Unconditionally
30 The apex of pleasure
Notas iniciais
O choro. A primeira coisa que nos ouvimos quando nosso pequeno milagre nasce. De repete, não e um barulho, não a mais dor, não a mais sofrimento, apenas o choro, o sinal que o nosso pequeno milagre veio ao mundo, e não a mais nenhuma sensação mais incrível do que saber que ele finalmente veio ao mundo.
Não a nada mais maravilhoso que o choro de um filho.
Ate ter feito duas semanas de nascimento.
Então o quarto foi novamente preenchido pelo som alto e agudo do choro de Henry, que vinha direto da baba eletrônica.
Meus olhos estavam pregados, depois dele ter acordado mais três vezes após um rodízio entre mim e Damon, agora era minha vez de ir até lá e o fazer dormir.
–Sua vez-o sr, preguiçoso falou jogando a cara para debaixo dos travesseiros cobrindo todo o corpo com o edredom.
–Folgado-resmunguei, me arrastando para fora do quarto enquanto coçava os olhos e bocejava morrendo de sono.
Já não bastava ter que morrer de dor enquanto rasgava sua vagina num parto pra ainda não consegui dormir direito durante os 5 primeiros dias em casa?
Abri a porta do quartinho de Henry, que era bem ao lado do nosso. Uma coisa que eu havia agradecido muito era pelo fato que a Lily e a vovó Rita havia deixando nosso quarto em um cobertor só para nossa parte da família, então o meu quarto e o de Damon, o quarto de Liv e Henry eram no mesmo corredor, o que fazia a garotinha acordar com os berros do irmão e não consegui ficar muito disposta para as aulas no dia seguinte.
Caroline estava quase na mesma situação que eu, com apenas mais um mês para o grande Alex chegar, e ser a nova mamãe ela estava com os nervos à flor da pele, deixando Stefan louco com todos aqueles hormônios e carência toda da gravidez.
Entrei no quartinho azul do Henry, encarando o papel de parede de céu cheio de nuvens espalhados por todo ele, com uma comada branca com suas fraldas e um colchãozinho para poder trocar sua fralda, além de uma cadeira de balanço ao lado da cama e um pequeno guarda roupa branco para o pequeno.
Peguei meu bebê no colo tirando ele do berço e logo colocando o em volta de meus braços, fazendo com que o choro alto e escandaloso num piscar de olhos fosse mudando para um choro baixo e simples.
–Então era só isso, meu amor?-falei sentando com ele na cadeira de balançando o balançando, enquanto seu choro passasse a ser apenas leves gemidos e barulhinhos que ele fazia.
–Era só o colinho da mamãe, meu amor?-falei sorrindo encarando, seus olhinhos azuis se fecharem e as mãozinhas que apertavam a meus dedos, a segurar com delicadeza.
–Mamãe e papai estão tão cansados Henry-sussurrei balançado a cadeira-Mamãe quer muito dormir, ela tá com muito sono-bocejei-Eu vou te colocar no bercinho tá?-falei me levantando indo colocá-lo no berço, mas logo ouvindo o choro alto e histérico quando seu corpo tocar o coxão.
–Ta bem-o ergui de novo-Se você não consegue vence-los, juntasse a eles-disse colocando o deitado em meus braços-Vai dormir com a mamãe e o papai, Henry?
E assim com a minha ideia genial de mãe egoísta louca para ter uma boa noite de sono, ignorando totalmente os princípios de Elena e Damon sóbrios sobre dar dependência ao bebê, ao abri a porta do quarto, dando de cara com Damon estabanados na cama, com Liv deitada e agarrada em suas pernas, em um sono pesado e profundo enquanto a baba que saia de sua boca escorria sobre o cobertor.
–Mas o que e isso?
–Liv não conseguia dormir. Reclama comigo amanhã, dorme-ele disse sem abrir os olhos batendo o braço no meu travesseiro me chamado para a cama.
Eu sorri fraco com a cena e nossos atos de sono e então deitei na cama delicadamente tentando não fazer movimentos bruscos que despertasse qualquer choro alto do bebê em meus braços.
O coloquei entre mim e Damon, sem ter perigo dele cair da cama. Sorri com aquela cena.
Estava perfeito, não importava Charlotte ela não podia tirar aquilo de mim. Meus filhos, meu marido, meu amor por eles, minha vida inteira com ele. Era perfeito, um conto de fadas.
–Vai dormir Elena-Damon falou sem abrir os olhos, pegando minhas mãos, e alisando ela-Vai dormir-mandou de novo, com a voz mais cansada parando de alisar minha mão.
Olhei para aquelas três pessoas na minha cama. As três pessoas mais importantes da minha vida. A minha família, a família que eu havia construído, e em breve eu teria mais deles.
Fechei meus olhos, apertando a mão de Damon, antes de ser levada totalmente pelo sono.
***
A coisa mais linda do mundo. Henry mamando, colocando sua mãozinha em cima de meu seio e de vez em quando mordendo o mesmo sem ter dentes me dando leves beliscões provocados por sua boca. Ele parecia faminto, sugando todo o leite que meu seio abrigava.
Poderia não ser minha primeira vez naquilo, porém continuava a ser mágico, era meu menininho, meu primeiro meninho.
–Ta chorando-Damon disse sentando do meu lado.
–Estou é?-falei sem olhá-lo não dando importância ao que ele havia dito apenas sentindo suas mãos alisando suas costas, e seu braço me puxando para o seu peito.
–Liv está com ciúme-beijou meu ombro colocando sua cabeça lá, o senti fechando os olhos.
–Bom para ela-não conseguia prestar atenção em suas afirmações apenas no jeito único e mágico que aquilo era.
Meu filho, meu bebê, tomando leite vindo do meu peito, eu não era nenhuma pessoa fanática religiosa, mas as coisas de deus eram tão lindas, tão perfeitas, cada simetria e detalhe de tudo que ele havia criado e feito, assim como o amor de mãe e filho.
Porque por aquele pequeno pacotinho em meus braços, eu me perguntava como um ser humano poderia amar tanto assim do jeito que eu amo o jeito que aquele sentimento toca cada parte de mim, de como eu cuidaria e faria qualquer coisa por aquela vida ali nos meus braços.
Pov.Damon
Depois de Elena ter dado de mamar a Henry o bebezinho já estava bem mais calmo e então Elena colocou ele no berço o deixando dormir, e em seguida eu, ela e Liv aproveitamos que ele estava num soninho profundo e corremos para os quartos que havia nas partes subterrâneas do palácio onde era o meu esconderijo secreto com Liv, sem falar que era a parte mais legal da casa, não dava para se ouvir absolutamente nada que houvesse lá em cima, e Caroline havia feito a caridade de caso o beber acordar cuidar dele para-nos, claro que seria ótimo para ela já que ela seria a futura mamãe em sabe lá quantos meses, quem sabe dessas coisas e a Elena já que e a prima, eu só sei que a Car ta gorda e mal humorada e o Stefan ta mergulhando nos meus whisky importados para tirar o estresse, e eu sinceramente não tava gostando nada disso:
Inclusive eu e Stefan havíamos pegado uma alta discursão após ele beber meu uísque Turco 1945: “QUEM JÁ SE VIU BEBER O WHISK IMPORTADO DO IRMAO, HEIN?” Claro que houve a maior briga entre nos dois, a Lena e a Caroline entraram no meio, Caroline teve logo um piripaque e acabou desmaiando por causa dos hormônios da gravidez, e Elena com o estresse dos nove meses vendo a prima daquele jeito acabou desmaiando também. Claro que o uísque não tinha mais importância, mas eu ainda estou esperando Stefan me dar um I-G-U-A-L ao que ele bebeu.
Depois de um bom tempo dormindo agarrado com Elena, sai de fininho do quarto sabendo que com tanta coisa na cabeça da minha princesa ela tinha esquecido completamente que hoje era o nosso aniversario de um ano de casados, e mesmo sabendo que a medica disse “não” as atividades sexuais durante as primeiras semanas de gravidez, mas quem já viu a Elena recusar sexo?
Peguei um café bem quente na cozinha e o coloquei em um copo de isopor daqueles de viagem que a gente pega nos cafés. Peguei o meu celular e escorei o corpo na parede do quarto que minhas garotas dormiam, abri o Whatsapp mandando uma mensagem para Elena contando de uma falsa emergência para acorda-la, pois sabia o sono leve que ela tinha. Não havia dado nem dois minutos quando ela saiu correndo pela porta e eu logo me posicionei na frente dela com a intenção proposital de fazer um inevitável esbarrão, que foi exatamente o que ocorreu quando Elena saiu do quarto, fazendo todo café que eu segurava cair sobre a blusa dela, exatamente como na segunda vez que “a gente se conheceu”.
–PUTA QUE PARIU DAMON!-não me aguentei com seu grito histérico e comecei a rir descontroladamente-QUAL ERA A PORRA DA EMERGENCIA IDIOTA?-falou ela me empurrado brava segurando a ponta da blusa tentando deixar longe de seu corpo, do jeito que era quente e preguento.
–A é emergência era que você esqueceu uma data importante-falei conseguindo me conter um pouco. Ela franziu a sobrancelha:
–E O ANIVERSARIO DA SUA MÃE?-gritou tão alto quanto da outra vez.
Liv saiu do quarto com o elefantinho roxo de quando ela era bebê na mão e a outra coçando seus olhos mostrando que acabara de acordar e continuava morta de sono.
–Que qui ta acontecendo?-falou ela tirando a mão do olho o deixando meio aberto.
–Olivia, que data especial e hoje?-ele perguntou pra Liv que bocejou.
–Um ano de casados, mamãe-Elena abriu a boca recordando-agola eu posso volta pla caminha?
–Pode-eu ri dando um beijo em sua cabeça-Mamãe e Papai vai subir eu vou pedir pra sua avó ficar aqui com você, ta bem?-ela apenas assentiu e então voltou para o quarto.
Olhei para Elena que não parecia muito chocada ou irritada com si mesma por não ter lembrado. Ela parecia pensativa e concentrada e tinha cara de quem estava armando algo, e algo dos bons.
–Vai lá pras escadas daquela área que sua família não reformou-falou ela seria.
–A torre? Quer que eu vá pras masmorras dos antigos escravos?-franzi as sobrancelhas.
–Já chego lá-ela disse olhando rapidamente a blusa-Adorei a criatividade-disse se referindo ao café, dando um beijo no canto de meus lábios e então saindo.
Fiz exatamente o que ela disse, pedi para minha mãe tomar conta da Liv, e fiquei sentado nas escadas que levavam a masmorra, e fiquei esperando Elena durante uns trinta minutos antes de ela chegar.
A masmorra era uma parte do castelo que minha família não havia reformado era a única parte do castelo que mostrava a sua antiguidade e como ele realmente era um monumento histórico, que de vez em quando funcionava como ponto de visitas para alguns turistas.
Elena usava um, sobretudo preto que ela havia comprado para meu agrado pelo fato de que ele era igual ao, sobretudo que a Angelina Jolie usava em um dos meus filmes favoritos “Sr e Sra Smith”. E além do, sobretudo ela usava as botas pretas de cano longo. Ela usava uma maquiagem escura e um batom forte e vermelho, seus cabelos estavam presos em um coque perfeito. Segurava uma garrafa de champanhe acompanhada de um pote de gelo.
–O que e tudo isso?-perguntei boquiaberto com sua beleza.
–Entra-ela apontou com a cabeça para a masmorra.
–Ta bem-eu ri fazendo exatamente o que ela havia mandando-O você pretende fazer?-falei rindo um pouco.
–Cala a boca
Então Elena fechando a enorme porta de madeira e então a trancando.
Beyoncé — Crazy in Love (From the ''Fifty Shades of Grey'')
Ela caminhou ate mim com um sorriso sacana no rosto, e eu logo correspondi seu sorriso já adorando qualquer coisa que viesse a seguir.
Ela pegou as duas partes que juntavam minhas blusas a se abotoarem e em um movimento rápido a abriu com forca fazendo vários de seus botões saírem do lugar abrindo-a e a jogando no chão, deixando meu peitoral nu.
Ela desceu um instrumento de ferro que tinha pendurado no teto que era usado como um modo de prender a mão dos escravos quando iriam tortura-los.
–O que esta fazendo?-falei sem entender quando ela pegou algemas de seu bolço e então prendeu minha mão esquerda no ferro que havia puxando.
–Eu disse cala a boca-e então ela pegou meu outro pulso e o prendeu do mesmo jeito que o outro, deixando minhas duas mãos penduradas e sem poder se soltar.
Elena deus uns passos para trás olhando para mim com malicia e desejo provavelmente amando a vista pelo jeito que ela mordia o lábio.
Ela então começou a tirar o no da fita de seu, sobretudo e então o abriu revelando uma langerie preta, com enorme decote em seu sutiã, uma calcinha fio dental transparente que não guardava nada que ela deveria esconder. Fazendo com que a excitação tomasse conta de mim.
Elena tirou um chicote de sua bota e começou a circular por mim passando o chicote pelas minhas costas e peitoral me deixando cada vez mais excitado. Então Elena chicoteou da primeira vez perto de minha cintura, fazendo com que eu soltasse um sorriso malicioso.
Ela levou o chicote ate meu peitoral onde o contornou, parando o chicote um pouco acima de meu peito. Ela desceu seu corpo sem mexer o chicote, pegando algo no chão e em seguida ficando em pé novamente ela recorreu os lábios ate os meus e eu senti o gosto frio e ardente do gelo que ela colocara em nossas bocas, fazendo uma guerra sexy e selvagem surgir entre nossas línguas.
Senti sua mordida rápida e excitante em meus lábios antes dela chicotear meu peito. Ela passou a descer as alças de seu sutiã abrindo o fecho por trás deixando seus enormes mamilos crescidos pela gravidez, expostos a minha visão, fazendo o sentimento de posse e tesão surgir em mim.
Elena estava me torturando
Ela passou o chicote por mim mais uma vez, batendo forte em minha barriga. Ela o jogou no chão, e então soltou seus cabelos do modo mais tentador e sexy possível, ela passou a mão por seus seios o apertando enquanto jogava a cabeça para trás revirando os olhos. Eu queria mandar que ela me soltasse e acabasse com aquela tortura, mas sabia que meu desespero só seria pior para mim.
Elena desceu minha calça e minha cueca me deixando totalmente exposto a ela. Ela desceu sua calcinha então caminhou ate mim, tirando suas botas ficando totalmente nu a minha frente, e eu simplesmente não ligava para a barriga de recém-parto dela, para mim ela continuava linda e gostosa como sempre.
Ela segurou minha cintura juntando nossos corpos, e então encaixou minha ereção com seu sexo, fazendo com que um baixo gemido de prazer meu preenchesse o local.
Elena começou a rebolar e acelerar os movimentos, indo para frente e para trás, me propondo um prazer inexplicável. Ela começou a rebolar mais, com isso sua velocidade passou a ser maior, assim como a força que ela colocava nos movimentos.
–Ah Elena, por favor, me tira daqui-eu gemi com uma necessidade urgente de poder toca-la e poder propor a ela o prazer que ela estava me dando.
Mas ela apenas sorriu e continuou cavalgando firme e forte, seus lábios recorreram aos meus, e sem conseguir por nossas línguas unidas continuávamos gemendo na boca um do outro em um beijo falho.
–Pare de me torturar-uma vez que ela se pôs a chupar meu pescoço, a vontade de toca-la aumentou, a medida que sentia que estava a ponto de gozar sabia que não resistiria mais.
Gozei em seguida sentindo Elena fazer o mesmo.
–Minha vez-sussurrei ofegante, fazendo Elena soltar meus lábios e em seguida sorrir para mim, ela deu uns passos atrás fazendo meu pau ereto sair de dentro dela, e em seguida ela pegar as chaves da algema e soltar minhas duas mãos.
Assim que fui solto a empurrei contra a parede fazendo-a abrir a boca surpresa, e então beijei seus lábios de um modo urgente e desesperado. Segurei suas mãos fazendo com que ela não tivesse como tocar em mim, coloquei suas mãos nos círculos de ferros que havia pendurado na parede ao qual suas costas estavam sendo pressionadas.
–Não tire suas mãos dai-eu ordenei ainda com os lábios pressionados no seu, ela apenas assentiu ofegante, e eu a vi segurar o circulo de ferro ainda mais firme.
Passei a mão pelos seus mamilos os apreciando e a desejando ainda mais, beijei o meio deles fazendo Elena gemer baixinho. Comecei a descer beijos por sua barriga, seu umbigo até chegar ao seu sexo, fazendo Elena logo se remexer quando meus beijos começaram a contornar o mesmo.
Pôs minha boca em seu sexo, o beijando fazendo Elena passar as pernas pela minha a esfregando na mesma, querendo descontar sua excitação.
Tirei minha boca de lá com o objetivo apenas de faze-la gozar quando eu penetrasse.
Passei minhas mãos por suas coxas duras e grossas, olhando para seus olhos castanhos. Elena mordia os lábios, e seus olhos estavam fixos em mim, ela tinha seus braços abertos e segurava os círculos de ferro, totalmente nua e entregue a mim e não havia visão melhor que aquela.
Beijei-a passando a mão pelos seus cabelos castanhos, e em seguida sugando sua língua. Em um movimento rápido, parei de alisar suas coxas e a coloquei contra meu corpo fazendo-as se prender em minha cintura deixando-a pendurada, apenas comigo a ser seu apoio.
Penetrei rápido e de um modo súbito, fazendo Elena e soltar um gemido alto de surpreso; aquilo era musica para meus ouvidos.
Segurei seus braços suspensos começando a acelerar os movimentos, eu provocaria seu orgasmo dessa vez.
Deixei que meus lábios chupassem seu pescoço do mesmo jeito que ela havia feito, com a intenção de dar a ela chupões roxos em seu pescoço deixando minha marca na mesma.
–Ah... -ela gemia a medida que eu acelerava os movimentos, provavelmente aquela era a vez que nos fazíamos mais forte de todas as vezes, nunca tinha visto gemer tanto e tão alto, talvez ela soubesse o que estava fazendo quando decidiu ir para um lugar tão longe das pessoas do castelo.
Quanto mais meus movimentos vai-e-vem aceleravam mais ela puxava os círculos de ferro, fazendo-os entrarem no mesmo ritmo que meus movimentos.
Alcancei seu clitóris fazendo Elena soltar um gemido alto e de bom som gritando meu nome, fazendo-a em seguida jogar a cabeça para trás fazendo com que nos chegássemos ao ápice e finalmente gozarmos.
Ela soltou os círculos de ferro e então jogou seus braços contra meu ombro, agarrando meu pescoço e deitando a cabeça em meu ombro exausta. Sai de dentro dela fazendo-a soltar um ultimo gemido baixo.
Peguei minha camisete e a vesti nela, em seguida pegando sua calcinha e passando por suas pernas, Elena apenas ficava quieta como uma bonequinha, segurando minhas costas como apoio, e fazia movimentos necessários quando eu precisava dela para poder vesti-la: ela estava exausta.
Vesti minha calça e a peguei no colo novamente, porem dessa vez a deixando deitada em meus braços. Ela deitou a cabeça em meu peito, e passou os braços em volta de meu pescoço, senti seus cílios descerem mostrando que ela estava fechando os olhos.
Ignorei completamente qualquer pessoa que passava, ou qualquer guarda que olhava boquiaberto e quando qualquer pessoa mostrava algum sinal de que iria falar eu pedia para que calasse a boca com o dedo nos lábios.
Sabia que Elena já estava dormindo em meus braços. Quando chegamos ao quarto a deitei na cama dei um beijo em sua testa e a deixei dormir indo tomar meu banho.
Vesti a roupa conferi se Elena ainda estava dormindo, e sorri ao ver seu sono tranquilo. Sai do quarto tentando não acorda-la. Fui ao quarto de Liv já imaginando que minha mãe havia a colocado lá, e a encontrei dormindo dei um beijo em sua testa já imaginando que a madrugada passaria como morcegos e eu seria obrigado a ver todos os filmes do High School Musical mais uma vez. Fui ao quarto de Henry o vendo no berço porem ele não dormia.
Entrei no quarto do meu garotão encarando seus olhos azuis semelhantes aos meus, mais mesmo com a cor de meus olhos era perceptível que ele havia puxado o olhar meigo da mãe.
–Oi garotão-falei o olhando-Você deu muito trabalho para mim e sua mãe sabia? Sua irmã até faltou a escola por conta de seu chororô compulsivo, você pode ser bem fofinho, mais o que suas cordas vocais podem fazer, meu amiguinho realmente você tem cara de ser um Salvatore por essa sua força-Henry estirou suas mãozinhas gorduchas de bebê as balançando como se estivesse pedindo para que eu as segurasse, e assim eu fiz colocando sua mão dentro da minha como um escudo.
Sem eu perceber meus olhos estavam ardendo e minha visão estava embarcada comigo sentindo as lagrimas deslizarem pela minha bochecha.
–Eu só queria proteger todos vocês do jeito que eu posso proteger sua mão dessa maneira meu filho-eu chorei colocando minha cabeça contra a madeira do berço-Sua mãe não merece isso, a Liv não merece, você não merece, vocês vão ter que pagar por um erro que eu cometi-senti o soluço escapar de minha boca-Eu amo tanto a sua mãe, e egoísta da minha parte não conseguir deixa-la, eu deveria conseguir deixa-la mais não da, eu a amo demais, e como se eu não conseguisse ficar muito tempo sem ela, ela e a parte que me completa, Henry, e sem ela...eu não sou nada. Mas a culpa e minha, e coisas horríveis vão acontecer, e a culpa e minha, e eu não posso fazer nada, apenas proteger vocês enquanto a tempo, mas não e justo, simplesmente não e justo-Henry entortou a cabeça demonstrando que não entendia o que estava acontecendo.
Seguei minhas lagrimas e então alisei a mão de meu filho, beijando sua testa repetindo meu gesto anterior com sua mãe e sua irmã.
–Amo você-alisei sua testa, antes de sair do quarto e caminhar em direção ao único jeito de deixar todos seguros.
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