Unwanted Territory.

13 Inicio de uma relação.


–Entre rápido! -fala, Kol.

Entrando com uma mulher morena, com lindos olhos verdes.

–O Que está acontecendo? -pergunta ela, sem saber.

–Fique aí com elas, eu já volto. -diz ele, saindo novamente.

–Kol, espere! -falo, tentando falar com ele, mas se quer deu tempo, deu de costas e saiu novamente.

–Sabe se eles entraram nesse quarto? -pergunta, Melanie.

–Eles não tinham descobrindo ainda, mas agora que viu o Sr° Kol Mikaelson, me trazendo pra cá, acho que sim.

–Você sabem o que eles, são? -pergunto.

–Obvio! -ela, fala pondo sua bolsa em cima do sofá.

–Sou Ivyne Storts, essa é Caroline Forbes.

–E Essa daí é Melanie Storts. -diz ela.

–Eu sei, sou nova professora contratada pelo Klaus. -Diz ela pausadamente. -Alias, fui mandada pelo.. Cícero! Porém, não estou ao lado dele, antes Sarah me procurou e pediu minha ajuda.

–A Ultima pessoa que falou isso, traiu a gente. -Cícero, só fez matar as pessoas que eu amo. E Ainda acha mesmo que eu vou ajudá-lo com essa pesquisa. -ela iri ironicamente. -Não. Vou ajudar o lado certo, nem que seja pela primeira vez na minha vida!

–Você é o que dele? -pergunta Caroline.

–Um tipo de mulher. Não que eu queira, mas..

–Como consegue? -pergunta Caroline. -Desculpe, mas ele é.. -Nojento, ruim!

E etc. -ela fala. -Sim, ele é. Enfim, não temos muito tempo, diferente de Caroline, eles nem imaginam que eu sou, e além do mais. Tenho que avisar vocês, terei que fazer algumas maldades, para provar á Cícero que eu estou ao lado dele. Okay?

–Dependendo, Okay. Né. Se for para ajudar mesmo. -digo. -Mas como você se chama?

–Bonnie Bennet. Sou uma bruxa. -ela sorrir. -Daqui á alguns dias, Sarah falará com vocês e provará, que não estou mentindo. -ela fala.

–Pronto! -diz, Kol, aparecendo novamente.

–Acabou com todos eles? -pergunto.

–Com á ajuda dos meus irmãos. -ele diz, ajudando a gente a sair dali. Eu fui a última a sair, ele me segurou por mas tempo e depois me soltou.

–Não contem a ninguém sobre esse lugar! -ele pede. -Apenas, digam quê estavam aqui dentro, sem saírem! -ele diz assim que abre a porta.

–Vão andando, eu vou.. Vou falar com o Kol, rapidamente. -digo á elas.

–Se importa de a gente dividir o quarto? -pede á Bonnie, á Care.

–Não, imagina. Esses quartos mas parecem minusculas casas do que quartos. -Caroline sorrir novamente. -Mas tarde a gente se fala Ivy.

Enfim, ela diz e se vai com a Bonnie.

–Não demore. -pede Melanie, vindo até a mim e dando uma piscadela. Ignoro aquilo e apenas sorrio de imediato.

–Você está bem? -ele diz, assim que ficamos á sós.

–Na medida do possível, sim. -falo, sentando em uma cama que estava amaranhada. -Cadê os empregados dessa casa? -pergunto, rapidamente me levantando.

–Calma! -ele, fala indo até lá e arrumando rapidamente. -Não trago, qualquer uma pra cá, não precisa ter nojo, ao se sentar.

–Não é isso. -digo, puxando uma cadeira e me sentando de frente á ele.

–Eu não esqueci do que aconteceu essa noite. -ele fala, mudando completamente o foco da conversa.

–Eu também, não! -digo, tentando não o encarar.

–O Que você realmente quer? -ele me pergunta.

–Seria pedir demais, se tentássemos algo? -digo, quase em um sussurro.

–Fale mas alto.

–Eu falei alto o suficiente para você ouvir. -digo, me levantando. -Quer que eu grite?

–Não! -diz ele, em questão de segundos se aproximando de mim.

–O Que você realmente sente por mim? -falo, só que dessa vez em um tom mas autoritário e decidindo de vez olhar em seus olhos.

–Eu não sei. -ele fala, abaixando os olhos. -Não posso ainda lhe dizer, o que eu não compreendo.

–Hnm. -falo, bufando levemente e me afastando dele.

–Ivyne. -ele fala, me puxando para perto e me abraçando, fortemente. Pude sentir, como ele me envolvia em seus braços. Como ele também me queria por perto.

–Essa noite, eu fiquei sabendo o que realmente vai acontecer comigo e com a Melanie. -digo. -Eu sei que á muito tempo atrás o Cícero te procurou e você rejeitou. Por que rejeitou?

–Ainda, não é o momento certo para te dar essa resposta. -ele fala, pegando na minha mão e me levando até sua cama. -Eu sei que você vai dar um jeito nisso. Vai ter uma boa saída para esses problemas.

–Eu também queria acreditar nisso. -digo.

–Então acredite. -ele diz novamente.

–Eu tive com umas ideias, ainda não contei para as meninas, quero ter certeza do que eu vou fazer. -

Se não contou para elas ainda, porquê veio me dizer?

–Porque a partir de agora eu vou confiar em você e você será obrigado a confiar em mim. -falo, com um simples sorriso brotando no rosto. -Não tenho uma ideia fixa ainda, então não posso te afirmar. Mas acho que você vai gostar.

–Não depende do meu gosto e sim do seu. Tem que ser algo bom pra você.

–Vai ser algo bom pra salvar a minha vida junto com a dela.

–Enquanto eu puder eu vou te proteger.

–Não diga o que você não poderá fazer.

–Ivyne! -ele, fala me puxando pelo braço.

–Meu maior problema é seu irmão. Eu até pensei que ele poderia ser legal, mas ele não é. É ruim, pensa apenas em si próprio. e..

–Não vamos falar do Klaus, por enquanto! -ele fala, pairando o dedo na minha boca. -Enquanto ele ainda tá assim, é melhor para a gente. Se você quiser que dê certo, tem que tirar ele da nossa relação.

O olho, e imediatamente fico sem reação. Ele se pronuncio como “Nossa relação?”.

–O Que foi? -ele pergunta, aproximando o seu rosto do meu e largando o meu braço suavemente.

–Então, agora temos uma relação? -digo, sem poder evitar um sorriso que estava alargado no meu rosto. Sei que temos vários problemas, e tudo isso aqui está botando em risco a minha vida junto com a da Melanie. Mas se tem tanta coisa ruim acontecendo, pelo menos uma coisa boa eu tenho que levar daqui, até mesmo se eu morrer, que eu morra, mas que ela sobreviva e eu morra feliz.

–Sim. -ele fala tocando seus lábios nos meus. -temos uma relação.

Fala pausadamente, me dando vários selinhos demorados.

–É Que ótimo, isso. -digo, o puxando-o para mim e dando um longo beijo.

Pov Caroline Forbes

–Será bom ter alguém para conversar, nessas noites. -digo.

–Mas você não se dá bem com as meninas?

–Sim, nos damos. -digo, pausadamente. -mas é que as vezes sinto que elas querem ter espaço, intende? Aí quando vier para cá, terá você aqui.

–Obrigada. -ela sorrir. -Acho que é um inicio de uma bela amizade.

–Espero que sim. -falo, me levantando.

–Xii! -diz ela, tirando o telefone do bolso e sussurrando. “ Cícero “.

–Sim, já cheguei. Eles não desconfiam de nada. E tenho uma novidade para você. -diz ela, falando baixinho. -É, você estava certo, deve está acontecendo alguma coisa entre Kol e Ivyne, percebi um clima. Temos que agir o mas rápido possível, antes.. que você, sabe.. Né? Ele consiga fugir com ambas.

–Bonnie! -digo.

–Mas tarde se falamos, até! -ela fala, desligando o telefone. -Desculpe-me, ele não pode desconfiar, sério. Não contarei tudo, as vezes vou até tentar inventar para não prejudicar vocês.

–Eu intendo. -falo. -Mas da próxima vez conta uma mentira que faça sentido. Não fale mas verdade, sei quer ajudar, mas assim só vai prejudicar. -falo dando de costas. -Desculpe, mas é o que eu penso.

Falo saindo e vendo sua expressão, como caiu, como se entristeceu com aquelas palavras. Será mesmo que ela está do nosso lado?

–O Que faz uma hora dessa caminhando pela casa? -pergunta um empregado.

–Não deveria trabalhar. Isso não é hora. -digo dando de costas.

–Você não se lembra de mim? -ele pergunta se aproximando.

–Não. -falo, me afastando e dando de frente com o Klaus.

–Pare de incomodar ela. -ele fala. -Volte para seus aposentos, a hora não permite que fique andando pela casa.

–Sim senhor. -diz ele. -Perdoe-me senhorita Forbes, se fui inconveniente. Ele se retira rapidamente.

–Todos eles são vampiros?

–Não. Só a metade. É para ajudar na guarda da casa, intende. Humanos, todos fracos?

–Você não muda, não é? -digo, irritada. -Pra você passamos do quê? De lixos, apenas? É isso.

–Em nenhum..

–Mas insinuou. -falo, alterando o tom de voz. -Nem sei porque pensei que você seria diferente; Ivyne, estava certa. Você é o único deles, que pensa só em si mesmo.

Digo, tentando voltar para o meu quarto, me irritei com á Bonnie e me retirei, não deveria ter feito isso.

–Nunca lhe falei que eu era o mocinho. Se enganou por que você quis.

–Na verdade? -falo, ainda de costas. -Nunca me enganei, apenas antes, não queria aceitar que você sempre foi uma pessoa vazia. Estava com esperanças de um dia você mudar, quando me defendeu do Tyler, pela primeira vez vê humanidade em você. E olha, taí. Mas uma vez me enganando com as pessoas erradas!

–Eu não sou pessoa, então não tem como você se enganar.

Rir ironicamente. -O Que te pertuba? -digo. -Sério, mesmo. Por que precisa fazer tanta coisa ruim, para se sentir bem?

–O Que está dizendo?

–Antes, eu só ouvia histórias, mas agora? Estou vivendo com você e vendo tudo que eles sempre dizem, sempre foi verdade!

Falo, seguindo adiante, e então ele para na minha frente e diz.

–Poderia perdi um beijo á você? Cederia ou me ignoraria?

O olho completamente sem reação. Me afasto derrepentemente e depois me aproximo. Olho no fundo dos seus olhos, e logo após olho para baixo. E Então, ele levanta minha cabeça para cima. Só que dessa vez, nossos rostos estavam perto demais. Hesitei, fui para trás, simplesmente o ignorei, não disse nada. O Que ele queria com um? “Poderia pedir um beijo á você, aceitar ou não?” Foi obvia minha resposta, afastando-me dele. Não posso cometer o mesmo erro que Ivyne, está cometendo. Não posso me apaixonar por alguém, que eu sei que o seu eu é um animal, é um monstro. Sinto-me atraída por ele, mas não quero que isso chegue ao nível que eu não posso controlar.

–Você está bem? -pergunta, Ivy, saindo de imediato de dentro do quarto do Kol.

–Em perfeito estado. -digo, forçando um sorriso.

–É o Klaus? -ela fala. -Ele tá mexendo com você?

–Mexendo comigo? Não. -digo. -Você que deveria abrir o olho com o Kol. Não devemos esquecer quem é o nosso inimigo.

–Ele é amigo. -ela fala, semicerrando os dentes para falar.

–É você que sabe, só um conselho que te dou, depois não diga que não avisei? Okay?

–Não será preciso me avisar, ele não vai me decepcionar. -ela retruca. -Mas enquanto á você, pare de fugir do Klaus ou ignorá-lo, isso só aproximará vocês. Sério, experiência própria.

–Não vamos ficar falando disso no corredor. Até porque eu já decidir sobre isso. -falo, virando-me para acompanhar em seu quarto. -Depois que se pegarem, não diga que eu não avisei, okay? -ela diz ironicamente.

–Mas então, vamos falar sobre o que interessa, entre, precisamos botar o plano em ação!