Universo Tom

4 Capítulo 3 (Parte 2)


Notas iniciais
Esta história contém uma co-autora não listado no site.

Finalmente havia chegado o veterinário com um atraso significativo. Mas não era um homem e sim uma linda mulher de pele morena e cabelos ondulados. Vi-la fazer o serviço e a elogiei. Disse também que não havia ninguém na casa, mas ela era comprometida e do tipo fiel.

Porém não sou de levar foras e ficar por isso mesmo. Estava decidido a conquistar ela e agora teria como desculpa os animais de nossa propriedade. Ela foi-se embora e depois entrei na casa. A Rubi não estava, mas eu pensava que o Rick estaria com a mãe. Passei pelo quarto da Jaz e senti uma movimentação estranha. Foi aí que decidi espiar pela fechadura e vi! Era minha menina Jaz e meu enteado aos beijos. Rick lhe tocava na intimidade por cima da calcinha dela que a esta altura já devia estar molhada. Os dois davam beijos duradouros, então pensei que fossem transar, mas pelo visto não passou disto. A Jaz segurava o pulso dele como se quisesse o afastar e ao mesmo tempo o manter ali. Me parecia que ela não sentia confiança. Meu enteado queria foder minha filha caçula e isto estava me excitando. Jazmín se afastava sentada na cama e Rick parou de a tocar. Com certeza eram os dois virgens. Ou pelo menos ela.

Fui para meu quarto, fechei a porta com chave, tirei a roupa e fui tomar banho. Logo notei que havia alguém no box a tomar banho, mas não era minha esposa. Era minha filha mais velha.

—Você? Aqui?

—Meu chuveiro deu problema. Tá emperrado, tens de consertar.

—Depois faço isso. Posso entrar?

Ela apenas deu-me um sorriso e abriu a porta convidativa. Entrei e fechei a porta do box indo para debaixo do chuveiro. Fechei os olhos a sentir a água fresca tomar minha pele quente e suada do dia exaustivo de trabalho que tive. Meu pau estava literalmente duro como rocha e ter uma jovem a dividir o box comigo toda nua me deixava com tesão. Pensei que ela fosse sair, mas foi ao contrário. Ela ficou e senti meu pau ser chupado. Abri os olhos e ela estava frente a mim de joelhos e a chupar ávidamente meu imperador enquanto cravava suas unhas nas minhas coxas.

—Princesa... Deixa-me tomar banho...

Ela parou de me chupar o caralho e começou a chupar minhas bolas. Era sempre eu a fodê-la, mas aquilo estava a acabar comigo. Parecia um tipo de vingancinha. Vi-me encostado na parede do box a gemer enquanto ela me chupava e gozei em sua boca. Para minha surpresa ela estava a engolir. Mas decidi que aquilo não ficaria assim.

Desliguei o chuveiro, a fiz levantar enquanto meu gozo escorria pelo meu pau e com outra mão ela limpava a própria boca. A puxei pelo o braço a levando para o quarto a jogando em cima da cama que era minha e de minha esposa. Ela me puxou pelo pau para a cama aquela danada.Eu estava cheio de tesão e parecia que eu não iria conseguir aliviar-me tão cedo. A beijei, mordisquei seus seios e com a mão pude sentir que ela igualmente estava cheia de tesão.

—Hoje quero no rabo!

—O quê?

Até paralisei com aquilo. Não esperava isso dela.

—Quero ser fodida dos dois lados. Nunca tive uma foda assim!

Ela parecia decidida, então penetrei sua flor de lótus que já não era tão apertada como antes, mas mesmo assim não era tão fácil de entrar. Penso que meu genro não sabia fazer um bom serviço ou talvez nem sequer o fizesse. Gozei nela e ouvi seus gemidos roucos ao meu ouvido me pedindo para a comer por trás. Mas eu temia que aquilo fosse apenas um capricho. Já a tinha comido algumas vezes, mas a comer por trás seria ir longe demais.

Eliana foi ficando cada vez mais apertada e a gemer, mas eu queria me esvaziar por completo. Era demasiado chato ficar de pau duro por aí. Ela já não me aguentava em si, então para não forçar nada saí de dentro dela deixando a cama toda molhada do meu mel e a cama com cheiro forte de sexo. Eu estava cansado, mas ela estava exausta. Terminamos a transa com um longo beijo, e foi transando com ela (minha filha de 18 anos) que fiquei a pensar na Jazmín. Será que o Ricardo tinha conseguido transar com ela?

—Vai tomar uma duche Eli... Preciso trocar os lençóis de cama e colocar pra lavar.

Nos despedimos naquela cama com um leve beijo. Fiquei olhando ela ir ao banheiro. Que belo rabo ela tinha! Pus-me logo a vestir qualquer trapo limpo e a trocar a roupa de cama. Levei tudo pra lavanderia e quando saí deixei a porta do quarto destrancada. Depois de deixar os lençóis lavando na máquina resolvi descobrir se havia acontecido algo entre meu enteado e minha filha mais nova.

Ricardo já estava no quarto dele. De pau feito e com cara de frustado.

—Que aconteceu Rick?

—Nada.

—Como nada?

Sentei-me na cama dele e revelei que já havia percebido que ele e a Jaz se gostavam. E fui mais além...

—Passei pelo quarto dele e vi sua mão na vagina da minha filha.

Fui bem direto, o que deixou o garoto completamente vermelho. Eu ria-me por dentro com aquilo.

—Ela é virgem, não é?

—Sim.

—E você?

Ricardo ficou calado e encarei aquilo como um afirmativo a respeito do que eu havia pensado.

—Se fosse pra escolher alguém pra foder minha filha eu escolheria a ti. A sério!

Ele me olhou como se eu tivesse a dizer a maior asneira do mundo então completei.

—Ricardo. Vou conversar com ela. Ter uma boa conversa e lhe explicar umas coisas. Depois quero que dê a minha filha uma boa foda. Porque senão há de ser uma coisa decepcionante para os dois. Outra coisa, seja carinhoso com ela e não vá com muita sede ao pote para não a assustar.

Depois das coisas que disse a ele fui para o quarto de Jaz e tranquei a porta. Ela estava a ler uma revista pornô e logo a escondeu debaixo do travesseiro. Eu por outro lado estava às gargalhadas com aquilo. Sentei-me na cama dela e conversamos sobre o assunto.

—Se gosta dele, tens de deixar que ele te toque e te ame. Quando assumirem o namoro vou estar do vosso lado.

—E como devo agir quando ele me toca?

—Tire a roupa. Agora.

Ela olhou-me a estranhar a situação.

—Vou te mostrar umas coisas, vamos filha, tire a roupa.

E ela se despiu. Desde que cresceu eu ainda não a tinha visto nua. Meu companheiro até estava a querer se reerguer para um 2º round de excitação.

—Agora fique deitada confortavelmente na cama que vou lhes dizendo algumas coisas importantes para a sua primeira vez.

—Mas porque devo ficar sem roupa?

—Porque... Porque... Porque não faria sentido ficar vestida, bolas!

Ela já despida se deitou.

—Agora relaxe... Isso... Respire tranquila... *fiz a respiração como ela deveria fazer e fui mexendo em seus braços e pernas para que ela relaxasse a musculatura. Abri devagar suas pernas e comecei acariciando.*

—Que estás a fazer?

—Te preparando para receber a pica do Rick.

Chupei-a e sentir ela gemer baixinho.

—Vês? Só tens de te relaxar.

—E depois?

—Depois é com ele. Deixei que ele enfie o pau dele dentro de ti.

—Vai doer?

—Não vou mentir. Vai doer sim. Mas faz parte. Quando se sentir pronta pra transar com ele fale pra ele. E depois que fizerem isso, venha me dizer como foi.

—Isso não ia ser estranho?

A cobri com um lençol, sorri e saí dali.