Afinal qual é o verdadeiro labirinto?

Além daquele intrinsicamente construído em cada indivíduo?

Cheio de paredes sem fim,

E outras que mal encontram um começo.

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Onde lhe cabe o seu desespero,

Onde se esconde a alma e seus medos.

Onde se encontra pedaços de um ser

Tão familiar no seu desconhecimento.

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No deserto do pensamento vazio, se extingue o desejo,

O animal se liberta do cativeiro, e devora a sanidade por inteiro

Junto com os sentimentos mais bonitos,

O que sobra corroí até o osso

E enfim dominado, cai no esquecimento.

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Aviso

O poema se encerrou, mas tenho que colocar este aviso que o site não permite que poste algo com menos de 100 palavras. Peço desculpas pelo incomodo de perder tempo para ler este aviso.