Unexpected Love

11 Capítulo 1 (Parte II) {Sirius}


Notas iniciais
Olá pessoas lindas!!!
Como estão??
Eu sei que vc's devem estar querendo me matar... Demorei né?
Mas eu tenho bons motivos.
Trabalhei muito essa semana que passou, e hoje é feriado e trabalhei tbm. Não tive tempo nem de responder os reviews (isso é sagrado pra mim, vou respondê-los já já), e nem de por em dia as a leitura das fics que estou acompanhado.
Mudando de assunto rapidamente, sexta feira fui ver Amanhecer parte 2. Cara *-* Que perfeito. Chorei demais.
Vou parar de ficar de blá blá blá e vamos ao que interessa.
O primeiro capitulo do meu sonho de consumo *-*
Sirius Black ~lê eu suspirando~ ôôô perfeição.
Enjoy

Sirius Black estava com calor, cansado e precisando de um bom banho, quando retornou para a casa principal do haras, para almoçar. Esteve fora desde as sete da manhã, tentando fazer alguns reparos urgentes.

Claro que havia muitos funcionários para fazer o serviço, mas a experiência lhe ensinou que eles trabalhavam mais rápido quando ele estava presente.

Naquele momento tudo o que queria era se refrescar. Para a sua felicidade podia contar com sua prima Andrômeda. Ela cuidava da casa, enquanto seu marido Ted trabalhava como gerente do haras.

- Remus telefonou. – ela avisou. – Ele pediu que você telefonasse assim que chegasse em casa.

- Acho que prefiro almoçar primeiro.

- Só repeti as palavras dele.

- Acho que o mundo não vai acabar se eu comer primeiro. Alem disso, seja qual for o motivo do telefonema, desconfio que vou preferir estar de estômago cheio para conversar.

Depois de se fartar com as suas comidas prediletas e tomar banho, o humor de Sirius ficou muito melhor. Tanto que foi assobiando até o escritório, onde iria telefonar para seu melhor amigo.

Assim que ouviu a voz de Remus, Sirius colocou os pés sobre a mesa e reclinou a cadeira antes de falar:

- E então Rem? O que aconteceu?

- Muitas coisas, meu caro. Preciso que você fique na cidade por algumas semanas. Isso é possível?

- Para que? Você é o advogado, não eu.

- Mas não conheço ninguém melhor que Sirius Black para testemunhar, se pretendemos ganhar essa causa sobre o direito do uso das terras do haras.

- Pensei que a audiência só estava marcada para daqui duas semanas.

- E está. Mas precisamos nos preparar.

- Essa situação toda é ridícula. O haras pertence a nossa família há anos. Com que direito eles acham que podem opinar de como usamos as terras?

- Aqui é um país livre. Qualquer pessoa tem o direito de acionar a justiça se acha que pode levar algum lucro com isso.

- Acho que isso é falta de caráter. – disse Sirius com impaciência – Os nomes Black e Potter significam dinheiro para muitas pessoas. Não sei por que acham que temos que pagar para cada louco que aparece querendo se apossar de alguma coisa. Mas eles vão descobrir que não é tão fácil assim.

- Mas se quisermos ter sucesso na defesa desse caso, você vai ter que me ajudar. Você conhece melhor do que ninguém esse haras.

Sirius suspirou

- Isso é verdade. Sou o mais indicado nesse caso. Já que a geração mais velha da família está passeando pela Irlanda.

- Meu pai acha que podemos cuidar disso sozinhos. Eu concordo. Não vamos fazer com que eles voltem sem um bom motivo. – concluiu Remus.

- A Lene ainda está trabalhando nesse caso com você?

Ao ouvir Remus resmungar, Sirius riu. Ele sabia que aquela não era uma pergunta inocente.

- Sim, Sirius. Marlene continua trabalhando comigo.

- Muito bom. Deixa eu falar com ela.

- Mas que coisa Sirius. Quando é que você vai desistir? Com todas as mulheres que se jogam aos seus pés, por que insiste tanto na única que não se interessa por você?

- Ela vai me aceitar. Isso é questão de tempo.

- Depois de ver ela recusar todos os seus convites, durante dois anos, não creio que seja apenas uma questão de tempo.

- Mas já obtive progressos. Ela não faz mais greve de silêncio e nem cruza os braços quando entro no escritório. Teve uma vez que eu tenho certeza de que ela começou a sorrir quando me viu.

- Só se foi de nervosismo ou desespero. – Remus ironizou – Tenho que voltar ao trabalho Sirius. Pode ficar lá em casa se quiser. Estou com o serviço atrasado e...

- Não desliga! Quero falar com a Lene, esqueceu?

- Você está parecendo um garoto apaixonado. Mas lembre-se: Não pode conseguir tudo o que quiser.

- Talvez não. Mas você sabe que eu gosto de um desafio.

- Até logo então. – Remus se despediu.

- Aqui é Marlene Mckinnon. Em que posso ajudar?

- Olá, amorzinho... Sentiu minha falta?

Ele ouviu um suspiro do outro lado da linha.

- O que você quer Sirius? Estou ocupada.

- Isso é jeito de cumprimentar o homem com quem vai se casar um dia? – ele perguntou sem obter uma resposta – Você ainda está ai?

- Diga o que quer. – ela insistiu.

- Pelo que eu soube, precisam de mim ai na cidade. Então eu estive pensando... A gente podia sair hoje à noite.

- Não, obrigada. Mais alguma coisa?

- Está tentando me desiludir, amorzinho? Como você pode ser tão cruel?

- Isso é muito fácil. Além disso, tenho certeza que você não precisa se preocupar em arranjar companhia feminina para hoje à noite. Se for só isso, tenho que desligar.

Marlene colocou o fone no gancho e respirou fundo. Sirius tinha a enorme facilidade de deixá-la nervosa. Seria tão difícil entender o significado da palavra “não”?

Ela nunca havia demonstrado o menor encorajamento àquele tipo de aproximação, desde que foi trabalhar no escritório de advocacia de Cameron e Remus.

Saber que Sirius estava indo para a cidade, só aumentava seu nervosismo. Era obvio que aquilo aconteceria, precisavam dele na audiência.

Ao tirar a mão do fone e se virar para a mesa, viu que Remus estava parado na porta, olhando para ela.

- Oi! Precisa de alguma coisa? – ela perguntou.

- Acho que a conversa que você teve com o Sirius não foi muito agradável.

- Ele é impossível. Totalmente impossível. Mal posso acreditar que vocês sejam parentes.

- Meu pai só meu deu o sobrenome Potter. Você sabe que sou adotado.

- Mesmo assim. Vocês são muito diferentes. Nem o James se comporta daquela maneira.

- Nunca vi o Sirius tão focado em conquistar uma mulher. No geral é ao contrario. Você devia ficar lisonjeada.

- Me poupe, por favor! Lisonjeada? Sirius Black nunca faria eu me sentir assim. Ele não passa de um sedutor de mulheres indefesas.

Remus não pode deixar de rir.

- Pelo menos ele é bom em alguma coisa.

- Você está defendendo o comportamento dele?

- Calma. Só acho que não tem nada demais ele querer sair com você.

- E você acha que é só isso o que ele quer? – perguntou Marlene – Eu acho que ele está tentando fazer carreira. Levando cada vez mais mulheres para a cama. E além do mais, e não sou o tipo dele.

- E qual seria o tipo dele?

- Loira e alta.

- Com certeza você não se considera loira muito menos alta.

Marlene tinha cabelos pretos e compridos, belos olhos azuis e um pouco mais de um metro e sessenta de altura. Era muito bonita. E sempre teve que provar para as pessoas que não era apenas mais um rostinho bonito.

- Então você acha que o Sirius só age dessa forma pelo prazer da conquista? – perguntou Remus.

- Só pode ser.

- Se for isso. Então a solução é você fingir que está interessada também, assim ele te deixa em paz. – ele sugeriu. – E é melhor você ter um pouco mais paciência, afinal, vão trabalhar juntos.

- Olha Rem, não vejo problema em trabalhar com ele. Desde que seja em bases profissionais.

- Fico feliz em ouvir isso. Esse caso é muito importante. E não podemos nos arriscar a perdê-lo.

- Eu entendo.

Ela observou Remus sair da sala e voltou a trabalhar. No entanto, teve dificuldade de se concentrar. O rosto de Sirius aparecia a todo o momento em sua mente. Ele era um grande paquerador e simplesmente sabia que não conseguia ignorá-lo.

Talvez estivesse reagindo daquela forma por que sabia que ele merecia consideração em muitos aspectos. Era uma pessoa dedicada ao trabalho. Conhecia como ninguém o haras da família. E já havia ganhado muitos prêmios por cuidar tão bem dos cavalos. Além disso, era considerado um especialista na história daquelas duas famílias.

E foi justamente isso que o levou a se tornar o pivô da defesa, na ação judicial em que iriam trabalhar.

Notas finais
E ai?? O que me dizem?
Já começou xavecando a sortuda da Lene.... Gzuis....
O próximo eu prometo para vocês que sai sexta-feira a noite.
Senão podem me mandar um avada que eu vou merecer.
Até lá fofuras *-*
Bjs :*