Unexpected Love
28 Capítulo 9 (Parte III) {Remus}
Notas iniciais
Como vc's estão?
Eu estou muito triste por estar postando o ultimo capítulo dos meus amados Marotos =(
Desde já quero agradecer a todos.
Esse capítulo eu quero dedicar a querida Helo pela 5° recomendação da fic... Eu adorei ♥
Muito obrigada minha linda. Esse é todo seu.
Enjoy
– E então, Dorcas? – Remus perguntou.
– A idéia do casamento me assusta. Nunca vi muitos exemplos de relacionamentos felizes.
– Eu sei. Também nunca tive um relacionamento muito familiar até ser adotado. Mas assim que você conhecer melhor a família, vai ver que há muitos relacionamentos duradouros e felizes.
Dorcas sorriu diante dessa perspectiva.
– Eu me mantive afastado deles por alguns anos. – Remus confessou – Depois de um tempo eu percebi que eles vinham me dando provas de afeto durante anos. Eu que fui muito estúpido e não percebi. Sirius e James me ajudaram a passar por essa fase difícil.
– Vai ser meio estranho eu entrar para a família não acha? É como se eu estivesse tomando o lugar que fosse da minha irmã.
– Não, Dorcas. Se ela estivesse viva, o lugar dela seria com o Régulus. O seu lugar é comigo. Você vai ser minha mulher.
– Estou feliz por temos encontrado aquele diário. Fico mais aliviada por não ter que mentir para a minha filha quando ela crescer.
– Também já pensei muito sobre isso. Em quanto o orgulho de uma pessoa pode causar sofrimento. Por isso percebi que estava sendo muito idiota ao fugir da chance de ser feliz com você.
Dorcas sorriu mais uma vez e passou a mão pelo rosto de Remus.
– Sim... Eu quero me casar com você.
Eles se beijaram mais uma vez e Dorcas se afastou para perguntar:
– O que eu vou dizer ao Sirius e à Marlene quando for buscar a Christine?
– Vamos juntos até lá. – Remus respondeu – Acho que não será preciso dizer nada, meu amor. – ele a beijou mais uma vez – Mas, enquanto isso, tenho ótimas sugestões de como vamos poder passar o resto do fim de semana.
Dorcas riu divertida, sem dúvidas do que ele tinha em mente.
***
Uma semana depois, Walburga Black, Doréa Potter e sua cunhada Janine Potter, estavam sentadas à sombra de uma árvore perto do lago, no haras da família.
– É difícil acreditar no que estamos vendo, não é? Se eu tivesse idéia de que esse seria o resultado das nossas férias prolongadas pela Irlanda, teria sugerido há pelo menos uns quatro anos! – Walburga disse.
Doréa riu junto de Janine.
– Eu sei. Ainda estou sentindo vontade de me beliscar. Acho que estou sonhando e vou acordar a qualquer momento. – Doréa disse.
Nesse momento um grupo de crianças passou correndo por elas.
– Como estamos conseguindo sobreviver com tantas crianças reunidas no mesmo lugar? – Janine perguntou em tom de brincadeira.
– Eu não sei. Mas confesso que é divertido ver os pais correndo atrás delas feito loucos. – Walburga respondeu.
Doréa olhou na direção de onde estava uma mesa cheia de comidas e bebidas, um pouco mais afastada de onde estavam.
– Quem diria que aqueles dois acabariam se entendendo com uma mulher na mesma época.
Walburga seguiu o olhar de Doréa e avistou James e Sirius conversando.
– Não é de admirar. Os dois sempre viveram disputando, desde criança. Agora não vão poder apostar para quem vai ser pai primeiro. Já que Sirius saiu na frente.
Janine sorriu.
– Eu acho que se apostassem, os dois perderiam. Olhem só para o Rem. Se aquele comportamento não for de um pai-coruja, não sei o que é.
Christine estava ao lado de Remus, segurando a mão dele, enquanto observava a correria das outras crianças.
– Cameron e eu já tínhamos até desistido da idéia de que Rem encontraria uma companheira. – Janine continuou – Ele sempre foi muito reservado e dedicado apenas ao trabalho.
– Eu confesso que fiquei até surpresa de ver como ele é diferente quando sorri – disse Doréa – Ele sempre foi tão sério.
– Vocês notaram a semelhança de personalidade entre as mulheres que os nos meninos escolheram? – Walburga perguntou – Com certeza não são eles que vão mandar em casa.
As três, junto de seus maridos, tinham voltando de viagem há três dias. Ficaram tão contentes por verem os meninos esperando por elas que até choraram.
Enquanto elas conversavam mais sobre as personalidades dos filhos, Sirius, James e Marlene se aproximaram delas.
– Mãe... Tem algo que eu preciso te mostrar. – Sirius disse se virando para Walburga – Vamos até a biblioteca? – e estendeu a mão para ela.
Ela achou estranho ver o filho tão sério.
– O que foi, querido?
Ele olhou para Marlene antes de dizer:
– Bom... Como vocês já perceberam, James e eu não fomos os únicos a encontrar uma companheira enquanto estavam fora.
– Pois é. – ela falou – Parece que o cupido andou flechando tomo mundo por aqui.
Ela pegou a mão de Sirius.
– Eu sei mãe. Vamos?
Doréa e Janine continuaram sentadas perto do lago. Todos eles seguiram em direção a casa principal e foram direto para a biblioteca. Orion já estava esperando por eles.
Antes de entrar na biblioteca, Marlene falou.
– Eu acho que esse assunto é somente entre vocês. Eu espero lá fora.
– Eu vou junto com ela. – James disse
Marlene beijou o rosto de Sirius e saiu depois de James, fechando a porta atrás de si.
Assim que todos se sentaram, Sirius falou:
– A namorada de Remus, a Dorcas, é uma pessoa muito especial. Nós queremos explicar uma coisa sobre o passado dela.
Walburga olhou para Orion, receosa do que o filho teria para dizer.
Por mais que houvesse gerado expectativa quanto ao que seria dito, Walburga concluiu que nunca poderia ter se preparado suficientemente para i que ouviria. A noticia sobre Christine foi chocante para ela.
Sirius havia lhe mostrado o diário de Régulus, mas a principio ela não conseguiu imaginar o que tinha haver com Dorcas. Depois que Sirius contou a ela que a moça citada no diário era irmã de Dorcas ela começou a entender.
– Sirius, isso significa...?
– Você não notou a semelhança dela com a gente? – Sirius perguntou.
– Oh meu Deus. – ela levou as mãos à boca. – Isso explica o motivo da mudança de comportamento do seu irmão naquela época.
Ela começou a ler o diário em silêncio, olhos dela se encheram de lágrimas. Tocou o braço de Orion.
– Nós temos uma netinha, Orion! – ela chorava ainda mais. – Nosso menino foi embora, mas nos deixou um presente.
– Sim, meu amor. – ele também tinha os olhos cheios de lágrimas – Nós temos a Christine, Régulus não poderia ter nos dado mais orgulho.
Nesse momento Dorcas entrou na sala acompanhada por Remus, que estava segurando Christine nos braços.
– Mãe, pai... Essa é Christine Black, a neta de vocês.
Walburga chegou perto de Remus e perguntou:
– Eu posso? – e estendeu os braços para pegar Christine.
– É claro que pode. – ele respondeu.
– Olha Orion, como ela é linda.
– Ela é perfeita, meu amor. – ele passou a mão pelos cabelos loiros dela.
Dorcas sorria abraçada a Remus.
– Hey! Vamos deixar um pouco dessa babação para o meu filho também. – Sirius falou, fingindo indignação.
– Olha o ciúme. – Remus disse.
Dorcas e Remus saíram da sala, deixando que Christine pudesse passar um tempo com os avós dela.
– E então? – Remus perguntou para ela quando chegaram à varanda da casa. – Como você se sente em relação a tudo isso?
– Muito feliz. Se Deus me desse a chance de escolher, eu não poderia arrumar uma família tão perfeita para minha filha.
– E eu? Faço parte dessa perfeição?
– Você é mais do que perfeito. E eu estou muito feliz por ter entrado na sua sala naquele dia. Apesar do final triste da Diana e do Régulus, estou feliz por eles terem se conhecido, afinal, eu tenho a Christine. Isso é como se fosse um bolo de festa. E você é a cobertura. Eu te amo, Remus!
– Eu também te amo. Dorcas!
Eles se beijaram e depois se viraram para olhar toda a família reunida. Não poderiam querer uma vida mais feliz.
Notas finais
Se o Peter não tivesse sido tão safado, nós poderíamos ter tido uma quarta parte...
Não vou me demorar por que não quero chorar.
Espero que tenham gostado.
Nos vemos no Epílogo.
Bjs :*
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