Universo Tom

1 Capítulo 1


Notas iniciais
Este capítulo inclui uma co-autora não listada no site.

Me chamo Tomás e não aparento ter por assim dizer, os meus 40 anos. Tenho uma linda esposa ruiva com olhar incendiante que me ama e um enteado ligeiramente parecido com ela, principalmente em relação ao cabelo. Tenho duas filhas que moram com a mãe delas e meu irmão, que calhou ser o padrasto das meninas. Bem, já não são tão meninas assim, mas aos meus olhos sempre serão. A mais velha tem 17 anos, ou pelo menos tinha, porquê ontem ela completou 18, então já agora é maior de idade. A mais nova ainda tem 15 e são minhas duas princesinhas. Ambas são loiras, mas o cabelo da Jazmín (minha filha mais nova) em particular parecem o brilho do sol.

Jantamos todos juntos. Rubi (minha esposa), Ricardo (meu enteado a quem chamamos de Rick), Eliana (filha mais velha) e Jazmín (minha filha mais nova). Durante o jantar notei uma troca de olhares entre Rick e Jaz. Parecia-me amor adolescente, mas não comentei nada com a minha esposa. Ela andava a querer agradar a todos como sempre. Sua amabilidade (para além de suas curvas, claro!) me fazia desejá-la ainda mais. Quando deu por volta das 23 horas fomos dormir. Estávamos todos cansados com o dia. Elas a arrumarem a casa com faxina e essas coisa, já o Rick e eu trabalhamos o dia todo na pilhagem dos grãos de milho. Ainda faltava muito, mas boa parte do trabalho já estava feito e na segunda iríamos vender na cidade.

Tomei minha duche, saí despido ao quarto e fui me deitar. Todas as luzes da casa estavam apagadas. Minha esposa estava a usar uma linda camisola branca e estava sem sua calcinha. Entretanto já estava adormecida, então decidi não mexer com ela para ter qualquer coisa. Ela andava bem cansada nos últimos dias e confesso que por culpa minha. Beijei o alto da sua cabeça e coloquei meu short. Saí do quarto para ir até a cozinha, mas no corredor ao passar por um dos quartos notei pelo espaço por debaixo da porta havia a luz acesa. Coloquei minha mão na maçaneta e abri sem fazer barulho. Para minha surpresa a Eliana estava a se masturbar deitada na cama despida completamente. Entrei silenciosamente, contemplei aquela imagem sensual e tranquei a porta com chave.

-Pai!

Exclamou ela um bocado constrangida a cobri-se com o lençol. Sua face ficou rubra e me aproximei dela a lhe acariciar o rosto sentando-me ao seu lado.

-Estás mesmo necessitada para ter chegado a esse ponto aqui em casa...

Falei com um sorriso descontraído.

-Desculpe. É que o Vítor está longe e... É que pensei que... Como estavam todos a dormir...

-Pensou que ninguém fosse te flagrar, certo? Não se preocupe, sou seu pai. Não um bicho de que possa ter medo princesa.

Ela ainda parecia constrangida e eu estava necessitado. Vê-la se masturbando me deixou acesso e isso notava-se pelo volume no meu short. Então completei.

-Sabe de uma coisa? Também tenho minhas necessidades... Não me parece certo vê-la assim tentando resolver seu problema quando eu poderia fazê-lo.

-O que quer dizer com isso?

Ela parecia-me perceber o que eu dizia, mas fez-se de desentendida.

-Somos adultos. E se quiser podemos resolver o seu problema. Ninguém ficaria sabendo e além disso seria apenas sexo.

-O quê? Mas somos pai e filha!

Ela parecia indignada, então tentei acalmá-la.

-Calma princesa... O que quero dizer é que na cama podemos ser homem e mulher, mas fora dela seremos pai e filha como sempre. Nada mudará. Apenas estou tentando resolver seu problema. Mas isso só se quiser.

Falei tentando convencer a mim mesmo mais do que a ela com aquelas palavras que eu tinha acabado de proferir. Ela pareceu pensar, estar relutante e foi aí que então ela foi deixando o lençol lentamente revelar seus lindos seios. Eu nunca havia reparado o quão lindos eles eram.

-Seremos homem e mulher apenas aqui, certo?

-Assim como eu disse.

Dei um leve sorriso ao ver que ela havia deixado o lençol a destapar.

-Vais ver como será bom e acalentador para ti...

Deitei-a na cama confortavelmente e acariciei seus cabelos ao beijar seu pescoço.

-E se nos ouvirem?

-As paredes tem são grossas. São tipo barreira anti-som, não se preocupe linda.

Retirei meu short a deixá-la ver meu pau ereto. Ela deu gole seco.

-Se quiser paramos aqui.

-É que... Eu não imaginei que fosse assim... Nunca tinha parado pra... Ai...

Riu-me a perceber que ela falava do tamanho e espessura do meu pau. Pego em suas mãos e a faço tocar.

-Não tenha medo... Não é tão grande quando o de um ator pornô. É apenas acima da média se comparado com o dos mortais.

Fiz-la rir ligeiramente e a ficar tranquila deitada. Lhe retirei todo o lençol que ainda lhe cobria um pouco do corpo e passo a mão a percorrer desde sua face até suas pernas e subo novamente a tocá-lhe sua intimidade já umedecida.

-Preciso que abra as pernas senão não conseguirei fazê-lo.

Ela abre as pernas e me inclino a segurá-las enquanto analiso o que parecia ser uma flor rosada de tamanho médio e sem pelos pubianos. Certamente ela fazia depilação com cera a tirar tudo. Olhei-a pensativo.

-Que houve?

-Isso me parece errado...

-Mas será como disse. Imagine que sou sua mulher e quando eu olhar pra ti verei meu namorado.

-Quer mesmo que eu vá em frente?

-Por favor...

Levo minha boca até sua intimidade e enfio um dedo dentro dela a escutar um leve suspiro. Ela tinha uma expressão leve. Fiquei a brincar com meu dedo a enfiar e tirar em sua flor rosácea quando finalmente decidi provar de seu néctar. Seu cheiro e sabor eram inebriantes como um dia ensolarado de primavera.

-Humm... Bom...

-Gostas assim?

Falo ligeiramente a seguir com minha língua deslizando do seu clitóris até seu canal. E como era gostoso e deixava-me ainda mais excitado.