Unexpected Love
27 Capítulo 8 (Parte III) {Remus}
Notas iniciais
Penúltimo capítulo =(
Vc's não tem noção de como estar postando aqui tá me doendo.
Me despedi recentemente de H.E., Agora está chegando a hora aqui também... Se eu pudesse, nenhuma história teria fim... Bom, isso é querer demais né?
Enfim... Esse capítulo eu quero dedicar para linda da Mariana ou Má, pra ficar mais simples. Rs' Quero agradecer muito pela recomendação muito diva (igual a ela ) que ela deu para fic... AMEI. MUITO OBRIGADA! Me deixou super feliz, de verdade.
Bom, espero que vc's gostem.
Tem mais uma pessoa linda que me deu outra recomendação, mas eu vou falar sobre ela no próximo capítulo ♥
Má ... esse é pra você!
Enjoy
Já havia se passado das dez horas da noite, quando Remus passou pelos portões da colônia.
Parou o carro no estacionamento. Depois de pegar a mala e trancar o carro, seguiu para a casa que pertencia à família. Entrou na casa sem acender a luz e foi até o quarto que costumava usar quando estava lá.
Sentindo o peso dos últimos dias sobre os ombros, tirou a roupa e deitou na cama. Dormiu quase que instantaneamente.
Acordou com a luz da manhã entrando pela janela. Sentou na cama e se espreguiçou. Olhou através da janela e percebeu que o dia seria ótimo para qualquer coisa que pensasse fazer.
Ao olhar para o outro lado, se deparou com o rosto completamente espantado de Dorcas, que arregalou ainda mais os olhos ao ver que ele estava sem roupas.
- Mas o que...?
Remus puxou o lençol num gesto automático, ao mesmo tempo em que Dorcas se afastou da cama e saiu do quarto.
Ele vestiu uma calça jeans e foi encontrá-la em pé na varanda.
- O que você está fazendo aqui? – ele perguntou.
Dorcas se manteve de costas para ele, segurando com força as grades da varanda.
- Vim para cá por que fui convidada. Não pensei que a casa estaria ocupada por outra pessoa.
- Pode se virar, Dorcas, já estou vestido.
Ela olhou por cima do ombro, notando que ele estava sem camisa e descalço.
- Nem tanto.
- Me desculpe. Não quis te deixar com vergonha, só não imaginei que tivesse mais alguém na casa.
Ele percebeu que ela usava uma saída de praia por cima de um biquíni azul. A visão não pareceu tranqüilizá-lo nem um pouco.
- Vou fazer o café. – ele falou.
Ele estava na cozinha, olhando o café pingar no bule de vidro da cafeteira, quando ouviu a porta ser aberta.
- Vou arrumar a minha mala e ir embora. – Dorcas disse – Não quero te incomodar.
- Você não precisa ir embora. Tem espaço suficiente para nós dois aqui.
- Sim. Mas você dever ter feito planos para o fim de semana. Eu não quero atrapalhar.
- Do que você está falando? Acha que eu combinei de encontrar alguém aqui?
- Pensei que estivesse tendo um relacionamento com alguém. – ela disse aceitando xícara que Remus ofereceu para ela.
- Não. Dá ultima vez que tentei me ligar a alguém, fui dispensado.
- Oh... Eu sinto muito.
- Não deveria. Você teve todo o direito de me dispensar.
Dorcas arregalou os olhos.
- Eu?! Eu te dispensei?
- Digamos que você deixou bem claro que a minha presença não era mais necessária na sua vida.
- Eu... – Dorcas não sabia o que dizer – Quero dizer... Você já tinha feito muito por mim e por Christine. Eu me recusei a ficar tirando vantagem da sua gentileza.
- Se você me conhecesse melhor, Dorcas, saberia que eu não vivo distribuindo gentilezas. Fiquei com vocês duas por que quis.
Dorcas olhou para as cadeiras da varanda e sugeriu:
- Por que não sentamos lá fora, tem uma coisa que eu quero te dizer.
Ela saiu na frente e Remus a seguiu. Depois de sentarem, ela voltou a falar.
- Quero te contar sobre o Steve.
- Seu ex-marido?
- Sim. Achei você muito parecido com ele na primeira vez em que te vi.
Remus fez uma expressão de desgosto.
- Pelo o que você disse a respeito dele, não se trata de uma das suas companhias favoritas.
- Eu me desiludi com ele, só isso. Cresci conhecendo Steve e a família dele. Quando meu pai ficou doente, eles ficaram ao meu lado, e me ajudaram muito. Alguns meses depois, ele disse que queria se casar comigo para ter mais chances de cuidar de mim. Só que não demorou muito pra eu descobrir que o verdadeiro interesse dele era a herança do meu pai. Quando ele descobriu que meu pai não tinha deixado muitos bens para mim, ele me abandonou.
- Deixou você e Christine?
- A Diana estava grávida de seis meses quando isso aconteceu. Depois que a Christine nasceu, ele voltou dizendo que queria tentar mais uma vez, que estava arrependido. Mas quando ele viu que eu teria de cuidar dela, foi embora de novo.
Remus continuou em silêncio.
- Então eu resolvi me mudar. Com a venda da casa onde nós morávamos, consegui dinheiro para comprar a minha casa atual à vista. Eu e Christine vivemos com conforto. A quantidade de casas que eu decoro todo mês é suficiente para pagar as contas e nos sustentar.
- Você gosta do que faz?
- Sim... Eu amo brincar com cores e formas. Adoro dar novos ares a ambientes e paisagens. Às vezes eu pinto alguns quadros, mas não é nada profissional.
- Você se lembra de termos mencionado a tia Walburga? – Remus perguntou.
- Sim. A mãe do Sirius, certo?
- Ela também é artista plástica. Só que trabalha com esculturas.
- Walburga Black? Ah Meu Deus! Ela é a escultora que sempre assina como W.B.! As obras delas são incríveis.
- É interessante como vocês duas gostam das mesmas coisas.
- Acho que pode chamar isso de coincidência.
- Não acredito em coincidências. – Remus disse.
- Não?
- Não. Acredito que fomos destinados a nos encontrar. E que você vai fazer parte dessa família.
- Como assim?
- Sei que você não me conhece direito, Dorcas. Mas... – Remus respirou fundo e falou – Você quer se casar comigo?
- Rem...
- Não precisa responder agora. Vou dar o tempo que você precisar para se acostumar com a idéia.
Ela o olhou nos olhos, percebendo aquele ar de vulnerabilidade que Remus tanto tentava esconder. Os próprios olhos dela se encheram de lágrimas.
- Você me quer, Remus? – ela perguntou.
- Mais do que você possa imaginar.
Num impulso, ela enlaçou os braços em torno do pescoço dele e sorriu.
- Então, me mostre o quanto me quer. – sussurrou.
Ele nem esperou que ela falasse uma segunda vez. O beijo entre eles foi intenso e Remus só parou por que precisavam respirar.
Pegando Dorcas no colo, Remus a levou direto para o seu quarto. Sabia que estava sendo precipitado, mas não se importava com mais nada. Já tinha lutado demais contra a atração que sentia por ela.
Os dois se despiram depressa, às vezes rindo com a urgência que tinha tomado conta deles. Em questão de minutos, não havia nenhum obstáculo entre eles.
- Remus... Você é muito mais do que eu sempre quis. – Dorcas murmurou no ouvido dele.
- Eu te quero tanto, Dorcas, eu nunca senti nada assim por ninguém.
Remus a penetrou devagar, querendo prolongar por muito tempo o prazer de estar com ela.
Levados pelos movimentos ritmados gozaram juntos em meio a gemidos e sussurros.
Remus saiu de cima dela, deitou na cama e abraçou pelas costas.
Virou o rosto dela e a beijou de leve nos lábios.
- Você é tão linda.
Dorcas apenas sorriu e passou a mão pelo rosto dele.
- Eu tenho uma pergunta para te fazer.
Ela se virou para olhá-lo melhor.
- Qual é? – ela perguntou.
- O que você veio fazer aqui?
- Ah... Quando o Sirius e a Lene foram me visitar...
- Te visitar?! – Remus perguntou surpreso.
- Sim. Eles têm ido à minha casa duas ou três vezes por semana para ver a Christine. Eles me falaram desse lugar e sobre o quanto seria bom para mim passar um fim de semana aqui. Ontem Sirius foi lá em casa e deu a entender que ficaria muito feliz se pudesse passar um tempo com a sobrinha dele.
Remus começou a rir.
- O que é tão engraçado? – Dorcas perguntou.
- A facilidade com que aqueles dois nos enganaram. Sabia que foi a Lene quem sugeriu que eu viesse para cá?
- Então eles planejaram tudo isso?
Remus olhou para o belo corpo nu de Dorcas.
- Com certeza. – ele riu mais uma vez antes de ficar sério – Você vai se casar comigo, não vai?
Dorcas suspirou. Não sabia o que responder.
Notas finais
O próximo e último eu vou postar amanhã gente.
Até lá.
Bjs :*
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