Vento Aureo br edition

1 Capítulo 1: Gold Experience Parte 1


Notas iniciais
fiz o primeiro capitulo totalmente baseado no Mangá,peguei da Scan colorida disponível no Union Mangá,é tipo um capítulo beta pra eu experimentar umas coisas. Desculpem qualquer erro,tenho 6 de qi.

O ano é 2001, faz três meses desde o começo do século XXI... no filme "2001: Uma Odisséia no Espaço" o homem já tinha viajado para Júpiter, ou algo assim. Foi isso que vi antes de cair no sono.
Meu nome é Koichi Hirose, e atualmente estou no Brasil, país do samba e de escândalos políticos, passando minhas férias.... Em uma missão bizarra dada a mim pelo Jotaro.
[SUDESTE DO BRASIL, AEROPORTO DE GUARULHOS]
Koichi: — Uhh... com licença, o senhor poderia me dizer quanto custa pra pegar um táxi até a capital?
Atendente: — Uns 60 conto, se você tiver sorte.
Koichi: — Obrigado.
O objetivo da missão é: achar um garoto, brasileiro com sangue japonês, de cabelo preto e olhos azuis, seu nome é Haruno Shiobana, 15 anos. Mas o que é bizarro mesmo é: Jotaro me mandou pegar alguma amostra de DNA dele... Pra que? Quem é esse menino? Ele me pediu para não ter contato com ele, seria um usuário de stand?!
De qualquer forma, só aceitei por ser tudo pago, depois que cumprir a missão, vou pras praias do Rio. Não sou muito fã desse país sujo..
Enquanto passava pela saída do aeroporto, haviam 2 guardas e 1 garoto, os guardas estavam falando bastante alto, não pude evitar de ouvir a conversa:
— NEM FUDENDO! — disse um dos guardas, impressionado
— ESSA MERDA É MUITO ESCROTA KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK— o outro completou
Ambos estavam vendo um garoto loiro meio japonês enfiando a orelha pra dentro da cabeça. Que doido!
Logo após os três começaram a sussurrar, e notei o garoto passando para um dos outros uma caixa que parecia ser de cigarro, e dentro havia notas de dinheiro enroladas.
Os dois guardas, então tentam disfarçar (muito mal, inclusive):
— Bom, tenha um bom dia.
Infelizmente enquanto processava o que estava acontecendo, o garoto percebeu que eu encarava-o e me abordou:
— Opa, tá precisando de táxi?
Como não respondi, ele continuou:
— ...isso é um bico, como já to indo pra casa posso te dar desconto, eaí? Que tal 75 reais pra te levar pra São Paulo?
— O que? Isso é muito caro... eu to bem, vou pegar um taxi normal mesmo, ali no ponto.
— Você é japonês? Você fala português muito bem, é bem admirável. Você já morou no Brasil?
— Hã... bom, eu pedi pra um amigo me ensi-- bom er.... hm... ENFIM, você disse que ia dirigir? Mas você parece ser muito jovem, parece ainda estar no ensino médio... Vocês podem tirar carteira tão novos assim? E o que foi aquilo que você deu para aqueles caras?
— Aquilo era só a taxa pela vaga pra estacionar. De qualquer forma, não precisa se preocupar com essas coisas, não... que tal 25? 25 reais pra te deixar na cidade.
— 25 REAIS?! PERA... n-não, obrigado, por que diminuiu tanto e tão de repente? ME DEIXA EM PAZ!
Me virei, e pro meu azar, o ponto tava mais lotado que ônibus às 6 da manhã.
— Caramba... que fila enorme...
— Parece que as pessoas estão realmente revoltadas com o serviço do aeroporto e do táxi... se você não for querer a viagem, vou procurar outro cliente — disse aquele desgraçado.
— E-então são 25 reais mesmo?
— Sim, mas você vai ter que pôr a sua mala você mesmo no banco da frente, já que estou dando um grande desconto.
Como estava desesperado, aceitei.
— Muito bom! Coloque sua mala no banco da frente e sente-se no banco de trás, por gentileza.
— Presta atenção! Não vai achando que só por eu ser japonês que sou inocente beleza? Só me leva pro hotel, entendeu? — disse pra ele enquanto colocava minha mala no lugar.
— É claro, vou ir direto pro Hotel.................. MAS SÓ COM A TUA MALA, OTÁRIO. — disse o trambiqueiro filho da puta enquanto fechava a porta e apertava o acelerador com toda a força que tinha.
—Epa, peraí, eu ainda não entrei no carro! — na hora, eu ainda não tinha entendido o que aconteceu. Atrás de mim estavam os mesmo guardas que receberam a "taxa", estavam rindo da minha cara, naquela hora eu fiquei puto.
INVOQUEI O ECHOES ACT 3 NO TALO E METI O LOUCO, ENFIEI AQUELE CHEVETE VELHO QUE AQUELE ARROMBADO CHAMA DE CARRO NO CHÃO, CHEGUEI NA MACIOTA E VI O VIADO EM CHOQUE POR ALGUNS SEGUNDOS.
— Eu avisei, não tenta me enganar — falei enquanto via o moço saindo de dentro do carro. — pode correr se quiser, só quero minha mala.
Pensei que ele estaria em choque por ter falhado, ou pelo menos algum resquício de culpa, mas não, ele estava sorrindo, um sorriso comportado e calmo.
Ele se virou e foi embora.
— Vish, parece que molhou pro Giovana, o chevete rodou de vez, isso que dá roubar um japonês, roubar da mesma raça não dá bom. — disse o mesmo guarda, meio longe de onde eu estava.
— Cala a boca, porra, ele vai saber que a gente aceitou suborno! — disse o companheiro dele.
— Que nada, esses gringo não entende meia palavra do que a gente fala.
— Bom, nem dá pra perceber que ele é japonês, já que tá loiro.
— Antes ele tinha o cabelo preto não era? Ele pintou? Aquele viado...
— Pintou nada, diz ele que é de família.... disse que o pai dele era loiro.
— É mesmo?
— Também disse que o pai morreu no Egito, algo assim...
Ouvindo aquilo, percebi algo:
Giovana = Shirobana! O sotaque brasileiro faz o nome japonês Shirobana parecer Giovana! Mas é algo tão improvável, nem pisei aqui direito e já trombei com o cara?
Enquanto pensava nisso, abri o carro e... CADÊ A MALA? Não tinha nada! Porém, notei algo estranho... estranho não... BIZARRO! Era algo gosmento e redondo, grudado no banco do passageiro. O que era aquilo? Será que... SERÁ QUE É UM STAND?
Enquanto essa dúvida pairava minha mente, a frase "Usuários de Stand atraem uns aos outros" agora fazia sentido! ELE É O CARA QUE ESTOU PROCURANDO!

{to be continued}

Notas finais
espero que dê pra editar erros depois pfv deus