Unintentionally loved you
18 Truly my.
Notas iniciais
Flocos de neve enfeitavam o céu, anunciando o começo do inverno.
O branco cobria todo o reino, a pureza do inverno trazia tranquilidade após momentos turbulentos.
O castelo se tornava ainda mais exuberante sob a neve, o frio que o cercava estava em contraste com o clima quente e aconchegante dentro dele.
Principalmente para um casal, Robin não sai a nenhum momento do lado de Regina, quer está ao lado dela até que esteja sem por cento, recuperada, poder desfrutar da companhia um do outro como era antes de tudo acontecer, embora todos no castelo estivessem tentando superar, às marcas do ocorrido com a Rainha permaneciam intactas pelo fato do culpado estar solto pelo reino.
A raiva e sede de vingança ainda dominava Robin, porém a presença de Regina o fazia esquecer-se de tudo de não fosse desfrutar da companhia dela.
"É tão bom ver a cor voltando para seu rosto" Robin toca o rosto dela delicadamente com as pontas dos dedos, a admirando como se ela fosse uma delicada e bela flor.
"E é bom se sentir mais forte também" Regina completa o beijando e sentando no colo dele, o beijo começa a se torna mais intenso e Regina começa a abrir a camisa de Robin, ate que o mesmo a para.
"Você não vai tocar em mim, não é mesmo?" Ela pergunta relembrando as vezes em que tentou algo e Robin a negou.
"Não até que esteja totalmente curada" Ele lhe dá um beijo suave e doce "Mas depois minha querida, estarei muito contente em ter você se contorcendo sob mim" com as palavras de Robin, as bochechas de Regina adquirem um intenso tom avermelhado.
Apesar de desfrutar do prazer com Robin, sempre se envergonhava com a forma que somente com palavras ele despertasse tais sensações nela.
“Robin” Ela esconde a cabeça no pescoço dele.
“Não se envergonhe, não estamos fazendo nada de errado” ele a abraça pela cintura.
“Eu sei, mas a forma que você fala me deixa... quente” Se ainda possível o rosto de Regina fica ainda mais vermelho, enquanto ela tentava explicar de uma forma fofa.
“Eu sei exatamente com se sente, mas depois de quase lhe perder não cometerei erros, tudo em seu tempo”.
Mesmo ainda desapontada Regina acata a decisão de Robin, após sua quase morte ele se tornou ainda mais atencioso e no fundo ela sabe que ele está certo, ela tem que pensar com clareza e não deixar o desejo a cega-la.
“Você tem razão” Regina lhe um beijo doce.
“Será que Whale já chegou? Quero que ele me examine logo.”
“Eu vou me informar e logo voltarei” beija a testa dele antes de sair.
Assim que Assim que deixa os aposentos, percebe uma aglomeração de pessoas.
"O quê é isso?" pergunta engrandecido pela baderna.
"Irmão este homem informou ser o conde Robert Gold de Thorens" Emma que estava entre as pessoas informa Robin e acena para um homem que lhe era desconhecido.
"Conde Gold?" ele encara o homem.
"Majestade" Gold o reverência "Vim rapidamente de Thorens, assim que as notícias da Rainha chegaram, gostaria de sua autorização para poder ver minha afilhada"
Robin mede o homem de cima, em busca de algum sinal de mentira.
Já ouvira Regina falar de seu padrinho e quão importante ele é para ela, mas nunca o vira antes e não deixara qualquer um se aproximar de sua amada.
"Irei pergunta à Regina se ela quer receber visitas assim que o médico terminar de examina-la"
"Obrigado, Majestade"
Robin se vira para alguns guardas que estavam presentes.
"Acompanhe o conde a um dos aposentos e os demais peço para que se retirem para não incomodarem a Rainha" as pessoas aos poucos vão se deslocando.
"Whale" quando as pessoas vão saindo ele consegue ver o médico se aproximando.
"Majestade" Whale o cumprimenta antes de eles entrarem no quarto.
Regina que estava lendo um livro e para assim que vê Robin e Whale entrando.
Nos últimos se tornou frequente a presença do médico na corte, que examina a rainha diariamente.
"Bom dia, majestade" Whale cumprimenta cortealmente Regina, enquanto prepara seus instrumentos para o exame.
"Bom dia, Whale"
"É visível a sua melhora de Ontem para hoje" Whale fala quando começava a fazer o check-up em Regina.
"Espero estar bem logo, para sair deste quarto"
Ela suspira frustrada.
"Você já está quase completamente recuperada, presumo que seja o momento certo para discutir um assunto com os dois”.
Assim que Whale fala isto, Robin que estava em pé se senta na cama ao lado de Regina e se pronúncia.
"Que assunto seria este?"
"Bem primeiramente queria pedir perdão pela minha falta de ética por ter encobrindo isto" com as palavras do médico o sangue de Robin e Regina gela.
"Seja direto" Robin fala em um tom quase rude.
"Bem eu fiz várias pesquisas em busca pelo antídoto para o veneno sombrio e o único que eu achei havia entre as substâncias uma especifica que tem um efeito colateral"
Ele vai explicando delicadamente.
"E qual seria este efeito colateral, Whale." Regina já imaginava o que seria, porém queria ouvir.
"Bom o efeito colateral é infertilidade.”
“Infertilidade?” Regina pergunta apavorada.
“Sim, mas o efeito pode não ser permanente” Whale tenta os tranquilizar.
“Pode?”
“Eu tentei aplicar a dosagem mínima, mas não sei como seu corpo reagirá Majestade”.
“Por que não nos disse antes?” Robin pergunta furioso.
“Porque imaginei que agiria assim, peço perdão sei que minha atitude não foi profissional, mas não havia outra maneira de salva-la do antídoto” Whale fala arrependido.
“Você não tinha este direito, queria que tivesse nos dito antes de fazer isto comigo” Regina esbraveja furiosa, enquanto lágrimas escorreram pelo seu rosto.
“Whale, deixe-nos a sós” Robin ordena assim que percebe o estado de sua esposa.
“Claro, majestade” Whale sai rapidamente e Robin tenta se aproximar de Regina.
“Regina” ele tenta a abraçar.
“Não, não me toque” ela falava entre os soluços.
“Regina, meu amor não me afaste” Robin o puxa para um abraço que ela inicialmente rejeita, mas aos poucos o agarra buscando conforto.
“Shiu, por favor, amor no chore” ele a embalava tentado não só a tranquilizar, mas como também a si mesmo.
“Robin isto não pode estar acontecendo, você sabe que se eu for incapaz de produzir um herdeiro nosso casamento poderá ser anulado e poderei perder o direito ao meu trono também”.
Robin sabia exatamente as consequências disto, mas não poderia desistir de Regina.
“Regina, não podemos sofrer por antecedência. O próprio Whale disse que pode não ser permanente”. Carinhosamente seca as lágrimas dela.
“Mas se for?” Ela o olhava como uma criança assustada.
“Por enquanto não é então vamos pensar nisto, agora enxugue estas lágrimas por que não gosto de lhe ver chorar”
Regina dá um pequeno sorriso e secas as lágrimas com as costas da mão.
“Isso bem melhor, agora venha aqui” ele a chama para se acomodar novamente em seus braços e ela prontamente se entrega aos braços dele. “Não importa os desafios que enfrentemos, temos que ser fortes e cofiarmos um no outro porque Regina eu não admito lhe perder, você é a única coisa no mundo verdadeiramente minha.” Ele adorava quando ela o olhava intensamente, era indescritível o poder que o brilho âmbar dos olhos dela tinha sobre ele.
“Sou sua assim como você é meu”
“Inteiramente e incondicionalmente seu” ele completa.
Ele a beija suavemente, exatamente como ela amava, demostrando naquele gesto físico todas as emoções que sentiam.
“Obrigado, Regina” Robin agradece após o beijo e deixa Regina confusa.
“Obrigada, pelo o que?”
“Por me mostrar que mesmo pessoas em posições como a nossa podem experimentar um sentimento tão intenso como é o amor, confesso que antes lhe conhecer acreditava que amor era franqueza, um sentimento insignificante que me tiraria do meu foco pelo poder e o que não é totalmente errado, por que olhe agora para mim praticamente perco o ar cada vez que estou em sua presença, não consigo me concentra em nada que não seja seu cheiro, seu calor, o som de seus risos, você é única que me vê além do que o outro vê e sei que assim com me arriscaria por você, você se arriscaria por mim”.
Como acontece constantemente Robin faz Regina perder a fala, era tão incrível como em tão pouco tempo possa ter nutrido o sentimento tão grande por este homem.
“Como não me arriscar por você, sendo que a cada minuto prova com palavras ou simples olhares o quão sou importante para você? Eu amo a forma com me faz ter esperança mesmo quando já teria desistido.”
“Eu te amo”
“Eu também te amo”
Assim eles permaneceram o final da manha ate o inicio dos tarde sozinhos, esquecendo os problemas e o mundo ao redor.
**
Como de costume nos últimos dias Robin, se perdia em seus pensamentos no jardim muitas vezes sozinho, enquanto Regina ainda não podia o acompanhar.
“O que esta te deixando tão avoado nos pensamentos” a voz suave de Emma faz Robin desperta e ele olha para a irmã sentada ao seu lado folheando um livro.
“Não é nada, o mesmo de sempre” Robin não queria expor suas aflições a sua irmã.
“Robin, por favor, sou sua irmã lhe conheço minha vida toda e sei muito bem reconhecer sua linguagem corporal, quando esta absolto em algo que esta te afligindo sua mandíbula tenciona e sua covinhas aparecem.” Robin fica impressionada por emma o conhecer tão bem.
“Esta bem existe algo me afligindo, mas, por favor, peço para que mantenha em sigilo.” Emma acena confirmando. “Regina e eu descobrimos que para poder cura-la do veneno Whale usou um substancia que pode causar a infertilidade” Emma suspira surpresa.
“Regina esta infértil?”
“Temporariamente é bem provável, mas não sabemos se poderá ser permanente”.
“E isto esta lhe deixando preocupado?”
“Sim, mas eu estou tentando parecer calmo na frente de Regina por que sei que ela precisa que eu seja forte por nos”.
“Oh Robin” Emma o abraça “Tenho certeza de que esta infertilidade será temporária e logo teremos crianças correndo pelo castelo”
“Espero que esteja certa Emma”
“Mas é claro que estou certa, eu sempre estou certa agora vamos por que Regina logo acordara e quero a ver”.
Emma empurra Robin antes de levantar assim como faziam como eram crianças.
“Ei" ele resmunga entre risos.
“Vamos lá, fracote” Ele a olha como se aborrecido e faz um movimento de querer correr até ela, mas Emma é mais rápida e foge saída do jardim e correndo pelo corredores. Robin fica para trás sorrindo, amava o espírito de criança que a irmã tinha.
**
“Veja quem chegou Regina” Emma fala zombeteira, quando Robin entra no quarto.
“Demorou Robin” Regina fala sorrindo.
“Pois é vim andando” Ele fala fingindo não dá importância.
“Há, confesse veio andando por que desistiu sabia que não me venceria” Emma goza da cara dele.
“Não abuse do meu bom humor loura” Ele vai até a irmã que estava deitada ao lado de Regina e começa a fazer cócegas nela até ela incontrolavelmente.
“Oi, meu amor” Robin cumprimenta amorosamente Regina que observava com um sorriso a interação entre os irmãos.
“Olá”
“Como está se sentindo.” pergunta após dar lhe um beijo na testa.
“Melhor, Emma já chegou me animando” Regina pisca para a cunhada.
“Os quês estão aprontando?” ele pergunta curioso.
“Nada que lhe interesse, curioso.” Emma responde e ataca um travesseiro em Robin.
“Mas como é abusada.” ele se faz de indignado.
“Tenho a quem puxar” Emma se levanta beija Robin e Regina “Eu vou indo tenho algo para fazer” ela pisca para Regina que corresponde o olhar com um sorriso.
Ela sai e Robin olha intrigando.
“Você sabe o que ela está aprontando?” Ele se vira para encara a esposa.
“Sei, mas não irei lhe contar”.
“Por favor, me fale o quê é?”
“Não, Robin eu prometi a ela que não contaria, quando ela estiver pronta ela lhe contará” mesmo insatisfeito Robin tenta aceitar.
“Está bem, não vou insistir” ele suspira chateado por está sendo excluído e acaba lembrando que precisava falar algo a Regina.
“Nossa, depois de tudo que aconteceu hoje acabei me esquecendo completamente que precisava lhe falar algo”
“O que?” ela pergunta curiosa.
“O Conde Gold está no castelo para lhe ver” os olhos de Regina se iluminam com a notícia.
“Meu padrinho está aqui?” ele confirma “Por que não me avisou antes? quero vê-lo imediatamente”.
“Desculpe acabei me esquecendo, pedirei para que um guarda o acompanhe até aqui” ele vai até a porta e avisa um guarda.
**
Sorrateiramente Emma andava pelos corredores do castelo, aproveita do momento que Robin está com Regina para poder se esgueira por aí sem que alguém o alerte.
“Emma” ela pula de susto quando Jefferson aparece na frente dela.
“Jeff, você me assustou” ela coloca a mão não peito tentando controlar os batimentos cardíacos.
“Penso desculpa, não era minha intenção querida”.
“Está tudo, não há por que se desculpar”.
“Para onde estava indo quer que eu lhe acompanhe?”
“Não” ela grita exasperada e após receber um olhar de confusão de Jefferson abaixa novamente o tom de voz. “Quer dizer não eu só estou andando por aí e você deve estar cansado afinal não lhe vejo no castelo há dias” ela o olha confusa ao perceber isto.
“Pois é tenho passeado pelo reino, aproveitando que estou aqui”.
“Entendo” Emma acredita nele.
“E como estão às coisas aqui, tudo bem com a Regina?” ele finge uma falsa preocupação, já sabendo que Regina conseguirá se cura do antídoto.
“Do veneno ela está bem, estamos agora preocupados com a infert...” o perceber que quase fala sobre a infertilidade ela se cala, por que prometera a Robin que não contaria.
“Preocupados com o quê?” Jefferson tenta fazer com que ela continua a falar.
“Quer saber não é nada, vai descansar eu já vou indo” ela desconversa e começa a se afastar pelo corredor.
“Infert... Infertilidade?” Jefferson sorri empolgado. “Ótimas notícias” ela vai andando arrogante pelos corredores.
**
“Você demorou” Killian fala assim que Emma chega ao quarto de empregado que eles se encontram as escondidas.
“Sinto muito, encontrei o Jeff no caminho” ela anda até ele e o beija furiosamente, com luxúria.
“Senti sua falta” ela fala sem fôlego quando eles interrompem o beijo.
“Assim como eu senti a sua.” ele a beija novamente e eles vão andando até caírem na cama sem interromper o beijo.
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