do carrinho automático. — a imitou.

– Ei!- Gaara suspirou. — Não é hora pra brincar de casinha.

– Vai se ferrar seu otário! — esbravejou a loira.

– Do que me chamo loirinha? — desescorou-se do carro.

– Ah que ótimo. – O loiro suspirou sarcástico. — O casal vai brigar.

– Você ouviu seu ogro!– tinha os braços cruzados.

– O loira oxigena-

– Gente, parem! — Naruto levantou as mãos para o alto. — Trabalho em equipe, lembram?! — suspirou.

A loira virou o rosto emburrado para o lado, enquanto ainda batia o pé embrabada com os braços cruzados. A rosada fechou os olhos e esfregou os mesmo cansadamente com a mão. Suspirou.

– Temos que arrumar um carro pro teme e um pra mim. — cruzou os braços.

– E Ino e Gaara? — voltou seu olhar para o loiro.

– Eu já tenho o meu. — disse obvia.

– E Gaara tem um Lancer Evolution cinco, vermelho. — explicou Naruto.

A rosada balançava a cabeça positivamente e pensativa.

– Tudo bem. – mordeu o lábio inferior olhando para o chão.

Um silêncio ameno se instalou por alguns segundos.

Ficava se perguntando no porque do moreno estar tão calado. Ele com certeza estava com raiva. Ainda sentia o olhar dele sobre si como uma bomba que fosse explodir a qualquer momento.

– Eu vou dar uma andada e achar o organizador pra nos colocar numa corrida. — Observou Gaara sair com as mãos no bolsos.

Sabia que ele tinha muitos conhecidos e ate um pessoal particular, que era grupo dele naqueles lugares, e que provavelmente tinha assuntos pessoais para resolver, nos quais ela não queria se meter.

Já tinha seus próprios problemas.

Viu de de reflexo Naruto ir se aproximar de Sasuke, mas esforçou-se para não correr o olhar naquela direção.

– Você vai correr? — perguntou bocejando.

Ele estava de braços cruzados.

– Não preciso.

O loiro estranhou a frieza em alta da parte dele. Sabia que ele era frio, ignorante e ranzinza, mas estava diferente naquela noite. E não era só pela rosada estar ali, diante dele entregue ao passado, algo a mais havia o irritado.

– O que há de errado em você hein? — arqueou a sobrancelha.

Ele bufou.

– Não enche.

– Fala! — endureceu a face. — É ela estar aqui? — disse mais baixo.

Ele travou a mandíbula enquanto olhava para o nada.

– Não enche. — repetiu entre dentes.

O loiro bufou derrotado.

– Tudo bem. — mudou repentinamente a face cruzando os braços e escorando-se no carro ao lado do moreno. — Mas você não me engana. — deu um sorrisinho sacana.

O moreno fechou os olhos por alguns segundos, suspirando.

– E aí Sakura-chan?! — chamou a atenção. — Vai ficar só com um carro? — sorriu.

Ela riu soltando o ar.

– Acho que não. — sorriu de canto. — Vou achar um agora mesmo.

Musica Oye — Pitbull

Girou o corpo e se direcionava ao meio dos carros e pessoas.

– Vai la mesmo. — cruzou os braços emburrada. — Eu fico aqui sozinha nessa coisa chata, sem problemas — a loira suspirou sofridamente.

Caminhava firmemente dentre as pessoas e olhava minuciosamente para os carros a sua volta. Puxou os cabelos para cima e fez um coque improvisado e frouxo, o que realçou o verde vivo dos seus olhos na pele clara e perfeita de mulher.

Sentia olhares masculinos sobre si. Sua regata negra marcando sua cintura e a calça jeans, em um tom de azul bem claro realçando seu bumbum firme, ajudava.

Nas mãos usava luvas de couro, que iam ate a metade de seus dedos. Ganhara de seu pai e sempre que corria usava elas. Agora usava em sua memoria. Usava para mostrar e repassar suas palavras;

Que dirigir não é apenas pisar no acelerador. É sentir o motor e suas válvulas e pistões trabalhando em conjunto do condutor.

– Está me seguindo por acaso?

Sorriu minimamente de canto enquanto dava seus passos firmes com suas botas de cano longo.

– Você faz isso as vezes. — arrepiou-se com a voz fria dele atrás de suas costas. E ela tinha certo tom de irritação.

– O que você quer? — foi direto ao ponto, enquanto fingia interesse em um carro e parou de andar.

Ele ficou em silencio por alguns segundo.

Quando ia pronunciar algo, sentiu a mão máscula dele lhe puxar nada educadamente para um lugar mais afastado.

– Me solta Uchiha! — disse entre dentes, embora falasse baixo.

Dentre outras ameaças da rosada, ele apenas a ignorou. Continuou seu trajeto desviando das pessoas e pisando duro.

– Sasuke! — tentou se soltar, o que era inútil.

Chegando ao uma rua mais vazia ele virou a esquina da mesma, o som já podia se ouvir baixo e a rua era quase desértica. Haviam apenas pequenos grupos de drogados e prostitutas.

Soltou a rosada mais educadamente, contra a parede, e agora a fitava intensamente. Sentia raiva, e tentava permanecer com ela mesmo diante daqueles olhos verdes, que teimosamente fazia ele se esquecer desse sentimento.

– Cadê o Yuri? — tinha suas mãos escorada na parede atras da rosada, uma em cada lado da cabeça da mesma. Seu peito subia e descia pesadamente.

Ela piscou atônita por alguns segundos enquanto compreendia a pergunta. E sentiu seu coração bater mais forte quando fez.

"Ele se importa."

– Por que pergunta? — sua voz saiu insegura e falhada. Era obvio o motivo, mas mesmo assim não se deixaria levar.

Ele travou a mandíbula e cerrou os punhos que estavam envolta de si. Engoliu seco. Revezava rapidamente seus olhos nos dois dele.

– Não acredito que o deixou sozinho para vir aqui. — sua voz era irada, assim como seu olhar.

– Não o deixei sozinho. — disse firme.

Ele riu em escárnio.

– Deixou sim.

– Ele esta segu-

– Você devia ficar com ele, ao invés de vir brincar de detetive!

Ela ficou calada o encarando atônita pelas palavras duras dele. Assim como seu olhar. E sentiu raiva por catalogar esse olhar como uns dos mais dolorosos que já enxergara.

Não, ele não tinha o direito de agir assim com ela.

– Não pode abandona-lo pelo seu ego estúpido. — cuspiu.

Sua expressão mudou-se para um misto de angustia e raiva. Sua garganta já doía pelo nó agoniante que se instalara na mesma, e que teimava em querer gritar expressando sua dor.

Mordeu o lábio inferior e desviou dos olhos dele. Sentia a respiração quente e ritmada dele alcançar-lhe a face.

– O único que abandonou alguém aqui — voltou seu olhar. — foi você. — sua voz sai num fio.

E um silencio torturoso se instalou.

Viu a expressão dele, antes dura, agora se suavizar rapidamente e uma pontada de arrependimento bater em seus olhos, mesmo ele tentando disfarçar.

Ele fechou os olhos e suspirou pesadamente quando baixou a cabeça. Ela teve que se espremer mais a parede para manter uma distância considerada boa dele. Mas mesmo assim sentiu o perfume másculo de seus cabelos.

"Menta."

Talvez estivesse sendo dura com ele, já que sabia que o Uchiha é super-protetor e não se da muito bem com as palavras, onde acaba atropelando tudo. Talvez isso foi gerado da importância que o moreno tem sobre seu filho. O filho deles.

Ou talvez estivesse se iludindo mais uma vez.

Bufou e fechou os olhos.

– Era só isso? — juntou o resto de firmeza que ainda restava em sua voz.

Ele ficou alguns segundos em silêncio e na mesma posição, mas logo direcionou seu rosto novamente ao da rosada a sua frente.

Seus olhos verdes agora estavam tensos olhando os seus. Estavam com medo. Mas um medo bom. Como por exemplo, medo dele se aproximar mais com o rosto como estava fazendo agora vagarosamente.

Ela escorou sua cabeça na parede atrás de si, e sua respiração ficou descompassada. Não era fácil ter o controle do seu corpo quando o moreno dos olhos ônix que lhe atormentava noites e noites, estava lhe cobrindo naquela parede, lhe olhando intensamente nos olhos e diminuindo cada vez mais a distância de seus lábios.

Deus, tinha que fazer algo, sair dali, dar um tapa em seu rosto, o empurrar, qualquer coisa. Mas não, seu corpo travara e por nada sairia dali. E não queria admitir que queria o mesmo. Ficar ali, nos braços dele.

Lembranças vieram à tona, como sempre vinham quando estava a frente dele. Fechou os olhos e entreabriu os lábios.

Lembrara no primeiro dia em que se conheceram, também em um racha com aquele, onde também se beijaram pela primeira vez. Foi o melhor dia da sua vida. E as vezes, dizia para si mesma que teria sido melhor não ter acontecido, mas nunca se convencia.

Sentia cada vez mais perto o calor que emanava do corpo dele, e uma paz lhe adornou. Era aquele calor que sentira falta. E cada vez mais era dificultoso respirar com aquele bolo aumentando em sua garganta.

Engoliu seco ao sentir o nariz dele roçando ao seu, e a respiração quente dele já mesclava com a sua. Era prazeroso e torturante ao mesmo tempo. Era Uchiha Sasuke.

Ele pôs sua mão máscula sobre o rosto delicado da rosada, e observava todas as suas reações. Não tinha pressa, queria que aquilo acabasse o mais tarde possível. E ela se arrepiou com o toque.

Roçou seus lábios finos nos carnudos dela, e sentiu uma vontade vorás de toma-los arduamente para si. Apertou delicadamente sua mão ao rosto dela, para mostrar seu anseio de tê-los para si novamente.

Agora a respiração dos dois era descompassada.

E deixando o passado no passado, os receios e dores também, ele tomou aqueles lábios para si.

Notas finais
*Desviando das pedras pt 2*

nn' estao querendo me matar mas me atrevo a perguntar se gostaram. Gostaram? hehe..

Próximo cap muita adrenalina!

Beijoos e até o próximo!