Unwanted Territory.
12 Segredos Revelados.
–Como?
–digo, me levantando da cama e indo em sua direção.
–Temos que sair daqui agora, ninguém dos originais estão aqui, somos presas muito fáceis para eles. Ivyne, Minha mãe está com eles, aprisionada, eles...
–Meu Deus! -falo, pegando a sua mão e indo em direção ao quarto do Kol.
–Para onde estamos indo?-ela fala, parando no meio do caminho.
–Não pedirá a ajuda de Becklan né?
–Não! -falo, rispidamente. -Vou pedir á ajuda do Kol. Ele está aqui.
Digo, entrando sem bater no seu quarto, ele estava nesse exato momento, completamente nu.
–OH my god! -diz, Mel, se esquecendo do problema que tínhamos e pela primeira vez soltando um risadinha irônica e se virando para trás.
–Eu preciso da sua ajuda! -falo, tentando olhar para baixo.
Quer dizer, para cima. Não tinha como evitar, ele é realmente maravilhoso em todos os aspectos.
–Ivyne? Melanie? -grita, Caroline do lado de fora.
–Aqui, Care! -diz, Mel saindo de dentro do quarto e chamando sua atenção.
–É, o que está? -ela diz, meio confusa, vendo aquela situação. -Kol, se vista.
Dei uma gargalhada de leve e disse. -Tome! -falo, jogando uma toalha branca para ele.
–Pensei que vocês, não estavam se importado. -ele diz se enrolando na toalha. -E Eu falei para se manter afastada.
Houve um grande barulho lá embaixo, e em seguida ouvimos grandes passos na escada.
–Fecha á porta! -ele diz, á care.
–Alguém pode me dizer o que está acontecendo? -Caroline, pergunta.
–Onde está o Klaus? -Kol, diz indo ao banheiro e botando uma roupa, logo após, veio rapidamente até a mim.
–Ele não me trouxe, sumiu depois de uma conversa estranha, que tivemos. -ela fala.
–Ótimo. -diz ele, abrindo uma porta secreta que se encontrava no chão. -Um vampiro, e três mosqueteiras.
–Que idiota, você. -Fala Caroline, passando primeiro pela porta.
–Que merda! -ele bate com o pé em algo ali perto.
–O Que foi? -digo, passando com á mel, lá para baixo.
–A professora nova, acabou de chegar, creio que ela, será um problema, servirá de comida, para eles.
–O Que eles são? Exatamente.
–Híbridos. -responde, Melanie.
–Ela é inocente. Eu preciso ajudá-la.
–E Enquanto a nós? -digo, segurando-o pelo braço.
–Vocês ficaram bem. Não saí em daqui. Eles não souberam te encontrar. Essa armadilha tem um cheiro indiferente, então.. -diz ele, fazendo atos com a mão para concluir -vão está protegidas.
–Se cuida! -digo, o puxando-o e abraçando.
Ele sorrir e se afasta, sobe á escada e fecha a porta.
–Pode começar a explicar. -falo, virando-me para ela.
–Não acredito que você se apaixonou por ele. -fala, Melanie resmugando.
–Eu? -digo, tentando dizer o contrário. -Não sei o que eu sinto, ainda. Falo, voltando o meu olhar para a Caroline.
–Eles não são tão ruins, assim. -fala ela.
–O Quê? -falamos juntas.
–Eles nem sempre são o monstro que aparentam ser. -fala, Caroline, corando na mesma hora.
–O Que Klaus te disse para pensar o contrário? -falo, indo para perto dela.
–Será que poderiam conversar sobre o suposto caso, ou namorado, ou paixão de vocês, mas tarde? -Melanie, fala.
–Não sinto nada pelo Klaus! -diz ela. -Além de uma enorme gratidão, por..
–Eu sei. -digo, á cortando. -Mas tarde, falamos sobre isso, Okay? Care.
Ela sorrir e afirma que sim com a cabeça.
–Foi bom, essa conversa, foi bom ter visto o kol pelado. Foi bom, porque sorrimos, mesmo agora estando em perigo. -ela começa. -Sabe, é bom se divertir pelo menos um pouco, no meio de tanta coisa ruim.
–É agora eu saberei de tudo. Absolutamente tudo, desde o início, sem esconder nada, viu Melanie? -digo, á ela.
Care se senta em um sofá bege ali perto e eu me sento ao lado dela, enquanto Melanie puxa uma cadeira e senta de frente para a gente.
Os barulhos na casa, apenas aumentavam, e nada de Kol aparecer com aquela garota. Eu já estava ficando preocupada, por mais que eu saiba que ele é forte e etc... mas são tantos, que.. Só de pensar, meu coração se aperta.
–Então! -ela fala mas alto, chamando minha atenção.
–Estou te ouvindo. -digo.
–Mas não prestando atenção. -retruca, Caroline.
–Tá! Comece. -digo finalmente.
–Mudaria algo entre a gente se não fossemos irmãs de sangue? -ela diz, com a voz falhada, quase em um sussurro.
–Obvio que não! -digo, em sua direção.
–Ah. -ela rir. -Que bom, porque continuou sendo sua irmã de sangue mesmo.
–Melanie! -falo. -Pensei que diria que..
–Não somos irmã de sangue? -ela completa. -Mas aí que tá. Somos irmãs, apenas da parte da Sarah. Graças a Deus.
–Não somos filha do Cícero? -digo.
–Você queria ser filha desse monstro? -ela, fala irritadamente.
–Vai agradecer por não ser, daqui á alguns minutos.
Engulo á seco e digo
–Pode continuar.
–Eu não sabia que podia ver coisas que já aconteceram com essas joias. Até que hoje, mas cedo, á futucando, desejei saber tudo que nós trouxeram aqui, então. Elas me amostraram, tudo, absolutamente tudo do ínicio.
–Foi assim que soube sobre Becklan?
–Sim. -ela diz. -Até mesmo, vê o morrer. Kol, fez questão de o matar, é uma faca poderosa para matar viajantes.
–Okay! -falo. -Pode continuar.
–Pensei que gostaria de saber, já que ele fingiu ser algo que não era! -ela completa. -Mas daí, vamos ao assunto, que importa.
–Uhum. -eu e care, falamos. Melanie, estava enrolando demais.
–Há dezessete anos atrás, Klaus e Cícero fizeram um trato. -disse ela. -Cícero, sabia que você era a última da sua linhagem. É algo no seu sangue que Klaus precisa. Então, ele sequestrou a Sarah, quando ainda estava grávida de você. E Mandou alguém matar o seu pai. Desde daí, desde desse dia, Sarah sempre foi uma mulher infeliz, tentado ficar alegre quando estávamos perto. Enfim, depois de uns anos, que você já estava grande, Sarah engravidou novamente. Mas não dele e nem de homem nenhum. É algo na família dela, na linhagem dela. Que isso acontece, elas dão a vida uma criança pura, que tem no seu sangue um código, decifrado apenas por um Original ou um Híbrido verdadeiro assim como O klaus.
–Eu estou compreendendo. -digo, á ela para prosseguir.
–Então. -ela se levantou. -Essa criança que Sarah teve, que no caso foi euzinha aqui. Estaria formada para ser decifrada aos quatorze anos, ou seja.
–Klaus, o único pervertido e interessado, ajudaria Cícero a falar do seu código para ele e em troca Cícero ajudaria Klaus com...
–Calma! -diz ela á Caroline. -Quase acertou. Então.. Cícero antes de Falar com Klaus, falou com Rebekah, que o negou ajuda, depois com Finn que fez o mesmo, depois com o Elijah e em seguida com o Kol, que o enganou falando que sim, apenas para saber o plano então negou ajuda também, e então por ultimo falou com o Klaus. E Klaus, perguntou o que ele ganharia em troca? Cícero o explicou que em troca teria a chave para os seus híbridos, que o seu sangue Ivyne, poderia mante-los vivo.
–E Então é claro, Klaus aceitou.
–Sim. -disse ela. -Os anos se passou, se passou muito rápido por sinal. E em pouco tempo, Klaus vendo que o que Cícero disse ao passado era verdade, que tinha que ter um sangue específico para os híbridos se manterem, Klaus o procurou e disse que tinham que por o trato em ação.
–Então..
–Então, Cícero forjou um acidente. Viu a nossa reação. E quando percebeu que você Ivy, faria tudo por ele, fingiu esse negócio de dívidas, forçando você para cá.
–Mas ele apenas, poderia me entregar á Klaus, ele é um vampiro. É poderoso o suficiente.
–Aí que tá! -diz ela. -Ele não poderia se mostrar o vilão dessa forma. Ele queria que você fosse de livre e espontânea vontade, assim como aconteceu.
–Mas podemos fugir a hora que bem intendemos.
–Não! -diz Caroline. -Não mais. Tem gente do Klaus e do cícero purai tudo, qualquer passo.
–Seria impossível fugir deles, eu sei. Mas porque essa farsa de casamento? Ele apenas, poderia me deixar aqui, para pegar o meu sangue e depois..
–Ivyne, você não intendeu mesmo? -retruca, Caroline. -Ele não quer apenas gotas do seu Sangue! -diz ela.
–Klaus quer tudo, quer te secar, até o seu ultimo dia de vida, até ficar velhinha, intende?
–Meu Deus!
–E O Casamento, seria uma forma de obrigar você aqui. Quer dizer, tem outros planos para esse casamento também.
–Ah, agora tem fundamento.
–Fundamento, você morrer, se secar, para manter vivos as crias dele? -fala, Caroline, revoltada.
–Se for para manter, Melanie, segura. Eu serei capaz de tudo, até mesmo de dar a minha própria vida!
Digo.
Com uma certeza, tão absoluta. Que ambas me olham, e Melanie, suavemente solta um grande sorriso e logo atrás, vem seus olhos cheios de água.
–Quem dera se fosse tão fácil assim! -ela fala. -Cícero, vai matar a Sarah primeiro. Logo após, você se casará com Klaus, Cícero já é dado como morto, então.. Bem, você e Klaus serão os meus responsáveis. -ela faz apenas uma pausa.
–E Aí vem a parte do Klaus nesse trato.
–Como assim?
–Cícero, contou á Klaus, quem era o sangue positivo para os seus híbridos. Agora, Klaus tem que retribuir o favor, dando-me para Cícero. Eu sou a fórmula Ivyne, eu sou o código. E Nada que você faça, vai me impedir de ser entregue a eles.
–Eu nunca vou permitir isso.
–Isso tá além dos seus limites. -ela continua, limpando as lágrimas. -Cícero, quer fazer uma espécie avançada, quer dar aos seres humanos tudo que os vampiros possuí: hipnotizar, agilidade, força absoluta, cura acelerada. Porém, sem que os humanos precisam se sangue para sobreviver.
–Mas se a fórmula, tá em você.
–A Fórmula, tá grudada no meu sangue. Eu sou a resposta, para o passo final. Quando eu fizer quatorze anos, Klaus vai me entregar a ele. E ele me botará, em uma máquina. Lá, vão observar e concluir o que tem no meu sangue. Depois, vão passar todo o meu sangue, cada gota que á em mim, para vários bloquinhos pequenos, que serão vendidos para pessoas que querem ser sobrenaturais. Apenas três gotas, para concluir a formação.
–Isso não faz sentindo! -digo, chutando qualquer coisa que vê na minha frente.
–Não adianta, Ivyne! -ela fala. -Nada pode mudar o nosso destino, Sarah foi obrigada a viver com eles, nem os que protegem ela, conseguiram o deter, quanto mais nós, que não significamos nada para ele! Nosso sangue á algo valioso e ao mesmo tempo uma maldição que custará a nossa vida.
Ela fala, fazendo-me parar.
–Há, não ser, se a gente mudasse o jogo. -diz Caroline.
–Não tem como, assim que eles se casarem, você sabe muito bem o que vai acontecer.
–Você só poderá ser sacrificada com quatorze anos, ainda falta.
–Sim. Mas isso não impede que Klaus os ajude, a partir do momento que se casar com ela. Eles vão me estudar, depois que tiverem o que quiser, e quando tiver idade o suficiente, vão juntar o código com o meu sangue.
–Mas se Ivyne, proporcionasse outro jogo á Klaus. -diz Caroline.
–O Que você quer dizer com isso? -retruca Melanie, completamente sem esperanças.
E Sim, Não sinto, nada! Absolutamente nada pelo Cícero, Quando o vê na minha frente não sei o que serei capaz de fazer.
–O Sangue da Ivyne só funciona se ela for “Humana” então...
–Quer que eu me torne vampira? -digo, completando o que ela ia falar.
–Você não faria de tudo por ela? Bem, esse é um inicio. Só depende de você! -Fala, Care.
–Não! -diz, Melanie.
–Não seria uma ideia ruim. -falo. Sem ao menos acreditar nas minhas palavras.
–Klaus ficaria furioso por não.. bem, vocês sabem, e daí, não cumpriria a parte com ele do negócio da Melanie.
–Ahãn, ahãm! -diz melanie, em tom de ironia. -Não seria culpa do Cícero e sim da Ivyne, aí mesmo que ele se revoltaria e teria o prazê-lo de ajudar, apenas para vê-la sofrer. Você teve uma ótima ideia Caroline, sério mesmo!
–Não. -digo -Caroline, realmente teve uma incrível ideia. Eu sei o que vamos fazer, eu sei absolutamente como entrar nesse jogo. Cícero começou e agora terá que aguentar, vamos ver quem é que vai ganhar.
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