Unconditionally
11 Last Night
Last night, damn. You were in my sexx dreams. Doing really nasty things. We're both convicted criminals of thought
A última coisa que pude presenciar na festa da Serena, antes do Perseu me puxar para dentro do elevador, foi o Nico em cima do garoto que a mesma beijava e socando o rosto do mesmo. Segundo Percy, ele sabia o que estava fazendo.
Agora aqui estava eu, na porta da casa do moreno de olhos verdes esperando ele aparecer — e isso já fazia cinco minutos.
Nesse tempo minha mente trabalhou em varias hipóteses malucas sobre o por que da demora do Percy, mas eu tentei me manter calma, Ele era homem, ele queria aquilo.
– Você é um lerdo — falei quando ele abriu a porta.
– Entra logo, loira — ele falou puxando minha mão e me fazendo entrar na casa — Se eu fosse homem de verdade te mostraria a casa antes de te levar para a cama, só que eu não sou, então vem.
Ele me puxou escadas a cima e me levou para o fim de um enorme corredor e, antes que eu pudesse olhar para o lugar onde estava, seus lábios macios estavam pressionados contra os meus e suas mãos grandes entravam novamente por baixo da minha blusa.
Ele abriu a porta com o pé e me empurrou para dentro, movendo seus lábios para o meu pescoço e abrindo novamente o fecho do meu sutiã.
Abri meus olhos com dificuldade e encarei o lugar ao meu redor. As paredes que não estavam grafitadas eram azuis e os moveis todos em preto, tinha uma televisão grande na parede e um aparelho de som incrivelmente gigante ao lado da escrivania.O laptop estava aberto e ligado, mas isso não me importou, já que no mesmos segundo em que ia olhar, Percy me jogou na enorme cama bagunçada.
Ele deitou em cima de mim e voltou a me beijar, enquanto isso eu levei as minhas mão até a barra da sua camiseta e comecei a lenvantá-la, arranhando seu abdômen de forma provocadora.
Seus lábios puxaram os meus quando ele se apoiou nos joelhos e subiu sua própria blusa, deixando-me avaliar seu tronco definido. Sorri quando ele apoiou as mãos ao lado do meu rosto, segurei seu antebraço, inclinando-me, afastando qualquer distância que ousasse nos separar. Senti seus dedos puxando minha blusa para cima com força, levantei os braços, ajudando-o a tirar nossas roupas. Empurrei suas calças com os pés, afundando minhas unhas em seus ombros.
Senti a necessidade de seus beijos, descendo minhas mãos até seu membro. Coloquei minha mão dentro de sua cueca, estimulando-o. Percy grunhiu, mordendo o lábio inferior e jogando a cabeça para trás. Empurrei-o pelo ombro até que ele estivesse jogado para o lado. Desci meus beijos pelo seu tronco, até chegar ao seu membro.
Lambi sua glande com calma, estimulando-o da mesma maneira. Percy apoiou as mãos em minha cabeça, guiando meus movimentos. Mordi o lábio inferior quando percebi sua ereção se formar diante de mim. Tirei minha saia, vendo-o sentar-se na cama e puxar-me com força contra ele, voltando a me beijar e me jogar na cama. Seus dedos apertaram meus seios por cima do sutiã, os mesmo dedilhando minha barriga até empurrar minha calcinha e massagear minha intimidade.
Gemi ao sentir seus dedos em contato comigo. Dois dele me penetraram com leveza, enquanto eu erguia meu corpo, implorando por mais. Percy sorriu, aumentando a velocidade de seus dedos dentro de mim. Virei-me, sem saber realmente o que fazer. Apenas precisava dele. Mais e mais.
Ele tirou minha calcinha, empurrando-a para o lado. Fez o mesmo com meu sutiã, abrindo minhas pernas. Suas mãos deslizaram pelas minhas coxas e ele se pôs entre elas. Percy penetrou-me, primeiro com calma, inclinando-se sobre mim e beijando minha boca que insistia em emitir longos gemidos.
Ofeguei quando seus movimentos vieram com força e precisão. Seus dedos apertando meus seios com força enquanto eu gemia ou ofegava.
Afundei minhas unhas nos seus bíceps quando mais uma estocada veio com força e precisão. Ele selou nossos lábios impendido o gemido de escapar da minha boca.
Mordi seu lábio inferior com força desnecessária e pude sentir o gosto do seu sangue em minha boca. Ele não se importou e me beijou de uma vez, dando mais estocadas fortes enquanto nossas linguás travavam uma batalha deliciosa.
Ele trocou meus lábios pelo meu pescoço, onde ele mordeu e chupou. Tinha certeza que isso deixaria uma marca depois, mas não me importava, eu estava com ele e era ele que estava deixando essa marca.
Ele deu mais duas estocadas e eu mordi seu ombro, ouvindo o gemido baixo que ele soltou e deixando um sorriso minimo ar em meus lábios.
Empurrei seu ombro para o lado e me sentei em cima do seu membro com um sorriso travesso, ele compreendeu a minha ideia e apoiou as suas grandes mãos na minha cintura fina. Comecei a cavalgar sobre ele.
Suas mão eram firmes e me ajudavam nos movimentos, logo pude sentir meu interior se contraindo e eu sabia aonde isso iria chegar.
Ele me ajudou mais duas vezes e ambos chegamos juntos ao ápice. Desabei sobre seu peito ofegante, ouvindo seu coração acelerado e sentido seu peito subir e descer rapidamente.
Ele me envolveu com seus braços fortes e eu deixei um sorriso se formar em meu rosto. Eu tinha conseguido o que queria desde o dia que cheguei aqui, tem como ficar desapontada? Acho que não.
Me joguei no seu lado da cama e encarei o teto por alguns minutos, depois encarei ele. Sorri ao ver ele sorrindo.
– Por que do sorriso, Jackson? — arquei a sobrancelha. Ele me olhou e riu.
– Nada, Chase — ele me puxou para perto — Cansada?
– Sim, mas preciso ir para casa… Não quero deixar minha mãe preocupada…
– Nunca dormiu na casa de um homem?
– Já! Mais na casa de um homem, você falou que não é homem — sorri quando ele revirou os olhos. Me levantei e comecei a procurar minhas roupas com o olhar. Que quarto bagunçado! — Nunca ouviu falar em organização?
– Essa palavra não se encontra no meu dicionario — ele se levantou e caminhou até o closet, voltou minutos depois com uma bermuda.
Encontrei meu sutiã em cima do criado mudo e vesti ele, peguei minha blusa no chão e a coloquei também. Minha saia estava no pé da cama junto com a minha calcinha.
– Isso fica comigo — ele foi mais rápido e pegou minha calcinha antes de mim, colocando ela dentro no bolso da bermuda e deixando o maldito sorriso sacana se formar em seu rosto. Dei ombros e coloquei minha saia.
– Devolve, Perseu — encarei ele enquanto fazia um coque no cabelo, que devia estar uma zona.
Ele riu, deu ombros e caminhou até a porta. Calcei meus coturnos e peguei minha bolsa, depois segui ele carrancuda até o andar de baixo.
Minha mãe estava no sofá conversando com Poseidon, ambos riam e tinham uma taça de vinho nas mãos. Encarei Percy, que me encarou também com a mesma curiosidade.
– Mãe? — ela pareceu surpresa ao me ver atrás dela — O que está fazendo aqui?
– É… Bem… Nós…
– Ela veio buscar uns papeis aqui — Poseidon falou, se estendendo para a mesa de centro e puxando alguns papeis.
– É! — ela confirmou menos tensa — E vocês?
– Ao contrario de vocês que mentem, nós estávamos transando — Percy deu ombros, se jogando no sofá, bem longe do pai. Olhei brava para ele quando minha mãe me encarou surpresa — Vai me dizer que sua mãe não sabia que você não era mais virgem?
– Eu sabia — Atena respondeu olhando rapidamente para o moreno — Achei que estava em casa, Annabeth.
– Eu avisei que iria sair! — falei indignada — Dá para devolver minha calcinha?
– Não — ele respondeu sorrindo.
– Pegou a calcinha dela? — Poseidon perguntou. Percy concordou e tirou a calcinha rosa do bolso. Bufei.
Percy colocou a calcinha no bolso novamente antes que conseguisse tirar da sua mão, ele estava rindo da minha cara já que, eu obviamente, estava muito vermelha.
– Perseu Jackson Olympus...!
– Como sabe meu nome inteiro?
– Não interessa! Eu quero minha calcinha de volta!
– Espera ai — Poseidon cortou nossa discussão — Se ele está com a sua calcinha, Annabeth, significa que você está sem, não é?
Eu fiquei mais vermelhas ainda e Percy soltou uma gargalhada estrondosa. Quis cavar minha própria cova e me enterrar viva. Era muito constrangedor.
– Mãe me ajuda!
– Você quer ajuda? Não deveria nem ter transado com ele, para início de conversar.
– Sua filha é muito gostosa, Atena — Percy falou me puxando para o seu colo — Deveria sim e a muito tempo.
– Você é um babaca — revirei os olhos. Ele deu um beijo longo no meu pescoço.
– Vocês não estão namorando, estão? — Poseidon perguntou e eu neguei com a cabeça rapidamente.
Minha mãe soltou um suspiro e se levantou, pegando os papéis na perna de Poseidon e me chamando com o olhar. Antes que pudesse me levantar, Percy pegou meu queixo com delicadeza e virou para ele, depois juntou nosso lábios.
Seus beijos sempre me deixavam com borboletas no estômago e faziam meu coração acelerar. Ele era vicioso.
– Até amanhã — separei nossos lábios e me levantei, caminhando até a porta aonde minha mãe se despedia do pai do Percy. Pude ouvi barulho de passos atrás de mim e me virei, vendo Percy terminar de subir as escadas rapidamente.
Me despedi de Poseidon e caminhei as pressas até minha casa, me colocando de baixo da água gelada quando entrei no meu banheiro e ao sair e depois de vestida, dando uma olhada para a sacada da frente. Apenas a siuleta dele era visível através da cortina do seu quarto.
Sorri e me joguei na minha cama, puxando o edredom até a cabeça e adormecendo com um sorriso no rosto. Ele tinha sido meu.
Não tive sonhos, mas acordei com os malditos passarinhos do celular por causa da Silena, querendo que eu ligasse para ela. Voltar a dormir foi melhor naquele momento.
– Annabeth vou sair, nada de sumir de casa hoje.
– Ta bom, mãe — me virei na cama, colocando o edredom na cabeça para ficar mais escuro ainda. Se eu pintasse meu quarto de preto dormiria melhor? Quem sabe.
Meu celular tocou novamente e eu cheguei só conclusão de que seria impossível dormir, mas só percebi as dores nas minhas pernas quando me coloquei de pé.
Maldito seja o Perseu Jackson!
Apesar de que, eu repetiria o que aconteceu noite passada quantas vezes fosse preciso.
Eu tinha transado com um canalha. Eu gostei disso.
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