Universo Tom

2 Capítulo 2


Eu sentia-me cada vez mais excitado enquanto tomava do seu néctar e a escutava gemer baixinho. Limpei minha boca com o lençol e meti-me dentro dela devagar a observar sua expressão e gemido. Chupei seus seios jovens e durinhos, porém ligeiramente fartos naturalmente a deixando cada vez mais excitada.

–Oh!

–Estou a te magoar?

–Dói um pouco... Mas por favor, não me deixe nessa agonia...

Percebi o que ela quis dizer e comecei a dar estucadas em ritmo leve e aumentando aos poucos.

–Oh sim!

–Escutava os seus gemidos e sentia que ela nunca teve uma noite assim com ninguém e que desejava ser preenchida com amor e... Merda! Esqueci de pôr a camisinha! Agora não dava mais jeito. Fiz-la gozar e deixei meu leite condensado a preencher toda. Escutava seus a ficarem cada vez mais alto. Por sorte as paredes eram bem grossas e não deixariam o som a ultrapassar. Senti a intimidade de Eliana a ficar apertada, mas não liguei e continuei a socar cada vez mais forte enquanto lhe apertava o bico dos seios.

–Não! NÃO PARE!

Ouvi um alto gemido. Sim, fiz-la ter um orgasmo duplo enquanto me metia nela mais e mais.

–Pára um pouco por favor... Eu...

–Tudo bem, tudo bem... Cansou foi?

Ela afirmou com a cabeça e fui parando e retirando-me de dentro dela. A minha filha a quem sempre dei carinho e amor agora havia recebido de mim um amor de forma diferente. Se é que sexo pode ser chamado de amor. Naquele momento não me vinha nada mais a cabeça do que a sensação de que havia feito aquela jovem mulher feliz na cama. Eu sequer lembrava-me que se tratava da minha filha.

–Durma bem. Agora acho que vais conseguir.

Olhei aqueles olhos claros e a beijei no canto da boca. Ela permaneceu em silencio e parecia cansada. Olhava-me como se estivesse ainda extasiada. Levantei-me e vesti meu short. Em seguida saí do quarto e fui para o meu. Tomei uma duche rápida para tirar o cheiro de sexo de mim quando reparei que meu pau não havia sido completamente esvaziado e que ainda estava um pouco de pé. Eu estava apenas coberto por uma toalha que logo retirei a deixar pendurada perto da cama. Olhei para minha esposa que estava a ter um sono pesado como de costume. Eu podia ter saciado a fome da Eliana, mas para mim ainda não havia sido suficiente.

Rubi dormia de bruços e seus cabelos lhe cobriam o rosto. Me aproximei e afastei completamente o lençol que lhe cobria. Lhe toquei num misto de ansiedade e temor sua intimidade e a masturbei para que ficasse molhadinha pra mim. Ela mexeu-se na cama a ficar de frente. Por um momento senti um frio na barriga achando que fosse acordar, mas não foi bem assim. Resolvi então continuar a minha pequena aventura e baixei um pouco sua camisola branca a aumentar o decote dos seios para que pudesse os beijar. Eu preferia beijar os seis do que morder a bunda. De toda forma eram ambos agradáveis.

Com cautela afastei-lhe uma perna da outra e com a mão voltei a masturbá-la, mas ainda não estava no ponto. Foi ai que resolvi mudar a tática. Fui até uma gaveta e peguei um gel lubrificante. Lhe passei na intimidade e depois no meu pau que já estava completamente endurecido com a cena toda. Não resisti e meti-me logo dentro dela sem mais nem menos a dar-lhe estucadas fortes. Com minhas mãos eu segurava as pernas dela para que pudesse ter o controle da situação. Quando comecei a gozar vi-la a mexer-se um pouco como se quisesse acordar.

–Agora não amor... Por favor...

Liberei toda a minha tensão dentro dela completamente. Nem sei sequer quanto tempo se passou naquela minha "aventura". Só sei que após esvaziar tudo a beijei na boca como recompensa por ela ter ficado tão quietinha. Foi aí então que ela despertou. Meu "rei leão" já estava fora dela, porém ela acordou surpreendida ao ver meu corpo sobre o dela e minha boca a beijar a sua.

–Não... Que pensa que está fazendo Tom...

Ainda me parecia ensonada, foi aí que falei:

–Feche os olhos... É apenas um sonho.

Dei um leve beijo em sua boca ao final e lhe passei uma mão a fechar os olhos seguido por um beijo final na bochecha. Ela tornou a dormir e eu já cansado fiz o mesmo. Tanto eu quanto ela estávamos sujos de sexo.

Quando acordei no dia seguinte ela estava sentada na cama a me olhar estranho.

–Que houve amor?

–Fizemos sexo ontem a noite?

–Quê? Do que estás a falar?

Fiz-me de desentendido. A verdade é que nem eu mesmo lembrava-me ao certo do ocorrido. Ainda estava ensonado e ela me veio com um bombardeamento de perguntas.

–De ontem! Argh! Deixa pra lá... Deve ter sido sonho mesmo...

–Sonhastes comigo foi?

–Levanta... Tens de ir trabalhar. Foi tomar uma duche e fazer a comida do café da manhã.

Notas finais
Este capítulo inclui uma co-autora não listada no site.