Unwanted Territory.
8 A União faz a força.
Notas iniciais
Pov Caroline Forbes.
Horas Antes.
A Chuva, não parava desde á madrugada, e é algo realmente maravilhoso. Levanto-me e vou até o banheiro, faço minhas necessidades higiênicas. E logo após, tomo um demorado banho.
– Caroline? — bate, Ivyne à minha porta.
– Entre. — falo, abrindo á porta.
– Desculpe, incomodar o seu banho. — ela diz, ao perceber que estou enrolada na toalha.
– Não tá tudo bem, eu só espero que seja algo importante. — digo, fechando á porta com a chave – Você sabe, que tem que parecer que não nós conhecemos.
– Sim, eu sei. — ela diz – E é algo realmente importante, eu preciso da sua ajuda.
– Ótimo, vou ajudar no que eu puder.
– É que nessa madrugada, quando eu desci para tomar um copo da água, encontrei cicero na cozinha e..
– Ivyne! — digo, á interrompendo.
– Relaxa. Eles não estão em casa. — Mas os empregados sim, e você sabe que eles também são vampiros.
– Sim. — ela diz – Eu sei, mas se falarem qualquer coisa, será a palavra deles contra a nossa.
– pensando por esse lado.
– Então, encontrei meu pai na cozinha, tudo parecia ser um sonho. Mas não foi, quando ele me abraçou, algo grudou na minha roupa, ou seja, ele esteve aqui, ele tocou em mim. — E o que você quer que eu faça?
– Bem, é uma longa história. Está disposta a ouvir?
– Sim. — digo, pondo o cabelo para trás. — Só deixa-me acabar de me arrumar? — sorrio.
Ivyne Storts Narrando.
Agora.
– Ivyne, sei que não é correto te apressar, mas logo, Klaus estará de volta em casa. E a desculpa que nós usamos, para fazer aula prática, não irá o enrolar, ele é bem mas esperto que os outros. Você sabe disso, precisamos ir rápido com isso. — argumenta, Caroline.
– Não se preocupe. — falo, tocando-o naquela terra. — Isso não vai demorar.
Vamos. Digo, concentrando-me.
Eu preciso que você apareça agora.
Vamos, Chama-me, me leve até você.
– Ivyne? -
– Repita. — digo, olhando para trás.
– Onde ele tá? — diz, Mel impacientemente olhando para o mesmo lugar que eu.
– Ivyne.
– Por ali.
Digo, indo para um beco ali próximo, estava frio e vazio. Parecia, que á muito ninguém passava por aqui.
– O que eu lhe disse para ficar longe desse lugar, garota? — aparece, Matilde por trás de nós.
Ambas, se viram lentamente. Não podemos, demonstrar medo. Nós somos a maioria, mas ela tem força para enfrentar nós três, ela é uma vampira.
– Esperando uma ótima explicação. — ela argumenta.
Olho para Caroline e para Melanie, ambas estavam na mesma situação que eu, assustadas.
– Fogem. — grito, puxando Mel para um lado e Caroline indo para outro.
Vejo, Matilde, vindo atrás da gente, como ela realmente é.
O rosto estava todo desfigurado. E mas uma vez, aquelas joias nos ajudam, conseguimos correr na mesma velocidade que ela. Mas mesmo assim, ela está vindo rápido demais. Sinto á mão de Melanie, se desprendendo da minha. — Não para, continua! Corre. Falo, para ela. Eu não sabia, o caminho para voltar e muito menos elas. Apenas estávamos correndo para onde tinha saída. Caroline, eu perdi de vista. Mas Mel, está um pouco a minha frente.
– Aghr! — choraminga, Caroline. Após bater de frente comigo.
– Meu Deus. — digo, me levantando e assumindo minha posição novamente.
Mel, se assusta e acaba parando de correr, para ver como a gente estava.
– Continua. — acrescenta, Caroline. Vindo bem atrás de mim.
Matilde, não dava uma brecha, para a gente descansar. Ela estava bem ali, atrás de nós. E agora bem próxima, qualquer tombo, seria fatal para ela pegar a gente. Minhas pernas doíam, mas eu não parava, continuava á correr. Não faço mínima ideia da onde eu estava, a única coisa que eu sei, é que estávamos cada vez mas se afastando do lugar onde a gente estava.
– Eu não aguento mais. — diz, Mel, tropeçando e começando a rolar no chão.
Não, não! Digo, parando e ajudando-a. Em seguida, sinto um chute, em minhas costas, fazendo-me rolar no chão, para o outro lado.
– Estúpida! Achou mesmo que aguentaria por muito tempo? — ela fala, se aproximando de Melanie. Em seguida, voou para cima dela. E a derrubo no chão. Mas minha força não adiantava nada, ela tem o dobro da minha força. Mas isso não me impedirá de tentar ajudar á Mel.
– Anda, saí daqui. — digo, para Mel. Mas ela não me obedece, continua ali no mesmo lugar. Matilde, me joga contra o chão novamente. Só que agora, pela primeira vez depois de muito tempo, minhas costas começam á doer.
Passo a mão pelo meu pescoço e o sinto liso. O Cordão, ele não está aqui. Melanie, estupidamente vai para cima dela, tentando fazer o quê, eu não sei. Mas igual á mim, ela caí sobre o chão.
– Qual das duas eu mato primeira? — ela diz com um sorriso diabólico no rosto. Tento me manter firme, me levantar, mas não dá, acabo caindo no chão de novo.
– Fim de jogo, pra você! — Diz, Caroline aparecendo por detrás dela e quebrando-o o seu pescoço.
– Como você está?
– Estou bem. — digo, recuperando o fôlego. — Mel?
– Estou bem, estou bem. — ela fala, com os olhos cheios da água, vindo para perto de mim e me abraçando.
– Graças á Deus. — falo, a apertando tão forte, que sinto seus ossos de trás se estalarem.
– Isso é seu. — Caroline, me entrega o cordão que Matilde retirou do meu pescoço.
– Como ela sabia? — pergunto.
– Eu não sei, mas se ela sabe, a mulher que estava com ela da última vez, que viu você. Também sabe e, com certeza, virá atrás de nós. — interfere, Melanie se afastando e se ajeitando.
– Que venha, nós vamos está esperando. — diz Caroline, pegando um pedaço de madeira, mas parecendo uma estaca e enfiando no meu do seu coração.
Melanie, se vira para não ver aquela situação.
– Pensei que já tinha á matado, antes.
– Não, fazendo aquilo, ela voltaria a vida. Lembre-se, estaca no coração. É definitivo.
– Sim, não me esquecerei disso. — digo, vendo-a como ela ficou horrível, secou por alguns segundos e depois finalmente estava morta.
– Eu acho que por hoje está bom. — diz, Caroline se levantando e ajeitando sua roupa.
– Sim, foi o necessário. Outro dia, a gente volta. Mas agora, eu tenho certeza que ele está naquele lugar.
– Sim. Mas quando a gente voltar, nós iremos vim preparada. Preparada, mesmo. — ela, fala ajudando-me á me levantar.
– Da próxima vez, Mel não vem junto com a gente.
– Você tá louca, Ivyne. Claro que eu vou vim.
– Por que? Você quase morreu, você que é que tá maluca. Não botarei sua vida em risco novamente. — digo, dando de costas para ela.
– Não! As coisas não funcionam, como você quer. E sim com deve ser. A gente é uma família, eu você e Care, temos que ficar juntas, sobre qualquer coisa. Ela veio aqui para proteger a gente e agora nós protegeremos ela. E Então, qualquer situação, qualquer coisa que descobrimos e irmos atrás, será contado, nada de segredo. Você tá me intendendo, Ivyne? Você tá me intendendo?
Ela fala em um som absurdamente alto.
– Sim, eu intendi. — digo, entre dentes.
Eu odeio quando estou errada e ela está certa, nós temos sempre que ficar juntas, mas pra mim, tá sendo muito difícil, sabendo que posso pôr a vida de ambas em risco, elas quase morreram por minha culpa.
Minha culpa.
– Que ótimo. Porque eu não gosto de repetir as coisas duas vezes. — ela fala saindo da minha frente e me deixando passar.
– Ela parece a adulta aqui, ou é impressão minha? — diz, Care em um tom de ironia.
– Não, não é impressão sua. — solto, um sorriso de leve.
Ela sempre gostou de se enfiar em problemas de adulto, e como posso ver isso não mudou. Ela tem razão, ela já está metida nisso, ela sabe de tudo assim como eu, das vezes que eu o escutei, quando eu fui atraída pra esse lugar e aquelas mulheres me hipnotizaram, obrigando-me a mentir. Eu acho que sou a única que ainda não percebi, que Melanie amadureceu muito mais com tudo isso.
– Tudo bem. vamos achar o caminho de volta para casa.
– E Enquanto á Matilde? — pergunta, Melanie.
– Vão encontrá-la, de qualquer forma e quando isso acontecer, temos que estar longe daqui. — diz, Care.
Andamos, por quase trinta minutos, para tentar achar o caminho. Fomos em uma rota, completamente diferente daqui viemos.
Quando chegamos em casa, estava Kol, Klaus e Rebekah na sala de Estar, Caroline olhou para mim e disse que ela explicaria o que aconteceu hoje.
Mas assim que se deparou com Klaus, ela estremeceu. Não sei se faltou palavras, como se desse um branco, ou se ela ficou impressionada com a beleza dele, assim como eu na primeira vez que eu o conheci.
– Por qual diabos, vocês chegaram á essa hora em casa? — interfere Klaus, impacientemente.
– tivemos um problema á mais. — ela fala, em um tom superior ao dele. — Mas tudo ocorreu bem no final, espero que na próxima aula, invés de Ivyne ir conosco, vai você. Creio que possa gostar.
– Não terá próxima aula! — ele fala, á olhando de cima em baixo – Não permitirei que você faça aula, fora da casa, isso é perigoso.
– Eu acho que eu sei me cuidar, e tenho total responsabilidade sobre elas! — ela argumenta rispidamente.
– Você disse que “ acha “ não que você sabe! — retruca Rebekah.
Klaus e Caroline, se entreolham por uns instantes e logo após ele fala:
– Está decidido, eu não vou mudar de ideia. — ele fala, se aproximando de mim. — E Você cara ivyne, lhe matriculei em uma escola, acho que vai ser bom, ter outras pessoas ao seu redor, alias é o seu último ano.
– Não precisava. — falo, me afastando dele, sem que ele perceba.
– Claro que precisava. — fala Rebekah ironicamente. — Ou você acha que um pouco de ensinamento não é fundamental?
Eu á ignoro por completo e não digo nada. Ela não vale meu tempo, não entrarei em suas provocações.
– Rebekah, não precisa disso. — Kol, fala se virando para ela. — Temos que ir, sabe que não temos tempo, outra hora, você continua com esse jogo sem fundamento.
– Jogo? — ela, solta um mínimo sorriso irônico. — Imagina.
Kol, olha pra mim e logo após para Care e Melanie, que estavam ao meu lado sem dizer uma palavra.
Esse clima tá muito estranho, pesado, desconfortável.
– Como disse, outra hora você continua. — ele, fala dando de costas e fazendo-a segui-lo.
–Boa noite á vocês, meninas.
Ele diz.
– Boa noite. — apenas, Melanie e Care, respondam.
Não sei porque ele é tão diferente quando está na frente de outras pessoas, poderia ser “ Legal “ Sempre, seria uma boa.
– Senhorita, Forbes pode subir com á Melanie. — Klaus, diz á Care.
– Boa noite, Ivyne. — Care diz, dando de costas.
– Boa noite. — digo, á ela. E Logo após, Klaus dá um “ Buenos “ em ironia, para ela se mancar, que ele também estava ali, mas ela não se dirige a palavra á ele, apenas dá de costas.
Logo após Melanie vem até a mim e me abraça.
– Não demora! — ela diz.
– Não vou demorar. — sorrio para ela, e assim ambas se vai.
– Passaria á noite comigo hoje? — ele diz, assim que ficamos apenas eu e ele na sala.
– Por que não? — digo, tentando parecer que aquilo é uma coisa normal.
– Não sei, você negou-me um beijo, i..
– Eu vou aceitar dormir com você, mas isso não significa que vou fazer alguma coisa.
– E Que graça tem isso?
– Eu não to preparada pra isso, Klaus! — falo, me levantando e ficando completamente nervosa. — Eu sei quais obrigações são as minhas, e você também sabe. Então, deixa que no meu tempo, eu faço o que eu tenho que fazer, combinado?
– Eu não concordo com isso. — ele diz, se aproximando de mim. — Mas, eu saberei esperar. Ficarei dormindo com você sem fazer nada até a data do casamento, que está próxima.
– Como assim? — indago, furiosa. — Não vou dormir todas as noites com você, no seu quarto.
– Quem disse que não? — ele diz.
– Eu digo! — falo, me afastando. — E Pra quando á data do casamento, está marcada?
– Fala baixo! — ele diz, perdendo á paciência. Dava para sentir na sua voz. — Os empregados, não precisa saber, o que está acontecendo.
– Não fuja da pergunta Klaus, pra quando está marcado a data do casamento?
– Daqui á três semanas. No dia do seu aniversário.
Fico completamente sem reação, sem saber o que falar. Eu não acredito, duas semanas? É Muito pouco tempo, Sarah precisa me tirar daqui o quanto antes. Não sei se conseguirei fazer isso. Não sou forte o suficiente pra isso, eu não sou!
– Sei que é pouco tempo e que você não esperava por isso. — ele fala, parecendo me entender. — mas isto também não estava nos meus planos, Ivyne. A data quem marcou foi o seu pai, não foi eu. Então, não me culpe por isso.
E Mais uma vez, meu pai, me decepciona, não basta me pôr dentro dessa casa com Melanie, me vendendo para eles, ele tem que marcar a data do casamento no dia do meu aniversário. O Que aconteceu com ele? Porque estou começando a achar que eu nunca o conheci.
– Não demore, para subir. Quero jantar com você, dentro do meu quarto. Temos coisas, pendentes á resolver. — Ele diz, dando de costas.
E Pela primeira vez. Sinto compaixão em sua voz.
Eu entrei nessa casa, odiando todos eles e agora, estou sentido algo diferente por Kol, e começando a achar que Klaus, não é o mostro que eu achava que era. O Que está acontecendo comigo?
Antes de subir, vou ao jardim dos fundos, esse pelo menos ainda, está em perfeito estado, espero que não acabe com esse, como fizeram com o da frente da casa.
Kol, aparece na minha frente. Eu ainda, não estava acostumada com isso, com essa velocidade, que eles tinham. A forma de aparecer e sumir, rapidamente.
eu estava em dúvida quem estava ali na minha frente, se era o Kol, ou se era Becklan.
– Você é realmente uma mulher incrível, Se deitando com o inimigo. Não é qualquer uma pessoa que faz isso.
Sorrio para ele e digo — Ainda bem, que eu não sou qualquer um. — digo, o fitando-o intensamente.
– Você acha que isso é correto? — ele pergunta, se aproximando de mim e ficando apenas um palmo de distância entre os nossos rostos.
Era o Becklan, tinha certeza. Kol, não me perguntaria isso. Bem, eu acho que não! Por que ele iria se importar?
– O Que estou fazendo, não é da sua conta. É a minha vida, Becklan. E eu sei realmente o que estou fazendo. Vamos fazer um trato? Você só dá conselhos ou opiniões quando eu te pedir, e fora isso. Não se intrometa nas coisas que faço ou digo. Ok?
– Ivyne, quem é Becklan? — Kol, me pergunta olhando-me, como nunca me olhou desde o dia que se conhecemos, á seriedade se ocupa em seu rosto, em questão de segundos. Eu não sabia o que falar, nem o que argumentar.
– Eu estou esperando, Quem é Becklan, Ivyne? Me fale. Estou interessado á ouvir.
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