Unintentionally loved you
15 Poisoned
Notas iniciais
Em poucos segundos a noticia do desmaio de Regina se espalha pelo castelo, nobres e criadagem estavam às esperas de noticias nas portas dos aposentos da rainha.
“Por que o medico não chega?” Robin pergunta inconformado enquanto troca o pano úmido da testa de Regina, que agora se encontrava febril.
“Irmão tenha paciência, em breve ele chegara” Emma fala pacientemente ao lado de Robin “Façamos assim, eu vou procurar noticias do medico e dispensar as pessoas que estão obstruindo a porta, enquanto você fica aqui em caso dela acordar” ela sai deixando-os sozinhos.
“Regina, por favor, não faça isso comigo, não suportaria a ideia de lhe perder” a cada minuto que Regina permanecia inconsciente, tornava Robin ainda mais preocupado “Amor acorde, por favor, eu amo você” ele deita a cabeça sobre o peito dela tentado buscar conforto na respiração dela.
“Ohhh” Regina geme, fazendo Robin se levantar prontamente.
“Regina? Graças a deus você acordou como se sente?” Robin pergunta com uma expressão de alivio.
“Robin?” Regina se levanta o olhando, mas seus olhos eram fundos e desfocados possivelmente pela febre.
“Sim amor sou eu, não sabe o susto...” Ele interrompido por Regina que o beija desesperadamente, o que pega Robin de surpresa.
“Regina? Regina? Regina?” Tenta impedi-la várias vezes de lhe tirar a camisa “Pare com isso”.
“Não, eu estou excitada, quero você dentro de mim” Ela fala sedutoramente.
“Agora tenho certeza de que você não esta bem” Robin fala tentado a todo custo impedir Regina de agarra-lo “Regina, amor agora não”.
Regina para suas investidas e se afasta dele.
“Por que, não Robin? Você quer sair para comer a puta da condessa?” Regina inesperadamente fica furiosa.
Antes que Robin pudesse elaborar qualquer resposta para a pergunta de Regina, a porta é aberta.
“Irmão, o medico cheg... Regina você acordou!” Emma exclama feliz.
“Dr. Whale finalmente, Aconteceu alguma coisa com a Regina” Robin fala assustado.
“Não aconteceu nada, estou perfeitamente bem” Assim que termina de falar Regina se inclina e vomita violentamente no chão.
“Regina” Robin vai ao lado dela, segurando os cabelos e a acariciado as costas a reconfortando.
“Shiu esta tudo bem” fala mais para si mesmo do que para ela.
“Venha vamos leva- lá para cama para que eu possa examina-la” Robin a ajuda a caminhar ate a cama e fica em pé ao lado dela enquanto o medico a examina.
“Bem com a mudança de estação a pneumonia esta se tornando presente em todo o reino, mais obviamente não são os sintomas da rainha” Whale começa a examinar as mãos, olhos, temperatura e boca de Regina “Como eu suspeitava, majestade você tem notado essas feridas em sua boca?” Whale pergunta a Regina enquanto observa feridas nas bochechas e língua da mesma.
“Não, os dragões são amigos” Regina estava cada vez menos sã.
“Whale quais são suas suspeitas?” Robin ignora as frases sem sentidos de Regina.
“Bem para mim, são sinais claro de envenenamento”.
“Envenenamento? tem certeza” Emma se pronuncia chocada.
“Não há outra explicação alteza”
“E o que fazemos agora?” Robin pergunta serio.
“Primeiro, Majestade pode tomar isso por gentileza” ele retira um frasco da maleta e oferece a Regina que nega com a cabeça.
“Eu não vou beber isso bobão” ela aperta o nariz do medico e começa a rir.
“Regina beba isto” Robin pega o frasco de Whale e tenta faze-la beber, mas fracassa.
“Beba, por favor.” Ele tenta mais uma vez suspirando em derrota.
“Eu bebo se me prometer uma coisa” Regina propõe.
“O que?” Robin pergunta sem paciência, sabendo que viria um pedido sem sentido.
“Que vamos ter um bebê verde”
“Podemos ter ate da cor do arco íris, agora beba” Satisfeita Regina pega o frasco é bebe.
“Argh, isto tem um gosto horrível” ela ataca o frasco vazio na parede.
“Whale o que ela bebeu?”
“Sonífero”. Robin e Emma o olham confusos “Acreditem em mim, se ela foi envenenada é melhor tê-la dormindo do que fazendo alguma loucura”
Os três ficam observando Regina que em poucos minutos se acalma e logo adormece, Whale checa a pulsação dela.
“Pronto agora ela está estável”
“E agora?” Emma pergunta.
“Pelo exame que fiz, as feridas causados pelo veneno só estão presentes na boca, o que indica que ela ingeriu o veneno”.
“Impossível, se o veneno esta na comida porque eu não fui envenenado também?” Robin pergunta pensativo.
“Por que suas são feitas separadamente, a comida que é servida a vos é diferente da de Regina” Emma esclarece.
“Então vamos interrogar todos que tem acesso as comidas servidas a Regina, provadores, cozinheiros, servos ate que achemos o responsável” Robin fala possesso “Whale você fique aqui com ela, eu vou descobrir que tipo de veneno foi usado para que possa fazer o antidoto”
Robin sai a passos firmes do aposento de Regina, sendo seguido por Emma.
“Irmão, o que vai fazer?” Emma com dificuldade tenta andar ao lado dele.
“Vou achar o responsável e vou decapita-lo” Fala com fúria.
“Robin tenha calma” Robin para de andar bruscamente e se vira para encara-la.
“Tenha calma”?Você quer que eu tenha calma, sabendo que um infeliz dentro deste castelo tentou ferir a mulher que amo?” Emma se assusta com a forma como Robin a olhava.
“Guardas” Robin grita em logo um grupo o reverencia.
“Venham comigo” Robin sai com os guardas e deixa Emma sozinha no corredor.
“Emma?” ela se vira na direção contraria que Robin seguiu quando ouve Jefferson a chama-la.
“Jeff” Ela anda ate o irmão.
“Fiquei sabendo da Regina, como ela esta?” Jefferson finge preocupação.
“Ela foi envenenada e está muito mal, Jeff” Emma começa a chorar.
“EI querida, calma ela ficara bem” Jefferson puxa Emma para um abraço.
“Eu espero que sim, por que a considero com irmã” ela funga, enquanto sem que ela veja Jefferson Role os olhos.
“Mas então e o Robin como esta?” Jefferson pergunta se fazendo indiferente.
“Esta possesso quer que a pessoa que fez isso pague”
“Mas ele já sabe quem foi?” pergunta verdadeiramente curioso.
“Não, mas do jeito que é logo achara” Emma fala enquanto boceja.
“Emma querida, esta cansada por que não vai para seu quarto e tenta dormi um pouco, já esta tarde”
“tem razão vou tentar dormi um pouco, boa noite irmão”.
“Boa noite querida, durma com os anjos” Ele a beija na testa, antes dela se desvencilhar de seus braços e ir andando para o quarto.
“Merda” Jefferson fala furioso enquanto sai do castelo apressadamente.
**
Robin vai andado para o salão o durante o percurso chama seus guardas mais confiantes, os incumbindo de chama todos os criados para o salão.
Pouco a pouco, toda a criadagem do castelo estava presente inclusive alguns já com roupas de dormir.
“Sei que é tarde e a maioria de vocês já estavam dormindo, mas queria todos presentes aqui para que meus guardas possam olhar seus quartos” Múrmuros se espalham pelo salão, mas logo cessam assim que Robin levanta a mão para prosseguir.
“Hoje foi descoberto que minha esposa, vossa rainha tem sido envenenada e ninguém sairá desta sala ate que o culpado ou culpados sejam descobertos”. Robin fala enquanto anda de um lado para o outro.
“Quero que todos que tenham acesso a comida servida a rainha de um passo a frente” depois de algumas pessoas se entreolharem, sete dão um passo a frente.
“digam-me suas funções” Robin ordena.
“Cozinheiro, Copeiro...” assim um por uma vai anunciando suas funções.
“Há mais alguém que tenha acesso que não esteja presente?” Robin ameaçadoramente.
E uma mulher levantou a mão e Robin acenou para que ela prosseguisse.
“Estão faltando dois provadores e um cozinheiro, Majestade” A mulher que já estava em roupas de dormir fala assustada.
“E onde eles estão?” pergunta encarando cara a cara os sete a sua frente.
“Os provadores não vieram hoje e o cozinheiro saiu depois que o jantar foi servido majestade.” um homem responde.
Robin fica alguns segundos analisando tudo que ouviu.
“Guardas” chamam um grupo que estava na porta do salão. “os acompanhe ate os quartos deles e vasculhem tudo em busca de algo suspeito, inclusive dos que não estão presente”.
Os guardas e os servos saem do salão e Robin anda ate seu trono e senta.
“Vai ser uma longa noite” ele fala com sigo mesmo, enquanto observava os rostos assustados dos criados.
Vários minutos se passam desde que os guardas começaram a revistar os quartos, inicialmente Robin acho que seria fácil achar que envenenou Regina mais era obvio que a pessoa tentaria não deixar pistas de tal crime.
“Majestade” um guarda entra no salão correndo, carregando um pequeno saco. “Encontrei este saco na lareira do quarto do cozinheiro ausente” Robin apressadamente pega o saco e vasculha dentro, folhas de uma planta que poderia ser possivelmente o veneno.
“Muito bem Sir, quero que interroguem todos que possam ter ideia do paradeiro dele e depois os dispense um a um”
Robin praticamente corre ate os aposentos de Regina, temendo a demora tenha piorado seu estado.
Assim que chega vê Whale a examinando.
“Whale, como ela esta?” Robin corre ate a cama.
“A febre aumentou, então teve algum progresso?”
“Sim, eu achei algo que possa ter sido usado como veneno” Robin passa o saco para Whale que examina.
“Impossível” Whale fala surpreso.
“O que?” Robin pergunta confuso.
“Isto é veneno sombrio, um dos venenos mais perigosos por ser quase indetectável, Regina teve sorte de ter mostrado sinais. Mais o que mais me surpreendeu foi como conseguiram ele, sendo um veneno tão raro e pouco comercializado fora de Thorens”.
“O que, este veneno vem de Thorens?” Robin pergunta surpreso.
“Sim”.
“Então alguém de Thorens o trouxe para cá”.
“Possivelmente. Majestades vou para minha casa e tentarei achar o antidoto o mais rápido possível.”
“Por favor, Whale não demore”.
“Farei meu melhor, com licença majestade”. Whale o reverência e se retira.
“Tudo ficara bem, Amor” Robin se deita ao lado de Regina mesmo não tendo intenção de dormir ate que ela esteja à salva.
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“O que eu disse a você? Para nunca me procurar” Leopold fala furioso.
“É mais acontece que plano está ariscado demais, eu tenho que sumir do castelo e preciso de mais dinheiro” O homem nem se amedronta com o tom de voz de Leopold.
“Eu não lhe darei nada, paguei muito bem pelo serviço” Leopold contesta.
“Não me dará nada, muito bem contarei seu plano sujo para alguém que esteja disposta a pagar para ouvir” O homem sorri debochado.
“Vos não vai lugar nenhum” O homem ouve outra voz atrás dele e quando se vira fica surpreso.
“Você!” Sem ter chance de disser outra coisa é escaqueado certeiramente no abdômen.
“Sem pontas soltas” Jefferson empurra o homem agonizando no chão.
“Ótimo golpe, Jefferson” Leopold o parabeniza.
“Obrigado, tive que fazer alguma coisa já que o envenenamento foi descoberto”.
“Regina morreu?” Leopold pergunta empolgado.
“Quando sai do castelo ainda não, mas é só questão de tempo ate que sua sobrinha dê o último suspiro” Jefferson sorri.
“Bom então melhor você não voltar para o castelo para ouvir a noticia em primeira mão” Leopold também sorri.
“Tem razão”
Leopold e Jefferson saem do casebre deixando o corpo do homem já morto.
“Trarei-lhe noticias, assim que possível” Jefferson monta o cavalo, voltando para o castelo.
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