Universo Tom
9 Capítulo 5 (Parte 4)
Gemía-mos feito animais no cio enquanto eu fodia gostoso aquela bunda macia e até fazia uns estalos. Enchi seu traseiro de esperma e fiz-la gozar enquanto já com quatro dedos eu metia em sua rosa. Tirei meu imperador do seu anel que a esta altura estava mais para uma pulseira e ajeitei-a de modo que sua bunda ficasse mais empinada e enfiei meu membro com tudo naquela sua flor de lótus a bombear muito forte.
As estucadas eram nitidamente violentas. Eu gemia bem, mas ela parecia uma cadela que não conseguia parar de gemer. A esta altura já tinha esperma suficiente para encher o útero dela e da pequena Jaz... "Que é isso? Estou a encher o cabaço e o útero da minha filha mais velha já pensando em foder a mais nova, que ainda por cima é virgem? Que tipo de pessoa eu sou?" Não me deixei perder em pensamentos naquele momento, eu precisava esvaziar tudo e queria que fosse dentro dela. Meu membro já se sentia muito apertado ali, mas os gemidos dela me deixavam louco de tesão. Aquilo me parecia algo infinito e estava a escorrer uma quantidade de esperma que dava pra encher uma xícara de café. Tornei a me enfiar no rabo dela por mais um tempo e quando finalmente esvaziei, nós caímos exaustos na cama. Ela ria feito gata a miar e meu imperador já estava morto de tanto trabalho.
—Sinto meu útero tão cheio que era capaz de me teres engravidado desta vez...
Ela brincava, mas tinha algo de sério ali. Eu não queria deixar minha filha grávida, mas eu um risco que estamos correndo, porquê nem ela tomava pílulas e nem eu usava preservativo.
—Não fale isso nem de brincadeira!
Nos deixamos estar ali por uns vinte minutos. Ela tinha sua rosa a derramar meu mel por entre as pernas a sujar os lençóis. Ouvimos um barulho vindo do andar de baixo e vozes. Na certa Amber e Jazmin haviam chegado do trabalho e da escola respectivamente. Já era por volta das 19h.
—E agora?
—Agora ficas aqui no me quarto e telefona para a tua esposa a dizer que passou mal e que estás aqui em casa. Fala também que estou a preparar pra ti o quarto de hóspedes para soar mais convincente. Mas que por agora estás a descansar na minha cama.
De fato, transamos tanto que caímos de cansados...
—E além disso não seria de toda mentira. Hoje jantas e dormes cá em casa. Minha mãe não vai brigar. Além disso precisas descansar. Teu pênis não levanta tão cedo e sua mulher iria desconfiar.
—De fato saístes a mim. Pensas em tudo!
Ela riu-se e me deu um leve beijo.
—Vou tomar um banho e quando ficares mais disposto faz o mesmo, está bem?
Ela tomou banho e logo depois foi minha vez. Quando voltei ao quarto ela já não estava mais lá. Tinha saído. Vesti-me e percebi que el não havia mexido muito na cama, apenas coberto a cena com outro lençol. Peguei a calcinha dela e cheirei. Seu cheiro estava ali. Aproveitei também para telefonar para minha esposa. Disse que tinha passado mal por causa da pressão e que a minha filha achou melhor eu descansar. Também falei que naquele momento ela devia estar a ajeitar o quarto de hóspedes pra mim.
—Sim Rubi... Não se preocupe, se eu tiver febre ou algo assim as meninas devem ter remédio. Além disso a farmácia é aqui pertinho.
Minha esposa era ligeiramente ciumenta, mas acima de tudo era carinhosa e às vezes me tratava como seu menininho. Depois de desligar o telefone eu fui pra sala. Já estavam lá a Amber e minha pequena Jaz (que por sinal tinha um corpo bem desenvolvido, afinal ela tinha 15 anos!) a ver tv. Tava a dar um daqueles filmes antigos.
—Pai! *veio a Jaz me abraçar enquanto a Amber falava*
—Olá Tomás! A Eli já nos contou. Ela tá a arrumar seu quarto, se precisar de algo não hesite em me avisar. Já ligou pra Rubi?
—Já sim. A deixei mais tranquila, a coitava tava muito preocupada...
—Deixei comida pra ti e pra Eli em cima da mesa. A Jaz e eu comemos na rua e estamos cheia.
A Jazmin voltou ao sofá.
—Obrigado, vou comer algo e depois vou dormir. Tens algum remédio pra sono?
—Melhor não tomares este tipo de remédio, uma vez que já passou mal hoje. Faz o seguinte, tu come e vai pro quarto descansar. Lá tem um aparelho de som e podes ouvir música. A Eliana abasteceu o banheiro da suíte de hóspedes com escova nova e creme dental.
—Tá tudo arrumado mãe!
Voltava Eliana a usar um baby doll daqueles fininhos tipo flanela e cor de rosa. Nele tinha uns desenhos de lacinho. Ela tinha os cabelos soltos e molhados e úmidos.
—Pronto, agora vão comer e nos deixem assistir ao filme. Eliana, deixou água mineral no frigobar do quarto que seu pai vai dormir?
—Deixei sim mãe, assim de madrugada ele não sente sede. Vamos pai! Tou com fome!
Ela me puxou para a cozinha e ao chegar lá me roubou um beijo.
—Estás louca? *pestanejei baixinho* E se nos pegam?
—Elas estão distraídas com a tv... Agora senta... Hum... Yakisoba! Adoro! Elas devem ter passado num restaurante japonês no caminho pra casa. O bom é que a quantidade dá pra nós dois.
Comemos e tomamos refrigerante. Ela me olhava toda provocadora. Passei a mão por meus cabelos igualmente úmidos aos dela e coloquei meu prato vazio na pia. Depois fui para a sala onde Amber estava com a Jaz. Minha filha e ela estavam sentadas no sofá e a menina encostada a ela já a dormir enquanto Amber cochilava.
—Acho melhor as levar aos quartos pai.
Falou Eliana atrás de mim porque também já tinha terminado o jantar.
—Sim, vou fazer isso.
—Mas toma cuidado para não acordarem.
Levei primeiro a Jaz que dormia feito pedra. Quando a coloquei na cama a alça da camisola caiu um pouco mostrando um de seus pequeninos seios. Eu já os tinha visto antes e também todo aquele corpo ainda verdinho. A cobri com um lençol e a acomodei na cama. Ao voltar para a sala Eliana olhava a mãe a dormir.
—Vou levar ela agora e se eu fosse você iria dormir também.
—Tá. Boa noite!
Ela deu-me um beijo na bochecha igual uma filha faz a um pai. Peguei Amber ao colo e a levei para o quarto. A cobri também e fechei a porta. Fui para o quarto designado a mim e fechei a porta, porém deixei a chave dependurada. Fui ao banheiro da suíte escovar os dentes e quando voltei ao quarto a chave já não estava mais na porta. Eliana tinha escondido e quando me viu ligou o som numa música qualquer ao tipo "love songs". Ela ainda estava com aquele baby doll e se aproximava de mim. Sua boca tinha um batom cereja provocante daqueles que não mancham, acho que o nome é efeito matte.
—Eliana, não deverias estar no teu quarto?
—Deveria, mas quero dormir contigo. Não precisamos fazer nada, apenas dormir juntos. Por favor...
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