Up All Night - One Shots
4 Capítulo 4- History.
Notas iniciais

You've gotta help me
I'm losing my mind
Keep getting the feel
You want to leave this all behind
Thought we were going strong
I thought we were holding on
Aren't we?
*****
POV Caroline.
Três anos se passaram desde que tive meu ultimo contato com Klaus, mas agora precisava dele. Suspirei. Eu e Ric entramos em um consenso; a proteção das nossas filhas é mais importante. Espero que ele consiga vir para cá. Eu sei que não sou mais ligada a Klaus, eu senti, sei que ele não está mais tão a salvo, mas ele ainda é forte. Cheguei em New Orleans e fui em um bar que me indicaram, podendo encontrar ele. Mas não o achei. Disseram que ele não está na cidade a mais de três anos. Ótimo, quando eu preciso dele, ele some. Grande ajuda Klaus. Peguei Jô e Liz pela mão e comecei a andar pela cidade para achar um hotel.
— Caroline Forbes.- Elijah disse.
Me virei, segurando firme na mão das duas.- Ah, Elijah.
— Vejo que não foi só meu irmão que aumentou a família.- Ele disse.
— É complicado.- Disse.
— Sempre é.- Ele disse.
— O que você quer?- Perguntei.
— O que quer aqui?- Ele perguntou.
— Hã... isso é problema meu.- Disse.
— Não quando sai perguntando pela minha família.- Ele andou, ficando ao meu lado.
— Meu assunto é com seu irmão, não com a sua família.- Disse.
— Meu irmão é minha familia. E está na nossa cidade.- Ele disse.
— A cidade é publica.- Disse.
— O que te trouxe aqui Caroline? Não está a passeio com duas crianças a essa hora.- Ele disse.
— Não é da sua conta Elijah. E não finja que se importa, nunca nos falamos.- Disse.
— É a única maneira se quiser encontrar ele.- Ele disse.
— Não preciso mais dele. Amores, querem comer alguma coisa?- Perguntei.
— Biscoito.- Liz disse.
— Suco.- Jô disse.
— Ok, vamos comer então.- Comecei a andar.
— Você já tem onde ficar?- Ele perguntou.
— Sim Elijah, tenho e tenho um marido para cuidar de mim. Não precisa fingir se importar. Amanha mesmo estou voltando para casa e saindo da sua preciosa cidade.- Disse.
— Tudo bem então. Mandei suas lembranças a Niklaus.- Ele disse.
— Ok.- Disse.
— Boa noite Caroline.- Ele saiu.
Peguei as duas e fui encontrar um lugar para comer.
*****
POV Klaus.
Estava em casa planejando nossa volta a New Orleans quando meu telefone tocou e era Elijah; tinha entendido direito? Caroline estava na cidade me procurando? Estranho, porque a ultima vez que alguém de Mystic Falls apareceu era por problema. As vezes depois daquele dia que falamos por telefone pensava nela com carinho, mas tinha a consciência de que seria só isso. Depois da tentativa frustrada com Camille, o que me machucou, decidi deixar isso de lado e me focar no que tinha de fazer no momento, manter Hope salva. Finalmente depois desses anos meus inimigos foram destruídos. Tive que ajudar a distância, o que não me agradava, mas era necessário. Agora eu, Hayley e ela voltávamos a cidade, mas sem grande alarde. Não tínhamos certeza se íamos ficar, mas ambos queríamos fazer isso e já era seguro sair das sombras. Procurei e achei um numero. Disquei para ver se ela ainda atenderia.
— Alô?- Ela atendeu.
— Olá love.- Disse.
— Ah Klaus.- Ela disse.
— Procurando por mim?- Perguntei.
— Estava; não mais.- Ela disse.
— Desistindo tão rápido?- Começava a guardar minhas coisas. Sairíamos agora a noite, assim Hope dormiria durante a viagem.
— Já estou voltando para casa. Não preciso mais falar com você. E preciso desligar, estou dirigindo.- Ela disse.
— Sério? Não estou ouvindo barulho de carro.- Disse.
— Porque eu parei no acostamento para te atender.- Ela disse.
— Entendo.- Sorri.- Você me encontrou. Estarei na cidade amanhã.
— Que pena. Nos desencontramos. Mas boa viajem.- Ela disse.
— O que queria Caroline? Deve ser algo importante, sabemos que para sair com crianças por ai deve ser algo sério. Ou devo presumir que a saudade de mim tenha sido insuportável.- Disse.
— Klaus, eu só passei pela cidade e perguntei por você; só isso.- Ela disse.
— Tem certeza disso?- Perguntei.
— Tenho.- Ela disse.
— Tudo bem então.- Minha porta escancarou e uma Hope apressada entrou.
— Papai! Não consigo dormir, posso dormir com você?- Hope perguntou.
— Bem, vá ficar com a sua filha. Adeus Klaus.- Ela desligou.
Peguei Hope no colo e aquilo tinha sido estranho. Ela não sairia da cidade com as filhas a noite e ficaria fazendo perguntas assim.- O que houve princesa?
— Não consigo dormir.- Hope disse.
— Tadinha. Quer que eu conte uma história?- Hayley e eu alternávamos coisas com ela e botar para dormir era uma delas.
— Sim.- Ela disse.
— Tudo bem.- Tirei as coisas que estavam na cama e me deitei com ela, começando a contar. Para minha surpresa, conforme ela veio crescendo e com a minha presença mais constante, a fez ser apegada comigo e isso me fazia bem. Era algo que me deixava feliz. Foi a melhor coisa de todos os anos.- Love, você não deixou sua mãe achando que tinha dormido e veio para cá né? Sabe que ela não gosta.
— Não.- Ela disse.
— Hope.- Disse.
— O que?- Ela perguntou.
— Tem certeza que não?- Perguntei.
— Tenho.- Ela disse.
— Tudo bem então.- Fiz cosquinha nela.- Minha pestinha.
— Quero ouvir a historinha.- Ela disse.
— Tudo bem senhorita.- Ela se abraçou mais em mim e fui esticando a história até que o sono foi mais forte e ela apagou. Voltei a guardar minhas coisas. Hayley e eu pegamos tudo que fosse precisar da casa, e logo pegamos a estrada. Depois de três anos voltaríamos a New Orleans. A viagem foi tranquila e chegamos quando o dia estava amanhecendo. Todos ficaram encantados com a Hope e houve a tensão normal entre Elijah e Hayley. Foi diferente ter Finn ali. Não confiava muito nele. Bem, mas mesmo assim era como estar de volta em casa. Voltei ao meu quarto, tomei um banho e me passou uma ideia louca. Liguei para ela de novo.
— Alô?- Ela atendeu.
— Hey.- Disse.
— O que foi?- Ela perguntou.
— Fez boa viagem?- Perguntei.
— Sim.- Ela riu.- Ric, para. Se acalma ai.
Ric? Ainda não entendia essa relação e não gostava muito dela.- Atrapalho?
— Não. Ric que é muito apressado.- Ela disse.
— Ah, entendo completamente.- Disse.
— Então, o que quer?- Ela perguntou.
Percebi que era uma idiotice ter ligado.- Só queria saber. Daqui a Dallas não é longe, mas é uma estrada movimentada.- Movimentada? Droga!
— Hmm... Bem, eu estou bem, obrigada.- Ela disse.
— Não chegou a mim que já tinha casado.- Disse.
— Moramos juntos a anos, já me considero casada.- Ela disse.
— Ah sim. De onde estava vindo mesmo?- Perguntei.
— O que?- Ela perguntou.
— Disse que estava de passagem.- Disse.
— Fui para ver a cidade. Prometi a mim mesma que uma vez por mês pelo menos, minhas filhas veriam uma cidade nova. Um dia elas terão visto o mundo todo.- Ela disse.
— Oh, boa ideia.- Ótimo, era mesmo um passeio. A quem queria enganar ou para que pensei que era outra coisa? Idiota.
— Eu sei.- Ela disse.
— Tudo bem então, não vou incomodar mais.- Disse.
— Ok. Bom dia.- Ela disse.
— Bom dia.- Desliguei, querendo saber porque raios eu liguei para ela.
*****
No, they don't teach ya this in school
Now my hearts breaking
And I don't know what to do
Thought we were going strong
Thought we were holding on
Aren't we?
*****
Desliguei o celular e comecei a me vestir.
— Ei, onde vai?- Ric perguntou.
— Nenhum lugar.- Disse.
— Então volta para cá.- Ele disse.
Sorri e voltei para a cama.
— Então, o que ele queria?- Ele perguntou.
— Saber porque fui lá ontem.- Disse.
— Bela desculpa.- Ele disse.
— Você sabe que ele não sente mais nada por mim. Deixa disso. Na verdade acho que ele só pensa na filha.- Disse.
— Até parece.- Ele disse.
— Posso fazer um comentário? Sabe que sou sincera.- Disse.
— Diga.- Ele disse.
— Seria bem mais fácil agora se você fosse um original indestrutível como antes.- Disse.
— Muita coisa seria diferente se eu fosse, mas não está pensando em voltar lá né?- Ele perguntou.
— Nem um pouco. Na minha cabeça eu sempre soube que Klaus estaria lá quando eu precisasse, porque querendo ou não tínhamos uma ligação, e ele meio que prometeu isso. Agora que sei que não, não vou cometer o mesmo erro duas vezes.- Disse.
— Ligação?- Ele perguntou.
— Amizade Ric, só isso.- Toquei o rosto dele.
— Sei.- Ele disse.
— Ric!- Exclamei.
— O que? Por mais que que eu o odeie, sei que vocês tem um passado.- Ele disse.
— Um passado bem passado.- Disse.
— Ok. Então é por isso que você chegou lá e ficou irritada por ele não estar?- Ele questionou.
— Ric, você sabe que gosto das coisas feitas do meu jeito. Pelo menos a maioria das coisas.- Disse.
— Tudo bem então.- Ele disse.
— Ok.- Disse.
— Vou fazer o café das meninas.- Ele disse levantando.
— Ok.- Disse.
*****
You and me got a whole lot of history
We could be the greatest team that the world has ever seen
You and me got a whole lot of history
So don't let it go, we can make some more
We can live forever
*****
Dias passaram e nesse momento estava sentada no quintal de casa, brincando com as meninas enquanto comíamos.- Vocês gostariam de ter um bichinho?
— Quero!- Liz disse.
Sorri.- Então vamos falar com o pai de vocês quando ele chegar em casa.
— Mamãe, quando vamos passear de novo?- Jô perguntou.
— Não sei amor.- Disse.
— Eu gostei de passear.- Jô disse.
— Eu sei que sim.- Sorri.
POV Misto. (Klaus e Caroline.)
Aquilo era uma ideia muito errada, eu sabia disso, mas eu tive a desculpa perfeita para vir em Houston e de lá até Dallas foi rápido. Tinha o endereço nas minhas mãos e assim que entrei na rua, a vi. Que merda eu estou fazendo aqui?
Escutei um barulho e levantei meu olhar rapidamente pensando ser alguém indesejado; e não errei muito não. Levantei e fui até o portão.- Klaus.
— Oi Caroline.- Disse.
— O que você está fazendo aqui?- Perguntei.
— Negócios aqui perto. Ai pensei em retribuir a visita.- Disse.
— Meu marido não vai gostar de ver você aqui. Deveria ir.- Disse.
— Mesmo assim saiu daqui para me ver, não minta.- Disse.
— Ele concordou, então eu fui. Ele me incentivou.- Disse.
— Desde quando é obediente?- Perguntei.
— Desde quando eu estou aqui de favor. E porque eu aprendi a ama-lo, respeita-lo, admira-lo e escuta-lo. Por isso ele será meu marido em breve.- Disse.
— Ah sim. Não parece muito com você essa nova versão.- Disse.
— Hmm... Ok.- Disse.
— Em que queria minha ajuda?- Perguntei.
— Nunca disse que queria sua ajuda.- Disse.
— Para você ir até lá e diretamente me procurar, é sinal que queria sim.- Disse.
— Não adianta mais. Fui idiota de pensar que faria alguma coisa.- Disse.
— Você não pode saber sem me perguntar.- Disse.
— Pelas coisas que você me dizia eu achei que você sempre estaria por perto quando eu precisasse, como amigo, mas percebi que me enganei quando te considerei um amigo. Amigos não somem, principalmente quando é um amigo que me deve muito e se gaba de ser poderoso.- Disse.
— Então pensou em mim todo esse tempo.- Disse.
— Você tem problema de ouvido? Devia consultar um médico.- Disse.
— Eu estou aqui e você poderia ter ligado. Diga do que precisa.- Disse.
— Ric não quer mais.- Disse.
— O que você quer, não o Ric.- Disse com certo desdém o nome desse outro.
— As filhas são mais dele do que minhas, Klaus. Não posso decidir nada.- Disse.
— Você queria proteção à elas então.- Conclui, olhando as meninas brincando.
— A caçadora está atrás do Stefan e já veio atrás de mim, me torturou, para atingi-lo. Pode fazer isso com elas.- Disse.
— Rayna Cruz o que?- Senti a raiva me atingir.
— O importante é que elas estão bem. Elas são poderosas, mas não sabem usar isso ainda. Pelo menos não consciente. Elas me secaram quando ainda estava grávida.- Sorri.- Elas são tinhosas as vezes.
— Você diz isso para mim?- Sorri.- Mas Rayna está nessa cidade?
— Não sei.- Disse.
— Você tem razão, não é seguro. Vamos para New Orleans.- Disse.
— O que? Eu não posso. Ric não está em casa ainda.- Disse.
— Caroline, essas meninas são suas filhas também. Nem devia ter voltado antes de eu chegar.- Disse.
— Elas são filhas da Jô. Elas são bruxas, eu não sou.- Disse.
— Tudo bem. Se não são suas deixe-as e que outra babá cuide delas.- Disse.
— Não disse que não as considero minhas, estou dizendo que biologicamente não são. Eu estou morta, não gero bebês.- Disse.
— Percebe a contradição do que diz?- Questionei.
— Quem é você?- Jô chegou até eles.
— É o amigo que eu falei.- Disse.
— Você é bonito.- Liz disse.
— Obrigado, você também é.- Disse.
— Voltem a brincar.- Disse.
Elas foram e voltei a minha atenção a Caroline. Apesar de ainda ser a mesma ela tinha um ar de mais madura e gostava disso nela.- Você sabe que tem que fazer o melhor para ela, é uma obrigação nossa.- Não sabia porque, mas algo em mim não conseguia evitar de ajudar ela se ela precisasse.
— E o pai tem direito de opinar.- Disse.
— Você tem muita consideração com esse pai delas.- Disse.
Suspirei.- Você não entende.
— Você é agradecida a ele por deixar você estar perto delas e confunde isso com algum sentimento que acha que pode chamar de amor. Sim, eu entendi.- Disse.
— Klaus, melhor você ir embora.- Disse.
— Você sempre faz essa cara quando eu acerto o que pensa.- Disse.
— Klaus, volte de onde veio, ok? Me deixa.- Disse.
— E fica irritada.- Disse.
Suspirei, peguei as meninas e fui para casa.
Deixei uma mensagem de voz para ela. ”Você tem meu numero e sabe onde estou caso mude de ideia ou faça esse que chama de marido mudar. Estarei de olho em qualquer coisa sobre Rayana por enquanto. Boa tarde love.” Desliguei e providenciei que alguns homens meus vigiassem a casa dela. Sim, eu ainda tenho pessoas leais a mim mesmo sem ligação e alguns são novos que uma boa influência ajudou a resolver. Voltava para New Orleans, mas fiquei pensando nela, mesmo sem querer.
*****
All of the rumours, all of the fights
But we always find a way to make it out alive
Thought we were going strong
Thought we were holding on
Aren't we?
*****
POV Klaus.
Ninguém fez muitas perguntas sobre onde tinha ido, então não comentei nada. Recebi uma ligação uns dois dias depois de que Rayana foi vista observando a casa dela e até matou um dos meus homens. Liguei para Caroline em seguida, mas ela demorou a atender.
— Alô?- Ela atendeu.
— Estou indo pegar você.- Disse.
— O que?- Ela perguntou.
— Esteja pronta quando eu chegar.- Disse.
— Não é assim.- Ela disse.
— Rayana foi vista ai perto e matou um dos meus homens.- Disse.
— E você resolveu ficar em New Orleans correndo perigo porque? A gente resolve as coisas aqui.- Ela disse.
— Caroline, não questiona, uma vez pelo menos. Em algumas horas estou ai.- Disse.
Ela suspirou.- Já disse que o Ric que vai decidir isso.
— Tenho certeza que vai convencer ele.- Disse.
— Você nem parece que é pai. Deveria entender ele.- Ela disse.
— Eu sempre faço o que acho melhor para minha filha. Se soubesse que ela estaria segura em outro lugar, não hesitaria em a deixar lá. Ah é, já fiz isso. Mesmo que me privasse de ver seus primeiros meses.- Disse.
— Pelo visto me enganei mesmo. Você ficou bem mole nesses últimos meses.- Ela disse.
— Você não sabe nada sobre eles.- Disse.
— Sei que se fosse o mesmo, que se fosse quem se gabava quando MATAVA meus amigos e me torturava para ser sacrificada na sua busca egoísta por poder, você não ficaria com medinho e deixaria sua filha com terceiros. Ou melhor, aposto que com a vadia da sua irmã loira e invejosa.- Ela disse.
Caroline era incrível, mas sabia irritar quando começava a falar demais.- Não duvide da minha capacidade de matar ou torturar Caroline. Entrar no meu caminho ainda não é algo saudável.
— Claro, você só se importa com você e com a sua família problemática e egoísta. O resto do mundo que se dane para vocês né?- Ela bufou.- Nem sei porque um dia achei que você valia a pena. Se arrependimento matasse...
— Um dia você achou?- Perguntei.
— Sim. Quando você me salvou das bruxas loucas que seu irmão Kol estava “comandando” na minha formatura. Lembre-me de matar ele por isso, ele arruinou o meu dia, quando salvou Damon no mesmo dia e quando você...- Ela parou.- E também quando você deixou Tyler em paz.
— Quer dizer o dia que lhe visitei e tivemos uma intensa relação apenas com as arvores de testemunha? Não tem como esquecer aquele dia.- E não tinha esquecido mesmo.- Aposto que não esqueceu.
— Eu não estava falando disso! E você estragou minha blusa, fique sabendo disso. Estava falando do dia da minha formatura.- Ela disse.
— Pagaria quantas fosse só para rasga-las em seguida.- Disse.
— Klaus! Stefan me disse que você tinha alguém. O relacionamento de vocês é bem liberal, heim?- Ela questionou.
— Não há ninguém.- Disse.
— Ah sim, ok.- Ela disse.
— Então, a cidade tem vários bosques que gostaria de visitar.- Disse.
— Eu não sou dessas Klaus e minhas costas estão doendo. Meu relacionamento com Tyler foi bem prejudicial a elas. Mas você pode compelir alguém.- Ela disse.
Ela queria me irritar? Conversar sobre essas coisas estavam mexendo comigo de uma forma que não deveria.- Quando estivermos em New Orleans falaremos disso. Tenho que desligar.
Ela suspirou.- Ok.
Desliguei e voltei a atenção para a estrada, pensando na Senhorita Forbes e seu dom de me deixar louco. Acelerei. Era melhor chegar logo em Dallas.
POV Misto. (Klaus e Caroline.)
Falei com Ric sobre tudo e ele acabou concordando comigo. Não sei se isso vai ajudar ou não, mas vale a pena tentar. Arrumei as malas, depois dei banho nas duas, tomei o meu banho e fiquei esperando.
Ainda estava escuro quando cheguei na casa dela. Contatei os meus homens que mantiveram a segurança na rua e bati na porta.
Abri.- Hey.
— Está pronta?- Perguntei.
— Sim.- Disse.
— Ótimo, vamos.- Disse.
— Espera ai, você não vai sair assim. Eu sei que em nenhum momento pensou nas minhas filhas no que está fazendo, então se acontecer algo com elas...- Ric começou.
— Eu posso fazer muito mais que você.- Disse.
Me virei para Ric e toquei seu peito.- Vai ficar tudo bem, ok? Vamos nos falar todos os dias e você as verás sempre também por facetime, Skype...
— Lembra o que combinamos; qualquer sinal... você sabe.- Ric disse.
— Eu sei.- Dei um selinho nele.- E você me avisa se algo de estranho acontecer. Eu venho correndo.
— Meus homens vão continuar aqui. Tenha como sinal de boa vontade.- Disse.
— Como se isso existisse em você.- Ric disse.
— Klaus, trate melhor o homem que vou POSSUIU o corpo por dias.- Disse.
— Deixa para lá Car, vou pegar elas. Vai pegando as bolsas.- Ele disse.
— Ok.- Disse.
Ele botou as meninas no carro e ajudei com as malas, mas suportar aquela despedida foi nojento. Ela não via que ele não era homem para ela? Ela finalmente veio e voltamos a estrada. A viagem foi tranquila e chegamos na minha casa pelo meio dia.- Mandei preparar os dois quartos lá em cima.
— Vou dormir com elas.- Disse.
— Eu entendo, mas se precisar terá um quarto extra.- Disse.
— É grande aqui.- Liz disse.
— Você mora aqui?- Jô perguntou.
— Sim, é a minha casa.- Disse.
— Vamos subir meninas.- Disse.
— Se quiser, tem um parquinho na parte de trás da casa; pode leva-las.- Disse.
— Parquinho!- Liz exclamou.
— Liz, calma.- Sorri.- Tudo bem, obrigada.- Peguei as coisas.- Vão subindo na minha frente meninas, quero ver vocês subindo para ver se vão direitinho.
— Caroline.- Disse.
— O que?- Perguntei.
— Se sinta em casa.- Disse.
Olhei ao redor.- Minha casa é Mystic Falls e faz um bom tempo que não estou lá. Não me sinto em casa a anos.- Subi.
Suspirei e dei os ombros, pelo menos eu tentei. Já tinha avisado a alguns que traria ela para cá e Rebekah e Hayley não gostaram muito, mas isso era por casa do passado entre elas. Era melhor não me meter. Os dias foram passando e Liz, Josie e Hope se tornaram um trio impossível, e deixando a gente meio louco, mas era bom ver minha filha interagindo assim. Caroline se deu bem com Davina. Sim, ela ainda está por aqui e com Kol e Freya, o que suaviza as coisas um pouco. Quanto a mim e ela, bem, todas as vezes que nos cruzamos eu sinto como se fosse quando estávamos em Mystic Falls, mas não deixaria esse sentimento vingar, não mesmo. Só que as vezes eu não era de ferro. Tipo, como estava calor as meninas pediram uma piscina e com tios mimadores que tem, conseguiriam. Olhando ela, vi Caroline aparecer de biquíni e isso me fez lembrar exatamente como era ter aquele corpo nas minhas mãos contra o meu .Aquela noite Hayley tinha ido ver o clã dela, Elijah tinha ido junto, Kol estava na casa da Davina, Freya e Rebekah tinham ido numa festa, então eu fiquei com Hope. Caroline estava com as meninas dela no outro sofá e estávamos obrigados a um filme de desenho.- Mocinha acabando ai, vai para a cama, certo?
— Pela cara dela acho que antes.- Disse.
— Assim como as suas.- Disse.
— Sim.- Disse.
— Só mais um pouquinho papai.- Hope se aconchegou nele.
Sorri.- Sei.- Apesar de ser verão o tempo estava fechado e pelo barulho iria chover.- Acho que vai...- Um trovão cortou a minha fala.
Abracei Liz e Jô que tinham medo.
— Chover.- Hope tinha se agarrado em mim. Era melhor botar ela na ama antes que piorasse ou faltasse luz.- Acho melhor ir agora não?
— Só se você contar a história, tipo agora.- Hope disse.
— Ah, eu quero também.- Jô disse.
— Jô! Eu conto histórias para vocês. Vamos para o quarto dormir.- Levantei com elas.
— Ah mamãe, deixa.- Liz disse.
— Conta para elas também papai.- Hope disse.
— Não precisa Klaus.- Disse.
— Não tem problema. Vamos evitar um motim.- Disse.
— Ok.- Disse.
Subimos e as colocamos no quarto de Caroline, e contei a história, mas não cheguei a metade e elas apagaram. Levantei e fui até Caroline.- Ainda não sei porque ela gosta tanto.
— Bem, você tem uma ótima lábia.- Disse.
— Vou levar como um elogio.- Disse.
— E é.- Disse.
— Você também é boa. Se você não conseguir convencer alguém de algo, só indo para meus métodos.- Disse.
— Eu não sou de convencer ninguém.- Disse.
— Imagina que não.- Tínhamos sentado no sofá que tinha ali.
— Quando que eu fiz isso?- Perguntei.
— Quase sempre. Tenho certeza que foi você que convenceu seu noivo a vocês virem para cá.- Disse.
— A gente só conversou.- Disse.
— Imagino. Ou melhor; prefiro não imaginar.- Disse.
— O que?- Perguntei.
— Você e ele... Ele não é homem para você.- Disse.
— Já vai sair em defesa do Stefan?- Questionei.
— Não, ele também não é.- Disse.
— Então quem é?- Perguntei.
Sorri.- Não existe homem que chegue perto de ser suficiente para você. Sempre será demais para qualquer um, até para mim.
— Ainda bem que sabe.- Disse.
— O que não me impediria de tentar ser, se fosse o caso.- Disse.
— E o Ric não poderia tentar ser na sua visão?- Perguntei.
— Nunca conseguiria.- Me virei pra ela.- Talvez teria sido diferente se tivesse vindo comigo.
— Eu estava com Tyler e eu o amava.- Disse.
— Não disse que tinha pensado que poderia valer a pena.- Disse.
— Bem, antes de você me morder e me deixar agonizar para provar o seu ponto.- Disse.
— Em nenhum momento pensou isso novamente?- Perguntei.
— Eu não sei Klaus. Eu pensei que conhecia você, que você gostava de mim nem que fosse um pouco, pelo menos mais do que gostava do resto dos meus amigos, ai você me morde, joga na minha cara que matei as bruxas e antes disso mata a Carol... Não sei se teria mais algum argumento para te defender. Para pensar que você não era o monstro que tentava mostrar que era.- Disse.
— Nunca esteve errada pelos meus sentimentos por você; isso nunca vai mudar.- Disse.
— Eu percebi enquanto agonizava.- Disse.
— Vai insistir nisso?- Perguntei.
— Sim, porque mesmo você fazendo isso enquanto você agonizava com o Silas na sua cabeça e parecia um lobo perdido e machucado, EU te ajudei. Eu sou idiota as vezes.- Disse.
— Isso eu concordo, principalmente nesse noivado.- Essa conversa me pegou de surpresa, mas estava gostando. Talvez pudesse... Não, todas elas me veem do mesmo jeito.
Me levantei.- Você não tem alguém para matar ai? Eu quero dormir.
— Não, já foram todos.- Levantei e a segurei.- Isso poderia mudar.
— O que?- Perguntei.
— Se você quisesse poderíamos mudar.- Disse.
Olhei da mão dele para ele.- Mudar o que?
— O rumo que tomamos separados.- Disse.
— Do que você está falando?- Perguntei.
— Do que está pensando.- Disse.
— Eu estou confusa sem entender nada.- Disse.
Avancei e a beijei.
O afastei e olhei as três dormindo.- Você está maluco? Eu tenho um noivo, sou praticamente casada.
Levei ela para fora do quarto e a coloquei contra parede.- Vai dizer que estando assim não quer me beijar?
O olhei.- Isso não vem ao caso.
— Claro que vem.- Rocei minha boca na dela.
— Klaus...- Disse.
Não deixei ela continuar e a beijei de novo. Não estava pensando muito, mas era o que eu queria.
Dessa vez acabei retribuindo o beijo.
Me colei nela e a beijar despertou todas as sensações que eu queria deixar quietas. Eu me convencia do contrário, mas queria estar assim.
Acariciava os cabelos dele e fui parando o beijo.- Klaus, isso é errado com o Ric.
— Você não quer ele, não pode querer.- Disse.
— Porque não?- Perguntei.
— Eu já quis você minha, você que não quis ser. Tentei seguir outros caminhos, mas parece que só você tem o dom de me entender. E ter você de volta aqui assim, me procurar, confiar em mim, me faz pensar que devia ter lutado mais por você e estou muito tentado a fazer isso agora. Você falou sobre como eu sou. Sim, estou diferente. Aceito melhor o que sinto e isso me faz querer você de volta.- Disse.
— Isso não muda o fato que tenho duas filhas e um marido. Tenho responsabilidades. Não vou deixa-las por um romance. Sinto muito.- Me afastei e sai.
Suspirei. Entrei no quarto, peguei Hope e botei no quarto dela. Depois fui para o meu, me deitando. Pensei que deveria ter algo muito errado comigo mesmo, mas eu que fiz esse caminho. Não podia exigir demais dela. A noite foi mesmo de tempestade e não demorou para Hope vir até mim, mas depois de acalma-la não consegui dormir pensando em Caroline.
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Hoje o dia estava ensolarado e estava afim de sair daquela casa. Me sentia realmente mal com toda aquela gente que me fez só mal. Sim, rimou. Achei um playground para deixar Liz e Jô enquanto fazia compras e fui andar um pouco pelo centro comercial de New Orleans.
Para que que eu comecei isso? A pensar nisso. A vontade de ter Caroline não saia de mim e eu tinha que fazer alguma coisa; conquista-la. Sabia que ela tinha saído e não foi difícil achá-la na cidade.- Deveria ter apostado que estava aqui.
— Klaus.- Porque ele vinha atrás? Eu sempre tive uma atração por Klaus e agora meu coração começava a disparar quando o via. Suspirei. Atração a gente pode superar, agora paixão... Não! Para com isso Caroline.
— Se tem um lugar que você estaria é onde pode fazer compras.- Disse.
— Você não me conhece. E eu preciso de roupas para o frio se ainda estiver aqui.- Disse.
— Gostei da ideia de ficar tanto tempo.- Disse.
Suspirei e continuei andando.
— Cadê as meninas?- Perguntei.
— Em um playground.- Disse.
— Ah sim. Não imaginava que era exaustivo uma criança.- Disse.
— Como assim?- Perguntei.
— Tudo. Acompanhar, ensinar... Tudo.- Disse.
— Isso é.- Disse.
— Só espero que pelo menos com ela seja diferente.- Disse.
— Como assim?- Perguntei.
— Não me veja como todos; só um monstro.- Disse.
— Bem, você é pai dela.- Disse.
— Isso não me impediu de odiar o meu. Quer dizer, o Mikael, não o outro.- Disse.
— Sua mãe e seu pai no final e bem no fundo tinham um propósito honrável. Agora que tenho duas filhas, preferia que elas não vivessem em um mundo com seres sobrenaturais.- Disse.
— Isso não muda o fato de as querer vivas e bem, não fazendo da vida delas um inferno.- Disse.
— Sim.- Disse.
— Quando eu penso em tudo que já fiz por ela... Sua reação será bem previsível.- Disse.
— Provavelmente.- Disse.
A olhei.- Nossa, sua sinceridade é mesmo fascinante.
— Obrigada.- Disse.
Passamos em frente a uma loja de vestidos.- Você ficou linda naquele do baile. Acho que nunca cheguei a dizer.
— Qual dos bailes?- Perguntei.
— O da sua formatura. Ainda mais com uma coisa que eu escolhi.- Disse.
Suspirei.- Sinto tanta falta da Elena. Preferia ela desligada do que adormecida, roubando meus vestidos, mas que eu ainda conseguisse ouvir sua voz. Preferia ela até na fase que destruiu o coração do Stefan por causa de um par de cuecas mal lavadas do Damon.
— Menos de um século não é tanto love, mas já conversou com Freya sobre isso?- Questionei.
— Para Bonnie é e Kai era um herege muito forte Klaus. Ele não deixou nada sem nós bem apertados e selados com magia.- Disse.
— Talvez ela e Davina conseguissem algo, falarei com ela.- Disse.
— Não, não quero ajuda da sua família. Não vou colocar Bonnie em perigo e fora que ela prefere andar em pregos do que se aliar a vocês.- Disse.
Passei a mão pelo braço dela, chegando até a sua mão.- Me deixa te ajudar.
— Isso não é comigo. É com Bonnie. Ela que tem que decidir.- Disse.
— Tente.- Disse.
— Esquece isso.- Disse.
— Vai ter uma festa, gostaria que fosse.- Disse.
— Festa? Porque?- Perguntei.
— Sim, meu aniversário.- Disse.
— Oh, você e aniversários.- Disse.
— Sim, as meninas insistiram na festa já que está tudo bem com todos e poderemos nos reunir.- Disse.
— Ah sim.- Disse.
— E eu insisto de manter a tradição e lhe dar seu vestido.- Disse.
— Eu suspeito que você tem algum closet de vestidos por ai.- Disse.
— Sabe como é; conheci muitas rainhas, então porque não lhe dar algo de uma?-Sorri.- Já que tem o porte, fica perfeito.
Ri.- Só você mesmo.
— A não ser que queria ir com algo assim.- Apontei uma loja de lingeries.- Eu não vou me opor.
— Por baixo com certeza.- Disse.
— Não brinque com minha imaginação senhorita Forbes.- Disse.
Parei na frente da loja.- Acho que vou comprar essa vermelha.
— Eu amo vermelho.- Disse.
Entrei na loja.
— Boa tarde. Posso ajudar vocês?- A vendedora perguntou.
— Sim. Quero aquela lingerie vermelha.- Apontei.
— Claro, venha comigo. Seu marido quer vir também?- Ela perguntou.
— Adoraria.- Disse.
— Ele não é meu marido.- Disse.
— Que isso love! Ela está um pouco irritada.- Disse.
— Tudo bem, me acompanhe.- Ela disse.
Fui com ela.
Olhei melhor e era um fio dental que ela tinha apontado. Caroline naquela lingerie ficaria sexy e perfeita. Já tinha ideia do que dar a ela, ficaria a mulher mais deslumbrante já vista aqui. Sorri e me encostei no balcão, a esperando.
Ela pegou a lingerie, eu paguei e saímos da loja. Olhei o relógio.- Vou ir pegar as meninas. As outras sacolas já estão no táxi.
— Tem mais?- Perguntei.
— Claro. Comprei brinquedos e roupas para elas. E comida. Na sua casa não tem muito do que elas gostam.- Disse.
— Verdade, não tinha pensado nisso. Então, a festa é no sábado e como é a noite vamos ter uma babá para olhar a Hope. Pode deixar as meninas com ela.- Disse.
— Tenho que conhecer essa babá.- Disse.
— Não se preocupe e qualquer coisa vai ser na casa mesmo.- Disse.
— Você fez entrevistas? Analisou bem?- Perguntei.
— Amor, além de mim passou pela Hayley, Elijah, Rebekah e Freya.- Disse.
— Não confio em nenhum. Só confio em mim para essas coisas.- Disse.
Comecei a rir.
— O que?- Perguntei.
— Eu disse a mesma coisa sobre a Hope.- Disse.
— Você é diferente. Você é paranoico e acha que o mundo vive tramando algo contra você, você não confia em você perto dela porque sabe que ela é o alvo dos seus inimigos, o que é bem egocêntrico da sua parte. O mundo não gira em torno de você. Eu é preocupação de mãe.- Disse.
— Está dizendo que a minha preocupação é comigo e não com ela?- Questionei.
Suspirei.- Você tem problemas de ouvidos mesmo. Sua preocupação é com ela, mas por culpa de você. Você sabe que ela só corre perigo porque é sua filha.
— Eu sei disso e foi além de só por mim, foi só por ter meu sangue.- Suspirei.- E meu próprio sangue já quis mata-la. Como acha que fico lidando com tudo isso? As vezes achava que minha cabeça ia explodir de tanta coisa.
— Devia ter ficado com Hayley. Ela ia te ajudar. Ela quebrou meu pescoço, dava em cima do meu namorado, mas ok. Ela é mãe da sua filha, não vou falar mal.- Disse.
— Eu e Hayley? Foi um longo caminho até nos acertarmos como agora.- Disse.
— Imagino.- Disse.
— Mas tudo sempre complica porque faço as coisas de forma erradas, não?- Questionei.
— Se tivesse uma mulher do seu lado, cometeria menos erros. Homens são idiotas por natureza, não se preocupe.- Disse.
Ri sem vontade.- Acho que isso nunca vai acontecer.
— Porque?- Perguntei.
— Vocês entraram num consenso; eu não tenho salvação. Não importa quantas tentativas tenham.- Disse.
— Ah, tá falando da humana que agora é vampira?- Perguntei.
— Camille; eu achei que tinha terminado de tentar depois dela.- Disse.
— Você devia chama-la para sua festa, posso te ajudar com ela. Estou devendo mesmo.- Disse.
— Já chamei minha acompanhante.- Disse.
— Tudo bem então.- Disse.
*****
Minibars, expensive cars, hotel rooms
and new tattoos, and the good champagne
and private planes
But we don't need anything
Cause' the truth is out
I realise that without you here
Like there's just a lie
*****
Acompanhei ela até as meninas e depois para casa. Encomendei o vestido dela e conforme conversávamos as vezes tinha a sensação de que parte dela cedia, mas quando a vi falando em vídeo com Alaric isso me quebrou um pouco, mas enquanto ela não me desse um não definitivo, eu não desistiria. O dia da festa chegou e pela manhã fiquei com Hope que fez questão de me dar um café da manhã na cama e um presente. Ok, um desenho que ela tinha feito. Os preparativos tomaram conta do resto do dia e meus irmãos me parabenizaram a maior parte do tempo. A noite chegou e me arrumei, descendo para a festa. Tinha vários conhecidos ali, mas esperava mesmo era vê-la.
Na marra eu deixei as meninas com a tal babá, mas fui sorrateira e coloquei a câmera da babá eletrônica no quarto para olhar depois. Quando o vestido chegou no quarto já estava saindo do banho. Abri a caixa e olhei, logo sorrindo. Era lindo. Ele tem bom gosto. Porque estou sorrindo? Me vesti, me arrumei e enquanto dava uma ultima olhada no espelho, lembrei de uma coisa e andei até onde estava minha bolsa. Sentei na cama e no bolso de dentro da bolsa, peguei uma pulseira. Suspirei. Eu ainda guardava a pulseira que ele tinha me dado de aniversário. Era linda e uma joia, não botaria fora. Pelo menos era com essa verdade que tentava conviver. Para Caroline, é claro que essa é a verdade. Guardei novamente a pulseira e desci.
Estava conversando com Marcel quando vi Caroline descer a escada. Estava com os cabelos soltos e o vestido caiu perfeitamente como imaginei. A parte de cima era uma frente unica desenhada e com pedrarias, e a sequência não era justo nem solto. Havia ficado em duvida entre o preto e vermelho, e acabei ficando com o preto. Fui até ela, a pegando no final e beijando sua mão. Sorri.- Está incrível.
Sorri.- Obrigada.
— Gostou?- Perguntei.
— Sim.- Disse.
— Ótimo.- Dei o braço a ela.- Acho que não conhece quase ninguém aqui.
— Não.- Disse.
— Acho melhor começar então por quem é praticamente da família. Marcel.- Andei até ele.- Essa é a Caroline.
— Olá.- Disse.
— Nossa, é mesmo um prazer finalmente te conhecer.- Ele disse.
— Porque?- Perguntei.
— Estava achando que era uma criação da mente do Klaus.- Ele disse.
— Ele não teria tanta criatividade.- Disse.
— Tenho certeza que não.- Ele disse.
— Hey, estou aqui.- Disse.
Ri.- Desculpe.
— Mas tem razão, ela é linda.- Ele disse.
— Sim, só fala demais.- Disse.
— Ah é? E você falou do medo que tinha do Silas?- Questionei.
— Como é? Isso está ficando interessante.- Ele disse.
— Um imortal de dois mil anos.- Disse.
— Ah, isso tem a ver quando foi a Mystic Falls?- Ele perguntou.
— Não, foi antes.- Disse.
— Da ultima vez que ele esteve lá, ele foi rir na cara de uma moribunda.- Disse.
— Não é exatamente o que lembro.- Disse.
— Ah, isso explica seu excelente humor quando voltou. Até brinquei que devia ir lá mais vezes.- Ele disse.
— Deveria mesmo ter ido.- Disse.
Suspirei.- Mas bem, esse seu amigo aqui, viveu na minha cidade que ele também dizia ser dele, por um ano eu acho. Transformou um amigo em estripador, matou minha melhor amiga, depois usou ela de bolsa de sangue humana, transformou meu namorado na época em híbrido, o fez preferir ele do que a mim... Acho que tem mais coisa, mas é muito. Ele fez o estrago dele por lá.- Bati de leve, mas nem tanto no peito de Klaus. Gosto de provoca-lo. Descobri a pouco tempo.
— Jura? Então temos muito em comum. Reconstruí a cidade depois que ele foi embora e ele voltou achando que era dele e a virou do avesso; minha cidade! Quase morri, muitos dos meus morreram e ainda ficou um inferno de bruxas de família aqui. Gente morta voltando e por ai vai. Acho que temos muito em comum mesmo.- Ele disse.
— Temos mesmo Marcel.- Disse.
— Ok, vamos parar com as gracinhas ou boto os dois de castigo.- Disse.
— Ah, ele ainda acha que temos ligação tipo pai e filho, só porque me criou desde criança.- Ele disse.
— E me botar de castigo? Tá louco?- Questionei.
— Eu diria que participaria feliz, mas acho que não fui convidado a esse 'castigo".- Ele disse.
— Não mesmo.- Disse.
— Ah Deus! Klaus! Eu tenho só 17 anos.- Disse.
— E qual o problema?- Perguntei rindo e andando com ela, acenando para Marcel.
— Não sei dessas coisas que você sabe.- Disse.
— Duvido muito.- Disse.
— Eu não sei. Damon que me desvirtuou em primeiro lugar e ele me ensinou algumas coisas.- Disse.
— Duvido que chegue aos pés do que poderia lhe ensinar.- Disse.
— Ok, vamos parar de falar de sexo. É estranho.- Disse.
— Não acho. É estimulante.- Disse.
— Estimulante?- Perguntei.
— Não seja tão inocente.- Disse.
— Estou perguntando porque é estimulante para você. E não tenho culpa se você fala com palavras tão rebuscadas.- Disse.
— Quer que eu fale em alto e bom som que me deixa excitado pensar nas coisas que poderia faze com você?- Disse no ouvido dela.
Acabei sorrindo.- Só para você saber, isso é rebuscado perto do que já ouvi. Meus namorados foram tudo novos. E bem, Ric também não tem uma boca muito limpa.
Fechei a cara pensando nele a tocando e a fazendo dele.- Se quer me dar um presente, não cite esse nome aqui.
— Tudo bem.- Disse.
Andei com ela, apresentei algumas pessoas e depois fomos dançar.- Gostando da festa?
— Sim, está ótima.- Disse.
— Que bom. Só a aceitei porque sabia que ia gostar.- Disse.
— Klaus...- O olhei e suspirei.- Eu não posso ficar com você, sabe disso.
— Poder e querer são bem diferentes love. Eu não aceitava que queria, mas isso está mudado.- Disse.
— Eu odeio o tipo de pessoas que coloca prioridades na vida. Tipo, filhos em primeiros lugar, cachorro em ultimo. Não, para mim amor não tem disso. Amo minhas filhas tanto quanto amo meus amigos, nunca colocarei um acima do outro. Nunca. Porém nessa situação, Klaus, eu vou escolhe-las. Porque ou eu fico com elas, perto delas, ou isso. Eu nunca teria a guarda delas. Sei que Ric nunca me proibiria de vê-las, mas eu quero viver com elas. Morar, ser mãe.- Disse.
— Você é a mãe delas. Vocês poderiam se mudar para aqui, que por sinal é bem melhor que Dallas. Ser nossos vizinhos, seria uma solução.- Disse.
— Não sei se Ric aceitaria.- Disse.
— Você quer?- A olhei e senti uma chama de esperança se acender.
— Bem...- Não sabia o que dizer.- Eu não tenho mais o desenho que você me deu. Eu o picotei.
— Nossa, quanta raiva.- Disse.
— Mas eu gostaria que me fizesse outro.- Disse e me senti completamente nua. Não no sentido sexual e sim emocional.
Sorri e a olhei.- Farei com muito prazer.
Mordi meu lábio.- Tudo bem.
— Caroline, sou eu. Não precisa ficar sem jeito.- Disse.
— Não estou sem jeito! Eu tenho mania de morder o lábio, só isso.- Disse.
— Sei.- Baixaram a luz e me aproximei mais dela. Minha mão tocava diretamente sua pele já que as costas estavam descobertas. Fazia um certo carinho ali.
O olhei.- Porque você me quis desde o começo? Quer dizer, depois que descobriu que eu era a namorada do Tyler e me deu seu sangue.
— Você sabe, eu já falei uma vez. Adoro sua honestidade e que bom que não a perdeu nesses anos. Sua luz e sua bondade estão ainda maiores, do tipo que realmente me faz acreditar que as coisas podem dar certo.- Disse.
Sorri sem jeito e tirei o fio de cabelo teimoso que caia sobre meus olhos.- E você me disse que até os corações mais puros são atraídos pelas trevas.
— Acho que por isso me atura.- Disse.
— Uma vez você me perguntou se eu gostava da ideia de ter alguém mau o suficiente que matava e fazia qualquer coisa ruim só para me manter a salvo. Se isso de certa forma não era ser bom. E eu te respondi que um cara que faz maldades mesmo pelo motivo certo, ainda é somente um cara mau. Você lembra?- Questionei.
— Sim.- Disse.
— Eu ainda acho isso. Não concordo que matar seja a solução, mas eu e meus amigos já fizemos isso e me pergunto se isso não nos torna mal. Matamos Silas, matamos seus irmãos... Tentamos matar você. Isso não nos torna melhor que vocês, nos deixa no mesmo nível e isso não me trás orgulho. Eu queria ser uma boa pessoa.- Disse.
— Você é uma boa pessoa. Fez tudo isso, mas com uma diferença, um motivo, não por prazer.- Disse.
— E você por medo.- Disse.
— Medo?- Perguntei.
— Medo de ficar sozinho. Você queria híbridos porque se sentia sozinho. Queria amor, mas não sabia como conseguir a não ser forçando isso.- Disse.
— Você sempre conseguiu me ler bem. As vezes acho que sou mais transparente do que gostaria.- Disse.
Sorri.- Sim, você é.- Toquei o rosto dele, acariciando ali. Era a primeira vez que fazia carinho nele.
Ser tocado por ela era muito mais gostoso do que esperava. Colei nossos rosto e segui a música.
Me acomodei no peito dele e dançava com ele.
*****
This is not the end
This is not the end
We can make it, you know it, you know
*****
Dançamos mais um pouco e contra a minha vontade paramos. Cumprimentei e conversei com várias pessoas, as meninas insistiram em tirar fotos e ouve até um bolo. Estava ficando tarde já quando voltei a me juntar a Caroline e saímos do meio da festa, indo para o jardim.
— Estou sentindo falta do cavalo.- Sorri.
— Aqui não dá para ter. Mas faz falta.- Disse.
Dava para ver que ele está mudado. Não pensa mais as mesmas, não preserva mais as mesmas coisas... Acho que nem se lembrava de muita das coisas que passamos juntos. Dá para ver que ele já tinha me superado. Acho que eu que fiquei remoendo os meus sentimentos por ele, mas não me arrependia de expressa-los agora.- Eu imagino.
— Acho que a hora de ficar fazendo cerimônia finalmente acabou.- Disse.
— Como assim?- Perguntei.
Estava de braço dado a ela e só precisei a segurar para beijá-la. Estava meio enjoado de ir devagar; queria ela e queria hoje.
Dessa vez retribui o beijo e acariciava seus cabelos.
Ao sentir a resposta dela me colei nela e não precisei me conter mais. Deixei o beijo intenso, mostrando a ela quanto a desejava. Minha mão tocava na cintura e a outra estava em seus cabelos.
Toquei o peito dele enquanto acariciava por ali.
Dei um passo com ela e senti os arbustos atrás de mim. Sorri um pouco. Isso trazia lembranças.
Envolvi meus braços em seu pescoço e entrelacei meus dedos em seu cabelo.
Pressionei a cintura dela contra a minha e com certeza ela percebeu o quanto estava excitado já. Sim, estava um tempo sem sexo, mas a situação facilitou meu tesão.
Parei o beijo.- Não podemos fazer isso aqui. No meio da festa.
— A festa é minha e prefiro muito mais estar aqui.- Desci minha boca pelo queixo, garganta e chegando ao pescoço.
Me arrepiei.- Seus convidados que vão ganhar um presente então.
— Um espetáculo. Seria algo que não esqueceriam.- Disse.
Sorri.- Com certeza.
— Mas prefiro ter você só minha.- Disse.
— Eu gosto de perigo e tem como ser discreto. Esse vestido é longo.- Disse.
A segurei e a levei até uma parede perto de onde estávamos.- Então escolhi muito bem.- Disse o levantando.
Sorri.- Sim, escolheu.
— Acho que estou ficando vidente também.- Disse beijando o pescoço e provocando com minhas presas.
Me arrepiei e afrouxei um pouco a gravata dele.- Você fica sexy assim.
— Desarrumado?- Questionei.
— Sim. Parece selvagem.- Disse.
— Então vai gostar disso.- Terminei de subir o vestido e rasguei a calcinha dela, tocando seu sexo.
Suspirei pesadamente e comecei a abrir a calça dele.
A toquei onde era mais sensível e senti ela tremer.- Queria estar pegando nos seus peitos também.- Falei no ouvido dela.- Apertar e saborea-los.
— Então imagine eles roçando no seu peito.- Disse no ouvido dele e terminei de abrir a calça.
Suspirei e puxei a perna dela para minha cintura. Desci um pouco a cueca, livrando meu membro e já encostando nela. A suspendi um pouco e me encaixei, já entrando nela.
Gemi e suspirei pesadamente, voltando a beija-lo.
Tinha Caroline novamente. Uma parte minha não acreditava, mas estava imensamente feliz com isso. Ela se segurou em mim e sai, entrando de uma vez só.- Ainda bem que não é um arvore.- Sorri.
Ri.- Sim.
Retornei a boca dela, seguindo o ritmo de a sentir completamente. Merda, como era bom estar dentro dela.
Gemi e suspirei pesadamente, descendo minha mão pelas costas dele.- Parece que você estava muito tempo sem “relaxar”. Parece tenso.
— Sim, estava.- Me pressionei mais contra o corpo dela, apoiando uma mão na parede.
— Parece que precisava de alguém para cuidar de você e eu gosto de cuidar.- Beijei a bochecha dele, roçando meu nariz ali.
— Talvez estivesse esperando você Caroline.- Falei mais ao ouvido dela e a segurava firme, e ela seguia meu ritmo.
O toquei onde estamos unidos.- Isso é romântico.
Arfei e gemi.- Mais um lado meu, love.
Sorri e voltei a beija-lo.
Voltei a toca-la e apertei sua coxa, subindo e descendo os toques. Aumentei o ritmo que íamos. Ela parecia tão sedenta quanto eu, até que ouvi passos. A olhei divertido.
Sorri.- Isso vai ser divertido.
Sorri e tentei ouvir quem era. Era Kol e Davina. Ri, voltando a me movimentar.
Envolvi meus braços em torno do pescoço dele e acariciava seus cabelos.
— Você é uma delicia.- Sussurrei para ela.
Sorri.- Obrigada.
— Nik?- Kol perguntou.
— Vai embora Kol.- Disse.
— Olá Kol.- Disse.
— Vocês... OH!- Kol exclamou.
— Sim, nos deixe continuar.- Disse.
— Você é rude Klaus.- Sorri.
— Você não está reclamando.- Disse.
— Uh...- Ele explodiu numa risada.- Vamos Dav.- Eles saíram rindo.
Sorri.- Não mesmo.
— Deixe-me leva-la ao orgasmo então love.- A beijei e deixei o tesão nos consumir com estocadas cada vez mais rápidas e profundas. Sentia as unhas dela apertando meus braços e eu a pressionava mais contra a parede até que ambos atingimos o prazer total.
Parei o beijo.- Espero que não tenhamos feito muito escândalo.
— Não me importo.- Disse com a testa colada na dela.
Apenas sorri.
A beijei e nos separamos. Nos ajeitamos e peguei a calcinha dela no chão.- É, vou guardar com os presentes.
— Faça isso.- Disse.
Botei ela dentro do bolso do paletó.- Pronta?
— Pronta.- Disse.
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POV Caroline.
Uma semana se passou desde a festa do Klaus e só agora tive coragem de falar com Ric. Ele até que reagiu bem, disse que sabia que não fomos feitos um para o outro mas que realmente adorou o tempo que passamos juntos (eu também) e que ainda me ama e me respeita. O que me deixou bem aliviada. Ele foi mais resistente quanto a se mudar para New Orleans, mas depois de conversarmos bastante e eu prometer que aqui não seria como Mystic Falls, que todos teríamos proteção, ele aceitou. Ainda bem. Eu ainda não mudei para o quarto de Klaus, nem sei se isso um dia vai acontecer, mas as meninas ainda não sabem e acho que poderia ser estranho. Tanto para Liz e Jô quanto para Hope. Agora eu saia do banho e coloquei um pijama. Fui até as meninas na cama.- Vocês precisam dormir. As crianças hoje em dia sabem mexer demais em celular.- Disse tirando o meu celular delas que estavam jogando.
— Ah mamãe!- Jô disse.
— Está na hora de dormir.- Disse.
— Tia Car.- Hope entrou correndo.
— Oi amor.- Peguei ela antes que caísse.
— Opa.- Ela riu.- Deixa a Jô e a Liz dormir comigo?
— Eu disse que não cabe as três lá.- Hayley disse da porta.
— Bem, dormem as três aqui. Eu durmo na sua cama Hope.- Disse.
— Na dela?- Hayley perguntou sorrindo.
— Sim. Vai estar livre.- Disse.
— Sei.- Ela disse.
— Pode mamãe?- Hope perguntou.
— Pode amor.- Ela disse.
Sorri.- Deita ai Hope.- Abri as cobertas e ela entrou.
— Se comporte viu mocinha.- Ela foi até a cama.
— Eu sei mãe.- Ela sorriu.
— Boa noite.- Beijei Jô e Liz.- Qualquer coisa gritem.
— Tá mamãe, boa noite.- Liz disse.
— Boa noite mãmãe, tia Hay.- Jô disse.
— Ah é, boa noite tia Hay.- Liz disse.
Ela riu.- Boa noite meninas.
Sorri e sai do quarto com Hayley.
— Não sei como aguenta duas. Acho que ficaria louca.- Ela disse.
— Jô tinha um bom gene.- Disse.
— Acho que tive sorte então. Então, ouvi que vai ficar por aqui.- Ela disse.
— É, acho que sim.- Disse.
— Acho que podemos manter a paz entre a gente. As meninas se adoram.- Ela disse.
A olhei de cima abaixo.- Acho que não.
Ela retribuiu o olhar.- Ainda é metida, achei que tivesse crescido.- Ela deu com os ombros e começou a andar.- Boa noite.
— Pelo menos não sou uma vadia que fica de olho em caras comprometidos!- Exclamei.
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POV Misto. (Klaus e Caroline.)
Vinha subindo conversando com Elijah.- Quanto amor no corredor.
— Como é?- Ela virou.
— Hayley, vamos, preciso falar com você.- Elijah disse.
— Você é uma eterna loba no cio que só quer se esfregar em um pau. De preferencia de um com aliança no dedo e lobos.- Disse.
Puxei Caroline antes que Hayley avançasse nela e a levei para meu quarto.- Com certeza vocês vão deixar isso aqui mais agitado.
— Me solta! Eu vou matar aquele projeto de mulher! Foi malfeita, não sabe se vestir e fede a baunilha!- Exclamei.
— Calminha ai loirinha.- Sorri, ficando junto dela.
— Isso não tem graça! Ela quebrou meu pescoço!- Disse.
— A raiva é disso?- Perguntei.
— Disso e de tudo que ela fez. Ok, agora estamos juntos, mas na época me deu nojo quando ela traiu o Tyler e te ajudou a matar os híbridos.- Disse.
— Sabia que tinha a ver com Tyler.- Disse.
— Bem, ele foi meu relacionamento mais longo e com quem vivi mais coisas.- Disse.
— Hmm.- Disse.
— Ok.- Disse.
— Ainda fica de contato com ele já que é tão especial?- Perguntei com desdém.
— Mais ou menos.- Disse.
— Mais ou menos?- Questionei.
— Sim.- Disse.
— Para que? Ele te largou.- Disse.
— Sinta-se honrado. Ele te preferiu.- Disse.
— O que prova o nível de problema mental que ele tem.- Cheguei junto dela.
— No caso, ele preferiu a mãe dele. Eu entendo de certa forma.- Suspirei.- Mas ok, não quero falar do Tyler.
— Nem eu.- A beijei.
Retribui o beijo.
A peguei, levantando e ela cruzou as pernas na minha cintura. Em segundos estávamos na minha cama.
Envolvi meus braços em torno do pescoço dele e acariciava seus cabelos.
Minhas mãos correram a lateral dela, levantando sua blusa.
Ajudei ele a tirar e voltei a beija-lo.
Peguei nos peitos dela e sorri. Agora sim.
— Que sorriso é esse?- Perguntei.
— Seus peitos gostosos.- Disse.
Sorri.- Que bom que gosta.
— Adoro.- Desci a boca até chegar a eles.
Suspirei pesadamente e comecei a abrir a camisa dele.
Ajudei ela a tirar e voltei a beijá-la, descendo pela barriga e começando a tirar o short.
Me arrepiei, mas o puxei para beija-lo novamente. Não via sentido em beijar barrigas.
— O que foi?- Perguntei.
Franzi o cenho.- O que foi o que?
— Me parou.- Disse.
— Hã... eu te beijei.- Disse.
— Eu ia... Deixa, acho que ainda não matou toda a vontade da minha boca.- Disse.
— Desculpe então. Achei que o ponto era nos beijarmos.- Disse.
— Isso sempre.- A beijei devagar enquanto tirava o short dela.
— Tudo bem.- Fiquei com a sensação que fiz alguma coisa errada, mesmo não sabendo o que.
Me afastei e terminei de tirar. Não tinha tido a oportunidade de a observar nua; com certeza era uma perfeição.
Quando se tratava de sexo, sempre tive relações mais direta. Até com Stefan e Matt que foram os mais fofos. Nunca curti muito preliminares, porque no fim, não faz sentido nenhum e nenhum homem ficou me encarando nua por tanto tempo quanto Klaus agora, o que me fez corar. E como sou branca feito papel, creio que virei um tomate ambulante.
— Consegui te deixar vermelha.- Ri, tirando minha calça.
— Claro, você fica me olhando desse jeito.- Disse.
Ri e tirei a cueca, a jogando pelo quarto.- É que você é uma maravilha.
— Me senti até virgem novamente.- Disse.
— Não exagere love.- Afastei as pernas dela e me coloquei entre elas. Conhecia uma enorme variedade de formas de prolongar o prazer, e de como provocá-lo e pretendia usar de tudo com ela.
Sorri e tirei meu cabelo do rosto.- Você parece inspirado hoje.
— Você não faz ideia do que estou pensando para nós.- Me deitei sobre ela e me coloquei na sua entrada.
— Você já tinha falado algo sobre ver o mundo.- Desci minha mão pelas costas dele.
— No momento estou pensando mais em te fazer ver estrelas.- Disse no ouvido dela e também a penetrando.
Suspirei pesadamente perto do ouvido dele e envolvi minha perna em sua cintura.
Sorri e me movimentei, quase saindo dela, então entrando rápido. Sorri pela surpresa dela e voltei a beijá-la.
Retribui o beijo e entrelacei meus dedos em seu cabelo, acariciando ali.
A provoquei no beijo enquanto descia a mão, a tocando e cravando meus dedos em sua coxa.
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Seu apoio é fundamental. Torne-se um herói!Gemi e suspirei pesadamente, enroscando ainda mais minha perna nele.
— Gulosa.- Sorri, mordendo seu pescoço e passando a minha atenção aos seios dela, fazendo movimentos com a língua no mamilo.
Gemi e descia minhas mãos pelas costas dele.
Fui aumentando o ritmo do que fazia, somente mudando de seio, assim como o dos nossos corpos também. Ela gemeu o meu nome e seu corpo pedia por mais. O fiz e não me importaria de dar tudo o que ela quisesse.
Voltei a beija-lo e acariciava seu rosto.
Sem perceber a velocidade que usei, nos virei na cama, mas acabei mudando de novo e agora ela estava no meu colo e uma das minhas mãos apertava sua bunda.
A mão que não estava em sua nuca, descia pelo braço dele que me envolvia.- Agora você consegue sentir meus seios roçando no seu peito?- Sorri, provocando e fazendo meus mamilos roçarem no peito dele.
— Perfeitamente.- Tentávamos não fazer muito barulho, acho que só tentamos.- E essa bunda também.- Dei um tapa ali.
Sorri.- Você é um tarado por bundas né?
— Culpado.- Disse.
Ri.- Imaginei.
Deixei ela continuar e o jeito que ela rebolava em mim estava me deixando mais louco ainda e com o orgasmo bem perto já.
Desci minha mão pelo abdômen dele e o beijei novamente, mantendo o ritmo que estávamos.
A deitei de novo e continuando o nosso ritmo, que por sinal fazia a cama ranger. A segurei e envolvi ela nos meus braços, até que o orgasmo nos atingiu e a olhando tinha certeza que a amava.
O olhei e toquei seu rosto.- Eu te amo.
— Eu quero você para sempre.- Disse.
Me senti meio mal por ele não dizer o mesmo, mas não podia exigir isso.- E terá.
— Promete que nunca vai desistir, que nunca vai me deixar?- Questionei.
— Prometo.- Disse.
Enterrei meu rosto no seu pescoço, roçando meu nariz ali e depois a beijando.- E eu serei seu, já sou na verdade. Eu te amo Caroline Forbes.
Sorri e o beijei delicadamente.
Tomamos banho juntos e depois nos deitamos. Demoramos a pegar no sono e eu nunca tive uma noite tão tranquila. Pela manha acordei primeiro e sem ter muito o que fazer, a olhava e até que tive uma deixa; a desenhar. Me deixei levar e o resultado ficou lindo, daria a ela depois. Estava pensando no nosso passado e sorri. Eu seria o ultimo homem dela, como prometi um dia. Ah Caroline, não faz ideia de quanto te amo. Agora sim estava com tudo completo; irmãos, filha, amigos e mulher. Parece que não preciso pedir mais nada, já tenho tudo. Acho que posso dizer que sou completamente feliz.
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So, don't let me go
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Baby, don't you know
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