Untitled

3 Long time, no see. Long time, no say.


Notas iniciais
QUAAAAAAAAAAAAAAL É OVELHINHAS! ~não vi ninguém se manifestando contra 'ovelhinhas', então é isso mesmo.~ UAHUAHSAU Como vão? Saudades? q AUSHUAHSUAS Perdão, sei que demorei. Mas é aquilo. Escola, aula de música, vestibular, criação do enredo da história, crise, enfim. Desculpem. Prometo não demorar tanto no próximo cap. O lado bom é: Cá estou eu, com cap. novo e com a trama da história criada, o que é bem legal. UASHUAHA Bom, eu particularmente, achei o cap. meio chatinho, meio barra meio tijolo, meio pequeno também. But. Ele precisa estar ai. Pra história se desenvolver, sabe? Compenso no próximo! UASHUA Bom. Chega de falar. Vejo 'ocês' lá em baixo!

Boa leitura!

Well I was there on the day

They sold the cause for the queen

And when the lights all went out

We watched our lives on the screen

I hate the ending myself

But it started with an alright scene

A Vampira ponderou algumas vezes sentada em seu sofá: Será que ela deveria mesmo voltar à vida normal? Melhor, será que ela conseguiria voltar? Poderia ser chamada de normal a vida sem... sem ela? Perguntas invadiam sua cabeça, e ela não sabia como responder. Levantou-se, flutuando em direção ao banheiro, a cabeça fervilhando em pensamentos. Abriu a segunda gaveta do armário branco de madeira, pegando uma máquina de cortar o cabelo.

– Bom, se eu decidir voltar, não posso estar desse jeito. — Disse encarando os longos cabelos negros que agora passavam e muito dos seus pés. Pegou a máquina e começou a raspar a lateral, observando as belas mechas caindo e o "sidecut" sendo formado. — Agora... — Disse guardando o objeto e pegando uma tesoura. — Esse tamanho todo não rola também, hm? — Começou a cortar, deixando a nova medida na altura do meio das costas, com as pontas bem repicadas. Se ela não fosse um híbrido, provavelmente teria ficado uma porcaria. Mas ela era. — Perfeito. — Concluiu satisfeita, saindo do banheiro.

A parte de baixo da casa ela já havia arrumado. Demorou. Ah, como demorou. A quantidade de lixo, sujeira, bichos e o que mais você possa imaginar encontrar na casa de uma vampira depressiva, era absurda. Mas finalmente o lugar estava como costumava ser. Acolhedor e sombrio, igual a ela, se é que isso era possível. Restava agora a parte de cima: Quarto e banheiro. A Rainha estava evitando isso. Muitas lembranças e objetos de alto valor emocional encontravam-se em seu quarto. Vamos Marceline, você aguenta! Já tem mil anos! Encorajou-se.

Ao entrar no cômodo se perguntou como conseguiu dormir ali por dois anos. As roupas estavam espalhadas no chão, cacos de vidro, resultado das garrafas de bebidas quebradas, repousavam em cima da mesinha de cabiceira, que por sinal, estava tomada de poeira e teias de aranha, assim como as quinas das paredes do quarto e outros móveis encontrados no mesmo.

A cama era uma bagunça de lençóis e traveseiros, mas não igual a bagunça que ela e Bonnie faziam depois de uma noite se amando. Ah, como a vampira sentia falta daquelas noites. Sentia falta da rosada, pra ser sincera. Bonnie, Bonnie, Bonnie. Bonnie o caralho. Chega de Bonnie. Pensou, se repreendendo. Começou a limpar a zona enquanto cantava uma música qualquer.

Algumas horas depois tudo se encontrava impecável. Móveis lustrados, piso encerado, cama arrumada. Banheiro limpo, cheiroso. Só falta uma coisa... Marceline mentalizou olhando para a caixa que estava dentro se seu armário cujo as portas se encontravam abertas. Vamos, eu consigo!

Pegou o pequeno quadrado de madeira e sentou-se na cama com o dito objeto em seu colo. Bonnie & Marcy, estava talhado na madeira da tampa. Ao ler, a Rainha sentiu borboletas em seu estômago. Abriu. Foi como se a essência da Princesa do Reino Doce invadisse seu quarto, assim como as memórias que pipocavam sem parar em sua mente. Aproximou a caixa de seu nariz e inalou uma boa quantidade daquela fragância maravilhosa, enquanto sentia seus olhos marejarem. Era perda de tempo tentar explicar o quanto ela sentia falta daquele cheiro. Chorou baixinho.

Após se recompor, deu uma boa olhada pra dentro da caixa. Dentro da mesma, via-se uma montoeira de fotos, pequenos bilhetes de aniversário, alguns apenas um lembrete do amor que uma sentia pela outra, cartas, alguns presentes, como o belo cordão de prata com um pequeno pingente de uma jujubinha, que Bonnie havia dado à vampira, e... Uma calcinha de renda rosa?

– Eu não acredito! — Exclamou, esticando a peça íntima em suas mãos. — Eu quase me esqueci que tinha guardado isso numa das vezes que ela veio aqui.

Olhou o tecido por mais um tempo e resolveu guardar dentro de sua caixa. Se eu ficar contemplando isso por mais um minuto, juro que me interno. É só um pedaço de pano... Um pedaço de pano que ficava em contato direto com a... CHEGA! Já estava guardando no alto do armário, quando ouviu vozes abafadas e um barulho de vidro quebrando no andar de baixo.

– Quem está ai?? — Silêncio. Sem resposta, desceu as escadas. Ao chegar à sala, se deparou com uma janela quebrada, e voltou a ouvir sussurros. Aumentou o tamanho de suas orelhas para que pudesse ouvir melhor.

– Cara... A gente tá frito! — Uma voz exclamou.

– Calma brow, a Jujuba mandou a gente aqui pra uma missão, então temos que cumpri-la, parceiro. — Uma outra voz respondeu.

J-Jujuba? Marceline se perguntou com os olhos arregalados. Por que infernos ela mandaria alguém aqui? Seus pensamentos foram interrompidos quando seus ouvidos captaram um bipe na escuridão da sala. Direcionou o olhar pro local de onde vinha o som, e reparou na janela quebrada. Logo abaixo da mesma, ela avistou um pequeno videogame, esverdeado, bem familiar para a vampira.

– BMO! — Ela exclamou, pegando o objeto no colo. — Que saudades bebê!

– Marcy! — O vídeogame respondeu feliz. — Quanto tem-

– LARGA ELE, SEU MONSTRO DAS TREVAS! — Um cachorro falante amarelo interrompeu, escancarando a porta.

– É, larga ele, Marceline! — Um menino com um chapéu de urso branco, concluiu.

– Como é que você sabe meu nome, garoto?

– A princesa Jujuba nos disse. — O cachorro lhe respondeu. — Agora solt-

Antes que o mesmo pudesse terminar, a Rainha transformou apenas seu rosto num monstro assustador, com presas super afiadas e olhos verdes, assustando o pobre do cão até os ossos, que saiu correndo gritando: Aí Finn, não da não meu irmão!

– Jake! — O humano gritou, virando-se, pronto pra correr atrás de seu amigo. — Volta aqui parceiro!

– Não, não. — Marceline disse, flutuando pra tampar a janela quebrada. — Ninguém invade a casa da Rainha dos Vampiros e sai sem dar explicações...

– Só solta o BMO, por favor! — O menino exclamou, indefeso. Sua espada estava do lado de fora, perto da janela... Se ele conseguisse sair dali e pegá-la... Mas não ia dar certo.

– Tudo bem, Finn. — O videogame disse sorrindo. — A Marcy era minha antiga dona.

– Errr, d-desculpa então, Marceline! — Ele disse envergonhado, coçando sua cabeça.

– Tudo bem. Mas me diz, o que te traz aqui?

– Bom... — Finn começou. — A Princesa nos pediu para verificarmos se você ainda morava aqui.

Depois de dois anos, ela só se interessa em saber se eu ainda estou aqui agora? Tsc.– Pra que ela quer saber isso?

– Porque semana que vem é o Grande Encontro da Realeza de Ooo! E você, milady — Continuou, apontando pra menina a sua frente. — Deverá comparecer! Alguns vampiros estão causando problemas, principalmente pro Reino Doce. Além do Encontro, ela requisitou sua presença no castelo, afim de discutir esses problemas a sós. Então, nos enviou aqui afim de te localizar!

– Hmmm. — Mal saí da minha rotina de depressão e já vou encontrar o motivo de estar na mesma? Só pode ser brincadeira.– E quando devo ir ao castelo, Finn?

– Agora mesmo, se puder! — O rapaz respondeu sorrindo. — Pronto pra voar, BMO?

– Yu, yu, yay yay, sim! — O aparelho respondeu.

– Ei! — Marceline chamou a atenção dos dois. — Quem disse que eu vou levar vocês? Eu sou do mal! — Exclamou pondo uma mão na cintura. — E quem disse que eu sei voar pra vocês?

– Jujuba disse. E você não é do mal, madame. — Finn disse alegre. — É suuuper do bem! — Concluiu esticando os braços fazendo um 'joinha' com a mão.

– Não exagera, moleque. — Marceline disse com um risinho. Gostara de Finn. — Sobe ai. — Virou-se para que o humano pudesse subir em suas costas. E assim ele o fez, segurando BMO.

Estavam prestes a levantar vôo quando viram um grande cachorro amarelo correndo com uma estaca de madeira na mão.

– SOLTA ELE, SUA CRIATURA MALIGNA, CHUPADORA DE SANGUE! — Não levou nem três segundos pra Rainha virar um lobo e o cachorro dar meia volta gritando: DESCULPA PARCEIRO, EU VOLTO!

Já no caminho do Reino Doce, Marceline deixou sua mente vagar. Será que seria bom rever a Princesa? O que os vampiros estariam fazendo pra Bonnie mandar alguém procurá-la depois de tanto tempo sem notícias? Será que Jujuba sentia falta dela, pelo menos um pouquinho? Será que pensava nela de vez em quando? Por mais que detestasse admitir, Marceline ainda a amava. Nunca deixou, assim como havia prometido há tantos anos. Ela esperava fielmente que as respostas pra suas duas últimas perguntas fossem positivas... Mas ela sabia, no fundo, que era mentira. Se pudesse, a vampira daria meia volta, e dormiria por mais alguns anos. Não estava preparada pra ver sua amada. No entanto, era tarde de mais. Sem nem perceber, já andava pelos corredores do castelo, guiada por Finn e BMO, quando ouviu o humano falar.

– PB! — Bateu na porta do laboratório da monarca. — Olha quem trouxemos!

E então, Marcy a viu. A porta abriu, revelando uma Bonnibel visivelmente cansada, e porque não, sujinha? Os cabelos presos num rabo de cavalo mal feito, deixando mechas caírem por seus olhos, o grande óculos de leitura, as olheiras fundas e escuras e, finalmente, o jaleco sujo e folgado, deixavam visível o estado que a princesa se encontrava. Zumbi. Pra Rainha, continuava linda. Mas o que chamou a atenção, foi o fato de que a rosada não pareceu envelhecer nada, desde o último encontro das duas. Interessante. A vampira pensou.

– Marceline. — Disse séria, com uma voz cansada. — Quanto tempo.

É. Muito, muito tempo...

Notas finais
E AEEEEEEEEEEEEEEEEE?! UAHSUAHSUAHS Mandem reviews, MP's, mentions no twitter, mas POR FAVOR. Me deixem saber o que acharam ,-, AHSUAHAUHS Agora a história começa pra valer, tunts tunts. E ai? Marcy e Jujuba vão voltar? Como a princesa se sentiu nesse tempo sem a Marcy? Será que vai rolar uma aventura por causa desses Vampiros e eu vou ter que adicionar mais um gênero à história? UASHAUSHAH Não perca, essas e outras perguntas que surgirão eventualmente, no próximo cap. de... Untitled! q AUHSAUHSUAHSAUHSAUHSUAHAUHSAHS Parei. Tchau, Ovelhinhas! *-*

B