Notas iniciais
Meu deus, nem tenho palavras para descrever o quão eu sinto muito pela demora. Tive diversos problemas de uns tempos para cá e minha inspiração sumiu completamente. estou desde as 15 hrs escrevendo e fui uma satisfação conseguir terminar o capitulo. Inicialmente não pretendia escrever deste jeito, mas como estou um pouco enferrujada foi isto que saiu.

A partir do momento em que Regina viu a figura do homem que lhe é tão familiar toda a dor, medo e angústia que a sufocava nos últimos dias tomou tanta intensidade que ela não conseguiu mais segurar às lágrimas que imploravam por libertação.

Pacientemente Gold a abraçava dando lhe conforto, a segurando exatamente como a segurava meses antes após a morte do Rei Henry.

Ao poucos, Regina vai se acalmando e logo a lágrimas são substituídas por longos soluços.

"Está tudo bem querida"

"Não, não está padrinho”.

"Como não? Você esta viva e se recuperando, isto já não basta?" Gold tenta mostrar os pontos positivos a ela.

"Não é a respeito do envenenamento que estou me referido e sim a algo que ele causou padrinho graças ao envenenamento eu estou infértil, não posso conceber uma criança, minha vida está arruinada" Regina fala frustrada com voz rouca pelas lágrimas que não conseguia mais derramar.

"Você tem certeza sobre isto?" Gold não se abala com a notícia.

"Tenho, o médico usou como tratamento para o meu envenenamento uma substância que me deixou infértil" Gold olha para a jovem que ele conhece a vida toda chorando na sua frente, sofrendo.

"Querida, olhe para mim" ele lhe dá um tempo para voltar a se acalmar antes de falar com ele.

"Regina querida, por favor, não sofra por antecipação, vou lhe contar um história" Regina seca as lágrimas e olhava atentamente para ele, assim como fazia quando criança e ele lhe contavam histórias.

"Você sabe que seus pais sempre a amou indiferente de você ser uma menina e o reino esperar um menino, sabe por quê?" Ela acena negativamente, seus pais sempre a afirmava seu amor a ela, mas nunca lhe dera uma explicação detalhada.

"Bem antes de você nascer sua mãe engravidou três vezes e as três vezes ela teve um aborto espontâneo, eu sempre fui amigos de seus pais e presencie de perto a dor deles pela perda dos bebês, a pressão que o reino fazia por um herdeiro e sua mãe definhando aos poucos por essa situação que contínuo até ela engravidar novamente, nunca os vi tão cuidadosos, sua mãe praticamente não aparecia em nenhum evento e seu pai não saia ao lado dela e meses após meses foram se passando e as esperanças foram crescendo até a sua entrega, o castelo inteiro se encheu de festa e com o primeiro raio de sol você veio. Me lembro como se fosse ontem quando a vi pela primeira vez tão pequena e frágil e eu senti um amor tão intenso por você como se fosse minha, quando seus pais me propuseram ser seu padrinho eu aceitei prontamente e prometi a mim mesmo que a protegeria" Gold vai falando e pela primeira vez em anos Regina o viu emocionado, assim como ela mesma.

"E você tem feito isto padrinho" Regina o beija na bochecha ternamente.

"E sempre vou fazer, então não chore pelo seu medo em não conseguir ter um filho, sei que você conseguira e terá um lindo bebê, assim como você era”.

Regina sorri entre as lágrimas, Gold sempre conseguia a acalmar ou lhe dar esperanças no momento mais difíceis.

"Obrigada padrinho você sempre foi meu segundo pai". Gold estava emocionado, mas como era de seu feito lutou contra suas emoções.

"Agora, minha querida enxugue as lágrimas e coloque um sorriso no rosto, vejo como seu marido se preocupa muito com você, tenho certeza de que ele não quer lhe ver aborrecida”.

Gold fala enquanto secava as lágrimas de Regina.

"Tem razão, melhor eu também sair desta cama e ir passear um pouco pelo castelo”.

Regina se levanta da cama "Daria o honra de sua companhia, tenho certeza de que ainda não conheceu o castelo" Regina afirma empolgada, totalmente diferente de minutos antes.

"Seria uma honra, querida" sorridente Gold oferece o braço a ela e eles saem do quarto, algumas pessoas que transitavam pelos corredores encaravam Regina, surpresos antes de reverenciá-la.

Sem se importar com os olhares, ela alegremente mostrava o castelo a ele, todos os lugares do lugar que ao passar dos meses tornou-se seu lar.

E por último ela mostrou a ele, seu lugar preferido em todo o castelo.

"E este é meu jardim privado" ela anuncia, assim que eles chegam ao jardim.

"Este lugar é maravilhoso" Ele afirma olhando para o jardim agora coberto pela neve.

"Sim e me lembra do jardim da mamãe" ela sorrindo, com o olhar distante como se lembrando do passado.

"O jardim continua intacto no castelo, você planeja visitar Thorens?" Gold pergunta.

"Em breve, quero que Robin conheça nosso reino" Regina fala enquanto ambos entram para se abrigar do frio.

"Isto é ótimo, há muitas pessoas que sentem sua falta naquele castelo”.

"E eu estou morrendo de saudades de muitas pessoas, principalmente de Lucy." Ela sorri se lembrando da mulher que foi sua ama e que ela via como segunda mãe.

"E ela de você, aquele castelo não é o mesmo sem você”.

"Eu sinto falta daquele lugar" Regina amava seu novo castelo, mas nunca seria comparado ao castelo em que nasceu e passou os primeiros anos de vida.

Falando sobre as pessoas de que sentia faltas, as pessoas novas que conheceu em Sherwood, os novos costumes que fazem parte agora de sua vida, Regina fica um bom tempo entretida nos jardins.

"Bom minha querida faltam algumas horas antes do jantar e se você não se importar gostaria de aposentar-me para estar mais disposto"

"De maneira alguma padrinho, o senhor pode descansar aproveitarei e irei passar um tempo com Robin."

Com isso Gold e Regina deixam os jardins, ele segue caminhos para ala onde se encontravam os aposentos da nobreza e onde gentilmente Robin lhe cedeu um quarto e Regina seguiu para o lugar onde sua intuição lhe apontava em que Robin estaria o escritório dele.

Chegando ao corredor ela encontra os guardas que fazia vigília à porta, eles a reverência quando a veem chegar.

Ela inicialmente pensa entrar sem bater, mas Robin poderia estar ocupado e ela atrapalharia.

Batendo a porta ela espera pela permissão dele para entrar.

"Eu quero ficar sozinho" a voz autoritária de Robin é ouvida após alguns segundos que a porta é batida.

Não acatando a ordem dele, Regina resolve entrar.

Assim que ouve o barulho da porta, Robin levanta-se de seu acento que se encontrava em frente a lareira, parede contrária a porta.

"Eu já disse que quero... Regina?" O brilho de fúria por sua ordem ter sido desacatada, rapidamente foge de seus olhos, assim que ele vê sua amada a sua frente.

"Robin" Regina corre até ele e joga-se em seus braços e o puxa para um beijo apaixonado.

Sentia falta dos beijos que lhe tiravam o fôlego e fazia sua cabeça girar.

Desesperadamente Robin a agarra, segurando-a fortemente perto de si, correspondendo ao beijo com tanta empolgação quanto Regina.

Embora tenham passados somente alguns dias desde que compartilharão um beijo tal como este, as emoções e tensões decorrentes destes últimos dias o tornou tão emocionalmente íntimo como o primeiro beijo compartilhado por eles.

Seus lábios se tocavam em um beijo suave e amoroso, mas ainda faminto. Os dedos de Regina percorria o couro cabeludo de Robin fazendo-o gemer, um gemido suave que ela abafou enquanto aprofundava o beijo.

Após alguns minutos trocando beijos e caricias o par se separou quando a respiração se tornou muito necessária, ainda em estese com o momento ela descansava a testa contra o dele enquanto tentava controlar sua respiração, Robin a admirava nunca se cansaria de observa o quão linda ela ficava com o rosto rosado e os lábios avermelhados e inchados após seus beijos.

Assim que abre os olhos Regina encontro os olhos azuis claros a olhando intensamente, deixando-a totalmente desconcertada.

“Oi” ela fala a primeira palavra que vem a sua cabeça.

“Oi?” Robin a questiona.

Ela suspira antes que palavras saíssem de sua boca desordenadamente.

“Robin eu sinto muito, fui tão estupida querendo-o afasta-lo de mim após a descoberta do meu problema, eu não estava enxergando claramente, não estava vendo que você esta sofrendo também eu realmente sinto muito”. Robin tenta acompanhar a pronuncia rápida dela.

“Regina, por favor, respire” Ele fala praticamente em risos “Não há o que se desculpar, sem ressentimento era completamente aceitável sua reação”.

“Então você não está chateado comigo?” Ela o olhava com cara de cachorro sem dono.

“Chateado com você? Pouco provável” Ele a puxa para um abraço e beija carinhosamente a cabeça dela “Agora me diga qual foi o milagre que lhe fez sair da cama?”.

“Meu padrinho, nós conversamos e ele me ajudou a compreender que isto não é o fim do mundo”. Ela explica.

“Lembre-me de agradecê-lo depois” Robin brinca e Regina sorri.

“Então, o que você fazia aqui?” ela pergunta a ele.

“Bem, nada que seja importante agora que tenho você nos meus braços” ele a aperta mais contra ele.

“É bom estar de volta neles” ela fala se referindo aos braços e os puxa disfarçadamente ate que ele esteja no fim de sua coluna, começo de sua bunda.

“Bom” ele sorri e a puxa para um beijo e as coisas começam a esquentar até que Regina o interrompe.

“Acho melhor irmos com calma, ou começaremos algo que não podemos terminar”.

“E quem disse que não podemos terminar” Assim que ele roça contra ela, sua crescente ereção torna-se perceptível.

“Robin, esta não era minha intenção quando eu vim aqui” Regina fala com voz fraca tentando não ceder aos desejos de seu corpo.

“Tem razão sinto muito, mas é difícil resistir a você” ele afasta-se dela e tenta controlar sua respiração.

“Já que é difícil resistir a mim, vejo que talvez seja melhor que não aceite passar à tarde comigo” Ela fala em um tom brincalhão piscando para ele.

“O que? Nada me agradaria mais do que passar à tarde com você.” A satisfação era evidente no rosto dele.

“Então vamos” Ela oferece a mão a ele que prontamente aceita.

Eles passam uma tarde agradável partilhando a companhia um do outro, esquentando-se com beijos e caricias e os dias conturbados que tiveram tornam-se borrões esquecidos em meio a bolha que os separa do mundo.

***

“Regina é tão bom vê-la aqui novamente” Emma é a primeira a comentar, assim que Regina e Robin chegam juntos a sala de jantar.

“É bom estar de volta também” Elas se abraçam e ela e Robin cumprimentam a todos que estavam na sala, antes de ocuparem seus lugares.

Ao decorrer do jantar conversas são criadas e um clima agradável é gerando em torno da sala.

“Creio que este ano não tenhamos a festa de solstício de inverno, já era para termos iniciados os preparativos?” Regina ouve Emma conversando com Killian.

“O que uma festa de solstício de inverno?” Ela pergunta a Robin.

“É uma festa que comemoramos o inicio do inverno e homenageamos os fundadores do reino de Sherwood que a fundaram em um dos piores invernos da historias a centenas de anos atrás” ele a explica.

“É por que ele não será celebrado este ano?”

“Bem com a sua chegando ao reino, sua adaptação, nossa aproximação e depois o seu envenenamento achei que este ano poderíamos quebrar esta tradição”.

“Robin não podemos quebrar um tradição, quer dizer o que nosso povo achara de você?” ela fala desaprovando a atitude dele.

“Eu sinto muito se estava preocupada com você e não me preocupei com uma tradição idiota” Ele aumenta o tom de voz e as pessoas em volta começam a prestar atenção.

“Por favor, fale baixo. será que ainda podemos realizar a festa?”

“Eu não acho que seja uma boa ideia, você não esta plenamente recuperada e teríamos que correr com os preparativos, muitas pessoas de outros reinos talvez não possa vir.” Não agradava muito a ele fazer festa neste momento.

“Eu estou ótima, por favor, vamos fazer esta festa é meu primeiro no reino e eu gostaria de celebrá-la também” Robin fica pensativo, não gostava muito de ser contrariado e não estava com disposição para celebrar, mas o rostinho em expectativa de Regina o matava.

“Está bem, vamos fazer a festa” Ele suspira em derrota.

“Oh obrigada” Ela beija o rosto dele com empolgação.

“Vamos fazer a festa?” Emma pergunta também com empolgação.

“Sim, Nós vamos” Novamente as conversas tomam conta da sala.

“Regina você tem que me ajudar a providenciar imediatamente os convites” Emma e Regina começam a levantar de seus acentos com o intuito de sair da mesa.

“Onde vocês pensam que vão? sentem em terminem de comer. Começaremos os preparativos amanha” Robin interrompe os planos delas.

Não querendo o chatear, elas obedecem.

***

Na dia seguinte os preparativos para a festa estavam a todo vapor e o clima festivo dava vida ao castelo.

“O Rei George é um nojento, obviamente não convidaremos” Emma e Regina estavam no escritório de Robin preparando os convites que seriam enviados.

“Sejamos diplomáticos, não quero entrar em guerra por não convidar um reino” Robin se intrometia vez ou outra na escolha dos convidados, pois Emma não era muito imparcial e Regina não conhecia todos os membros da família e pessoas mais próximas.

“Não é mais fácil convidar todo mundo neste caso” Emma reclama.

“Não, agora continue” Emma revira os olhos em aborrecimento.

“Regina tem certeza de que não convidara mais ninguém?”

“Tenho, como disse antes minha família os membros são distantes quero convidar somente estas pessoas”.

“Bem estão já estamos terminando, só falta a condessa... Zelena” Ao nome da condessa ser pronunciado o clima fica tensão” Não precisamos convidá-la” pela primeira vez Robin concorda com Emma.

“Não, pode convidá-la” Regina intervém.

“Regina não é necessário que ela venha” Robin é receoso ao falar de sua antiga amante.

“Robin está tudo bem pode convidá-la, afinal ela faz parte da nobreza”.

Emma olhava esperança para que Robin negasse enviar o convite a Zelena, mas ele acena em afirmação e ela suspira em aborrecimento.

*

“Você sabe que não precisava fazer aquilo não, não sabe?” Ele pergunta, assim que eles vão deitar.

“Sei, mas eu achei que precisava fazer” Ela estava fazendo círculos no peito dele.

“Eu admiro isto em você, sua volubilidade qualquer pessoa em sua posição não agiria desta forma”.

“Bom eu não sou qualquer pessoa”

“Definitivamente você não é” Ela para de brincar com o peito dele e olha para ele.

“E você definitivamente não é mais aquele homem” A forma como ela o olhava demostrava o quão ela confiava nele.

“E pretendo nunca mais ver, por que você Regina me mostrou que posso ser muito mais”. Céus não havia rosto que Robin amasse mais que o dela. “Não sei o que seria de mim se te perdesse”

“Ei não pense nisto, por favor, eu estou aqui” Ela sobe em cima dele e coloca as mãos no rosto dele e ele as beija.

“Eu não deixarei que nada aconteça com você” Ele os vira de posição fazendo com que ela estivesse sob ele.

“Eu me sinto segura com você” ela vai passando as mãos pelos braços dele, antes de repousa-las em sua nuca “Seus braços me trazem conforto e a sua boca...” A voz dela vai morrendo a cada palavra que vai falando se tornando um sussurro.

“O que tem a minha boca?” A forma como ela estava falando e agindo, estava excitando-o nunca a viu daquela maneira, ela sempre foi recatada ate mesmo no sexo.

“Sua boca me tira a capacidade de pensar, seus beijos me tiram o ar e penso que poderia morrer sem eles” Ela vai roçando a boca contra a dele “Você faz com que me sinta tão sexy e quero ser sexy para você” Diante destas palavras, Regina o beija de uma forma como nunca beijo, um beijo sedento, selvagem e carnal, muito diferente dos beijos doces que costumam compartilhar.

Quando pensou que ela não poderia o surpreender mais, ela o surpreende. A forma como ela o beijava fazia-o praticamente esquecer seu nome e mesmo tomada pela luxuria, podia sentir os toques envergonhados e assustados dela em seu corpo.

Assim que interrompem o beijo, ele pode observar o tom vermelho que tinge o rosto dela, ele adora a forma como ela se envergonha de seu próprio prazer.

“Quando estivemos aqui, é somente você, eu, nossos desejos e nosso amor.” Ele distribui beijos pelo pescoço dela. “Esqueças os pudores, deixe seu corpo falar por você”. Quando os beijos e chupões vão descendo por seu colo, ela geme em aprovação.

Ela solta um respiração irregular que nem percebeu que estava segurando, enquanto as caricias de Robin fazia seu corpo amolecer.

Voltando a olha-la nos olhos, ele começa a puxar a camisola dela para cima e ela o ajuda a remover, ate que fica nua ao olhar faminto dele, que se concentra em seus seios onde ele baixa a cabeça para saborear.

Tomando um mamilo em sua boca inicialmente ele começa a chupar suavemente, para em seguida chupar mais difícil fazendo Regina gemer e segura-lo perto.

“Diga-me como se sente” Ele pende, enquanto continuar a rolar o mamilo entre os dentes, uma de suas mãos dava atenção ao outro seio enquanto a outra explorava o corpo dela.

“Robin” Ela geme sôfrega, quando sente os dedos a tocando entre as dobras, causando-a deliciosas sensações.

De olho fechados e alheia a tudo a sua volta, Regina geme em surpresa quando sente algo novo a tocando intimamente “Robin?” ela geme assustada quando o vê entre seus joelhos a chupando por entre as dobras.

“Shh, você vai apreciar isto” Ele sussurra, antes de continuar com as investidas de sua língua, ela agarra fortemente o lençol, quando sente a língua dele a devorar e todas as apreensões que a tomavam contam são esquecidas em meio à onda de calor que percorria.

“Isto meu amor, deixe-se levar” Ele fala quando a sente relaxar sob seu toque.

“Robin, Robin...eu vou..” Antes de formar qualquer frase coerente, uma força agradável atravessa seu núcleo, fazendo a cair no prazer inigualável de um poderoso orgasmo.

Regina ainda tentava se recuperar, quando sente novamente Robin sobre ela.

“Você aproveitou isto?” A satisfação masculina é perceptível em sua voz.

Ela acena em confirmação, ainda incapaz de formar qualquer frase coerente.

“Bom” Ele a baixa suavemente, antes de sair da cama para se desfizer de suas roupas.

“Você é minha perdição” Ele volta a beija-la e prepara-la para recebê-lo.

“Uhh,Robin” As respirações ofegantes ia ser a morte dele, estabelecendo-se sobre ela, Robin geme quando se sente roçando contra ele nada entre eles e em apenas um empurrão ele esta dentro dela fazendo-os gemer juntos.

Toma um momento para que ela se acostume com seu comprimento, antes que ele estivesse empurrando contra os quadris dela.

Ela agarrou seus ombros e arqueou seus quadris ainda mais em direção ao dele, querendo desesperadamente uma libertação, em um ritmo constate e profundo a penetrava, ate que ela começou a gritar seu nome e o quando precisava dele.

Ela estava ofegante e seu coração batia rapidamente, enquanto gradativamente seu orgasmo era construindo.

Ele podia ver claramente em suas expressões corporais e faciais que o orgasmo era iminente.

E ela veio gritando seu nome “Robin” e com ego inflado, ele veio logo em seguida dela.

“Eu te amo” disse Regina, sem folego.

“E eu a você” Ele cobre os lábios com seu.

Completamente gasta e nos braços do homem que ama, em poucos minutos Regina pega no sono.

E Robin a observa dormir, como se fosse a mais linda visão que se ele fechasse os olhos desapareceria.

Demoraria um tempo para que o medo de perdê-la sumisse completamente, Mas ter o calor do corpo dela sobre o seu, é a prova de que ela ainda estava ali, segura e protegida em seus braços.

Notas finais
Espero que tenha alguém ai que leia a fic. espero que tenham gostado e tentarei atualizar em breve. continuarei respondendo aos comentários, então deixe sua opinião. Kisses Steff.