Untitled
5 Perfect Symmetry
Notas iniciais
– Deixa eu ver se eu entendi direito. — A Vampira disse sentada, repousando o papel repleto de equações Químicas e nomes encontrados na Biologia em cima de uma das mesas do laboratório. — Você criou um soro a partir do meu sangue, que deixa minha espécie imune á luz solar, e fez isso pensando em mim, pensando no quanto eu poderia me divertir de dia sem ter que me preocupar com os eventuais riscos, mas um grupo de vampiros de alguma forma descobriu e roubou sua fórmula, num ataque feito a você, no entanto, falta o último ingrediente, uma ampola cheia do meu sangue, e agora eles estão vindo atrás de mim, é isso?
– Bem, tecnicamente eu fiz a partir do DNA encontrado no seu sangue. Eu procurei no material genético o fator que fazia os vampiros tão vulneráveis ao sol. Felizmente eu encontrei! Vocês têm uma deficiência em absorver os fótons emitidos nos raios solares, já que não precisam absorver a vitamina D encontrada nos mesmos. Então o corpo de vocês criou, hm, algo parecido com um mecanismo de defesa contra a vitamina invasora, que em contato com sua pele, inicia uma reação de combustão espontânea mais forte que a do fósforo branco com o oxigênio! — Bonnie declarou eufórica. — É por isso também que...
Marceline não sabia em qual ponto da explicação ela havia parado de prestar atenção, focada somente no quão linda a menina no extremo oposto da mesa a qual as duas estavam sentadas, ficava quando explicava alguma coisa nerd, altamente inteligente. Sua pele rosada adotava um tom mais vermelinho nas maçãs do rosto, enquanto seus olhos adotavam um brilho especial, e claro, o sorriso que nunca deixava seus lábios.
– Ei! — A mesma chamou sua atenção. — Tá me ouvindo?
– Hã? Claro, claro.
– Não, não está, te conheço. — Ela retrucou cruzando os braços, ficando emburrada.
– Okay, não tava. — A Vampira admitiu. — Você pode me desculpar e recomeçar de onde parou? — Perguntou com um sorriso.
– Posso... — Jujuba respondeu corando com a educação da vampira. Sempre gostou desse lado mais 'cavalheiro' de Marceline, se assim podia ser chamado. — É por isso também que seus olhos são mais adaptados para a escuridão. Por você não ter sido feita pra ficar fora de casa de dia. Mas isso é meio óbvio. Mas resumindo, dei um jeito de neutralizar a reação espontânea. Bom, demorou quatro anos pra eu achar o equilíbrio. Consertar uma coisa sem estragar a outra. Até porque, substâncias químicas podem ser bem perigosas. — A Rosada concluiu, com um meio sorriso, olhando para as queimaduras nas suas mãos, feitas por um ácido necessário ao soro.
– Bonnie... — A Rainha levantou, percebendo os ferimentos da rosada.
– E eu to feliz que eu consegui achar um meio termo! Como disse, consertar uma coisa sem estragar a outra. Eu sempre fui oito ou oitenta, não? Não vê a gente? Sempre foi você ou o Reino. E eu não consegui o meio termo, infelizmente. — A Princesa disse sem pensar, pegando a mais velha de surpresa.
– Bonnibel... — Marceline tentou de novo.
– Na verdade, eu fiz o soro pois pensei que se pudéssemos ter o dia juntas, talvez compensasse todas as vezes que eu te deixei, sabe? Mas sim, resumidamente é isso que você falou.
– Jujuba! — Marcy falou um pouco mais alto, sentando do lado da Princesa, pegando em suas mãos.
– D-desculpa. — Respondeu uma Bubblegum muito corada com o toque repentino, enviando arrepios pela sua espinha.
– Por quê? — Marceline começou olhando pras queimaduras nas pequenas mãos da monarca do Reino Doce. — Você começou isso há quatro anos, nós terminamos há dois. Por que continuar e se submeter a isso?
– Porque é um projeto científico, porque seria bom pra outros vampiros do bem e porque.. Porque eu tinha esperanças de que pudéssemos ser amigas de novo...
– Amigas, hm? — A Vampira indagou, levantando-se de sua cadeira.
– É, amigas. – Jujuba retrucou.
– Por que eu tenho essa ligeira impressão de que você queria que fôssemos mais que amigas? — A mais velha perguntou indo pra trás da rosada.
– N-não faço a menor ideia! — Retrucou rapidamente. — Agora para de falar asneira. Marceline, você vai ficar comigo no castelo sob proteção, não vai?
– Sinceramente, não sei, Princesa. — Respondeu apoiando sua cabeça na curva do pescoço da mais nova. — Você me quer aqui?
– M-Marceline, p-para de me p-provocar, se afasta do meu pescoço! — Bubblegum exclamou tremendo.
– Ah... Eu estou te provocando? Que interessante. — Disse com uma risadinha, afundando mais a cabeça naquele espaço que parecia que fora feito sob medida para a Vampira, sentindo a princesa relaxar um pouco e soltar um risinho.
– Você está, e sabe que está. — Jujuba constatou. — Da mesma forma que eu sei que você vai ficar aqui comigo, protegida, e vai me ajudar com o antídoto. Não vai?
– E eu consigo dizer não pra você, coisa pequena? — Marceline indagou, afastando-se da menor e bagunçando seus cabelos.
– Marcy... — Bonnibel pareceu pensar. — Para... Para de flertar comigo. A gente não pode... Você sabe... Podemos ser ao menos amigas, como eu havia perguntado?
Marceline soltou um longo suspiro deixando o pedido da menina que ela amava entrar em sua cabeça. No que eu estava pensando achando que ela queria alguma coisa? Deixou sua mente vagar. Mas ela parece tão afetada pela minha presença... Ela me confunde.
– Como disse, Bonnie, e eu consigo dizer não a você? — A Rainha respondeu com um riso triste brincando em seus lábios. — Seremos o que você quiser! — Porque eu prefiro ser sua amiga do que nada num todo...– Mentalizou tristemente.
– Obrigada... — A princesa murmurou baixinho. — Temos trabalho a ser feito. Podemos começar? — Perguntou com um sorriso.
– Devemos!
–---------------------x---------x----------x--------------------
O som de pingos se fazia constante naquele lugar nem muito distante, nem muito perto daquela terra cheia de bondade, amor, açúcar e arco-íris, mais conhecida como Reino Doce. Mas não era barulho de pingos como os da chuva, que da mesma forma que te acalmam, dependendo da intensidade podem te assustar. Não, não era nada daquilo. Era constante, porém um a um, como se fosse uma melodia, uma macabra melodia, a qual você lentamente era obrigado a ouvir. Pling, plong, pling, plong. Tal atmosfera sombria, mais o fato do lugar ser uma caverna completamente escura e fria, chegando a ser úmida, não faziam daquele lugar muito agradável. E no meio desse cenário, passos firmes e largos surgiram, distantes.
– Mas que inferno, por que o chefe tinha justo que me mandar aqui? — O dono dos passos bufou, indignado. — Não é que eu, o Tenente da tropa, tenha medo do que está aqui dentro, mas mesmo preso, ele ainda é ele...
Mais alguns minutos de caminhada naquela escuridão, o homem encontrou o que estava procurando: Uma porta. Mas não era uma simples porta de madeira. Era de aço, com um pequeno retângulo de vidro verde na parte superior, dando uma pequena visão pro interior do local. Em vez de maçanetas, encontrava-se uma espécie de teclado, apenas com números, e um visor. Incrível o que podia ser usado da época pré guerra dos cogumelos.
Digitando a senha correta, a porta abriu-se, revelando uma sala macabra. Uma mistura de sala de tortura com um laboratório de um cientista maluco. O chão era todo de uma grade de ferro, em formato quadricular, e abaixo do mesmo, havia uma espécie de calabouço, aparentemente muito, muito fundo. Não via-se nada lá em baixo, devido á escuridão, apenas ouvia-se grunhidos distantes, misturados aos sons de bipes, que vinham dos aparelhos espalhados pelo recinto.
O Tenente entrou dando passos firmes, fechando a porta atrás de si. Do lado da mesma, embutida na parede havia uma caixa de força, cheia de interruptores, os quais foram ligados rapidamente por suas ágeis mãos, como ele fosse acostumado a isso.
As luzes se acenderam, e logo em seguida, um grito de dor vindo do meio da sala pôde ser ouvido.
– Ora, ora, se não está acordado! — Um sorriso sádico surgiu no rosto do homem, revelando dentes amarelados, pontiagudos, principalmente os caninos, suas presas. Os olhos vermelhos sangue direcionaram-se pro centro do local, fitando a pessoa presa por duas correntes em seus pulsos e tornozelos, deixando-o preso no ar, numa posição que o deixava completamente exposto e machucado. Seus músculos queimavam. Há quanto tempo que ele estava ali?
– Cala a boca, desgraçado. — O tal prisioneiro disse, de dentes trincados.
– Como é que é? — O Vampiro flutuou, segurando brutalmente com o polegar e indicador as bochechas do homem, fazendo-o olhar em seus olhos, enfiando suas unhas pretas e finas na carne, vendo o sangue escorrer. — Olha como fala, Abadeer. Sabe, eu fico pensando. Se o chefe não fosse o chefe, sabia que eu adoraria traçar sua filha e casar com ela? Mas só pra comer ela e governar a Noitosfera. Olha como meu nome combina com o seu sobrenome, sogrão. Terrence Abadeer. Mais novo Rei dos Vampiros e governante da Noitosfera. Gostou? — Concluiu com um sorriso debochado, vendo lágrimas de raiva se formarem nos olhos de Hunson. — O que, não vai responder? Ah é, você não pode. — Contastou, referindo-se as suas unhas, cravadas na pele do mais velho. — Sabe, coroa. — Recomeçou, libertando o demônio das correntes, deixando-o cair em cheio nas grades abaixo — Já que estamos falando da gostosa da sua filha, por que não diz logo onde ela está, heim? — Perguntou, agachando-se do lado do caído. — Você sabe. É só falar com sinceridade e você está livre. Não é como se vocês tivessem uma relação muito boa, afinal.
– Vá para o quinto dos infernos. — O mais velho dos Abadeers rosnou, ficando de joelhos. — Morro mas não digo o paradeiro de minha filha. Por mais que façam o que quiserem comigo, não vão encostar um dedo nela.
– Olha, é incrível como o amor nos enfraquece, não? — Terrence indagou. — Você, Governador da Noitosfera, um Demônio que só fica abaixo do próprio Lúcifer, possuidor do Amuleto do Caos, aqui, preso e torturado pela própria espécie dela. Na verdade, não, não somos da mesma espécie. Nós somos vampiros de verdade, ela brinca de ser uma.
– Ela é mais que uma vampira. Ela é uma híbrida. Muito mais forte que vocês. E vocês sabem disso. Porque além de me prenderem achando que eu vou dar informações, usam meu sangue pra fazerem mais híbridos, para serem iguais a ela. E eles estão bem em baixo da gente, grunhindo de fome.
– Tá, tá grandes coisa. Se os boatos de que ela anda com humanos ou outras criaturas mágicas nojentas forem verdeiros, ela brinca de ser vampira. E da próxima vez que me comparar com ela, juro que te deixo arriado por uma semana. — Disse num tom ameaçador. — Mas como eu estava dizendo. — Continuou virando-se. — Um homem poderoso como você, sofrendo, pelo amor que tem pela vadiazinha da sua filha. Fala logo onde ela es-
Terrence foi interrompido por um soco bem no meio de sua cara, após ser puxado pelo ombro para virar-se. Verdade seja dita, Hunson Abadeer podia estar completamente ferrado, fraco e com fome, mas ele ainda era Hunson Abadeer, o Senhor Do Mal. E ninguém, NINGUÉM, que ousava ofender sua filha saia sem punição.
– Isso. — Disse dando mais um soco no Vampiro, agora caído. — É pra você aprender. — Mais um. — A não insultar. — E mais um. — Uma Dama, na frente de seu pai.
Infelizmente, sem o amuleto do Caos e no estado em que se encontrava, o Demônio não era forte o bastante para um vampiro híbrido, treinado e bem alimentado. Logo que saiu de cima dele, foi jogado contra a parede brutalmente, sendo arrastado pela mesma, com uma das fortes mãos gélidas o segurando pelo pescoço.
– Como se atreve a encostar a mão em mim? — Terrence gritou, cuspindo em seu rosto. — Sempre acaba assim, você não fala onde Marceline está, me bate, e eu praticamente te mato depois. — Disse acertando um soco no homem preso por ele. — Não é assim que as coisas deveriam ser, Hunson. Você deveria estar do nosso lado. Porque sinceramente. — Continuou afrouxando a mão que prendia o mais velho. — Por mais que eu tenha que vir aqui e te torturar, não me agrada muito fazer isso. Porque você — Deu uma joelhada no estômago do outro. — É a porra do dono da Noitosfera, você era um ídolo. Você era pra ser mau! — Jogando Hunson no chão ficando por cima do mesmo, prosseguiu. — Então por que infernos você não é? — Perguntou socando o mais velho.
– Eu não quero saber se eu era seu ídolo. — O Abadeer respondeu limpando o sangue de sua boca, ainda deitado. — Eu mudei. E você deveria fazer o mesmo. Me escuta, garoto. Essa vida é como um espelho. Uma simetria bilateral, onde o que nós fazemos é um lado A, e o que nos é feito é um lado B. Só que como eu disse, são lados simétricos. O que eu faço no lado A, é o que vai ser feito a mim no lado B. — Concluiu sério. — Agora pensa bem, se o que você faz hoje, é o que você quer que seja feito a você amanhã. Essa vida é vivida numa simetria perfeita. Vocês estão tentando acabar com a vida de todos, atrás dessa fórmula pra imunidade solar, querendo dominar o mundo. Vampiros não são superiores a ninguém. Desiste.
– Mentira! — Terrence gritou, dando múltiplos socos no Demônio. — Eu não fiz nada a ninguém pra merecer isso! — Disse pontando pra marca da mordida em seu pescoço. — Me explica, que porra de simetria é essa?! Eu não escolhi essa vida! — Ele queria muito a resposta, a explicação pra teoria de Hunson e de onde ele a havia tirado, no entanto, o mesmo encontrava-se desmaiado, extremamente machucado, abaixo de si. — Desgraçado. — Murmurrou baixinho, prendendo-o de volta as correntes, colocou um soro que degradava aos poucos todos os sistemas de seu corpo, em sua veia, deixando a sala com o barulho dessa mesma substância pingando, que ecoava pela caverna toda. Pling, plong, pling, plong.
–---------------------x---------x----------x--------------------
Não muito longe do cativeiro do Pai de Marceline, uma base militar estava montada, protegida pela escuridão do subsolo, já que a mesma era subterrânea. Era enorme. Do lado de fora era como se fosse um campo de treinamento do exército, com um sentinela em cada lugar, vigiando o túnel que era a entrada, com todo tipo de equipamento possível, menos armas. Essas, há muito se perderam nos destroços da grande guerra dos cogumelos, e além do mais, eles não precisavam dela.
Em uma das milhares salas dentro da base, entrara um Vampiro, de estatura mediana, não mais de um e setenta, com um corpo definido, mas nada de mais. As botas de couro marrom estavam molhadas, como se ele viesse de um local úmido, as roupas, compostas de uma calça jeans preta, justa ao corpo, uma blusa também preta, porém folgada, com um tipo de armadura por cima e a longa capa de couro vermelho, estavam sujas e meio rasgadas, o cabelo castanho claro, nem grande, nem corte militar, repicado, bagunçado, com um tipo de franja batendo nos olhos, estava sujo e emaranhado, como se ele tivesse saído de uma briga, o que foi confirmado por um olho roxo.
– Terrence. — Um outro vampiro que se encontrava na mesma sala, sentado despojadamente em um tipo de trono, o saudou. — Pelo visto terminou lá, hm? — Indagou analisando o estado do mesmo.
– Sim, chefe. — Disse ajoelhando-se. — E como sempre, nada. Pelo menos ainda poderemos fazer os híbridos.
O tal "chefe" soltou um longo suspiro se ajeitando melhor em seu assento. — Muito bem. — Disse com sua grave e melódica voz — Eu tenho um plano, meu fiel Tenente.
– Certamente tem, Senhor. — Terrence respondeu, ficando de pé.
– O baile, encontro, o não sei o que lá da realeza de Ooo é daqui a uma semana, certo? — O subordinando concordou com a cabeça. — Pois bem. Se os boatos de que ela anda com humanos forem verdadeiros, creio que ela deve estar no Reino Doce.
– Não sei, chefe. O que tem a ver uma coisa com a outra?
– Ora, não fora informado? — O Vampiro perguntou com um sorriso. — Ontem a noite chegou uma informação de que o último humano mora nas redondezas do Reino Doce. Logo, se ela anda com um...
– Ela deve estar lá! Mas senhor. — O Tenente ponderou. — São só boatos, ela só foi vista uma vez com um humano. E ainda assim, boatos. Não tivemos como verificar, com tanta segurança pros lados de lá.
– Sim, meu caro, no entanto, é nossa pista. Mas voltando... Ela é a Rainha dos Vampiros, e o encontro é das Realezas. Está entendendo a linha de raciocínio?
– Ela deve estar aos arredores do Reino Doce pra estar nesse encontro, e por isso foi vista com um humano, é isso?
– Exato! Tudo contribui para pensarmos assim! — O "Chefe" exclamou, levantando-se. — O plano é...
–---------------------x---------x----------x--------------------
– Bonnie, a gente pode descançar? — Marceline pediu pela milésima vez, deitando a cabeça sobre a mesa, onde livros e mais livros encontravam-se, fazendo uma pilha.
A princesa suspirou pesadamente, deixando seu microscópio de lado, direcionando o olhar para a Vampira. — Vampiros não deveriam não se cansar? — Perguntou tombando a cabeça de lado, com um sorriso em seus lábios. Era tão, tão, tão bom ter Marcy de volta que ela simplesmente não poderia parar de rir.
– Bem, depende. — A Rainha levantou a cabeça com um sorriso safado. — Quando a gente fazia amor eu ficava bem cansada. Bem cansada.
– MARCELINE! — Bubblegum gritou mais vermelha que a menina de jujuba de morango que morava perto do castelo. — Você é tão inapropiada!
– Okay, okay! — A vampira riu, cruzando os braços atrás de sua cabeça. — É sério, estou cansada. — Fez biquinho. — E com fome. E sono! Já é de manhã, viramos a noite!
– Certo. — Bubblegum disse olhando seu relógio. — A gente pode comer no meu quarto, e depois dormir.
– N-No seu quarto? — Marceline indagou levantando uma de suas sobrancelhas.
– Sim, todos os quartos de hóspede estão ocupados, então... Mas você não se imoporta, né? — Jujuba soltou com um risinho.
– N-Não, claro que não! — Uma Marcy muito corada respondeu, coçando a parte de trás sua cabeça.
"Só não sei como vou me controlar, Princesa..."
Notas finais
[reeditando] Oi de novo! Reeditei o cap., pois verifiquei que o mesmo veio com MUITOS erros. Espero que esteja tudo certinho agora. Qualquer coisa, só avisar ^^ [/reeditando]
Fale com o autor