Unconditionally
31 This is not a fairytale
Notas iniciais
Nós juramos amar até a morte nos tire um do outro.
Juramos amar na saúde e na doença.
Na riqueza e na pobreza.
São apenas juramentos, mas naquele momento e muito mais, é uma promessa de amar não importando as circunstâncias, não importando se ainda e tão lindo ou tão magro quanto antes, ou a quantidade de dificuldades ou das discussões; amar acima de tudo, um ao outro até a morte os separe.
Mas nos sabemos que são apenas palavras prometidas da boca pra fora, porque no final, acaba sendo tudo uma grande mentira.
Stockholm Syndrome — One Direction
Elena amarrou seus longos cabelos castanhos em um rabo de cavalo. Ela vestia apenas uma langerie cor de rosa, que definitivamente era uma cor ao qual eu nunca a via usando, talvez o fato da Liv ter feito quatro anos e descoberto a Barbie e ter feito a Elena brincar com ela toda as vezes tenha ajudado na chegada dessa cor em seu visual.
–Você é um total idiota-Elena resmungou pegando o relógio que dei a ela de dois anos de casados em cima da penteadeira e colocou no pulso, ainda chateada.
–O total idiota que você ama e está fazendo aniversário hoje-falei tentando quebrar aquela raiva toda.
Engraçado, a minha vida, poderia ser uma enorme merda desgraçada onde eu só me lasco e faço coisas que detesto, mas seja lá qual for o humor que ela estiver quando eu chego em casa e a vejo compensa todo o meu dia horroroso, todas as coisas que eu fiz valem a pena porque eu sei que fiz para salvá-la. Toda vez que eu vejo o sorriso dos meus filhos, vale a pena tudo que eu fiz contra a minha vontade, porque o sorriso dos três compensa uma vida inteira de dor e sofrimento.
Claro que eu tinha vontade de matar a Elena pelo fato dela ser tão linda e gotosa, além do fato deu ser tão apaixonado por ela, talvez minha vida seria muito mais fácil se eu realmente tivesse casado com ela apenas pela Itália, porque assim eu não estaria sempre com fome quando chegasse em casa.
A minha vida era uma merda, então todos os dias quando eu chegava em casa só o que eu queria era passar a noite inteira com a pessoa pelo qual eu faço tudo. Nossos amassos, juras de amor, beijos ardentes, saudade de um dia, muitas vezes causavam incríveis noites prolongadas pelo sexo selvagem muitas vezes sem preservativo, no que gerou em Megan, a terceira princesa da Itália e da Inglaterra, a casulinha dos Salvatore, e a futura bonequinha do papai.
Elena estava grávida de seis meses. Ok, isso era ótimo, poderia até ser incrível, eu poderia estar maravilhado, mas ainda sim estragava com tudo e era mais uma garantia para que a nossa vida ficasse mais perigosa.
Depois de dois anos havia me transformado em um ator maravilhoso, sempre tinha que chegar com uma cara feliz em casa, de alguma maneira surpreendente Elena acreditava no meu falso sorriso e me recebia com um beijo nos lábios, de vez em quando era impossível fingir e Elena sempre pensará que era apenas cansaço.
Elena vestiu uma calça preta social, sem dar bola para o que eu havia dito. Engraçado, ela ficava linda até com raiva, não consegui conter um sorriso quando vi brava daquele jeito levantando o zíper de sua calça.
–Elena...-resmunguei-É meu aniversário-tentei convencer a minha mulher que continuava perambulado pelo quarto se vestindo, mas quando ouviu minha última frase parou de andar de costas pra mim, então virou de vagar para mim, então apontou o dedo para minha cara e disse.
–Nos estávamos na reunião de pais e mestres da Liv, eu tava com Henry no colo tentando acalma-lo, aí a direto pergunta porque é que e a Liv anda se atrasando tanto: beleza, eu respondo e fica tudo bem, aí a diretora Jensey pergunta o que levou o atraso de trinta minutos da semana passada, aí você com a maior tranquilidade do mundo, pega. Fala: "É porque a gente tava transando" DAMON! VOCÊ PERDEU A CABEÇA? NÃO PODE FICAR FALANDO PROS OUTROS QUE A GENTE TRANSA!
–Elena, eu acho que pelo fato de você ta grávida de novo e a gente ter mais dois filhos diz tudo não acha-ela revira os olhos mais então começa a rir.
–Você ainda é um idiota-ela disse comigo se aproximando de seu corpo e agarrando sua cintura-Um grande idiota-falou quando eu beijei seus lábios levando nossos passos até a cama, a beijando sentindo seu sorriso em meus lábios, eu não sorria sozinho.
Ela colocou as pernas em volta de minha cintura quando cai em cima dela na cama. Elena passou os dedos pelos meus fios escuros fazendo um carinho reconfortante neles.
–Vai ter que me compensar com muito sexo pra eu te desculpar, ok?-falou lesse fazendo de seria, eu mordi o lábio e assenti sorrido novamente levando logo minha boca pra sua-Feliz aniversário meu amor-disse alisando meu rosto.
–Eu amo você-eu disse a levando meus lábios a seu pescoço, onde comecei a bienal e a dar levar mordiscadas.
–Hum...eu também...-falou ela gemendo um pouco, sem fala ao receber o início daqueles chupões-Amo você-senti seus pelos arrepiarem.
Comecei a descer os beijos para seu colo, fazendo Elena continuar a soltar gemidos curtos e baixo. Desci os beijos até seus seios, onde Elena começou a brincar com meus cabelos e a remexer os pés.
–Você ta meio faminto hoje não é senhor aniversariante?-riu ela, só consegui sorrir ao ouvir sua risada mas não tirei a boca de seus lindos e enormes, queria que eles ficasse daquele tamanho pra sempre.
–FELIZ ANIVELSALIO PAPAI-Henry e Liv entraram correndo no quarto com gritos chapeuzinhos de aniversário e cada um segurando dois balões.
Tive vontade de enterrar minha cabeça nos seios de Elena, teria até feito se não estivesse sorrindo tanto com aquelas fofuras a minha frente.
Eu e Elena viramos a cara junto encarando nossos filhos sorrindo feito dois idiotas. Os dois pequenos nos encararam sem entender nossas posições, me condenei por não ter trancado a porta. Eu e Elena nós olhamos sorrindo um pro outro, com um olhar cúmplice, eu a beijo de um jeito apaixonado porém rápido, saiu de cima dela e então estendo minha mão, Elena pega e eu a puxo ficando de pé, puxo sua blusa branca social e ela entrega vestindo rapidamente cobrindo seu sutiã provocante.
As crianças nos encaram boqui-abertas, e para quebrar aquela reação chocada delas de terem acabados pegar os pais dando uns amassos, eu me pronuncio.
–Cade o beijo do papai?-falo me ajoelhando esperando as crianças que correm ao meu encontro me dando um abraço forte e caloroso.
–Nos te amamos papai-eles falam ao mesmo tempo enquanto cada um agarra uma parte do meu pescoço.
–Também amo vocês crianças-dou um beijo na cabeça de cada um, e então pergunta-Não ta na hora de irmos pra escola?
–Ah-os dois gemem sem voltande de ir pra o centro-do-inferno, que era o modo que ela chamava a escola. Já Henry ia para a creche, mas ele não gostava muito, sempre acabava brigando com os meninos, e ficava sempre com as meninas, a Elena achava que ele acabaria se tornando gay, mais eu mesmo sabia que que aquele desenho de coração não havia sido ele que tinha desenhado, Henry era um Salvatore, ele era filho de Damon Salvatore, todos nós sabemos que futuro espera para o futuro garanhao da família, e logicamente que ele começaria cedo.
–Pega a mochila Liv, você também Henry-os dois fizeram cara feia, e Liv cruzou os braços.
–Só se você fizer o leão!-Liv exigiu.
–Eão! Eão! Eão!-Henry também pediu pulando um pouco, Elena riu atrás de mim.
–E aí nós vamos pra escola?-os dois assentiram-Ok, mas só uma vez-fiz o rugido alto e forte de leão ainda fazendo os braços como um predador fazendo as crianças rirem e depois saírem correndo para seus quartos.
Me virei pra Elena a encontrando ainda rindo de braços cruzados. Peguei sua cintura e a trouxe mais pra mim.
–E então minha rainha, vai levar nossos pequenos leões comigo?-ela beijou meu pescoço com um "sim" em resposta-E como está a garotinha do papai-falei dando um beijo rápido em sua barriga.
–Agitada, você sabe bem como ela fica quando escuta sua voz-disse alisando seu ventre.
–É, eu sei. Agora vamos minha rainha a diretora realmente não gostou de saber de como as crianças foram feitas-Elena riu, e então agarrei sua cintura pelas costas, colocando minha cabeça atrás de seu ombro e começando a andar em direção a porta.
–------------------------------------------------------------------------------
Eu não sei o que eu tinha feito para merecer a Liv gostando daquela bandinha chata, aqueles tal de One Direction era insuportável, e pela cara que o Henry fazia na cadeirinha dele parecia que eu não era o único.
Ela continuava a cantar sem parar eu estava odiando mais não conseguia parar de rir, diferente da Elena que tinha uma voz linda Liv tinha uma voz horrível e desafinada onde ela gritava sem parar, pelo que parecia ser o nome da música era "Steal my Girl" consegui deduzir aquilo pelo número de vezes que essa palavra era repitida com os berros da pequena.
O caminho todo havia sido assim musicas de One Direction durante todo o caminho, é claro eu e Henry com cara de tacho.
Quando chegamos em casa Liv e Henry me puseram a me puxar para o terreno enorme que havia por trás do castelo não entendi o motivo de início mas então avistei uma casa branca de dois andares, com uma varanda de entrada, e uma escadinha para poder subir nela, e então Elena parada na porta da casa escorada na mesma observando todo aquele jardim à frente dela com a mesma cara de paixão que ela tinha quando via algo belo.
–MAMÃE!-Liv gritou e então os olhos de Elena voaram para nós três mostrando o susto que ela havia tomado ao receber aquele grito, ela primeiro estava assustada, mas então sorriu quando seus olhos encontraram os meus.
Liv começou a correr em direção a ela e então se jogou em seus braços, fazendo Elena sorrir ainda mais com o ato da filha. Henry vendo que a irmã havia corrido em direção a mãe fez o mesmo mas sem muito disseco já que ainda era principiante naquela coisa chamada "andar" e suas perninhas gordas de bebê não ajudam em nada, ri com a situação.
–O que é tudo isso?-abri os braços gritando no meio de um sorriso largo.
–Feliz aniversário-ela sorriu pra mim com Liv nos braços e Henry agarrando suas pernas-Exagerei?
–Nunca-ri pra ela e então caminhei em sua direção, uni nossos lábios em um beijo apaixonado, nós sorrimos um pro outro e então peguei Henry no colo.
Entramos em casa e então fui recebido com um parabéns pra você com um enorme bolo dizendo parabéns "papai e amor", depois trocas de presentes, depois ficamos brincando no jardim que havia atrás da casa.
Descobri que Elena estava construindo aquela casa já fazia mais de um ano, mais ou menos um tempo depois de chagarmos de Londres, e tivemos uma verdadeira tarde de uma família normal e foi...perfeito.
Quando chegou à noite Elena recebeu um telefonema da minha mãe falando que podia deixar as crianças na casa dela e vir ficar comigo aços mas antes ela queria conversar alguma coisa com ela o qual eu não tinha ideia do que era mas deixei que ela fosse louco pra que nossa noite começasse.
Elena, minutos depois
Por algum motivo estranho quando cheguei no palácio Lily falou que não havia nada para falar comigo e que na verdade havia sido apenas um engano, eu ri e achei esquisito mas não contestei só o que eu queria era voltar para casa e ficar com Damon pelo resto da minha noite fazendo amor com ele várias e várias vezes.
Queria que aquele tivesse sido meu aniversário porque se tivesse sido eu já sabia que aquele havia sido o melhor de todos.
Corri pra casa que nos aprenderíamos a chamar de lar abri o maior sorriso que tinha quando abri a porta e deparei com suas roupas no chão, comecei a rir com sua brincadeira, mas ao longo do meu caminho meu coração ia se partindo em um milhão de pedacinhos, pois roupas femininas foram aparecendo ao longo do caminho e eu sabia que elas não eram minhas.
Mas foi só quando abri a porta que meu mundo caiu, as lágrimas vieram ao meu encontro e o soluço saiu pela minha garganta.
Lá estava Damon em cima de uma ruiva, nua, na nossa cama, ela gemia, eles suavam, eles transavam. Mas aquela ruiva não era um ruiva qualquer, era Charlotte.
Fale com o autor