Suplicas ouço em meus ouvidos,

Que são tão altas para mim,

Quanto inaudíveis aos desconhecidos,

.

Suplicas cansadas, sufocadas.

Me afogo no desespero.

Do entardecer,

Não espero ver o nascer.

.

Sei que estou perdida.

Grito em meu silêncio,

Não sendo ouvida, ao menos.

Passo a mão pelos cabelos,

Arrancando-os entre os dedos,

.

Dor assola minha mente,

Mas continuo agarrando-os,

Se é a única coisa que posso sentir,

Que seja!

Não é como se eu fosse a mesma.

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.

.

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Aviso

O poema se encerrou, mas tenho que colocar este aviso que o site não permite que poste algo com menos de 100 palavras. Peço desculpas pelo incomodo de perder tempo para ler este aviso.