Unwanted Territory.

10 Convidados inesperados.


Pov Kol Mikaelson.

–Não acredito! — digo, vendo o meu Volvo, destruído.

–Tenho certeza, que foi o Finn. -Rebekah, fala aparecendo por detrás de mim.

–O Que ele tem na cabeça para fazer isso? Só pode ser uma forma para chamar a atenção.

–E Olha, ele conseguiu. -diz, Rebekah falando ironicamente.

–Isso terá volta. -digo, rindo do mesmo modo. -Ele sabe que esse é o meu carro preferido.

–Você tem dinheiro para isso, para de querer revidar, você sabe que é isso que ele quer.

–Então, é isso que ele terá!

–Kol, por favor. Não precisamos de mais problemas, o que temos já é o suficiente.

–Eu sei o que eu vou fazer. -digo, indo em direção á entrada da casa.

–Espera. -ela fala, parando na minha frente. -Você sabe que não pode continuar, tendo esses flertes com á Ivyne, não sabe?

–Desde quando se importa com ela?

–Eu me importo é com você! — ela fala, abaixando o tom de voz e me forçando á olhar para ela. -Eu sei que ela é uma boa garota, mas sabe também, que se envolver de mais, vai tomar esse problema pra você. E Nós dois sabemos, que quando o Problema se refere a “Klaus” Nada acaba bem.

–O Que aconteceu não vai se repetir, eu garanto pra você.

–Não fale o que você não vai cumprir. Se interessou por ela, desde o momento que á viu. Eu lhe conheço Kol, melhor do que qualquer um.

–Rebekah! -digo, á puxando-a para mim e abraçando-a. -Não se preocupe comigo. Como eu te disse, eu sei o que estou fazendo, okay?

–Okay!- ela fala, me abraçando fortemente.

–Ótimo. -digo, dando de costas. -Você vai sair com a gente mas tarde?

–Não. — digo -Eu vou tentar me afastar dela, não por mim. E sim por você.

Sorrio e logo após saio rapidamente.

De todos, eu sou mas próximo é da Rebekah.

Ela me faz me sentir bem, me ajuda, eu á conforto, á escuto. É uma relação, que eu realmente admiro muito. E Enquanto á Ivyne. Sei que aquele beijo, foi um erro, sei que não deveria ser tão impulsivo ao ponto de chegar aquilo. Mas eu não me aguentei, o desejo falou mas alto do que qualquer uma coisa. Eu deveria ter feito aquilo, a muito tempo. Porém, nunca tive uma oportunidade como aquela. Eu não sei, o que a Ivyne tem, pra me deixar assim. Tão eu, e ao mesmo tempo tão fora de mim.

Pov Rebekah Mikaelson.

É, Pretendo que a noite hoje seja longa. Eu preciso disso, ficar o tempo todo nessa casa, não é a melhor coisa do mundo. Bem que eu queria sair, ou me mudar. Mas infelizmente sou obrigada á ficar.

–Querida! -argumenta, Finn vindo me abraçar.

–Já chegou, no modo mas explosivo?

–Que nada. Foi apenas um recado, para Kol. -ele sorrir -Mas amanhã, eu já vou embora, tenho que resolver alguns problemas em Paris.

–Que pena, ficará por tão pouco tempo.

–Não finja que não gostou. -ele diz, se afastando. -No momento, estou ansioso para conhecer às visitantes, como elas são? Também vão sair, essa noite conosco?

–Você vai ter uma noite, para conhecê-las. Creio eu, que não irá se agradar. -digo, abrindo á porta do meu quarto, para começar a se arrumar -A gente se ver, mas tarde. Até, Finn.

Pov Caroline Forbes.

Assim, que a gente saiu da casa. Se dividimos em dois grupos. Eu, Ivyne e Rebekah fomos em um carro. Klaus, Finn e um convidado que não sabia quem era, foram em outro. Não tinha visto, Kol desde hoje mas cedo. Eu acho que ele está evitando a Ivyne, mas não disse nada á ela, para não á preocupá-la mas ainda. Ela me contou, que eles tiveram uma pegação, no jardim dos fundos da casa. Bem, se ela não tivesse me contado, jamais notaria algo diferente entre eles, ambas sabem disfarçar perfeitamente.

–Chegamos! -fala, Rebekah após estacionar na frente de um dos maiores restaurantes da cidade.

–Você disse que era para a gente vir simples, Rebekah. -argumenta, Ivyne.

–Claro. Porque será algo, Simples. Klaus fechou o estabelecimento, será apenas a gente.

–E O Que ele disse com “É Bom ver pessoas novas?” -digo.

–É Que depois, iremos em uma boate.

–Não vim preparada para isso. -diz, Ivyne.

–Que pena, Ivyne. — ela fala, se ajeitando para sair de dentro do carro -Se não se sentir a vontade, para ir para boate. Só falar com Klaus, para ligar para um dos motoristas, que rapidamente eles vão vir buscar vocês!

–Okay! — digo, cortando o assunto, ali. Antes que as duas começam uma discussão acrescentas com ironias.

Ivyne Storts Narrando.

–Que Merda! — resmungo, ao entrar no banheiro com Caroline.

–Pode disfarçar o que está sentindo?

–Não sou boa para fingir! -digo, me olhando no espelho. -Era pra essa noite, ser legal, Care.

–Mas vai ser, Ivy.

–Não, não vai. Pode ser pra você, mas não pra mim. -digo -Tinha que ter me arrumado melhor, aqui só terá a gente, mas lá terá várias pessoas, bem-arrumadas.

–Mas aqui tá todo mundo simples.

–Não, não está. Apenas eu e Finn, estamos simples, você sabe disso.

–Se você for, eu vou contigo.

–De forma alguma. -falo, me virando para sair do banheiro. -Não vou estragar a sua noite, só porque a minha está sendo ruim.

–Só estamos começando á noite, para com isso. — ela fala -Vai dar realmente esse gostinho á Rebekah? Ivyne, você é linda. Não é sua roupa, que vai dizer o contrário. Claro, que tem uma grande diferença você se vestir péssimo. Mas no momento não é o seu caso, você não está MUITO bem-arrumada, mas também não está simples. Você tá como deveria estar.

–Obrigado. — digo, soltando um sorriso -Minha mãe, mandou a pessoa certa. Você é ótima!

Ela sorrir para mim, e puxa-me pela mão.

–Chega de conversa dentro do banheiro, não iremos ser ás estranha né?

Solto, uma grande risada com ela, á cara que ela fez foi muito engraçada. Então, saímos de vez, dentro daquele lugar e fomos se juntar com os outros.

–Sente-se ao meu lado. — fala, Klaus se dirigindo á mim com um grande sorrio. Sento-me ao seu lado, e Care senta no outro lado da mesa, que fica exatamente de frente para mim. Ela estava sentada ao lado de Finn e do Convidado que ainda não sabíamos quem era.

–Então, qual é o cardápio? -indaga Rebekah.

(…)

Cada um escolheu um prato diferente, menos eu, que escolhi o mesmo que Klaus, ao pedido de tal. O estranho convidado, era um amigo de negócios, ele estava em um contrato para fechar com o Klaus, que no caso se acertaria essa noite. Rebekah, até agora se comportou, não jogou piadas, nem brincou com as palavras em forma de ironia. Caroline, não dizia uma palavra, apenas ria quando era necessário, assim como eu.

–Bem. Creio, que foi uma ótima noite, mas infelizmente, tenho que ir. -diz o Sr° Nunes se levantando. -Tive ótimas companhias, como á muito tempo não tinha.

Ele sorrir.

–Que ótimo, Bruno. — diz Klaus, se levantando para o Cumprimentar -Espero lhe ver mas vezes.

–Sim, vocês verão!- diz ele, se afastando. -Há, esqueci. Tem um sócio, que já está chegando aqui, ele também vai fazer parte do nosso projeto.

–Novos convidados? -pergunta, Rebekah se levantando. -Bom.

Todos olharam para a porta, assim que ela se abriu. Era um cara moreno, com a aparência familiar, tinha um semblante forte, ele realmente é muito bonito.

–Meu Deus!- Indagou, Caroline, ao avistar o homem.

Todos á olham imediatamente.

–Bruno, desculpe pela demora, por incrível que pareça, logo hoje, teve um enorme engarrafamento na cidade. — diz o homem. -Boa noite á todos.

Ele diz novamente.

–Que nada, Tyler. Nós compreendemos, garanto á você, que fizemos um grande negócio. — diz o Bruno, virando para gente junto com ele.

–Caroline? -ele pergunta, assustadamente virando á ela. -O Que você está fazendo aqui?

Como? Ele á conhece? Meu Deus, a aparência familiar, ele é o namorado dela.

–Tyler, eu posso explicar! -ela fala se levantando imediatamente e indo até a ele. -Venha comigo, por favor.

Me levanto, para ir junto, mas Klaus me impede.

–Mas?

–Vamos, por favor! -ela fala, o pegando pela mão e se retirando.

– Eu não vou ficar aqui, deixa-me ir! -digo.

–Senta! — ele diz, me olhando fixamente.

Que merda. Essa droga de hipnose, me atrapalhando mas uma vez.

Sento-me com força, fazendo á cadeira e toda a mesa tremer.

–Eu resolvo, isso só um instante. -diz o Bruno.

–Não, pode deixar. Eu sei a solução para isso. -fala Klaus, se levantando e indo lá para fora.

Rebekah, me olha e diz – Vai, Ivyne!

Sem me recusar, levanto-me e vou lá para fora também.

Bruno, Finn e Rebekah, continuaram ali dentro, com certeza estavam se perguntando o que estava acontecendo.

–Você mentiu pra mim. Você me enganou, eu confiei em você e olha só o que você faz! -diz Tyler, aos berro com ela, no meio da rua.

–Por favor, deixa-me explicar, você não sabe os meus motivos, porque eu fiz isso.

–Não tem explicação, Caroline!- ele fala, se aproximando dela e a segurando forte pelo braço. -Só tem um motivo para isso.

–Você tá me machucando. — ela fala, tentando se soltar das suas mãos. -Me Solta, Tyler.

–Não! — ele diz, agressivamente.

–Eu não mandei, você ficar lá dentro?- diz, Klaus aparecendo por trás de mim.

–Rebekah, mandou eu sair. — digo, indo á caminho deles.

–Espere, aqui! -ele fala, me barrando.

E Pela primeira vez, eu continuou parada, sei que Klaus, vai resolver esse problema.

–Vamos, embora. Anda.

Diz, Tyler exigindo que ela vá com ele.

–Não, eu não vou. -ela fala, se afastando para trás. -Você é minha mulher, tem obrigação de me obedecer. -ele diz, mas uma vez.

Onde está Klaus? Tyler, vai acabar á agredindo, ele está muito nervoso.

–Não, não tenho mais. Eu não sou mas nada sua. Nada! — ela fala, se virando para voltar para o bar.

–Você acha que pode acabar comigo, assim? — ele diz á puxando pelos cabelos e a jogando no chão. -Não, não pode! Eu decido quando tem que acabar.

Em seguida, esqueço o que Klaus me disse, não vou ficar aqui parada, vendo ele, batendo nela.

–Isso não é jeito de tratar uma mulher! Ainda mais quando essa mulher, é sua esposa. — Diz Klaus, segurando sua mão, quando ele começaria á esbofetear.

–O Que você pensa que está fazendo?- ele se refere á Klaus. Quando em seguida, o mesmo o dispara á quase doze quilômetros de distância.

Logo após, antes de Tyler pensar em se levantar, ele já estava lá, o sufocando-o. Caroline, estava em lágrimas naquele estacionamento.

Meu Deus. Digo, indo para perto dela e abraçando-a.

–Que vergonha!- ela fala, olhando para mim, com o rosto todo vermelho.

–Não tenha. -digo, passando minha mão pelo seu rosto. -Tudo vai ficar bem.

Eu digo, a ajudando-a a levantar.

Mas antes, que eu possa dá mas um passo, Klaus para na minha frente e diz.

–Vai, Peça Rebekah, para te levar embora. Preciso ter uma conversa com Caroline.

–Mas..

–Agora! — ele, fala aumentando o tom de voz.

Estremeço, quando largo as suas mãos. Eu não queria deixá-la ali, ainda mas com ele. Mas seria preciso, eu espero que ele não á machuque.

–Vai ficar tudo bem. — ela tenta sorrir, mas apenas saí uma careta assustada. -O Que aconteceu ao Tyler?

–Agora, você aprendeu á me dirigir a palavra?- ele diz, ironicamente.

E Isso foi a única coisa que eu escutei. Porque segundos depois, ele tinha sumido e levado Caroline junto com ele.

–Quer uma carona?

Me viro, para trás. Tento, acreditar no que estou vendo. Era ele mesmo, que estava ali. Falando comigo.

–Quer uma carona? -retruca mas uma vez. -Não vou dar uma segunda oportunidade.

Kol, sorrir ao falar.

–Não terá uma segunda oportunidade, eu vou aceitar de primeira. -falo, indo em sua direção.

Klaus Mikaelson Narrando.

Assim que paramos, estávamos em cima de um dos maiores prédio da cidade, Dali dava, para admirar toda a beleza que essa cidade possuí, é um lugar magnífico.

–Por que me trouxe, para cá? -Caroline, pergunta, quase em um som de sussurro.

Sua voz, está falhada, seus olhos, ainda estão cheios de água, e a marca em sua pele, ainda está estampada.

–Porque, foi o único lugar mas próximo que eu pensei! -digo, indo em sua direção, mas ela se afasta. -Eu não vou te machucar, Caroline.

–Não estou com medo de você. -ela fala, virando de costas. -Apenas, estou tentando intender por que você me ajudou?

–Eu não sei. -digo, parando na sua frente.

–Eu não sei, não é resposta.

–Por que eu tenho que te dar uma resposta? Se até minutos atrás, muito mal me olhava na cara. Eu não sei por que você me odeia tanto. -digo, cinicamente.

–Quem disse que eu te odeio? -ela fala, se virando para mim. -Não é nada .., quer dizer, sua espécie faz parte disso, então automaticamente você também...

–Minha espécie?

–Você intendeu! — ela, fala rapidamente, limpando as lágrimas que ainda escorriam pelo seu rosto.

–Eu sabia quem era você, desde o momento em que passou pela aquela porta, eu sempre soube que Sarah, mandaria ajuda. E Então quando você se escreveu, mesmo não usando seu terceiro nome, eu descobrir. — falo, me virando de costas. — Então, dois dias depois que você chegou na casa, eu contratei outra professora particular. Sei que você, não vai ensinar nada á menina mesmo, então já me responsabilizei por isso. Mas mesmo assim, você fica. Você não vai embora, Ivyne e aquela criança precisa de você, então...

–Desde quando você se importa com elas?

–Me importo com o que elas vai me acrescentar no futuro. -digo, friamente e sinto que ela se arrepia por completo.

–Como assim?

–Eu não vou falar mas do que isso, Caroline. Eu sei o que você é, e você sabe o que eu sou, então, estamos quites.

Digo, me virando para ela novamente.

–E O Que eu vou ficar fazendo naquela casa? As pessoas, quer dizer seus irmãos vão desconfiar.

–Eles não tem nada a ver com os meus problemas. -digo, á rodeando – E foi até bom você tocar nesse assunto, quero que você avise á Ivy, para se afastar de Kol, isso só tratá mas problemas.

–Eu não sei do que você tá falando.

–Você intendeu! -digo, falando com á mesma ironia e rapidez, como ela fez da última pergunta que me dirigir à ela.

–Eu não deveria, mas eu vou agradecer. Obrigada, Klaus.

–Obrigada por que?

–Por não ser um idiota, como eu imaginava. Ou o vilão, como eu esperava.

Ela fala trincando os dentes.

–Ainda tá muito cedo, para você afirmar isso. Eu queria, agradecer, por ter ouvido essas palavras, mas esse não sou, infelizmente com o tempo, você ficará decepcionada.

Digo, rispidamente. E percebendo que nada muda na sua aparência, a mesma menina, que chegou á dias atrás já estava de volta.

–Talvez, você seja só um idiota, e não o vilão. -ela diz finalmente. -Vou aguardar por isso, talvez o que você quer ser, não consiga ser.

Á Olho confusa, o que ela quis insinuar com isso?

Pela primeira vez, alguém me deixa sem palavras.

Não digo nada, apenas olho para mesma vista, que no momento a mesma estava admirando-a. Aquele lugar é o meu preferido, nunca trouxe ninguém aqui, por nenhum outro motivo, ela é a primeira, eu espero que saiba aproveitar, porque nunca mas ela olhará para isso, novamente.