Notas iniciais
(N/A) Vamos ao primeiro capitulo, e lembrem-se, o melhor review ganha privilégios, então não nos decepcionem! já falei que a Lita Black é a melhor beta de todas??? Pois se não falei vou falar: Lita, você é de mais!! srrs' bem gente,o capitulo é bem grandinho, 3.500 palavras ú.ú. então se eu demorar a postar, saibam que foi pela falta de tempo, por que os cap's são grandes e eu escrevo a moda antiga,com caderno e caneta ( pois o word não me inspira nem um pouco kkkk)ai depois eu digito, o que me dá uma trabalheira daquelas! Espero que gostem do cap! Vamos conhecer o mundo de Reneesme! e para avisar vocês, nossa Nessie será "interpretada" por Angelina Jolie, pois ela tem as características físicas que eu buscava, e principalmente,por que ela passa confiança, e aparenta ser uma mulher firme, principais características de Reneesme... OPS! falei de mais né? kkkk vamos ao que interessa! nos vemos lá em baixo, tchauzinho!!!

CAPITULO 1: AVISO POV: Reneesme

Olhava pela janela da minha sala, a iluminada Las Vegas, que parecia nunca dormir, deixei minha mente vagar através das complexas conexões entre meus neurônios, me lembrando de tudo o que eu já havia conquistado ao longo dos anos.

Formei-me em medicina legal, e era uma das mais renomadas criminalistas de Las Vegas, lembro-me do quanto Renee já havia me implorado para que não cursasse medicina legista, e que mesmo contra a sua vontade, eu me formei, e no dia de minha formatura, ela chorou, sim chorou, mas não foi um choro de tristeza, foi de orgulho. Sim orgulho, e me lembro de que nesse instante, uma sombra de tristeza passou pelos seus olhos, mas não me importei com isso, e o que ela havia dito só me fez focar mais no que eu pretendia. Eu tinha sempre meu pai em mente, em tudo o que conseguia conquistar.
Nunca tive um caso em que eu não descobrisse a verdade, e os mais difíceis sempre chegavam as minhas mãos e as da minha equipe, que eram extremamente competentes.

Estávamos engajados em crimes dos quais estavam se tornando cada dia mais comuns em Las Vegas, e como se isso não fosse o suficiente, estávamos a mais de dez meses no encalço de Jacob Black, filho de Billy Black. Meus nervos estavam a for da pele, e a cada novo passo que dávamos, ele os previa e nós acabávamos o perdendo de vista, só para achar uma pista depois de meses. Era sempre assim: nós o encurralávamos, e ele sempre fugia! Talvez ele fosse a única saída para encontrarmos o seu pai.

As poucas noites das quais eu passava em casa, só conseguia dormir se tomasse algum remédio, eu estava literalmente como uma maquina, projetada apenas para investigar, caçar, e até matar se fosse o caso.

Estávamos com mais de 300 casos de morte suspeita, algumas da vitimas eram poderosos chefões do tráfico, e nesses casos, trabalhávamos com a hipótese de disputa de poder, haviam também mortes de cafetões,prostitutas, drogados, traficantes, assassinos de aluguel, e tudo mais dessa corja, sem contar as mortes de 50 policiais e dois investigadores em menos de quatro meses, e que também trabalhavam nos mesmos casos que eu.

Meu tempo estava se esgotando, e eu sabia que mais cedo ou mais tarde, a próxima seria eu, e se eu morresse, gostaria de morrer depois de solucionar esses casos, e ter posto Billy Black atrás das grades, ou sete palmos abaixo da terra.

Fui desperta de meus devaneios, quando Nick, meu amigo, e colega de trabalho, entrou em minha sala.

–Reneesme, você precisa descansar.

Ele sentou-se de frente para mim, com seus olhos inquisitivos, como se eu fosse uma criança, e ele estivesse me repreendendo.

–Eu bem que queria, mas não consigo. – Falei olhando firmemente para todas as imagens do filho de Billy Black em meu computador, forçando meus olhos a ficarem abertos.

–Eu sei que você mais do que ninguém, quer pegar o filho do Billy, mas para isso,você precisa estar inteira, você está a duas noites sem dormir Reneesme.

–Estou tão horrível assim? – Perguntei rindo e fazendo piada do estado deplorável que eu mesma sabia que estava.

–Está!- Respondeu-me fazendo uma careta cênica, caindo na risada logo em seguida.

–Você me convenceu! – falei erguendo minhas mãos para o ar, em forma de rendimento – estou indo para casa, e qualquer novidade, me ligue. E se não me ligar, vou ti rebaixar a um reles assistente nível 1. – Brinquei sorrindo.

–Claro chefinha! Até mais. – ele piscou sorrindo.

–Até. E fala pro Sam segurar as pontas por aqui, até eu voltar amanhã.

Peguei minhas coisas e sai de minha sala, fui até o estacionamento do prédio, e entrei em meu carro ligando o aquecedor, a fim de me livrar do maldito frio que estava lá fora. Dirigi tranquilamente até minha casa, assim que cheguei, retirei meus saltos, e me joguei no sofá. No momento em que minhas costas tocaram o macio sofá, o telefone tocou, suspirei vencida, e me levantei exasperada indo atender o telefone.

–Alô?

–Ah oi Nessie! Como você está? Faz tanto tempo que não nos vemos...

Sem dúvidas alguma, era a voz de Bella do outro lado da linha.

–Eu estou ótima, e você?

–Estou maravilhosa! Edward quer viajar em uma segunda lua de mel por Veneza.

Ouvi um pequeno suspiro do outro lado da linha, minha irmã sempre tão romântica... Uma vez Bella, sempre Bella!

–Uau! Que legal Bells! – fingi uma falsa animação,pois eu não era muito sentimental como Bella.

–É, eu sei... Mas e a Mamãe? Como ela está?

–Faz quase um mês que eu não a vejo, estou trabalhando muito.

–E então... –conhecia perfeitamente esse tom de Bella, e já sabia muito bem o próximo assunto que ela abordaria – Alguma novidade? Namorados... Gatos... Baladas...?

Suspirei rolando os olhos, Bella realmente não desiste de me ver em um vestido branco entrando na igreja...

–Não, eu não tenho tempo Bella.

–Você e essa sua mania de trabalho Reneesme.

–Não é mania Bella! Eu preciso me sustentar! Como acha que pago minhas contas?

–É mania sim Nessie! Você só pensa em trabalho, trabalho, trabalho! E você? E a sua família?

–Bella, eu gosto do que faço, me sinto feliz da forma como estou vivendo e ...

Bella me interrompeu.

–Feliz? Eu escutei direito? Como diabos você está feliz se só trabalha e não curte a vida? Você não sai, não se diverte,você se quer vai visitar sua mãe, e ainda diz que está feliz? Se isso é felicidade, Deus que me poupe dela!

–Não é para tanto Bella.

Ela pareceu ignorar meu último comentário.

–Bem, você deve estar caçada, vou parar de ti dar sermões e encher seu saco... Então tchau, um beijo Nessie.

–Manda um beijo para o Edward, tchau Bella.

Esperei a linha cair, e coloquei o telefone em seu gancho indo para a cozinha, precisava comer algo decente, sentia minha barriga roncar, estava faminta!

Procurei um congelado na geladeira, e o levei ao micro-ondas, peguei uma Coca-Cola e me sentei na sala, de frente a televisão, assistindo a um telejornal enquanto comia. Depois que comi, coloquei os pratos na pia sem coragem para lava-los, e me encaminhei para o banheiro em minha suíte.

Retirei minha roupa e entrei no box, liguei o registro, me permitindo demorar em baixo da água quente, deliciando-me com aquela sensação que relaxava meus músculos, e minha mente. A água quente tamborilava em minha pele, como se fossem pequenas gotículas de chuva, lavando as plantações e florestas.

Ao sair do banho, coloquei apenas uma calcinha e um soutiem, com o cansaço que sentia, acreditava que conseguiria dormir sem muito esforço, apaguei as luzes do meu quarto, e quando me deitei no colchão macio, meu celular tocou no criado mudo ao lado da minha cama. Estendi minha mão o pegando e o atendendo logo em seguida.

–Alô?

–Sou eu Reneesme, Nick.

Senti sua voz um pouco tremula do outro lado do gancho.

–O que aconteceu?

–Mais um caso,o homem foi baleado e Sam está indo para lá recolher as evidências.

–Okay, amanhã conversamos melhor sobre isso.

–Você não vem para cá?

–Não,é só mais um caso,vocês podem dar conta.

–Nessie, venha para cá... Por favor.

–O que está me escondendo Nick?

–Nada Reneesme,apenas faça o que peço.

–Tudo bem Nick, chego ai em 7, 8 horas pode ser? É o tempo necessário para vocês realizarem a autopsia, e eu tirar um cochilo.

–Claro.

Desliguei o telefone e tentei dormir, mas minha cabeça não deixava,algo na voz de Nick me dizia que tinha algo errado, cogitei ligar para minha mãe e saber se ela estava bem, mas já eram 2:57da madrugada, provavelmente ela estaria dormindo, e se eu ligasse e ela atendesse,certamente ficaria preocupada comigo, devido a hora de tal ligação.

Sentia uma ansiedade me corroer, e por mais que tentasse fechar meus olhos, eu não conseguia. Depois de tanto me revirar na cama, olhei para o despertador no criado mudo, já eram 4:19, e eu sequer consegui fechar meus olhos por mais de dois minutos. Levantei-me da cama, e tomei duas pílulas de soníferos, e voltei para a cama, ainda permaneci acordada, por cerca de meia hora,para depois apagar em um sono profundo e sem sonhos.

Acordei disposta, sentindo-me mais descansada, qual não foi minha surpresa,ao olhar no relógio, e constatar que eu não havia dormido nem duas horas e meia ,pois ainda eram 6: 10.

Resolvi levantar e tomar um banho. Após o banho,vesti-me e tomei café, peguei minha bolsa, as chaves de meu carro, e fui para o IML, que ficava ao lado da delegacia central de Las Vegas. Entrei no prédio seguindo diretamente para a minha sala, deixei minhas coisas em cima da mesa, e me permiti ficar algumas horas sentada em minha cadeira, avaliando alguns laudos de exames de outros casos.

Resolvi mover-me, e ir em direção ao necrotério, mas antes que eu pudesse chegar lá, acabei esbarrando com Cloe, a auxiliar de autopsias.

–Me desculpe Cloe, estava andando distraída.

–Não tem problema, estava indo te chamar.

–Algum problema?

–É melhor você vir comigo.

Senti um calafrio percorrer minha espinha, o tom que ela usou para proferir as suas últimas palavras,deixaram-me inquieta. Minha mente trabalhava tentando desvendar o que se passava na sala de autopsias, mas precisamente quem estava lá. Estava realmente inquieta, tentava a todo custo não imaginar que fosse minha mãe estendida na mesa de cirurgias e sem vida.

Entrei na sala gelada, e vi que o cadáver estava coberto por um pano branco, com uma luz focada em cima dele, o silêncio reinava na sala, coisa que não era típica quando Nick estava em um ambiente, ele tinha o dom de fazer que um velório, se tornasse o lugar mais agradável de todos. Foquei minha vista durante alguns segundos no corpo coberto, minha vontade era de retirar o pano que o cobria, e ver quem era, mas o medo de ser alguém que eu amava me fez dissipar essa ideia. Olhei para Nick e Sam, que apenas avaliavam a minha expressão sem nada dizer, o silêncio aterrador que a sala se encontrava, estava me sufocando, então resolvi quebra-lo, sendo o mais profissional possível.

–Qual foi a causa da morte?

–Bem, ele teve oito perfurações de bala, e pela espessura das perfurações, julgamos ser de uma arma calibre 38, sendo que dois tiros perfuraram a cabeça, três o abdome, um nos rins, e dois nos pulmões. Mas a real causa da morte, foi uma forte pancada na cabeça, e devido a restos metálicos encontrados na parte onde ele foi atingido, e pelo formato da pancada em sua cabeça, deduzimos que o que o atingiu, foi um taco de baseball de alumínio.

Nick respondeu tudo em um fôlego só, e uma calma momentânea instalou-se em mim, quando ele proferiu a palavra “ele”, meus medos mais profundos dissiparam, mas um estranho incomodo ainda me inquietava por dentro.

–Hora exata da morte?

–Fizemos uma analise gastrointestinal, e a última coisa que ele comeu foram algumas rosquinhas com café, e devido a posição que a comida encontrava-se em seu estômago, e a uma nota fiscal de uma padaria a cerca de duas quadras do local, havia cerca de 6 horas e 30 que ele havia comido quando foi encontrado ás 2:20 da madrugada, próximo as docas da cidade. Ele deve ter morrido exatamente por volta das 9:40. – Respondeu-me Cloe, e seus olhos pareciam... Marejados?

–E o que ele estava fazendo nas docas a essa hora?

–Ele estava trabalhando. – Respondeu Sam de forma monossilábica.

–Fizeram a analise toxicológica?

–Sim, mas não acusou nada de mais,apenas que ele ingeriu cerca de dois analgésicos.

–Já mandaram os projéteis para a balística?

–Não.

Olhei para Nick inquisitiva, esse era uma processo padrão,só assim descobriríamos o numero de série da arma, e consequentemente o seu dono.

–Não haviam projéteis nem no local, nem no corpo dele.

–Mas como?! Isso... Isso, não é possível! Os projéteis deveriam estar no corpo dele pelo menos! – Gritei histericamente.

–É, mas não estavam.

–Acharam alguma digital ou vestígio de quem fez isso pelo menos? – Perguntei nitidamente irritada.

–Não, nada. – Respondeu-me Sam.

Aspirei uma longa lufada de ar, tentando conter a frustração que se instalava em mim, odiava quando não descobria as coisas, sentia-me impotente. Recuperei minha paciência, e os olhei.

–Não existe nenhum suspeito para quem fez isso?

–Bem... Devido ao trabalho dele, acho que a lista é um tanto quanto extensa.

–Ótimo! – Suspirei asmaticamente – Pelo menos sabem quem ele é?

Minha raiva já havia se convertido em sarcasmo.

Ouve um minuto de exitação, onde eles se entre-olharam. Por fim, Nick decidiu falar.

–Reneesme. – Ele me chamou calmamente, parecendo escolher as palavras. – É o Quill.

Senti o ar faltar em meu pulmões, e uma leve vertigem me atingir, Quill estava comigo nessa investigação, além de meu amigo ele era marido de Claire, minha melhor amiga desde a infância, senti um buraco enorme abrir-se em meu peito. A sensação era de que meu norte havia sido arrancado de mim. Depois de alguns minutos catatônica, me recuperei e olhei para eles.

–Claire já sabe?

–Ela está vindo para cá.

–Ótimo. – Suspirei derrotada e sai da sala.

Assim que dobrei o corredor a passos largos, meu celular tocou no bolso de minha calça. Peguei o aparelho olhando para o seu visor, mas não constava a identificação de quem me ligava. Ignorei esse fato, e o atendi.

–Alô? – Falei desconfiada.

–Espero que tenha entendido o aviso Reneesme, ou a próxima, será sua mãe.

Tudo aconteceu rápido demais, mais foi tempo o suficiente para que eu conseguisse associar tais fatos.

A voz que ouvi... Sabia perfeitamente de quem era, mesmo que só a tivesse ouvido uma única vez em toda minha vida. A morte de Quill... Ele queria que eu parasse com as investigações, ele sabe que estávamos nos aproximando, e isso o assustava... Quill morreu... Em forma de aviso para que eu parasse... minha mãe estava correndo risco... Mas eu não podia parar! Era preciso que eu continuasse! Pela honra do meu pai, e de tantos outros inocentes que morreram pelas mãos daquele crápula! Eu tinha que fazer alguma coisa!

Corri até o telefone mais próximo, não seria tola ao ponta de fazer ligações com meu celular, se ele sabia meu numero, com certeza havia grampeado meu celular.

Disquei o numero de Bella, com as mãos tremulas, esperei um pouco, no terceiro toque, Bella atendeu.

–Alô?

–Bella, sou eu, Reneesme, preciso que faça um favor para mim. Preciso que leve Renee para passar uns tempos com você ai na Flórida.

–Algum problema com ela? O que aconteceu?

–Edward está ai? – Perguntei apressada.

–Sim está,mas por que?

–Então de o telefone a ele.

–Mas Nessie... – Interrompi-la

–Passe agora o telefone para ele Bella! Faço o que eu estou mandando... Por favor...

Ela passou o gancho, e a escutei chamando por Edward, que logo atendeu o telefone.

–Alô Reneesme? Algum problema?

–Sim, agora escute com atenção. Eu recebi uma ameaça, e Renne corre perigo, então eu preciso que a convença a passar uns tempos ai com vocês, até tudo estar resolvido.

–Quando quer que vá busca-la?

–No máximo em dois dias. Mataram o Quill, e eu não posso largar esse e outros casos, mas antes, Renee deve sair daqui, para que fique em segurança.

–Mas e você?

–Não se importe comigo, sei me virar.

–Chegamos ai amanhã de manhã.

–Edward...

–Sim?

–Não diga nada a elas.

–Claro, não vou dizer.

–E caso algo aconteça comigo... – Engoli o nó que se formava em minha garganta. – Diga a elas, que eu as amo muito.

–Eu direi.

–Até mais...

–Até.

Desliguei o telefone ainda arfante, com o medo me inundando.

–Reneesme? Você está bem?

Dei um leve salto devido ao susto de ouvir a voz de Sam de supetão, me virei o olhando, e ele me encarava com os olhos semicerrados.

–Estou.- Falei voltando ao meu semblante sério.

–Claire está ai. – Ele me informou.

Assenti e segui pelos corredores, ainda zonza por tantos acontecimentos tempestuosos em um curto espaço de tempo, encontrei Claire sentada em uma cadeira, com os ombros caídos, e os braços inertes ao lado de seu corpo. As lágrimas que caiam grossas sobre o seu rosto pingavam em sua blusa, estendi meus braços ao redor de seu corpo, e a deixei por tudo para fora, ela soluçava e balançava a cabeça descrente.

Me permiti naquele momento, deixar que uma lágrima solitária caísse de meu olho, eu não podia ser fraca, não com Claire aqui, e com tantas que coisas que eu devia fazer ainda, antes de me entregar as minhas fraquezas. Eu tinha que tirar Claire daqui, ela por ser próxima a mim, também corria perigo, e eu não suportaria se ela morresse.

–Claire, venha aqui comigo.

Eu a puxei pelo braço, a guiando até um lugar que julguei ser seguro, lhe dei um copo com água, para que ela se acalmasse mais. Antes de começar a falar, olhei para os lados para ver se via alguém, e assim que constatei ser seguro, comecei a falar.

–Claire, você sabia que o Quill estava investigando alguns casos comigo, não sabe? – Ela assentiu levemente com sua cabeça, ainda com o olhar perdido. – Eles o mataram, e agora é um pouco perigoso para você ficar aqui. E por isso quero que saia de Las Vegas por um tempo, quem sabe até dos Estados Unidos, ainda não sabemos com quem estamos lhe dando – eu tinha absoluta certeza de quem era, mas não podia assustar Claire mais ainda.- E faça isso o mais rápido possível. Compre um celular novo, e não dê o numero dele a mais ninguém, apenas a mim, e só o use ou me ligue, em caso de extrema importância, e também não fale a ninguém para onde vai, quando vai e porque vai. Apenas faço o que digo, para sua própria segurança.

Ela assentiu, e eu a abracei com força, tentando me reconfortar também. A imprevisibilidade dos fatos que poderiam se suceder a qualquer momento, me amedrontavam, mas mesmo assim, eu persistiria, até cumprir a minha promessa, nem que para isso,eu tivesse que matar Billy, e o seu filho.

Notas finais
(N/A) Que tensão né pessoal?? vocês devem estar se perguntando: "e o jake cadê??" ,mas não si preocupem, no próximo cap ele estará participando de cenas muito hot's com a Nessie... OPS! EU E MINHA BOCA GRANDE NÉ?! e então,o que acharam?? tadinha da Nessie! vamos lá,comentem, e assim que tiver uma boa quantidade de comentários, postamos o próximo capitulo, e só para lembrar,não se esqueçam de que o melhor review, ganha privilégios aqui na fic, e a cada capitulo,um novo leitor (ou coincidentemente o mesmo leitor) será escolhido, então esforcem-se, pois sem dor, sem glória! kkkkk a cada capitulo, vou deixar uma frase diferente para vocês refletirem, então vamos a ela! "Eles podem até cortar uma, duas ou três rosas,mas não vão impedir que a primavera chegue" CHE GUEVARA Beijos: (R.O.)