Notas iniciais
Antes de mais nada, NÃO ME MATEM!! Eu sei, eu sei, fui negligente com a fic, e principalmente com vocês que a acompanham e tudo mais, mil perdões, só que eu não estava inspirada pra escrever, apesar de já ter há bastante tempo os capítulos escritos, só que estava com uma leve preguicinha para digita-los. E mais uma vez mil perdões gente.

Quando acordei, meu corpo estava todo dolorido, e a culpa me atingiu em cheio, como um soco em meu estômago, mas se eu fiz o que a meses estava tentando, então porque essa culpa? Eu não devia sentir culpa, devia sentir medo, pois sabia que o pai dele viria atrás de mim, pelo menos, ele não machucaria ninguém que eu amo.

Fui para o banheiro e tomei um banho, enquanto algumas lágrimas rolavam, era como se a água quente fosse o corpo dele me envolvendo...

Porque meu Deus? Porque essa dor no meu peito?

Saí do banho e liguei a TV, em todos os canais passava a prisão dele apresentando-o como “o filho do chefe do crime organizado de Las Vegas”. Olhei na internet, e o mundo inteiro estava dando a mesma notícia, eu deveria me sentir orgulhosa no mínimo, fiz algo que sonhei durante toda minha vida! Mas não, eu não estava.

Após tomas um café bem forte, fui para o meu trabalho, eu teria que interroga-lo, fazer perguntas olhando em seus olhos negros... Mas esse era o meu trabalho, e eu iria fazer o que tinha que ser feito.

Fui cumprimentada por todos os meus colegas de trabalho, e ao chegar no corredor próximo ao local onde Jacob estava, escutei Sam no telefone.

–... É, eu sei tio, só que eu não estava aqui, não tive como fazer nada – Pausa – Parece que ela o encontrou em um bar, o levou para casa e ligou para a polícia – Pausa- Eu não sei tio, tem certeza de que as escutas estão funcionando? – Pausa – Eu sei, eu sei, vou dar um jeito de tira-lo daqui.

Sam desligou o celular nervosamente, não entendi absolutamente nada, porque ele estava assim? Eu não sei o que está acontecendo, mas com certeza vou descobrir.

Retomei minha forma séria, e voltei a andar como se nada tivesse acontecido, ao me ver, Sam me cumprimentou um pouco surpreso.

–Parabéns Reneesme. – Ele estendeu a mão e eu a peguei.

– Obrigada. –Murmurei sem vontade.

Soltei sua mão, e caminhei pelos corredores até onde o sherif Stevens interrogava Jacob, eu apenas olhava pelo vidro.

Stevens saiu da sala fumaçando, e veio de encontro a mim.

–Tenho saudades do tempo em que dávamos uma boa corça neles, e eles abriam o bico. – Exclamou exasperado.

– Eu cuido disso. – Disse convicta.

– Tem certeza Reneesme? – Perguntou Sam – Pode ser perigoso para você, eu posso ir no seu...

– Já estou acostumada. – Cortei-lo de forma brusca.

Eu sempre achei que tinha algo estranho com Sam, mas agora, não me resta dúvidas.

Entrei na sala, e me sentei na cadeira, olhando fixamente para Jacob, enquanto ele retribuía meu olhar de forma gélida, o que fez meu coração se apertar.

– Não vou falar nada. – Anunciou ele carrancudo, torcendo a cara para mim.

– Onde ele está? – Perguntei séria.

Eu não sei, e mesmo que soubesse, não diria a você. – Ele me olhou nos olhos com fúria. – Você me dá nojo.

Fingi que aquilo não me atingiu, mas foi como uma enorme adaga que transpassou meu peito.

– Por que o protege?

– Ele é meu pai, você também protegeria o seu. – Esbravejou ele.

– Eu o protegeria, se o seu pai não o tivesse matado na minha frente! – uma lágrima fria caiu sobre o meu rosto – Ele matou pessoas que eu amava, e me fez ser separada das únicas pessoas que me restam. SEU PAI é um homem calculista e sem coração! ESSE É O SEU PAI! – Falei batendo minhas mãos contra a mesa.

Ele me olhou perplexo, e algo em seus olhos cintilou, Jacob parecia viver um conflito interno tortuoso enquanto me observava, pois suas expressões mudavam constantemente, por fim ele suspirou pesadamente e abaixou a cabeça.

– Eu não sei onde ele está, nunca sei, ele é quem me procura. – Falou em um sussurro.

– Qual foi a última vez que o viu, e onde foi?

– Não posso dizer.

Suspirei alto, me levantando da cadeira, que guinchou contra o chão, virei-me de costas e andei firme até a porta, sem o olhar mais.

– E então? O que ele disse? – Perguntou Sam desconfiado assim que saí da pequena sala de interrogações.

– Nada, disse apenas que o pai é quem o procura, e ele não sabe onde ele está. – Respondi derrotada.

Caminhei até a sala de Nick, nele eu podia confiar, e ele certamente me ajudaria a descobrir quem era o Sam de verdade, e o que ele escondia.

– Oi chefinha Swan. – Saldou-me rindo.

– Há algo errado Nick, com o Sam. – Falei desabando na cadeira.

– O que?

– Não sei, mas tem algo errado, em todos os casos que ele foi mandado sozinho para investigar, ele nunca acha nada, e nunca sabe de nada.

– E porque só agora você desconfia disso?

– Eu o escutei tendo uma conversa estranha com um tio dele, quero que você pesquise a árvore genealógica completa dele, também o escutei falar sobre escutas, e dar um jeito de tirar alguém daqui. Você já sabe, sigilo completo sobre isso, eu tenho apenas suspeitas, nada concreto, e apenas eu e você sabemos disso.

– Certo.

Saí da sala dele e fui para a minha, me joguei em minha cadeira apoiando meus cotovelos na mesa, sentindo o peso de minha cabeça sobre minhas mãos, parecia que ela ia explodir, um turbilhão de coisas passava por minha mente, coisas como medo, dor, culpa, raiva, desconfiança, especulações... Eu tinha a chave que sempre quis ter em minhas mãos, mas não estava feliz por isso, eu coração sangrava dentro do meu peito, e o eco das palavras de Jacob e Sam, se chocavam na minha mente, me causando dor de cabeça, nada se encaixava ali, nada era coerente, não tinha explicação, busquei por horas a fio, formas possíveis de montar o quebra cabeças e achar as peças que faltavam, mas as coisas estavam difíceis demais.

Passei o restante do dia, resolvendo a parte burocrática de alguns processos criminais, avaliando alguns novos casos e inspecionando o trabalho dos calouros, estava tão concentrada em meu trabalho, que dei um pulo de minha cadeira ao escutar uma batida na porta de minha sala e tratei de me recompor, endireitando-me na cadeira.

– Pode entrar.

Nick entrou apressado fechando a porta e sentou-se na minha mesa me olhando.

–Reneesme, Sam é o sobrinho do Billy Black.

Foi como se o chão fosse arrancado dos meus pés, e de repente tudo fez sentido.

O quê?!

– Sarah Black, a esposa de Billy Black, que morreu á anos atrás, ela e irmã de Harry Ulley, pai do Sam.

– Então ele...

–É. Ele está conspirando, desde o início. Provavelmente foi ele que retirou todas as evidências no corpo do Quill, e na cena do crime também. E o melhor, nós não temos como provar.

– Temos sim. Rastreie todas as ligações, consiga um mandato com o juiz, no mais extremo sigilo para podermos ter acesso as últimas ligações que ele fez, acesso a contas e imagens de câmeras de seguranças.

– Certo chefinha.

– Nick, eu estou exausta, vou para casa.

– Nos vemos amanhã.

– Até.

Nick saiu de minha sala e eu peguei minhas coisas, caminhando vagarosamente até meu carro no estacionamento, já próxima a meu carro, senti meu celular vibrar no bolso da minha calça, o peguei e olhei no visor, constatando que era minha mãe.

– Alô, mãe? Tudo bem?

– Oh claro filha! Estou tão contente por você, soube que tudo deu certo.

–É mãe, eu... consegui... – Falei em um suspiro cansado.

–Oh meu bem! Estou tão orgulhosa de você!

– Eu sei mãe. E como estão as coisas? – Falei deixando as lágrimas caírem.

– A Bella está grávida! – Gritou ela de alegria.

– Sério? De quantos meses?

– De dois.

Renee soltou um risinho de felicidade do outro lado da linha.

–Manda um beijo pra ela e pro Edward. – Falei tentando conter os soluços.

– Você quer falar com eles?

–Oh não mãe, eu hã... Tenho que trabalhar agora, sinto muito.

Ela suspirou.

–Tudo bem. Eu vou falar que você mandou um beijo.

–Eu tenho que ir mãe.

–Claro. – sua voz agora era desanimada. – Tome cuidado... Amo você.

–Tchau mãe. Eu... Amo você.

Desliguei o celular, enquanto as lágrimas tornavam-se torrenciais, eu sabia que talvez essa fosse a última vez que eu escutaria a voz de Renee, eu sabia que não passaria em branco o que eu fiz.

Entrei no carro e enxuguei as lágrimas e dei partida no carro, a noite já estava escura e fria. Olhei em meu relógio de pulso e já era 7:45, o cansaço já me dominava, minhas pálpebras estavam pesadas e a música leve do rádio do carro me fazia querer cada vez mais estar em minha cama, já estava a quatro quadras da minha casa, quando um carro preto me fechou com tudo, tentei dar marcha ré o mais rápido que pude, sentindo meus pulsos se fecharem com força ao redor do volante, mas outro carro me fechou.

Meu coração acelerou, essa era a hora do acerto de contas, eu ia morrer, mas fiz o que tinha que ser feito, eu ia ver meu pai novamente... E acertar minhas contas com Deus, acho que ele me colocaria em um bom lugar, é, eu ajudei muita gente, fui justa e fiz o melhor que pude, honrei meus pais, não metei, não roubei, não cobicei o que era dos outros... Acho que isso me garante um bom lugar no céu.

Eu ainda pensei em pegar minha arma e sair atirando, mas lutar não iria adiantar, você tem que saber reconhecer quando perde, saber que o seu oponente foi melhor e mais forte que você, você deve saber quando o seu rei é posto em xeque-mate.

Desci do carro com as mãos para cima, enquanto cinco homens grandes e fortes me cercavam.

– Isso aí vadiazinha, é melhor não tentar nada.

Eu ri de lado ironicamente, tentando parecer indiferente.

– Não estou com paciência para joguinhos, me matem logo.

Eles riram.

– Seria fácil de mais, o chefe não quer ti matar, não ainda, só quer ti dar um bom corretivo, e que sirva de lição para que você aprenda de uma vez por todas, se não ele mesmo vai resolver esse problema, da mesma forma que fez com o seu pai.

Nesse momento o sangue me subiu a cabeça, e quando ia dar um soco na cara do homem que ousou tocar no nome do meu pai, ele segurou meu braço o torcendo com força.

– Você é valente, mas eu não gosto de garotas assim. – Grunhiu ele enquanto torcia mais o meu braço.

–Me solta! – Gritei alto na esperança de que alguém me ouvisse e viesse me ajudar, mas o esforço foi em vão.

Senti um puxão forte em meus cabelos, e depois fui lançada ao chão, minha testa bateu forte contra o asfalto frio e mais duro do que eu imaginava ser, e logo senti o sangue escorrer quente pelo meu rosto fazendo minha cabeça latejar.

– E isto é para você aprender a não se meter com quem não deve. – Esbravejou outro, enquanto chutava meu abdômen.

A dor era tão forte que parecia que eu estava sendo dividida ao meio, desde o ponto onde era acertada em cheio pelos golpes violentos, logo comecei a cuspir sangue, eles batiam em mim com mais força, meu corpo todo já estava dormente, não havia um só lugar em que eles não tivessem me batido, naquele momento o que mais queria era morrer, não, eu não suportaria toda aquela dor, minha vista já estava embaçada devido as lágrimas que vertiam como se fossem rios.

Eles me largaram no chão enquanto eu agonizava, um deles se abaixou próximo a mim, e puxou meu cabelos com força enquanto eu gritava de dor, deixando meu rosto próximo ao seu.

Ele falou baixo, em um sussurro assustador.

– Acho que você já entendeu garota, se meta na SUA vida.

–Eu... vou te achar... Nem que seja no inferno. – Arquejei gemendo de dor enquanto me engasgava com o sangue que escorria pelo canto de minha boca.

Ele riu e lançou minha cabeça contra o chão e depois apertou meu pescoço com força.

– É melhor ficar quietinha, ou eu vou ter que desobedecer as ordens que recebi e acabar com você aqui mesmo. – Esbravejou ele em um tom ameaçador, enquanto o ar que preenchia meus pulmões se esvaia.

Ele mais uma vez me jogou no chão, e se foi, os carros deram partida, enquanto eu ficava ali, jogada, e pela primeira vez em muitos anos, eu só sentia o medo, eu chorava como uma criança respirando com dificuldade, senti falta dos braços de minha mãe ao meu redor, minha vida não valia mais nada, eu só pensava em morrer e deixar a dor ir embora, mas era covarde demais para isso.

Reuni as forças que ainda tinha, e com muito esforço, peguei meu celular no bolso de minha calça, busquei o número de Nick, sentindo minha vista ficar turva e manchas negras começaram a me cegar, foi difícil de encontra-lo, mas assim que consegui o disquei, após algumas chamadas, ele atendeu.

–Alô, Reneesme?

–Nick, eu tô com medo. – Minha voz estava embargada e a cada respiração a dor me sufocava.

– Onde você está? O que aconteceu?

–Eles me pegaram Nick. – Falei em um fio de voz. – Eu não sei se... – Gemi de dor.

– Eu vou achar você, eu já estou indo, só fique acordada, eu estou chegando Nessie.

E de repente, a dor sumiu, meus olhos miraram a fraca luz do poste, vendo pontos luminosos enquanto minha vista tornava-se cada vez mais falha, alguém me chamava baixinho, mas fui puxada com força pelas sombras.

Uma luz forte incomodou minhas pálpebras e aos poucos abri meus olhos, parecia que minhas córneas iriam queimar pela intensidade da luz, pisquei algumas vezes para que minha visão se desanuviasse, olhei para o ambiente branco e estéril ao meu redor não reconhecendo nada, ouvi o fraco barulho de algo pingando cadenciadamente e bipes diferentes soarem freneticamente.

–Graças a Deus, você acordou! Como se sente?

Olhei ao redor com minha visão ainda desfocada, e vi Nick se aproximando.

– Acho que bem. – Falei em um suspiro sentindo meu corpo doer – Quanto tempo fiquei apagada?

– 3 dias. – Ele disse tristonho – Pensei que não chegaria lá a tempo.

Uma sombra negra passou pelos olhos de Nick, enquanto ele mirava o nada.

–Obrigada. Por... Por tudo. – Disse sem jeito, ele apenas sorriu de canto balançando a cabeça, então resolvi mudar de assunto. — Quando tenho alta?

– Eu não sei, eles vão querer que você permaneça aqui pelo menos hoje.

–Ahh Nick, dê um jeito e me tire daqui. – Choraminguei.

–Eu não posso Reneesme.

– Claro que pode Nick.

Ele suspirou fundo revirando os olhos, depois me fitou sorrindo.

–Vou ver o que posso fazer. Satisfeita?

–Não totalmente. Alguma novidade com o caso do Sam?

– Você tinha razão, temos como provar que ele estava ajudando Billy. A propósito... Foi ele quem ligou para os caras irem ti pegar... E o que vamos fazer?

–Temos que encaminhas as provas para o Sherif e ele cuida do resto.

– Certo, mas agora você precisa descansar.

Antes que eu pudesse protestar o médico entrou e me arrastou com algumas enfermeiras para fazer uma bateria de exames, passei o dia garantindo a eles que estava bem e que não tinha nada, e depois de muito tempo, Nick conseguiu convencer o médico de que eu estava bem o suficiente para ir para casa, e que ele se responsabilizaria por mim, e contra vontade, o médico cedeu reafirmando que se algo acontecesse a mim, ele não pensaria duas vezes antes de culpar Nick por isso, o fazendo até assinar um termo de responsabilidade.

Senti-me bem, quando consegui por os pés para fora do hospital as seis da tarde, Nick me levou pra casa, e no caminho me contou que não tinha dito nada a minha mãe ou minha irmã, mas que o telejornal local havia noticiado o que aconteceu comigo, mas Renee estava na Flórida, e não iria ficar sabendo, a não ser que eu contasse.

Ao chegarmos em casa, passei um bom tempo tentando convencer Nick de que estava bem, e contrariado, ele se foi, assegurando de que no primeiro sinal de problemas, ele voltaria, e eu não duvidava disso.

Fui para o banheiro, e tirei minha roupa, ao passar pelo espelho pude ver o estrago.

Alguns pontos em minha testa, escoriações pelo meu nariz e bochechas, meus lábios estavam inchados, e tinha um corte no lado esquerdo da minha boca, meu corpo estava cheio de hematomas vermelhos, roxos e outros amarelados, em meu pescoço estavam as marcar de grandes mãos.

Ignorei aquilo, e fui tomar um banho, doeu muito quando a água entrou em contato com o meu corpo dolorido e machucado, e tentei fazer isso o mais rápido possível, assim que acabei me envolvi em uma toalha, coloquei uma camisola e me deixei, deixando o sono e o cansaço me dominar.

Acordei as 6:30, e ainda tentei dormir novamente, mas não consegui, me levantei com o corpo dolorido, com muito esforço tomei outro banho, escovei meus dentes, coloquei uma blusa social de seda, uma calça de taquitel preta, um blaiser e um scarpin na mesma cor, deixei meus cabelos soltos para esconder as manchas quase extintas em meu pescoço.

Tomei meu café da manhã devagar, como a muito tempo não fazia. Saí de casa, para um dia ensolarado, entrei no meu carro e dirigi até meu trabalho calmamente, observando os ciclistas, os pedestres apressados que vez ou outra atravessavam o sinal na hora, as pessoas que corriam no parque com seus cachorros, os ônibus amarelos que já circulavam apressados abarrotados de adolescentes em direção aos colégios. Estacionei em uma vaga próxima ao prédio do meu trabalho, caminhando o mais devagar que pude.

Diferente do dia em que eu prodigiosamente consegui ‘’pegar’’ Jacob, hoje ninguém me elogiou, as pessoas apenas me olhavam e viravam seus olhos, fui até minha sala escutando murmúrios baixos, e alguns olhares indiscretos que denotavam medo e pena.

E assim que me sentei em minha cadeira Nick entrou em minha sala, com cara de poucos amigos sem ao menos bater na porta.

–O que você está fazendo aqui?

–Oras, eu trabalho aqui. — Respondi calmamente tomando meu expresso.

–Você é louca. – Ele balançou a cabeça incredulamente.

– O que quer? – Fui direta ao ponto.

–Tenho duas notícias, uma boa e outra ruim. Qual quer ouvir primeiro?

–A boa.

–Certo. Sam foi preso, e acredito que logo, logo será julgado. – Ele fez uma pausa, e eu parei de observar os papéis em minha mesa e o encarei. – E a ruim... É que bem, Jacob Black vai ser solto.

Mas como??? – Perguntei alarmada, exaltando minha voz.

–Ele está limpo! Nada de armas, drogas ou dinheiro. Não temos nada contra ele, nenhuma queixa.

DROGA!- Gritei enquanto batia minhas mãos contra a mesa com força.

–Converse com ele, talvez ele ti diga algo, afinal, você foi a única com quem ele abriu o bico.

–Vou tentar.

Notas finais
Se ainda tiver alguém lendo, deixem algum comentário, okay? Minha autoestima agradece ;)
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.