Vai Que...

9 Capítulo 9 - A new chair, love...


Notas iniciais
Aiwwww.
Uma recomendação.
SUA LINDA GRAZI.
Como poderia retribuir senão postando outro capítulo?
Enfim, valeu pelos comentários galera.

Caroline saiu do provador pela milésima vez naquele dia. Damon e Elijah estavam levemente irritados, Bonnie que havia atendido o chamado da amiga para fazer compras estava super empolgada.

-Caroline, você está perfeita. — disse ela olhando Caroline desfilar com um vestido azul que a deixava elegante. — Eu realmente me perguntava quando é que você iria parar de se arrumar como uma eterna adolescente.

Caroline sorriu e olhou os sapatos pretos e altissímos que calçava. Ela até que era boa naquilo.

-Bonnie, sou mulher casada agora.- respondeu Caroline voltando para o provador. — Tenho que me portar como tal.

Bonnie franziu o cenho. Ela estava sentada o mais longe possível de Damon e havia simpatizado levemente com Elijah, Ela mal conseguia olhar para os lados devido a presença dos dois e admirava Caroline que sempre que trocava de roupa fazia um pequeno desfile.

-Eu não entendo, Carol.- disse confusa. — Achei que você não gostasse do seu marido...

-Eu o amo Bonnie. — discordou Caroline rindo maliciosamente. — E vai fazer bem para o meu ego andar de salto alto de vez em quando.

Bonnie suspirou. Os três esperavam Caroline trocar de roupa para irem embora.

A loura havia pedido para a amiga passar o dia com ela, mas Bonnie tinha que ir trabalhar.Então eles se dividiram em dois grupos: Elijah levaria Bonnie no serviço(ela quase morreu quando Damon se ofereceu) e o advogado e Caroline iriam voltar a The Originals.

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-Caroline, tenha atitude.

-Eu tenho atitude Damon, não preciso de seus conselhos baratos. — discordou Caroline erguendo o volume do som.

-Só estou falando que Klaus é um cara legal e divertido. — continuou Damon. — Ele só é chato porque aquela empresa virou sua vida, mas quando eramos amigos ele era o segundo mais legal da galera.

-Deixe-me adivinhar. — pediu Caroline rindo e abrindo a janela. — Você era o cara.

-Eu sou o cara, Caroline. — disse Damon enquanto girava o volante. — A questão Caroline é que você é o tipo de mulher que o faria esquecer do trabalho...

-Damon, eu não quero ser o tipo de mulher de um cara que dorme com aquela mulher das relações públicas, ela é tão...

-Quente, sexy e misteriosa? — interrompeu Damon achando que irritaria Caroline , mas viu que a loura sorria. — Que foi?

-Você vive falando que gosta de mulheres que falem mais do que você...

-Eu não gosto de mulher que falem mais do que eu; — cortou Damon indignado. — Apenas se EU for o assunto favorito delas.

Caroline revirou os olhos.

-A questão é que eu vi você dando umas encaradas na minha amiga Bonnie. — continuou. — e eu não gostei disso.

Damon ficou quieto por um instante. como se o transito fosse realmente importante.

-Você não sabe nada, Caroline. — murmurou e Caroline sorriu vitoriosa.

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PDV Klaus

Klaus esfregava as têmporas. Havia acabado de voltar da sala de Hayley e se surpreendeu quando percebeu que havia ficado muito tempo lá.

Eles haviam conversado alguns assuntos do serviço e de algumas conferências que teriam, logo após as conversas ficaram mais quente e quando Klaus percebeu Hayley murmurava seu nome em seu ouvido, Depois de tudo, tomaram um café, ficaram em silêncio um pouco e fizeram uma pequena reunião a respeito de uma nova filial em alguns países do leste europeu.

Hayley era prática. Klaus gostava de praticidade. Ela era um pacote completo.

Ele estava sentado em sua cadeira e estava prestes a iniciar um novo relatório quando ouviu alguém bater na porta. Era um toque muito animado para ser sua secretário, mas antes que pudesse mandar a pessoa embora Caroline entrou com um sorrisão no rosto.

-Marido. — declarou.sorridente ao fechar a porta.

-Ah não. — gemeu Klaus colocando as mãos na cabeça. — Você não.

-Marido, estou atrapalhando? — perguntou a loura fazendo um biquinho.

Se ela não fosse tão cínica e teatral, ele poderia ter ficado com pena daquela carinha, Percebeu então que ela havia trocado de roupa. Estava com um calça preta que marcava muito bem seu corpo, uma jaqueta de couro apertada e botas de um estilo diferente.

Não importava. Caroline era rústica e sem elegância alguma, não importava o quanto de dinheiro tivesse.

-Estou morrendo de dor de cabeça. — disse ele querendo que ela sumisse.

Caroline se aproximou um pouco.

-A reunião com Hayley deu dor de cabeça, foi? — perguntou compadecida.

Klaus ficou tenso.

-Sim, são problemas demais.- soltou. — Tenho que encontrar caminhos para chegar a um ponto elevado...

-Homens tem talento nato para encontrar o caminho. — disse Caroline e se colocou atrás dele. Suas mãos começaram a deslizar pelos ombros de Klaus. — Principalmente com aquelas pernas de Hayley, certo?

Klaus ficou parado por um instante. Odiava que pessoas inexperientes fizessem massagem nele. Elas mexiam em um local, e depois de duas horas toda a sua coluna estava ferrada.

Sentiu a cadeira ser girada e quando piscou olhava para os olhos claros de Caroline a centímetros do seu. Ela parecia perigosamente... alterada.

-Eu não vou falar que não quero que você faça aquilo com a vaca, mas se fizer não será nessa sala, entendeu? — perguntou. — Metade das pessoas que trabalham aqui desconfiam que vocês tem um caso e a outra metade tem certeza, então sugiro que você seja discreto e pare de trazer aquela mulherzinha para cá.

-Você acha que pode mandar em mim, Caroline? — perguntou Klaus e sua voz era um chicote. — Eu não tenho medo de uma garotinha que acabou de sair das fraudas...

-É melhor você ter Klaus. — disse a loura ameaçadoramente. — Por que se a garotinha for contrariada, ela vai embora e enroscada na frauda dela vem cinquenta por cento de tudo o quê você tem.

Faíscas poderiam ter saído dos olhos dos dois. Ambos estavam ferrados da cara.

Caroline foi a primeira a se recuperar. Deu um sorrisinho de quem acabou de fazer algo sapeca e selou seus lábios rapidamente com os do Klaus.

-A primeira coisa que será trocada será a cadeira. — disse imaginando se Hayley teria sentado naquela. — Uma nova cadeira, amor.

Caroline mantinha o sorriso na boca e se encaminhou a porta, quando segurou na maçaneta olhou para trás e perguntou:

-Quer comer o quê no jantar, amor?

Klaus ainda estava perplexo. Ele não era ameaçado com muita frequência, principalmente por crianças. Ela não teria coragem de fazer nada contra ele, certo? Só estava falando aquilo porque era uma descontralada. Ou não?

-Você...

-Ah amor, eu sou comestível. — Caroline deu um sorriso malicioso. — Mas isso seria canibalismo.

Notas finais
Heeeey, coments?