Vengeance Of Love - Short-Fic
3 Te encontrei
Notas iniciais
CAPITULO 2: Te Encontrei POV: Renesmee
Um mês já havia se passado, desde a morte de Quill, Edward acabou convencendo Renee a ir com eles para a Flórida, e Claire acabou indo junto, pois considerei ser mais seguro.
Mais e mais investigadores e policiais estavam morrendo das formar mais brutais e horrendas, o tráfico de armas e drogas aumentou, a cidade vivia uma guerra interna, onde poucos se arriscavam a sair depois do toque de recolher, nos tribunais de justiça, os réus mais suspeitos e que sem dúvidas alguma eram culpados, estavam sendo absolvidos por um júri assustado, e por promotores e juízes corruptos, a tensão que se estabelecia em Nevada, era tão palpável, que chegava à assustar qualquer um. Em todo esse tempo que convivo com assassinatos e o mundo policial, jamais tinha visto cadáveres chegarem no estado que chegavam aqui, muitos tinham todos os seus membros arrancados, eram esquartejados, outros tinham tantas balas alojadas em seu corpo, que era uma tortura conta-las. Eu via em cada caso desse, o meu aviso sendo repetido novamente.
Sentia que a qualquer momento, eu morreria, e não colocaria Billy atrás das grades, ou pelo menos pegaria seu filho, que inexplicavelmente sabia de todos os nossos passos. Ultimamente, eu mau tenho me concentrado nos casos que pego, e sim na caçada que iniciei em busca dele, chegava a passar horas na mesma posição, apenas avaliando sua aparência em várias fotos que investigadores da policia tiraram dele, depois de tanto tempo avaliando seus passos e ele, concluiria, que se ele não fosse filho do terceiro homem mais procurado dos Estados Unidos, seria o homem mais bonito que eu já havia visto. Era alto, forte, com feições másculas, e aparência indígena. Uma mistura muito bem distribuída, mas é como dizem: boa aparência, má pessoa.
Era sexta-feira a noite, e fazia quase uma semana que eu sequer conseguia fechar meus olhos a noite, que dirá dormir direito, fui exausta para casa, mas sinceramente, não tinha sono, meu corpo e principalmente minha mente trabalhavam a todo vapor, com milhares de inquisições e faltas de respostas, era como se fossem milhares de vespas em minha mente, sim vespas, pois eram sempre as mesmas perguntas que tornavam a picar minha mente, diferente das abelhas, que após suas suas fatais espetadas, morriam.
Eu precisava relaxar, sentia isso em todo o meu ser, precisava afastar todos esses pensamentos de minha cabeça, pelo menos por uma noite, eu devia sair, sim, eu PRECISAVA sair! Aproveitar os poucos prováveis dias de minha vida, quem sabe uma última noite de farra, bebedeira e uma excelente noite de sexo, afinal, eu tinha 27 anos, estava no auge de minha beleza física, e já que meus dias estavam contados, o que me custava aproveitar esses últimos dias- e essa noite em especial- em grande estilo?
Tomei um banho rápido, coloquei minha melhor lingerie, e um vestido preto curto, deixei meus cabelos soltos, coloquei o meu salto mais bonito e o meu melhor perfume, tratei de pegar as chaves do meu carro, e sai para a noite iluminada de Las Vegas.
Rodei por um bom tempo pelas ruas agitadas, sem um destino em mente, apenas apreciei a beleza da cidade do pecado, a cada esquina, via-se uma prostituta seminua diferente, hotéis e cassinos gigantes, arranha-céus de todas as formas e cores, e os mais loucos e variados monumentos escandalosos, mesmo a noite, Las Vegas não parecia dormir, muito pelo contrário, era a hora em que a vida boêmia daquela cidade, tornava-se mais visível.
Depois de tanto rodar sem rumo, acabei por ir em um barzinho que nas horas vagas, vinha com meus colegas de trabalho, o lugar era movimentado, o que era muito bom para mim, pois se algo acontecesse comigo, por certo alguém veria.
Estacionei meu carro na frente do estabelecimento, e desci do carro travando as portas automaticamente, a luz do local era baixa, tornando o ambiente envolvente e sexy, a música era animada, e várias pessoas espremiam-se e esfregavam-se umas nas outras em uma pista de dança situada no centro do local, vaguei o ambiente com meus olhos, me adaptando a escuridão, fui até o bar e sentei-me próximo ao balcão, pedindo uma garrafa de Johnnie Walker, e um copo, pois eu sinceramente não estava afim de beber com pequenas doses, enchi o copo, o bebendo rapidamente, sentindo o whisky queimar minha garganta, em um ardor extasiante.
Por uma fração de segundo, senti que estava sendo observada, olhei para todos os lados, e não vi nada de estranho, dei de ombros e resolvi ignorar, enchendo meu copo novamente com whisky e o bebendo devagar dessa vez, apreciando seu sabor forte, a e música que preenchia o ambiente, enquanto bebia, deixei meus olhos vagarem pelo local novamente, procurando por algo em especial que prendesse minha atenção, pois não queria me embebedar tão cedo, enquanto olhava as pessoas dançarem das formas mais loucas possíveis, algo, ou melhor, ALGUÉM, chamou minha atenção, no fundo do bar, na parte mais escura, se encontrava uma única mesa solitária, onde pelo que julguei, devido ao porte e a escuridão encontrava-se um homem, que mantinha seu rosto em minha direção, forcei mais minha vista para conseguir distinguir melhor seus traços.
Pela sombra que se formava devido as mínimas luzes, via-se que ele era alto, musculoso, e de traços fortes, sua pele parecia ser morena, e os cabelos escuros, foi só então que me dei conta, de que também estava sendo avaliada por ele, abaixei levemente minha cabeça, e pela cortina de meus cabelos, soltei um sorriso torto de pura presunção, fazia tempo que eu não me sentia assim... desejada.
Continuei encarando ele com os olhos inquisitivos, maliciosos, e extremamente sugestivos, a garrafa de Johnnie Walker já encontrava-se pela metade, eu certamente não estava bêbada, além de estar habituada a beber bebidas fortes, meu metabolismo tinha alta resistência a álcool, mas eu me sentia mais leve e relaxada, e de repente, em um lampejo de luz forte contra o homem que eu indiscretamente flertava, tudo aconteceu.
A luz iluminou seus traços fortes e angulosos, o cabelo desalinhado, os olhos aparentemente negros, e uma pequena covinha formada no canto esquerdo de sua bochecha por um sorriso malicioso, um nano segundo foi necessário para que eu assimila-se tudo, e que meu sorriso sedutor fosse desfeito, e uma cara de choque tomasse conta de mim.
Era ele...
Virei-me rapidamente para o balcão, tentando controlar meus nervos, meu coração, e minha respiração que tornara-se extremamente irregular, a adrenalina de repente correu rapidamente pelo meu corpo, e todo o efeito do álcool dissipou-se do meu sangue, deixando-me em estado de extremo alerta.
Virei um pouco de meu rosto, e espreitei-lo através de meus cabelos, vendo que ele ainda me observava.
Eu estava no local mais iluminado do bar, então isso significava que ele já havia visto meu rosto, mas se ele não havia ido embora... Era porque ele não fazia a menor ideia de quem eu era!
Uma ideia completamente arriscada e louca começou a se formar em minha cabeça, coloquei minha melhor mascará e me virei para ele sorrindo dissimuladamente para o mesmo, que me retribuiu o ato, deslizei de minha cadeira e caminhei sensualmente até o banheiro do estabelecimento, uma jovem loira encontrava-se no mesmo, adentrei em uma das cabines, e esperei até que ela saísse da frente do espelho, assim que o banheiro encontrou-se vazio, tranquei a porta, e esquadrilhei minha bolsa em busca do novo celular que havia comprado, disquei o número de Nick, que no primeiro toque atendeu.
–Alô Renesmee? Algum Problema?
–Nick, eu o achei. — Falei ofegante.
–Achou quem?
–Jacob Black, filho de Billy Black! Ele está aqui no Liverhall.
–Eu mando a policia para o local?
–NÃO! A muitas pessoas aqui, provavelmente alguém sairia ferido.
–Então o que vamos fazer?
–Preste atenção no que vou dizer. — tomei fôlego para que pudesse continuar — Quero a policia, exército, marinha, aeronáutica , FBI, SWAT e seja mais o que for, na minha casa daqui a duas horas, vou distraí-lo e leva-lo até lá, todas as portas e janelas estarão destrancadas, e caso seja preciso, as arrombe, mas eu quero esse homem preso!
–Pode ser perigoso, e...
Não deixei que ele continua-se.
–Nick, estou dando uma ordem como sua chefe, então acate-a! E por mais perigoso que seja, essa pode ser nossa única chance de pega-lo... Então por favor, faça o que eu peço. Tenho que desligar.
Desliguei o telefone sem dar chance de Nick replicar, mas antes, olhei a hora no celular, e vi que eram duas horas da madrugada, me olhei no espelho, passando autoconfiança para mim mesma, sussurrando um mantra de que tudo daria certo, arrumei meu cabelo e minha roupa, passei mais batom e perfume, respirei fundo mais algumas vezes, acalmando minha pulsação frenética, destranquei a porta do banheiro e sai andando tranquilamente, como se nada houvesse acontecido, sentei novamente em meu lugar, e voltei a beber sedutoramente, fazendo-me de distraída.
Meu coração parecia querer saltar pela boca, mas não deixei isso transparecer em nenhum momento, afinal, eu havia sido treinada para dissimular e agir com nervos de aço mediante a criminosos como ele.
O vi levantar de seu lugar, e caminhar vagarosamente em minha direção com um copo de bebida na mão, ele tinha por volta de dois metros de altura, seus músculos definidos saltavam em evidência por baixo de sua blusa preta, rente ao seu corpo, e só por uma misera fração de segundo, me permiti apreciar sua beleza de Apolo.
–Posso me sentar aqui? — Perguntou ele com sua voz rouca, extremamente sexy.
–Claro. — Respondi com um meio sorriso distraído.
Ele sentou-se no banco livre ao meu lado, com seus cotovelos e antebraços apoiados no balcão, bebeu um gole de sua bebida, e me olhou com naturalidade.
–Qual é seu nome?
Ele não podia conhecer minha fisionomia, mas certamente já havia ouvido falar no meu nome, então resolvi falar apenas o ridículo apelido que havia ganhado quando tinha quatro anos de idade.
–Nessie, e o seu?
Ele pareceu pensar por alguns segundos, e sorriu com alguma piada interna sua.
–Jake. — Respondeu sorrindo.
Ele não falaria seu nome para mim, isso era óbvio.
Bebi mais um gole de minha bebida, pousei meu copo no balcão, voltando meu rosto para ele.
–É um prazer conhecer você... Jake.
Ele sorriu de canto e me olhou.
–O prazer é todo meu. Pode ter certeza disso.
Por um segundo, tive medo de sua última resposta, mas não houve qualquer sentido oculto nela, pelo menos não que eu houvesse detectado.
–E então Jake? Está sozinho? — Perguntei com certa malícia verdadeira.
–Bem, pode ser que sim... — Ele me olhou descendo seus olhos pelo meu corpo, fazendo o mesmo percurso de volta, enquanto mordia levemente seu lábio inferior e por fim parou olhando em meus olhos — Pode ser que não...
Entendi mais rapidamente do que esperava sua indireta maliciosa, me aproximei mais de seu ouvido, e sussurrei baixinho:
–Aqui está muito movimentado, que tal irmos para a minha casa?
Ele me olhou com os olhos ardendo em luxúria, e sorriu sedutoramente para mim.
–Seria um prazer.
Acertamos nossas contas, e saímos do bar, eu o conduzi até meu carro, e antes que eu pudesse abrir a porta , senti uma mão forte segurar minha cintura, me virando agilmente, enquanto meu corpo foi fortemente imprensado na lateral do carro, olhei em em seus olhos escuros, e antes que eu sequer pudesse pensar, sua boca chocou-se com a minha com extrema volúpia, enquanto seu corpo grudava-se no meu, e mesmo com toda a situação, não pude deixar de sentir as sensações de extremo prazer me invadirem.
Ele me beijava de forma lasciva, apertando-me cada vez mais, sua mão atrevida desceu pelo meu torso, e alojou-se em minha bunda, onde ele apertou com força, deixando meu corpo mole em seus braços, separamos nossos lábios, mantendo nossos rostos unidos, ele me olhou de forma intensa, mordendo levemente seus lábios, levantei calmamente uma de minhas pernas e a coloquei próxima a sua cintura, ele a sustentou ali, segurando-a pela coxa, a acariciando devagar, levei minhas mãos até sua blusa, a puxando com força, o fazendo vir de encontro a mim, beijamo-nos mais uma vez de forma louca, acabei por dar uma leve mordida em seu lábio inferior, e um gemido rouco saiu de sua garganta, foi então que percebi que estávamos em plena rua, sendo observados por pessoas que passavam.
Puxei-o para dentro de meu carro, dirigindo como louca, atravessei sinais vermelhos e quase bati em um hidrante antes que pudesse chegar em casa com segurança, o conduzi pela mão até dentro de minha casa, deixando a porta aberta, e olhei de relance para meu relógio vendo que me restava apenas 1 hora e meia, minha cabeça estava rodando loucamente com as mais insanas ideias que passavam pela minha mente, minha razão insistia em dopa-lo com alguma droga que eu usava para dormir, mas meu corpo estava em chamas e precisava do corpo dele acordado para satisfazer meus desejos carnais mais profundos.
O levei até meu quarto, enquanto nos beijavamos e esbarravamos em tudo pelo caminho, deitei seu corpo no cama,caindo em cima dele, escorreguei minhas mãos pelo seu peitoral definido, encontrando a barra de sua blusa, comecei a puxa-la e com sua ajuda a tirei por completo, não tive muito tempo para avaliar suas formas, pois ele me puxou para mais um beijo sensualmente bom, onde nossas línguas entrelaçavam-se ávidas por mais contato, sua pele por baixo de mim era quente, o que me fez incendiar-me mais ainda, sentia que todo o meu sangue havia descido para meu sexo latejante, que formigava em antecipação ao prazer que logo me consumiria.
Em um movimento brusco, meu vestido foi arrancado com força, ele inverteu nossas posições me deixando embaixo de seu corpo, admirando meus seios desnudos, ele não contentou-se em apenas olha-los, e logo suas mãos grandes faziam-se presentes naquela região sensível, meus mamilos estavam turgidos devido ao meu grau excruciante de prazer, gemi longamente ao sentir aquele toque que eu tanto necessitava, me calcinha já encontrava-se totalmente úmida, e meus sentidos permaneciam inertes em meio a tanto prazer.
Virei meu rosto um pouco ainda de olhos fechados, enquanto arqueava todo o meu corpo, ao abrir meus olhos, deparei-me com meu despertador em cima do criado mudo, onde ele já marcava 2 hs 50 minutos da madrugada, estava em meu limite de prazer, e ele também, pois gemia tanto quanto eu, ele retirou suas mãos quentes de meus seios, e tirou sua calça apressadamente, enquanto deitava seu corpo sobre o meu, já podia sentir sua ereção contra a minha feminilidade, e tive que me conter muito para não gritar de prazer com esse simples contato.
Eu não queria mais esperar, eu não conseguia mais, meu corpo tinha vida própria, e o que ele mais queria agora, era senti-lo profundamente dentro de mim, Jacob pareceu entender o que cada célula do meu corpo queria, pois ele segurou fortemente minhas mãos com apenas uma de suas mãos em cima de minha cabeça contra o colchão, e com sua outra mão livre, retirou sua boxer a jogando longe, vi o quão grande era seu membro, ele enroscou seus dedos no elástico de minha calcinha e em um puxão, o tecido de renda desfez-se e um gemido safado saiu de meus lábios, ele segurou o tecido, e o levou até seu nariz, inalando fortemente seu cheiro, nunca em toda minha vida, havia presenciado uma cena tão erótica quanto aquela, isso só fez com que meu sexo se contraísse mais e derrama-se seu liquído por entre minhas coxas, ele riu safado para mim ao perceber meu estado.
–Quero provar você Nessie... Deve ser tão gostosa... — Ele proferiu sua frase entre gemidos baixos e luxúriosos.
–E está esperando o que? — Falei entre arfadas.
Jacob sorriu sedutor, libertando minhas mãos de seu aperto e começou a beijar a parte interna de minhas coxas, aproximando-se mais de meu sexo pulsante. Quando senti sua língua quente em minha intimidade, meu coração falhou uma batida, e eu só conseguia gemer sofregamente seu nome, minhas mãos apertaram a colcha da cama, e meu corpo tremia levemente, ele passou a beijar e lamber meu clítoris inchado, e levou dois de seus dedos a me penetrarem ritimadamente.
–Mais Jake... — Pedi baixinho entre um gemido e outro.
O que eram dois dedos, passaram a ser três, que iam e vinham dentro de mim de uma forma alucinante me fazendo gritar de prazer.
–Assim está bom bebê?- Perguntou-me com certo divertmento em sua voz.
–Muito... — Respondi extasiada.
–Goza pra mim delícia.- Gemeu ele pedinte.
Senti meu baixo ventre contrair os dedos de Jacob, meu corpo convulsionar-se, e o mundo derreter-se em puro extase liquído e quente, enquanto chegava ao meu mais intenso orgasmo.
Jacob deitou-se levemente em cima de mim, apoiando suas mãos ao lado do meu corpo, envolvi sua cintura com minhas pernas, aumentando o nosso contato intímo, sentia todo o meu corpo mole pelo meu orgasmo, minha voz acabou saindo como um sussurro, denotando meu esgotamente fisíco.
–Quero você... — Pedi dengosa.
Ele sorriu de lado, acaraciando levemente uma de minhas bochechas com sua mão suave.
–Também quero bebê.
Ele permaneceu na mesma posição em que estava, continuando com o carinho leve em meu rosto, ele apenas pressionou mais sua cintura contra a minha. Enquanto me olhava profundamente nos olhos, senti seu membro duro penetrar minha vagina vagarosamente, me fazendo revirar os olhos e gemer baixinho, todo o torpor em que me encontrava se dissipou rapidamente, e novamente me vi desperta e com meu corpo aceso para recebe-lo dentro de mim. Era extremamente grande e pulsante, e o extase do prazer começou a formar-se em meu corpo de novo.
Uma ardência encomôda instalou-se em mim, ao me sentir totalmente preenchida por ele, fazia tempo que não transava, e que me lembre, nunca havia visto ou tido dentro de mim algo tão grande, senti meus olhos marejarem com a dor que senti naquele momento.
–Vai passar. -Sussurrou ele docemente em meu ouvido.
Por algum tempo, ele permaneceu quieto dentro de mim, para que eu me acostumasse, mas passados alguns segundos, levemente me movimentei e soltei um gemido baixinho, sentindo o prazer me inundar, Jacob entendeu o recado, e vagarosamente começou a se movimentar em mim enquanto seus olhos negros brilhavam com excitação.
Agarrei-me ao seu pescoço, enterrando meu rosto ali, inalando seu cheiro gostoso e inebriante, e sem perceber, pequenas lágrimas começarama brotar de meus olhos, denotando minha confusão mental, e as ideias opostas que se chocavam como fogo e gelo dentro de minha cabeça.
Por instantante, tudo o que eu havia pensado sobre Jacob, havia ruído e caído por terra assim que o vi, ele não podia ser filho daquele monstro, ele não era como ele! Estava me tratando tão bem, da forma como nenhum homem jamais havia me tratado... Com carinho, respeito... Pensei também nos incessantes pedidos que minha mãe me havia feito, os pedidos de que eu não entrasse nesse rumo, e acabei por imaginar como tudo poderia ser diferente... Eu sempre estaria perto de minha família, não perderia momentos em meu trabalho estúpido longe de Bella e minha mãe, imaginei que depois dessa noite, eu e Jacob até poderiamos nos apaixonar e sermos felizes... Que eu teria um alguém que me beijasse sempre quando eu chegasse em casa, que sempre me elogiaria e diria que gostava das coisas que eu fazia, que abriria a porta com um filho nosso em seus braços me esperando para o jantar, e que sempre depois que brigacemos, diria que nada disso importava e que ele me amava com todos os meus defeitos, fariamos amor no tapete da sala, e acordariamos abraçados no outro dia...
Imaginei, uma felicidade que jamais teria...
–Hey! Me chamou ele baixinho O que foi heim? Se quiser, podemos parar. -sugeriu ele enquanto afagava meus cabelos levemente.
Sacudi a cabeça negativamente, e um sorriso lindo e resplandecente estampou-se em seu rosto, começamos a nos beijar ternamente, enquanto ele retomava suas investidas em mim, logo o nosso beijo se aprofundou assim como os movimentos de Jacob dentro de meu corpo, desci minhas mãos pelas suas costas com força,o arranhando sem piedade.
–Ai bebê! Isso dói! — Protestou ele como uma criança — Quer vir em cima de mim? Peguntou manhoso e eu ascenti.
Jacob inverteu nossas posições, enquanto ele ficava em baixo de meu corpo e eu subia em cima dele, sentindo-o novamente me preencher mais profundamente, suas mãos foram para a minha cintura e começaram a comandar o ritmo que meu corpo se movia de encontro ao seu, olhei e seu rosto e vi seus olhos fechados, enquanto ele gemia baixinho meu nome, me deixando satisfeita.
Aproximei meu rosto do seu, e lhe beijei suavemente, enquanto suas mãos começavam a explorar meu corpo com delicadeza, como se eu fosse feita de porcelana, e a qualquer movimento brusco, poderia me desfazer em seus braços.
Nossos movimentos sexuais cessaram-se, e ele apenas permaneceu dentro de mim enquanto nos beijavamos. Nós não queriamos mais um orgasmo ou uma boa transa, queriamos carinho, coisa que nem eu, e nem ele, tinhamos.
Me permiti sentir toda a suavidade daquele momento, e pela primeira vez, eu estava fazendo algo que aproximava-se de amor...
Mas o que diabos eu estava fazendo? Me envolvendo com um suspeito? Criminoso? O filho do homem que matou meu pai e arruinou minha vida?
A consciência se abateu sobre mim como um soco em meu estomâgo, e meu cérebro passou a dominar novamente meu corpo expurgando todo e qualquer desejo carnal, bruscamente retirei meus lábios do seu desconectando nossos corpos, levantei-me rapidamente da cama trazendo o lençol da mesma comigo, enquanto me cobria apressadamente com ele.
–Vista-se. Vou tomar um banho, e já volto. — Pronunciei rispidamente.
Sai do quarto sem olhar sequer para seu rosto, fechei a porta andando pelo corredor em direção ao banheiro, olhei para o relógio de porte antigo preso a parede do corredor vendo que já passava das 3 hs 27 minutos da madrugada.
Entrei no banheiro rapidamente, trancando a porta com força, enquanto me livrava dos lençois e seguia para o box. Liguei a ducha na temperatura fria, e deixei que a temperatura da água fosse a mesma temperatura de meus sentimentos:frio.
Afastei quaisquer resquiscos de sentimento, e os pensamentos tempestuosos, permiti que tudo fosse levado pela água, sendo jogado pelo ralo, desliguei o registro saindo do box, e me enrolando em uma toalha preta felpuda. Voltei para o meu quarto e vi que Jacob já estava vestido, e permanecia sentado na cama com uma ruga de confusão em sua testa.
Ignorei-lo totalmente, e vesti uma roupa descente, mirei novamente o relógio no criado mudo, vendo que eram 3hs 54 minutos, sentei-me calmamente na cadeira almofadada da penteadeira, e sustentei seu olhar sem demonstrar quaisquer emoção. Ele parecia nitidamente confuso, entorpecido em seus próprios pensamentos, escutei um leve ranger de uma porta, e permaneci quieta, analisando qualquer reação sua, mas ele pareceu nem sequer ter escutado.
Eu sabia que eles estavam aqui, conhecia muito bem as táticas e formas das quais a policia especializada usava em casos como esse.
Atrás da cabeceira da cama, encontravam-se as portas de vidro que davam acesso ao meu jardim, cercado por muros de mais de dois metros e meio de altura, e cercas elétricas, onde homens fardados corriam sem fazer qualquer som, o ritmo de meu coração acelerou frenéticamente, vi um dos homens fazer um breve sinal para mim, que ascenti de leve, indicando que assim que eles quisessem, poderiam agir.
Jacob abriu sua boca para falar algo, mas antes que isso pudesse acontecer, meu quarto foi invadido por vários homens fortemente armados, com suas armas em direção a Jacob.
–Parado! Você está preso em nome da lei! E tem o direito de permanecer calado! — Berrou o Sherif Stevens com uma arma em punho.
Assisti com os olhos inexpressivos Jacob ser jogado de bruços contra a cama, e ter suas mãos algemadas, eles o levantaram em um solavanco o conduzindo até a porta de meu quarto, ao passar por mim, ele me direcionou um olhar frio, que me fez sangrar por dentro.
O Sherif Stevens entrou em meu campo de visão, enquanto Jacob era retirado do meu quarto.
–Bom trabalho Swan.
Ele me estendeu a mão, e eu a apertei.
–Obrigado senhor. — Falei séria.
–Vamos homens! Arrumem toda a bagunça! -Gritou autoritário, e depois voltou-se para mim
–E senhorita Swan, não se preocupe, arcaremos com tudo o que foi quebrado.
–Sem problemas senhor.
Dentro de minutos a movimentação em minha casa havia cessado, no chão, apenas alguns cacos de vidro e estilhaços das portas frontais que foram quebradas permaneciam ali, caminhei derrotada até o sala de estar, enquanto as lágrimas rolavam pelo meu rosto, sentia uma repulsa imensa de mim mesmo, eu o usei!
Meu corpo desfaleceu sem forças no chão, e as lágrimas molhavam o tapete, formando uma poça, o cançasso me arrastou para a terra dos sonhos, e tudo ficou escuro.
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