Unexpected Love
17 Capítulo 7 (Parte II) {Sirius}
Notas iniciais
Cá estou eu *-*
Obrigada pelos reviews... logo vou respondê-los, assim que terminar de por em dia a leitura das fics que acompanho...
Então gente... a parte 2 tá chegando ao fim =(
Fora esse, eu acho que vai ter mais dois capítulos.
But, que nem eu disse antes: sem choro e nem lamentações, pois ainda vamos ter a parte 3.
Remus Gato Nerd Sexy Lupin tá chegando O.o
Enjoy
Marlene ouviu o telefone tocando antes mesmo de abrir a porta do seu apartamento.
Equilibrando os pacotes, a bolsa e a chave, consegui finalmente conseguiu abrir a porta. Devia ser sua mãe ao telefone, já fazia uma semana que não se falavam.
- Alô!
- Lene?
Ela reconheceria aquela voz em qualquer lugar.
- Oi Sirius.
- Liguei só para te perguntar de você gostaria de ir ao haras neste fim de semana. Nunca foi lá, não é?
Marlene não respondeu de imediato. Na verdade não sabia ao certo o que dizer. Ficar mais tempo ao lado de Sirius só traria mais complicações.
- Não. Nunca estive lá.
- Pensei em ir te buscar na sexta-feira, depois do trabalho. Ele fica apenas a duas horas da cidade. Em Hogsmead. No sábado de manhã, eu podia levar você para conhecer os lugares mais bonitos, e depois poderíamos andar a cavalo.
- Eu não sei...
- Por favor, Marlene...
Marlene fechou os olhos, tentando evitar que o coração disparasse, estava muito feliz com o convite de Sirius.
- Tudo bem. Mas é melhor eu ir no sábado. Você pode me ensinar o caminho?
- Claro. A que horas pretende sair?
- Tenho que fazer algumas coisas que não fiz no fim de semana passado. Então, mais ou menos por volta do meio-dia.
- Pode ser.
- Sirius, acabei de chegar e preciso guardas as compras que eu fiz, ok? Até sábado.
- Até.
Sirius desligou o telefone, sentindo como se tivesse acabado de ganhar um prêmio. Nem em seus sonhos mais otimistas ele havia imaginado um fim de semana tão maravilhoso quanto o que teve ao lado dela, de alguma maneira, seu anjo da guarda, se é que existia um, estava trabalhando muito bem.
Teve a oportunidade de conhecer várias facetas da personalidade de Marlene. Desde a advogada competente até a mulher capaz de despertar uma grande paixão.
Sirius já não tinha mais duvidas de que Marlene era definitivamente a dona do seu coração.
Dali em diante, tudo o que precisava fazer era convencê-la disso.
- Se eu tenho mesmo um anjo da guarda, chegou a hora de me ajudar.
Falou para si mesmo, se dirigindo ao quarto.
***
Durante aquela semana, Marlene tentou retomar a rotina que costumava ter antes de passar o fim de semana ao lado de Sirius.
Fez muitas coisas: ligou para a mãe e para o irmão, para saber sobre os sobrinhos. Freqüentou a academia, se concentrou no serviço do escritório, mas a realidade era que aquilo tudo não fazia com que ela tirasse Sirius do pensamento.
Gostou muito do tempo que passou ao lado dele, tinha certeza de que ele também tinha gostado. Afinal, ele mencionou em relacionamento sério entre os dois.
Se recusou a pensar na possibilidade de estar grávida. Se aquilo acontecesse, tentaria lidar com a situação da melhor maneira possível. Não pretendia pedir a ajuda dele. Não conseguia imaginar nada pior do que ter Sirius ao seu lado apenas por um senso de obrigação da parte dele.
***
Ariel estava muito preocupada. Sabia que Marlene e Sirius seriam pais de uma menina dentro de, aproximadamente, nove meses.
Estava muito satisfeita por Sirius perceber que ela era a mulher que ele procurou durante muito tempo. Ariel acreditava que ele conseguiria conquistar por completo a confiança dela. Mas sabia que Marlene não iria facilitar.
Dali em diante, seu trabalho, seria providenciar para que Sirius pedisse Marlene em casamento antes que os dois soubessem que ela estava grávida.
Bom, do modo como Sirius estava apaixonado, seria apenas preciso um empurrãozinho para ele se declarar.
E Ariel sabia melhor do que ninguém como fazer aquilo.
***
- Tem certeza de que quer cavalgar mais? – Sirius perguntou a Marlene, na tarde de sábado.
Os dois estavam andando a cavalo havia cerca de meia hora.
Marlene sorriu ao notar a preocupação dele.
- Não se preocupe, estou bem.
- Eu acredito. Mas é que você não está acostumada a andar a cavalo por tanto tempo.
- Tudo bem. Por que não vamos até aquelas árvores. – ela apontou – Parece que tem água ali.
- Sim. Tio Charlus mandou que construíssem um pequeno lago, há alguns anos. Quer nadar um pouco?
- Talvez outro dia. Não trouxe um biquíni.
- Não me diga que vai ficar com vergonha agora. Nós tomamos banho juntos há uma semana, lembra?
- É mesmo? Bem que eu achei que te conhecia de algum lugar. Não te reconheci vestido.
- Muito engraçado.
- Não estou com disposição para mergulhos. Por mais que seja agradável nadar nesse lago, nada se compara às águas do Havaí.
- Tenho que admitir que eu também nunca tinha visto um lugar como aquele. Sua escolha foi perfeita.
- Isso me faz lembrar que você não se comportou com muita honestidade.
- Não? – ele perguntou – Qual foi o pecado que cometi?
- Você pagou a conta do hotel.
- Ah... Isso. Eu fiz as reservas no seu nome, mas dei o meu cartão de crédito na hora de pagar.
- Mas foi você quem venceu a aposta.
Sirius sorriu com charme, sempre aquele charme, que fazia o coração de Marlene disparar.
- A recompensa foi muito melhor do que eu esperava.
Logo que chegaram as árvores, na beira do lago, Sirius ajudou Marlene a desmontar.
Ela deu alguns passos e fez uma careta de dor.
- Eu te avisei. – ele falou.
- É, acho que não estou tão em forma, como imaginava.
- Vem. – ele puxou ela pela mão, fazendo com que se sentasse. – Vamos descansar. Se você não conseguir voltar a cavalo, vou pedir que o Ted venha nos buscar de carro.
- Não vai precisar. Só descansar e vou ficar melhor. Da próxima vez vou seguir seu conselho.
- Ótimo. Por que espero ter você aqui muitas outras vezes.
- Confesso que vai ser difícil recusar se você me convidar de novo.
- Então meu plano foi bem sucedido.
- Quer dizer que isso não passou de um plano? – ela perguntou.
- Eu queria que você visse como eu vivo.
Marlene se lembrou da imponente construção feita em estilo rústico, mas elegante, que eles chamavam de casa principal.
Sirius havia lhe mostrado o lugar assim que chegaram. Havia alguns grupos de casas, Marlene pensou que fosse uma pequena cidade, depois ela se deu conta que fazia parte do haras.
- Você mora aqui sozinho?
Ele riu.
- Nem que eu quisesse. Deve ter cerca de cento e cinqüenta funcionários que trabalham aqui. Aquelas casas que você viu, pertencem a alguns deles, as outras são para os proprietários dos cavalos que vêm passar o fim de semana por aqui.
- Estou me referindo aos outros membros da sua família.
- Agora só a Andrômeda e o marido dela. Quantos aos outros, ás vezes eles vêm, passam alguns dias aqui, mas logo voltam para a cidade. James, Remus e eu fomos criados aqui, mas depois cada um comprou sua própria casa. James em Oxford e Remus em Bristol. O pai do Remus, tio Cameron, fica aqui quando não está viajando.
Depois que ele terminou de explicar, ficaram muito tempo em silêncio. O modo como ela observava tudo, era encorajador. Queria que Marlene percebesse que aquilo era importante na vida dele. Tinha certeza absoluta do amor que sentia por ela, mas não sabia se era capaz de mudar seu estilo de vida para agradá-la.
Mas ele não poderia apressá-la para tomar uma decisão. As coisas teriam que acontecer naturalmente. Tinham muito tempo pela frente. Não havia motivo para apressá-la.
Notas finais
O que será que vai acontecer daqui pra frente??
Me digam....Espero que tenham gostado.
Bjs :*
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