Universo Tom
3 Capítulo 3 (Parte 1)
A manhã foi tranquila para uma manhã de sábado. As meninas acordariam tarde, em especial a minha Eliana. Faziam anos que eu não transava com uma adolescente e neste momento não me importaria se o pai dela fosse outro. Ao menos ela e eu tínhamos uma espécie de acordo. Na cama seríamos apenas homem e mulher. Mas o fato é que ela me lembrava a mãe dela quando jovem.
Ruby foi ao supermercado e levou consigo o filho Rick. Num quarto estava a dormir a pequena Jaz. Seu corpo ainda estava a evoluir, mas era muito bonito. Fui direto para o quarto da Eliana na expectativa de que estivesse a dormir, mas para minha surpresa ao entrar no quarto a cama estava vazia. Ouvi então o barulho da duche a vir da casa de banho que dava para o quarto dela. A porta estava entreaberta.
Vi-la despida, de olhos fechados a enxaguar os cabelos. Fiquei alguns momentos ali parado, mas logo voltei ao quarto dela. Aquilo mexia comigo. Sentei-me na cama tentando não agir por impulso e quando dei por mim a água tinha parado de cair e ela havia entrado no quarto. Quando notou minha presença tratou logo de pegar a toalha num canto esquecido e se cobriu. Foram cenas sem proferir palavra alguma.
Mas também nem precisava.
Eu respirava levemente ofegante a tentar controlar meus impulsos em vão. A encostei contra a parede a olhando em seus olhos a mantendo presa pela cintura e encostando meu volume nela. Olhamo-nos nos olhos um do outro e foi aí que a beijei. Para minha surpresa fui totalmente correspondido a sentir os braços dela em volta do meu pescoço. Aproveitei para lhe retirar a toalha que lhe cobria seu corpo nu.
– Espera... [falei entusiasmado]
Retirei meu shorts de box e tudo. A puxei bruscamente para mim, lhe dei um tapa no traseiro e o apertei. Com certeza ela ficaria marcada. Continuamos a nos beijar. Parecia que ela sabia exatamente o que eu queria que ela fizesse. A coloquei na cama e ela me olhava como vagabunda ao abrir as pernas. Ela me queria ali e eu também. Me masturbei e me sustentei um pouco. Usar preservativo nem se passou pela minha cabeça. Também não preparei a intimidade dela dessa vez. Por acaso ela já estava levemente molhada, não era o suficiente, mas eu não queria perder tempo ali. Logo minha esposa chegaria e eu ainda precisava ir arar o campo. Me coloquei muito rapido a dar muitas rápidas estucadas sem me importar se a machucava ou não. Uma mão lhe apertava o pescoço e a outra por algumas vezes apertava um dos seios ou lhe dava palmadas no traseiro. Ao terminar a minha sessão relaxamento, saí de dentro dela e lhe chupei os seios. Eliana me olhou estranho. Parecia não estar tão satisfeita quanto na noite anterior. Seus olhos para mim era frios. Mas deve ser frescurites femininas. Me vesti e saí daquele lugar.
O sol estava quase a pino. Aparentemente me demorei bem mais que o imaginado. Subi na mota e fui pro terreno vizinho que eu havia comprado fazia uns meses para pôr o gado a pastar. O gado estava um bocado fraco. Eu sabia que havia algo de errado, então decidi chamar um veterinário...
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